As rotinas de pensamento visível do Projeto Zero da Faculdade de Educação de Harvard: um estudo da influência da neuroeducação na concepção de práticas pedagógicas e seus impactos para a
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48135/tde-24032025-101427/ |
Resumo: | O principal objeto de estudo desse trabalho são as rotinas de pensamento visível que foram elaboradas na década de 2000 por um grupo de pesquisadores do Projeto Zero da Faculdade de Educação de Harvard com o objetivo de desenvolver as disposições de pensamento dos estudantes na escola, ou seja, suas capacidades, inclinações e sensibilidade para mobilizar diferentes tipos de pensamento ao abordar diferentes conteúdos. A bibliografia que referenda o estudo do pensamento visível no Projeto Zero permite compreender que essas ferramentas pedagógicas podem ser analisadas à luz das neurociências, portanto, o objetivo dessa pesquisa é determinar se essas práticas representam o preceito determinista de que se pode aprender do mesmo modo, a despeito das individualidades e contextos dos estudantes e dos ambientes escolares. A análise que proponho é bibliográfica e documental, pois contempla o exame dos referenciais teóricos que embasaram a elaboração das rotinas de pensamento visível, como a Taxonomia de Bloom e as seis dimensões da cultura do pensamento de Tishman, Perkins e Jay, e das publicações dos pesquisadores do Projeto Zero acerca das potencialidades humanas, especialmente do pensamento, disponíveis no site do Projeto Zero. As rotinas de pensamento visível são aqui apresentadas e discutidas à luz da análise que Francis Wolff propõe sobre a relação entre as neurociências e a nova concepção de homem na atualidade; da avaliação de Charlot de que a neurociência não deve colaborar com a elaboração de práticas pedagógicas (e a sua justificativa), das ponderações de Tardif acerca dos saberes docentes e dos elementos que compõem a relação educativa, e da análise da experiência escolar realizada por Simons e Masschelein. |
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As rotinas de pensamento visível do Projeto Zero da Faculdade de Educação de Harvard: um estudo da influência da neuroeducação na concepção de práticas pedagógicas e seus impactos para aThe visible thinking routines of Project Zero at Harvard\'s School of Education: a study of the influence of neuroeducation on the design of pedagogical practices and their impact on contemporary pedagogyDocênciaFormação de professoresNeuroeducaçãoNeuroeducationPensamento visívelTeachers educationTeachingVisible thinkingO principal objeto de estudo desse trabalho são as rotinas de pensamento visível que foram elaboradas na década de 2000 por um grupo de pesquisadores do Projeto Zero da Faculdade de Educação de Harvard com o objetivo de desenvolver as disposições de pensamento dos estudantes na escola, ou seja, suas capacidades, inclinações e sensibilidade para mobilizar diferentes tipos de pensamento ao abordar diferentes conteúdos. A bibliografia que referenda o estudo do pensamento visível no Projeto Zero permite compreender que essas ferramentas pedagógicas podem ser analisadas à luz das neurociências, portanto, o objetivo dessa pesquisa é determinar se essas práticas representam o preceito determinista de que se pode aprender do mesmo modo, a despeito das individualidades e contextos dos estudantes e dos ambientes escolares. A análise que proponho é bibliográfica e documental, pois contempla o exame dos referenciais teóricos que embasaram a elaboração das rotinas de pensamento visível, como a Taxonomia de Bloom e as seis dimensões da cultura do pensamento de Tishman, Perkins e Jay, e das publicações dos pesquisadores do Projeto Zero acerca das potencialidades humanas, especialmente do pensamento, disponíveis no site do Projeto Zero. As rotinas de pensamento visível são aqui apresentadas e discutidas à luz da análise que Francis Wolff propõe sobre a relação entre as neurociências e a nova concepção de homem na atualidade; da avaliação de Charlot de que a neurociência não deve colaborar com a elaboração de práticas pedagógicas (e a sua justificativa), das ponderações de Tardif acerca dos saberes docentes e dos elementos que compõem a relação educativa, e da análise da experiência escolar realizada por Simons e Masschelein.The object of this study is the visible thinking routines developed in the 2000s by a group of researchers from Project Zero at Harvard\'s School of Education, whose aim is to develop students\' thinking dispositions at school, i.e. their capacities, inclinations and sensitivity to mobilize different types of thinking when approaching different contents. Based on the hypothesis that these pedagogical tools can be analyzed in the light of neuroscience, my research aims to determine whether these practices represent the deterministic precept that one can learn in the same way, despite the individualities and contexts of students and school environments. The analysis I propose is bibliographical and documental, as it includes an examination of the theoretical references that underpinned the development of the visible thinking routines, such as Bloom\'s Taxonomy and the six dimensions of the culture of thinking by Tishman, Perkins and Jay, and the publications by Project Zero researchers on human potential, especially thinking, available on the Project Zero website. The visible thinking routines are presented and discussed here in the light of Francis Wolff\'s analysis of the relationship between neuroscience and the new conception of man today; Charlot\'s assessment that neuroscience should not collaborate with the development of pedagogical practices (and its justification), Tardif\'s considerations about teaching knowledge and the elements that make up the educational relationship, and Simons and Masschelein\'s analysis of the school experience.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPCordeiro, Jaime Francisco ParreiraPlacido, Fabíola Aparecida Pereira2025-03-13info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48135/tde-24032025-101427/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-04-15T15:45:02Zoai:teses.usp.br:tde-24032025-101427Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-04-15T15:45:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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As rotinas de pensamento visível do Projeto Zero da Faculdade de Educação de Harvard: um estudo da influência da neuroeducação na concepção de práticas pedagógicas e seus impactos para a Placido, Fabíola Aparecida Pereira Docência Formação de professores Neuroeducação Neuroeducation Pensamento visível Teachers education Teaching Visible thinking |
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O principal objeto de estudo desse trabalho são as rotinas de pensamento visível que foram elaboradas na década de 2000 por um grupo de pesquisadores do Projeto Zero da Faculdade de Educação de Harvard com o objetivo de desenvolver as disposições de pensamento dos estudantes na escola, ou seja, suas capacidades, inclinações e sensibilidade para mobilizar diferentes tipos de pensamento ao abordar diferentes conteúdos. A bibliografia que referenda o estudo do pensamento visível no Projeto Zero permite compreender que essas ferramentas pedagógicas podem ser analisadas à luz das neurociências, portanto, o objetivo dessa pesquisa é determinar se essas práticas representam o preceito determinista de que se pode aprender do mesmo modo, a despeito das individualidades e contextos dos estudantes e dos ambientes escolares. A análise que proponho é bibliográfica e documental, pois contempla o exame dos referenciais teóricos que embasaram a elaboração das rotinas de pensamento visível, como a Taxonomia de Bloom e as seis dimensões da cultura do pensamento de Tishman, Perkins e Jay, e das publicações dos pesquisadores do Projeto Zero acerca das potencialidades humanas, especialmente do pensamento, disponíveis no site do Projeto Zero. As rotinas de pensamento visível são aqui apresentadas e discutidas à luz da análise que Francis Wolff propõe sobre a relação entre as neurociências e a nova concepção de homem na atualidade; da avaliação de Charlot de que a neurociência não deve colaborar com a elaboração de práticas pedagógicas (e a sua justificativa), das ponderações de Tardif acerca dos saberes docentes e dos elementos que compõem a relação educativa, e da análise da experiência escolar realizada por Simons e Masschelein. |
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