Estudo da Interação entre Dinitrosilos Complexos de Ferro (DNIC) e Tiorredoxina 1 (S. cerevisiae)
| Ano de defesa: | 2025 |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/46/46131/tde-13062025-110944/ |
Resumo: | O óxido nítrico (NO) é uma molécula radicalar produzida endogenamente, com diversas funções biológicas, incluindo vasodilatação, neurotransmissão e defesa contra organismos invasores. Em meio biológico, o metabólito mais abundante de NO são os dinitrosilos complexos de ferro (DNICs). Além dos dois fragmentos de NO, os DNICs também possuem outros dois ligantes, que em células, são majoritariamente moléculas tiólicas de alto peso molecular, como proteínas. Embora a identidade de tais proteínas ainda não tenha sido completamente esclarecida, estudos iniciais realizados em nosso laboratório sugerem que aquelas que se ligam por dois resíduos de aminoácido formam DNICs mais estáveis. Estudos na literatura indicam que o aumento da concentração de NO em células tumorais de epitélio mamário humano leva a uma queda no metabolismo de H2O2, ao passo que é sabido que, nestas condições, também é favorecida a formação de DNIC. Com isso em mente, a tiorredoxina 1 (Trx1) pode ser uma proteína relevante, pois seu sítio ativo é composto por dois resíduos de cisteína separados apenas por dois resíduos de aminoácido, e ela participa do metabolismo de peróxido de hidrogênio (H2O2). Assim, o objetivo deste trabalho foi investigar a capacidade da Trx1 de S. cerevisiae (yTrx1) de formar DNIC (DNIC-yTrx1) em meio aquoso, caracterizar o complexo formado, e avaliar o impacto dessa formação sobre a atividade redutase da yTrx1. Para isso, expressamos e purificamos a yTrx1 e sintetizamos o DNIC-GS por de dois métodos de síntese. Demonstramos por cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC) que um dos métodos leva a formação, em concentração mais de duas vezes maiores, de moléculas oxidantes (GSSG e GSNO) que impactam no rendimento de formação do DNIC-yTrx1. Em seguida analisamos a cinética de reação entre yTrx1 e DNIC-GS por Ressonância Paramagnética de Elétrons (EPR), obtivemos um sinal axial (g⊥ =2,038 e g|| = 2,022) e estimamos a ordem de grandeza da constante de velocidade de segunda ordem (k ~ 70M-1s-1). Também estimamos a constante de dissociação (Kd ~ (1,4 ± 0,9)×10-1M-1) do complexo DNIC-yTrx1. Em análise do DNIC-yTrx1 por espectroscopia eletrônica de absorbância, observamos a formação de dois picos nos comprimentos de onda 335nm (ε = 4308 ± 149M-1cm-1) e 400nm (ε = 3250 ± 140M-1cm-1), enquanto por espectroscopia fluorescência observamos que a formação do DNIC-yTrx1 leva a uma queda de 40% na emissão em 305nm com relação a yTrx1 livre. Realizamos a eletroforese em gel nativo da solução de DNIC-yTrx1, a partir da qual pudemos confirmar a formação de uma banda característica do complexo. Por EPR, obtivemos resultados iniciais que o DNIC-yTrx1 se mantém estável por 60 horas após a adição de BSA como proteína. Finalmente, comprovamos que a proteína perde sua atividade redutase após formação de DNIC-yTrx1. De acordo com os dados obtidos neste trabalho, a yTrx1 tem capacidade de ligarse a DNIC formando um complexo estável e que resulta na perda de sua atividade enzimática. Tais achados podem contribuir para elucidar as observações experimentais de queda no metabolismo de H2O2 em decorrência do aumento de NO via formação de DNIC. |
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Estudo da Interação entre Dinitrosilos Complexos de Ferro (DNIC) e Tiorredoxina 1 (S. cerevisiae)Interaction of Dinitrosyl Iron Complex (DNIC) with Thioredoxin 1 (S. cerevisiae)Dinitrosilo complexo de ferroDinitrosilo complexo de ferroÓxido nítricoÓxido nítricoTiorredoxinaTiorredoxinaO óxido nítrico (NO) é uma molécula radicalar produzida endogenamente, com diversas funções biológicas, incluindo vasodilatação, neurotransmissão e defesa contra organismos invasores. Em meio biológico, o metabólito mais abundante de NO são os dinitrosilos complexos de ferro (DNICs). Além dos dois fragmentos de NO, os DNICs também possuem outros dois ligantes, que em células, são majoritariamente moléculas tiólicas de alto peso molecular, como proteínas. Embora a identidade de tais proteínas ainda não tenha sido completamente esclarecida, estudos iniciais realizados em nosso laboratório sugerem que aquelas que se ligam por dois resíduos de aminoácido formam DNICs mais estáveis. Estudos na literatura indicam que o aumento da concentração de NO em células tumorais de epitélio mamário humano leva a uma queda no metabolismo de H2O2, ao passo que é sabido que, nestas condições, também é favorecida a formação de DNIC. Com isso em mente, a tiorredoxina 1 (Trx1) pode ser uma proteína relevante, pois seu sítio ativo é composto por dois resíduos de cisteína separados apenas por dois resíduos de aminoácido, e ela participa do metabolismo de peróxido de hidrogênio (H2O2). Assim, o objetivo deste trabalho foi investigar a capacidade da Trx1 de S. cerevisiae (yTrx1) de formar DNIC (DNIC-yTrx1) em meio aquoso, caracterizar o complexo formado, e avaliar o impacto dessa formação sobre a atividade redutase da yTrx1. Para isso, expressamos e purificamos a yTrx1 e sintetizamos o DNIC-GS por de dois métodos de síntese. Demonstramos por cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC) que um dos métodos leva a formação, em concentração mais de duas vezes maiores, de moléculas oxidantes (GSSG e GSNO) que impactam no rendimento de formação do DNIC-yTrx1. Em seguida analisamos a cinética de reação entre yTrx1 e DNIC-GS por Ressonância Paramagnética de Elétrons (EPR), obtivemos um sinal axial (g⊥ =2,038 e g|| = 2,022) e estimamos a ordem de grandeza da constante de velocidade de segunda ordem (k ~ 70M-1s-1). Também estimamos a constante de dissociação (Kd ~ (1,4 ± 0,9)×10-1M-1) do complexo DNIC-yTrx1. Em análise do DNIC-yTrx1 por espectroscopia eletrônica de absorbância, observamos a formação de dois picos nos comprimentos de onda 335nm (ε = 4308 ± 149M-1cm-1) e 400nm (ε = 3250 ± 140M-1cm-1), enquanto por espectroscopia fluorescência observamos que a formação do DNIC-yTrx1 leva a uma queda de 40% na emissão em 305nm com relação a yTrx1 livre. Realizamos a eletroforese em gel nativo da solução de DNIC-yTrx1, a partir da qual pudemos confirmar a formação de uma banda característica do complexo. Por EPR, obtivemos resultados iniciais que o DNIC-yTrx1 se mantém estável por 60 horas após a adição de BSA como proteína. Finalmente, comprovamos que a proteína perde sua atividade redutase após formação de DNIC-yTrx1. De acordo com os dados obtidos neste trabalho, a yTrx1 tem capacidade de ligarse a DNIC formando um complexo estável e que resulta na perda de sua atividade enzimática. Tais achados podem contribuir para elucidar as observações experimentais de queda no metabolismo de H2O2 em decorrência do aumento de NO via formação de DNIC.Nitric oxide (NO) is a radical molecule produced endogenously and has various biological functions, including vasodilation, neurotransmission, and defense against invading organisms. In biological environments, the most abundant metabolite of NO is the iron dinitrosyl complex (DNIC). In addition to the two NO fragments, DNICs also contain two other ligands, which in cells are predominantly thiol-containing molecules of high molecular weight, such as proteins. Although the identity of these proteins has not yet been fully clarified, preliminary studies conducted in our laboratory suggest that those that bind through two amino acid residues form more stable DNICs. Studies in the literature indicate that increased NO concentrations in human mammary epithelial tumor cells lead to a decrease in H2O2 metabolism, and it is known that under these conditions, DNIC formation is also favored. With this in mind, thioredoxin 1 (Trx1) emerges as a relevant protein, as its active site consists of two cysteine residues separated by only two amino acid residues, and it is involved in hydrogen peroxide (H2O2) metabolism. Therefore, the objective of this work was to investigate the ability of Saccharomyces cerevisiae Trx1 (yTrx1) to form DNIC (DNIC-yTrx1) in aqueous solution, characterize the formed complex, and assess the impact of this formation on the reductase activity of yTrx1. To achieve this, we expressed and purified yTrx1 and synthesized DNIC-GS using two synthesis methods. We demonstrated through high-performance liquid chromatography that one of the methods resulted in a formation of oxidant molecules at more than twice the concentration, which could impact the yield of DNIC-yTrx1 formation. We then analyzed the reaction kinetics of yTrx1 with DNIC-GS using Electron Paramagnetic Resonance (EPR), obtaining an axial signal (g⊥ = 2.038 and g|| = 2.022) and estimated the second-order rate constant (k ~ 70 M-1s-1). We also estimated the dissociation constant (Kd ~ (1.4 ± 0.9) × 10-1 M-1) for the DNIC-yTrx1 complex. In the analysis of DNIC-yTrx1 by electronic absorption spectroscopy, we observed the formation of two peaks at wavelengths 335 nm (ε = 4308 ± 149 M-1 cm-1) and 400 nm (ε = 3250 ± 140 M-1 cm-1). Fluorescence spectroscopy revealed that DNIC-yTrx1 formation led to a 40% decrease in emission at 305 nm compared to free yTrx1. We performed native gel electrophoresis of the DNIC-yTrx1 solution, from which we confirmed the formation of a characteristic band for the complex. Initial EPR results indicated that DNIC-yTrx1 remained stable for 60 hours after the addition of BSA as a competing protein for yTrx1 binding to DNIC. Finally, we confirmed that the protein loses its reductase activity after the formation of DNIC-yTrx1. According to the data obtained in this work, yTrx1 is capable of binding to DNIC, forming a stable complex that results in the loss of its enzymatic activity. These findings may contribute to elucidating the experimental observations of decreased H2O2 metabolism as a result of increased NO via DNIC formation.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPTruzzi, Daniela RamosPinho, Arthur Migliatti Vetorazzi Ferreira de2025-01-30info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/46/46131/tde-13062025-110944/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-07-16T20:32:02Zoai:teses.usp.br:tde-13062025-110944Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-07-16T20:32:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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O óxido nítrico (NO) é uma molécula radicalar produzida endogenamente, com diversas funções biológicas, incluindo vasodilatação, neurotransmissão e defesa contra organismos invasores. Em meio biológico, o metabólito mais abundante de NO são os dinitrosilos complexos de ferro (DNICs). Além dos dois fragmentos de NO, os DNICs também possuem outros dois ligantes, que em células, são majoritariamente moléculas tiólicas de alto peso molecular, como proteínas. Embora a identidade de tais proteínas ainda não tenha sido completamente esclarecida, estudos iniciais realizados em nosso laboratório sugerem que aquelas que se ligam por dois resíduos de aminoácido formam DNICs mais estáveis. Estudos na literatura indicam que o aumento da concentração de NO em células tumorais de epitélio mamário humano leva a uma queda no metabolismo de H2O2, ao passo que é sabido que, nestas condições, também é favorecida a formação de DNIC. Com isso em mente, a tiorredoxina 1 (Trx1) pode ser uma proteína relevante, pois seu sítio ativo é composto por dois resíduos de cisteína separados apenas por dois resíduos de aminoácido, e ela participa do metabolismo de peróxido de hidrogênio (H2O2). Assim, o objetivo deste trabalho foi investigar a capacidade da Trx1 de S. cerevisiae (yTrx1) de formar DNIC (DNIC-yTrx1) em meio aquoso, caracterizar o complexo formado, e avaliar o impacto dessa formação sobre a atividade redutase da yTrx1. Para isso, expressamos e purificamos a yTrx1 e sintetizamos o DNIC-GS por de dois métodos de síntese. Demonstramos por cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC) que um dos métodos leva a formação, em concentração mais de duas vezes maiores, de moléculas oxidantes (GSSG e GSNO) que impactam no rendimento de formação do DNIC-yTrx1. Em seguida analisamos a cinética de reação entre yTrx1 e DNIC-GS por Ressonância Paramagnética de Elétrons (EPR), obtivemos um sinal axial (g⊥ =2,038 e g|| = 2,022) e estimamos a ordem de grandeza da constante de velocidade de segunda ordem (k ~ 70M-1s-1). Também estimamos a constante de dissociação (Kd ~ (1,4 ± 0,9)×10-1M-1) do complexo DNIC-yTrx1. Em análise do DNIC-yTrx1 por espectroscopia eletrônica de absorbância, observamos a formação de dois picos nos comprimentos de onda 335nm (ε = 4308 ± 149M-1cm-1) e 400nm (ε = 3250 ± 140M-1cm-1), enquanto por espectroscopia fluorescência observamos que a formação do DNIC-yTrx1 leva a uma queda de 40% na emissão em 305nm com relação a yTrx1 livre. Realizamos a eletroforese em gel nativo da solução de DNIC-yTrx1, a partir da qual pudemos confirmar a formação de uma banda característica do complexo. Por EPR, obtivemos resultados iniciais que o DNIC-yTrx1 se mantém estável por 60 horas após a adição de BSA como proteína. Finalmente, comprovamos que a proteína perde sua atividade redutase após formação de DNIC-yTrx1. De acordo com os dados obtidos neste trabalho, a yTrx1 tem capacidade de ligarse a DNIC formando um complexo estável e que resulta na perda de sua atividade enzimática. Tais achados podem contribuir para elucidar as observações experimentais de queda no metabolismo de H2O2 em decorrência do aumento de NO via formação de DNIC. |
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