Literatura conflagrada: Jorge Amado, Rubem Braga e Carlos Drummond de Andrade na trincheira dos anos 1930

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Vonk, Arthur Vergueiro
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8151/tde-28062022-183446/
Resumo: Esta tese propõe a reconsideração das experiências de politização da literatura no Brasil dos anos 1930. Para tanto, procura discernir e descrever a emergência de uma sensibilidade antiliterária, caracterizada na Introdução do trabalho através da sondagem dos diferentes modos e estratégias com que o debate do decênio critica e tensiona a ideia de literatura e outras noções a ela associadas. Fundado nesse levantamento, o eixo de investigação da pesquisa pretende verificar a produtividade da cisma antiartística na construção de obras de diferentes gêneros e autores. A Primeira Parte do estudo demonstra de que modo o problema se configura na produção de Jorge Amado, abastecida, entre 1933 e 1934, por posições alinhadas ao Partido Comunista, e sobretudo pelo obreirismo que então orientava sua militância. Nesse quadro são produzidas as experiências amadianas de crítica e renovação da forma romance, cujas contradições se precipitam na composição de Cacau, analisada no Capítulo 1, e de Suor, analisada no Capítulo 2. Neles se trata de argumentar pelo interesse da tentativa de compor um tipo de romance proletário e coletivo, em cujas incongruências e falhas se dão a ler condições e impasses da produção cultural comunista num país periférico. A Segunda Parte da tese, por sua vez, dedica-se a caracterizar a radicalidade da crônica publicada por Rubem Braga ao longo dos anos 1930, tanto a recolhida nos volumes O conde e o passarinho (1936) e Morro do Isolamento (1944), como aquela dispersa em jornais e periódicos da época, recuperada parcialmente pela pesquisa com fins de dar contorno às mediações que formam a linguagem e a perspectiva do autor. Trata-se de examinar, no Capítulo 1, de que modo o ponto de vista do cronista-trabalhador, tirando consequências das condições de escrita para a imprensa, configura-se em relação tensa tanto com a literatura quanto com a produção jornalística hegemônica. Os resultados estéticos e políticos desse ângulo de inquirição do cotidiano são descritos no Capítulo 2, interessado nas formas de apreensão do conflito de classes encerradas no modo de exposição inventado por Braga. Conforme argumentamos, ao sintonizar de modo agudo as energias insurrecionais em elaboração no país em meados da década, sua prosa oferece um ângulo original, além de pouco estudado, a respeito da mobilização em torno da Aliança Nacional Libertadora. Por fim, a Terceira Parte do trabalho pergunta de que maneira o estranhamento e as suspeitas dirigidas por Carlos Drummond de Andrade à poesia se relacionam com o debate literário e o processo político e social dos anos 1930. Para tanto, trata-se, no Capítulo 1, de acompanhar posições sedimentadas em poemas de Alguma poesia e na prosa de Confissões de Minas. As questões aí formuladas permitem que o Capítulo 2 passe à descrição do núcleo antipoético de Sentimento do mundo, onde se faz notar desde a construção das situações discursivas dos poemas até a apropriação, distanciada e paródica, de modalidades poéticas convencionais. À decorrente crítica do lirismo, em poemas que dramatizam sua crise e desorientação, dedica-se o Capítulo 3. O Capítulo 4, por sua vez, flagra o desdobramento do problema na experimentação de ângulos diversos de enunciação, informada pela dinâmica histórica e pelas tensões políticas do decênio. Trata-se, enfim, de sugerir a relevância das diferentes obras estudadas para a interrogação do sentido e dos impasses da experiência intelectual brasileira, vista a partir do ângulo radical e inconformista conflagrado nos anos 1930. O ponto de fuga do argumento aponta para a produtividade do trabalho de escritores que, cada um a seu modo, fazem da disposição antiliterária uma estratégia de aferição crítica e materialista do estatuto histórico, do lugar e da função da literatura no país.
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A Primeira Parte do estudo demonstra de que modo o problema se configura na produção de Jorge Amado, abastecida, entre 1933 e 1934, por posições alinhadas ao Partido Comunista, e sobretudo pelo obreirismo que então orientava sua militância. Nesse quadro são produzidas as experiências amadianas de crítica e renovação da forma romance, cujas contradições se precipitam na composição de Cacau, analisada no Capítulo 1, e de Suor, analisada no Capítulo 2. Neles se trata de argumentar pelo interesse da tentativa de compor um tipo de romance proletário e coletivo, em cujas incongruências e falhas se dão a ler condições e impasses da produção cultural comunista num país periférico. A Segunda Parte da tese, por sua vez, dedica-se a caracterizar a radicalidade da crônica publicada por Rubem Braga ao longo dos anos 1930, tanto a recolhida nos volumes O conde e o passarinho (1936) e Morro do Isolamento (1944), como aquela dispersa em jornais e periódicos da época, recuperada parcialmente pela pesquisa com fins de dar contorno às mediações que formam a linguagem e a perspectiva do autor. Trata-se de examinar, no Capítulo 1, de que modo o ponto de vista do cronista-trabalhador, tirando consequências das condições de escrita para a imprensa, configura-se em relação tensa tanto com a literatura quanto com a produção jornalística hegemônica. Os resultados estéticos e políticos desse ângulo de inquirição do cotidiano são descritos no Capítulo 2, interessado nas formas de apreensão do conflito de classes encerradas no modo de exposição inventado por Braga. Conforme argumentamos, ao sintonizar de modo agudo as energias insurrecionais em elaboração no país em meados da década, sua prosa oferece um ângulo original, além de pouco estudado, a respeito da mobilização em torno da Aliança Nacional Libertadora. Por fim, a Terceira Parte do trabalho pergunta de que maneira o estranhamento e as suspeitas dirigidas por Carlos Drummond de Andrade à poesia se relacionam com o debate literário e o processo político e social dos anos 1930. Para tanto, trata-se, no Capítulo 1, de acompanhar posições sedimentadas em poemas de Alguma poesia e na prosa de Confissões de Minas. As questões aí formuladas permitem que o Capítulo 2 passe à descrição do núcleo antipoético de Sentimento do mundo, onde se faz notar desde a construção das situações discursivas dos poemas até a apropriação, distanciada e paródica, de modalidades poéticas convencionais. À decorrente crítica do lirismo, em poemas que dramatizam sua crise e desorientação, dedica-se o Capítulo 3. O Capítulo 4, por sua vez, flagra o desdobramento do problema na experimentação de ângulos diversos de enunciação, informada pela dinâmica histórica e pelas tensões políticas do decênio. Trata-se, enfim, de sugerir a relevância das diferentes obras estudadas para a interrogação do sentido e dos impasses da experiência intelectual brasileira, vista a partir do ângulo radical e inconformista conflagrado nos anos 1930. O ponto de fuga do argumento aponta para a produtividade do trabalho de escritores que, cada um a seu modo, fazem da disposição antiliterária uma estratégia de aferição crítica e materialista do estatuto histórico, do lugar e da função da literatura no país.The present dissertation revisits the Brazilian experiences of literary politicization in the 1930s. It attempts to discern and describe the emergence of an anti-literary sensibility, characterized in the Introduction of the work by investigating the diverse ways and strategies, with which the debate over that decade criticizes and tenses up the idea of literature and other notions associated with it. Based on this survey, the investigation axis intends to verify the productivity of the anti-artistic schism in the construction of works of different genres and authors. The First Part of the study demonstrates how the problem is configured in Jorge Amado\'s production, fuelled, between 1933 and 1934, by positions aligned with the Communist Party --and above all by the workerism that guides its militancy in the period. In this consists the framework of Amado\'s experiences of criticism and renewal of the novel form, whose contradictions materialise in the composition of Cacau, analysed in Chapter 1, and Suor, in Chapter 2. Our argument emphasises the novelist\'s attempts to create a proletarian and collective novel, the inconsistencies and failures of which expose the conditions and impasses of the communist cultural production in a peripheral country. The Second Part of the thesis describes the radical nature of the chronicles published by Rubem Braga throughout the 1930s. It examines the volumes O conde e o passarinho (1936) and Morro do Isolamento (1944), along with texts dispersed in newspapers and periodicals of the time, partially recovered by the research, with the purpose of outlining the mediations that form the author\'s language and perspective. Chapter 1 demonstrates how the writer-worker, exploring the conditions of writing for the press, builds a tense relationship both with literature and the dominant journalism. The aesthetic and political results of this angle of inquiry of everyday life are detailed in Chapter 2, which scrutinates the mode of exposition invented by Braga to depict the class conflict. As we argue, by sharply attuning the bourgeoning insurrectionary energies in the middle of that period, his prose offers an original yet unnoted angle regarding the mobilisation around the Aliança Nacional Libertadora. Finally, the Third Part cross-examines how the suspicions directed by Carlos Drummond de Andrade towards poetry are related to the political and literary debate of the 1930s. Chapter 1 thus explores the images of literary life presented in the poems of Alguma poesia and in the prose of Confissões de Minas. As a consequence, Chapter 2 describes the antipoetic nucleus of Sentimento do mundo: discussing the enunciation procedures of the poems and its parodic appropriation of conventional poetic modalities, we try to demonstrate the different strategies of its inquiry of the literary. Chapter 3 characterizes how Sentimento do mundo develops a criticism of lyricism in poems that dramatize its crisis and disorientation. Chapter 4, in turn, shows the unfolding of the problem in the experimentation of different angles of enunciation, informed by the historical dynamics and political tensions of the decade. The thesis intends to suggest the relevance of the different works studied for the interrogation of the meaning and impasses of the Brazilian intellectual experience, seen from the radical angle set in the 1930s. Our argument points to the productivity of the work of writers who, each in their own way, turn the anti-literary disposition into a critical and materialistic assessment of the historical status and function of literature in the country.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPSimon, Iumna MariaVonk, Arthur Vergueiro2021-12-10info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8151/tde-28062022-183446/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2022-06-28T22:34:01Zoai:teses.usp.br:tde-28062022-183446Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212022-06-28T22:34:01Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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