Fatores alavancadores e desafiadores no uso de mapas de rotas tecnológicas no contexto de instituições de pesquisas públicas. Um estudo de caso

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Laraia, Lilian Regis
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/85/85131/tde-20052015-092957/
Resumo: Planejar e gerenciar o desenvolvimento tecnológico são questões estratégicas para as organizações que desejam realizar processos de P&D. A elaboração de Planos Tecnológicos (PT) pode representar um desafio significativo de esforço e planejamento para essas organizações. Os problemas mais comuns são falhas nas previsões dos projetos sejam eles de novos produtos, serviços ou processos. Esse estudo tem por objetivo desenvolver uma metodologia para identificar, classificar e quantificar os fatores denominados alavancadores e desafiadores que possam estar presentes na elaboração do PT. Desenvolveu-se um protocolo para entrevista e coleta de dados em duas fases, aplicado aos envolvidos na elaboração do PT. Na Fase 1 considerou-se a metodologia de construção do PT vigente na unidade de análise. Para Fase 2, considerou-se a metodologia T-Plan na construção do Mapa Tecnológico. Os fatores investigados foram organizados em dimensões (planejamento, desenvolvimento e aplicação) que foram segmentados em variáveis de pesquisa (viabilidade, compromissos, comunicação, direcionadores, priorização, monitoramento, aprendizado, revalidação, aplicação e replicação) e, dependendo dos resultados, eles foram classificados em alavancadores ou desafiadores. O processo de elaboração do PT foi também avaliado com base em dois atributos: qualidade e satisfação. Nas duas fases, ambos foram avaliados segundo a percepção dos entrevistados. Para a Qualidade, a representação foi em 4 quadrantes, para indicar a presença e a formalidade evidenciando a existência da variável da pesquisa. Para a Satisfação foram avaliados estatisticamente considerando o valor médio e desvio padrão entre a condição atual e a desejada. Essa distancia caracterizou as oportunidades das mudanças. A unidade de análise foi o Centro de Célula a Combustível de Hidrogênio - CCCH, um departamento do Instituto de Pesquisa Energéticas e Nucleares do Brasil. A análise da Fase 1 considerou um PT elaborado anteriormente e da Fase 2 foi aplicado a metodologia T-Plan. Nessa segunda fase foi construído o Mapa Tecnológico para os próximos dez anos considerando direcionadores estratégicos, produtos, tecnologias e recursos necessários para realização do protótipo comercial até 2024 e assim viabilizar a inclusão da Célula a Combustível na Matriz Energética Nacional. Com as análises dos resultados das duas fases verificou-se: Fase 1: foram identificados como fatores Desafiadores: Direcionadores e Aplicação; como Fatores Potencial Desafiador: Viabilidade, Priorização, Monitoramento, Aprendizado e Revalidação; como fatores Potencial Alavancador: Replicação e como fatores Alavancadores: Compromisso e Comunicação. Fase 2: todos fatores foram classificados como Alavancadores: Viabilidade, Compromisso, Comunicação, Direcionadores, Priorização, Monitoramento, Aprendizado, Revalidação, Aplicação e Replicação. Concluiu-se que na metodologia T-Plan há uma sensível alteração da avaliação dos fatores Alavancadores e Desafiadores. O Mapa de Rotas Tecnológicas do CCCH, construído na Fase 2 indicou as seguintes rotas tecnológicas: 1) preparação de materiais e principais componentes do módulo; 2) partir da demanda do mercado para chegar aos novos produtos; 3) partir do desenvolvimento das tecnologias para chegar aos novos produtos; 4) desenvolvimento dos materiais para chegar aos produtos e atender aos drivers. Tais resultados sugerem concluir que a aplicação da metodologia do T-Plan não é só viável, mas até recomendável, no âmbito da elaboração de Planos Tecnológicos das Instituições de Pesquisa Pública.
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Desenvolveu-se um protocolo para entrevista e coleta de dados em duas fases, aplicado aos envolvidos na elaboração do PT. Na Fase 1 considerou-se a metodologia de construção do PT vigente na unidade de análise. Para Fase 2, considerou-se a metodologia T-Plan na construção do Mapa Tecnológico. Os fatores investigados foram organizados em dimensões (planejamento, desenvolvimento e aplicação) que foram segmentados em variáveis de pesquisa (viabilidade, compromissos, comunicação, direcionadores, priorização, monitoramento, aprendizado, revalidação, aplicação e replicação) e, dependendo dos resultados, eles foram classificados em alavancadores ou desafiadores. O processo de elaboração do PT foi também avaliado com base em dois atributos: qualidade e satisfação. Nas duas fases, ambos foram avaliados segundo a percepção dos entrevistados. Para a Qualidade, a representação foi em 4 quadrantes, para indicar a presença e a formalidade evidenciando a existência da variável da pesquisa. Para a Satisfação foram avaliados estatisticamente considerando o valor médio e desvio padrão entre a condição atual e a desejada. Essa distancia caracterizou as oportunidades das mudanças. A unidade de análise foi o Centro de Célula a Combustível de Hidrogênio - CCCH, um departamento do Instituto de Pesquisa Energéticas e Nucleares do Brasil. A análise da Fase 1 considerou um PT elaborado anteriormente e da Fase 2 foi aplicado a metodologia T-Plan. Nessa segunda fase foi construído o Mapa Tecnológico para os próximos dez anos considerando direcionadores estratégicos, produtos, tecnologias e recursos necessários para realização do protótipo comercial até 2024 e assim viabilizar a inclusão da Célula a Combustível na Matriz Energética Nacional. Com as análises dos resultados das duas fases verificou-se: Fase 1: foram identificados como fatores Desafiadores: Direcionadores e Aplicação; como Fatores Potencial Desafiador: Viabilidade, Priorização, Monitoramento, Aprendizado e Revalidação; como fatores Potencial Alavancador: Replicação e como fatores Alavancadores: Compromisso e Comunicação. Fase 2: todos fatores foram classificados como Alavancadores: Viabilidade, Compromisso, Comunicação, Direcionadores, Priorização, Monitoramento, Aprendizado, Revalidação, Aplicação e Replicação. Concluiu-se que na metodologia T-Plan há uma sensível alteração da avaliação dos fatores Alavancadores e Desafiadores. O Mapa de Rotas Tecnológicas do CCCH, construído na Fase 2 indicou as seguintes rotas tecnológicas: 1) preparação de materiais e principais componentes do módulo; 2) partir da demanda do mercado para chegar aos novos produtos; 3) partir do desenvolvimento das tecnologias para chegar aos novos produtos; 4) desenvolvimento dos materiais para chegar aos produtos e atender aos drivers. Tais resultados sugerem concluir que a aplicação da metodologia do T-Plan não é só viável, mas até recomendável, no âmbito da elaboração de Planos Tecnológicos das Instituições de Pesquisa Pública.The planning and management of technology development are strategic issues for organizations that wish to perform R&D procedures. Technology Plans (TP) can represent a significant challenge to the planning efforts of organizations. The most common problems are flaws in project forecasting, whether they are new products, services or processes.. To perform this study, a unit analysis was selected for the survey and a data collection protocol was developed. For the first phase of this work (phase 1) the protocol was applied considering the construction methodology of the current Technology Plan, which consists of periodic meetings with an agenda for technology requirements and other general department issues. Two types of meetings were devised. The first one is held every two months, with the participation of those involved in the implementation of the plan and the second one is held in annual meetings of the master plan with the participation of the Department Manager. For the second phase (phase 2), the T-Plan methodology was considered and applied to the construction of the Technology Map. The factors investigated, were organized in dimensions (planning, development and implementation) that have been segmented into search variables (viability, commitment, communication, drivers, prioritization, monitoring guidelines, learning, revalidation, application and replication) and, depending on the results, the critical analysis classified them as leveraging or challenging. Complementing that analysis, the process of drafting the search variables assessed the TP based on two attributes: quality and satisfaction. These two have been assessed according to the perception of respondents in the two phases of the study. The Quality attribute was graphically represented in 4 quadrants, aiming to indicate presence and formality, thus demonstrating the existence of the search variable. The results of the Satisfaction attribute were statistically assessed considering the mean value and standard deviation between the current condition and the desired condition. This distance featured the opportunities for change. The unit analysis was the Center for Hydrogen Fuel Cell - CCCH, a department of energy and nuclear research Institute in Brazil, and the analysis consisted of a TP which had been previously prepared in meetings and had managers and researchers of the aforementioned department as sources of information. In Phase 1 (current process) and in phase 2, a T-Plan methodology was applied to the elaboration of the TP. From the analysis of the results came up: for phase 1, the following factors were identified as Challenging: Drivers and Application; as Potential Challenging factors: Viability, Prioritization, Monitoring, Learning and Revalidation; as Potential Leveraging factors: Replication; and as Leveraging factors: Commitment and Communication. For phase 2 all the factors were classified as Leveraging, namely: Viability, Commitment, Communication, Prioritization, Monitoring Guidelines, Learning, Revalidation, Application and Replication. This study allowed us to conclude that by applying the T-Plan methodology there is a significant change in the Leveraging and Challenging factors assessment when the two methodologies are applied to the elaboration of the TP studied. Yet, as a result of phase 2, the Map of Technology Routes of the CCCH was built considering a horizon of 10 years comprising the following technology routes: Route for preparation of materials and major components of the module; Route starting from the demand of the market reaching products; Route starting from technology development to reach state-of-the-art products; Route that considers the development of materials for products and that meet internal and external drivers. These results allow us to conclude from the investigated case that the application of the T-Plan methodology is both viable and even recommended in the context of technology plans for research units of Public Research Institutions.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPSousa, Willy Hoppe deLaraia, Lilian Regis2015-03-20info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttp://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/85/85131/tde-20052015-092957/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2016-07-28T16:11:57Zoai:teses.usp.br:tde-20052015-092957Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212016-07-28T16:11:57Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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