O envolvimento de quimiocinas e de fator ativador de plaquetas (PAF) na resistência e na patogênese da infecção experimental por Trypanosoma cruzi em camundongos
| Ano de defesa: | 1998 |
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| Tipo de documento: | Tese |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17147/tde-25112024-103824/ |
Resumo: | Trypanosoma cruzi é o agente etiológico da doença de Chagas em humanos, que apesar do controle da transmissão pelo vetor organizada pelas instituições de saúde pública, ainda acomete milhões de pessoas na América Latina. Esta infecção é caracterizada inicialmente pela detecção de parasitas circulantes na corrente sanguínea e por uma intensa reação inflamatória, a princípio no sítio de inóculo dos parasitas e posteriormente, atingindo vários tecidos, principalmente os tecidos neuronal, muscular esquelético e muscular cardíaco. A miocardite chagásica constitui o principal dano resultante da infecção por este protozoário. Vários mecanismos têm sido propostos para tentar explicar a gênese da miocardite chagásica, no entanto, há, ainda hoje, muita controvérsia sobre os mecanismos que regem este fenômeno. O recrutamento de leucócitos durante uma resposta imune é um fenômeno finamente regulado. Vários fatores produzidos pelo hospedeiro podem controlar este tráfego de leucócitos, dentre estes as quimiocinas. Estas moléculas constituem uma crescente família de moléculas cuja principal função biológica é a indução de quimiotaxia dessas células. Na presente tese verificamos que durante a infecção pelo T. cruzi ocorre a expressão de RNAm para múltiplas quimiocinas no sítio de inóculo dos parasitas, as quais correlacionam-se diretamente com o tipo celular que migrou após a infecção. A expressão de RNAm de quimiocinas também foi verificada no miocárdio destes animais durante a fase aguda da infecção, nos levando a sugerir que a gênese da miocardite chagásica possa ser mediada pela produção local de quimiocinas no animal infectado. Além disso, verificamos que durante a resposta inflamatória na fase aguda da infecção pelo T. cruzi, a expressão de quimiocinas, bem como a composição celular dos infiltrados inflamatórios está sendo modulada pelas citocinas IFN-γ e TNF-α, uma vez que a infecção nos animais geneticamente deficientes de IFN-γ resultou num aumento da expressão de KC e MIP-2 e concomitante influxo aumentado de neutrófilos. Por outro lado, os animais deficientes do receptor p55 de TNF- α não apresentaram influxo de neutrófilos nem expressão de KC ou MIP-2, no entanto, apresentaram um significativo aumento do número de linfócitos e concomitante aumento da expressão de Crg-2/JP-10, Mig e RANTES. Sugerindo que as citocinas IFN-γ e TNF-α modulam a reação inflamatória durante a fase aguda da infecção pelo T. cruzi através da modulação da produção de quimiocinas. O envolvimento de quimiocinas e do fator ativador de plaquetas (PAF) também foi investigado. Nossos resultados demonstram que tanto PAF como as β quimiocinas, MIP-lα, IYIIP-lβ, RANTES e JE/MCP-1, são capazes de induzir a produção de Óxido Nítrico (NO) por macrófagos de camundongos, o qual é responsável pelo controle da multiplicação intracelular do parasita. Nossos resultados também mostram que PAF é um dos componentes que modulam a resistência a infecção in vivo, uma vez que o tratamento de camundongos infectados com um antagonista do receptor de PAF aumentou a suscetibilidade destes animais à infecção. Por último, também verificamos que T. cruzi apresenta resposta quimiotática in vivo frente a estímulo com PAF ou com JE/MCP-1. Esta resposta ocorreu de maneira-dose dependente e possível de ser inibida por antagonistas. Estes resultados abrem uma nova perspectiva dentro do estudo da patogenia das infecções parasitárias, tanto pela sugestão de que os parasitas possam apresentar receptores para moléculas oriundas do hospedeiro, como pela resposta do parasita a este estímulo, sugerindo que o parasitismo tecidual é a resultante da interação entre o parasita e as células do hospedeiro. |
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O envolvimento de quimiocinas e de fator ativador de plaquetas (PAF) na resistência e na patogênese da infecção experimental por Trypanosoma cruzi em camundongosNão informado.MiocarditeNão informado.Óxido nítricoPAFQuimiocinaTrypanosoma cruziTrypanosoma cruzi é o agente etiológico da doença de Chagas em humanos, que apesar do controle da transmissão pelo vetor organizada pelas instituições de saúde pública, ainda acomete milhões de pessoas na América Latina. Esta infecção é caracterizada inicialmente pela detecção de parasitas circulantes na corrente sanguínea e por uma intensa reação inflamatória, a princípio no sítio de inóculo dos parasitas e posteriormente, atingindo vários tecidos, principalmente os tecidos neuronal, muscular esquelético e muscular cardíaco. A miocardite chagásica constitui o principal dano resultante da infecção por este protozoário. Vários mecanismos têm sido propostos para tentar explicar a gênese da miocardite chagásica, no entanto, há, ainda hoje, muita controvérsia sobre os mecanismos que regem este fenômeno. O recrutamento de leucócitos durante uma resposta imune é um fenômeno finamente regulado. Vários fatores produzidos pelo hospedeiro podem controlar este tráfego de leucócitos, dentre estes as quimiocinas. Estas moléculas constituem uma crescente família de moléculas cuja principal função biológica é a indução de quimiotaxia dessas células. Na presente tese verificamos que durante a infecção pelo T. cruzi ocorre a expressão de RNAm para múltiplas quimiocinas no sítio de inóculo dos parasitas, as quais correlacionam-se diretamente com o tipo celular que migrou após a infecção. A expressão de RNAm de quimiocinas também foi verificada no miocárdio destes animais durante a fase aguda da infecção, nos levando a sugerir que a gênese da miocardite chagásica possa ser mediada pela produção local de quimiocinas no animal infectado. Além disso, verificamos que durante a resposta inflamatória na fase aguda da infecção pelo T. cruzi, a expressão de quimiocinas, bem como a composição celular dos infiltrados inflamatórios está sendo modulada pelas citocinas IFN-γ e TNF-α, uma vez que a infecção nos animais geneticamente deficientes de IFN-γ resultou num aumento da expressão de KC e MIP-2 e concomitante influxo aumentado de neutrófilos. Por outro lado, os animais deficientes do receptor p55 de TNF- α não apresentaram influxo de neutrófilos nem expressão de KC ou MIP-2, no entanto, apresentaram um significativo aumento do número de linfócitos e concomitante aumento da expressão de Crg-2/JP-10, Mig e RANTES. Sugerindo que as citocinas IFN-γ e TNF-α modulam a reação inflamatória durante a fase aguda da infecção pelo T. cruzi através da modulação da produção de quimiocinas. O envolvimento de quimiocinas e do fator ativador de plaquetas (PAF) também foi investigado. Nossos resultados demonstram que tanto PAF como as β quimiocinas, MIP-lα, IYIIP-lβ, RANTES e JE/MCP-1, são capazes de induzir a produção de Óxido Nítrico (NO) por macrófagos de camundongos, o qual é responsável pelo controle da multiplicação intracelular do parasita. Nossos resultados também mostram que PAF é um dos componentes que modulam a resistência a infecção in vivo, uma vez que o tratamento de camundongos infectados com um antagonista do receptor de PAF aumentou a suscetibilidade destes animais à infecção. Por último, também verificamos que T. cruzi apresenta resposta quimiotática in vivo frente a estímulo com PAF ou com JE/MCP-1. Esta resposta ocorreu de maneira-dose dependente e possível de ser inibida por antagonistas. Estes resultados abrem uma nova perspectiva dentro do estudo da patogenia das infecções parasitárias, tanto pela sugestão de que os parasitas possam apresentar receptores para moléculas oriundas do hospedeiro, como pela resposta do parasita a este estímulo, sugerindo que o parasitismo tecidual é a resultante da interação entre o parasita e as células do hospedeiro.Infection with the protozoa T. cruzi leads to an acute infection characterized by circulating parasites in the bloodstream and a strong inflammatory responses in multiple tissues followed by a chronic stage in which almost no circulating parasites can be found. Several molecules can modulate inflammatory cell migration and activation, but chemokines has been focused recently because these molecules could act selectively, differing from classical chemotactic factors such as C5a. Chemokines are a family of more than 40 low molecular weight (8-12 kDa) cytokines which most prominent biological activity is their ability to act as selective chemotactic factors. ln the present study we investigated the induction of expression of different chemokines in vitro, on inflammatory murine macrophages infected with T. cruzi . Our results shown the expression of multiple chemokines (Crg-2/IP-10, KC, MIP-1α, MIP-1β, RANTES, and JE/MCP-1) was induced by macrophage infection. During in vivo infection with T. cruzi, at the inoculation site, it was observed a peak of expression of the chemokines which was directly correlated with the leukocyte subpopulation observed. We also investigated the role of cytokines as modulators of T. cruzi-induced chemokine expression in macrophages. Our results showed that while the presence of IFN-γ increased the expression of RANTES, Mig and Crg-2/IP-10, the expression of KC was completely blocked. The pro-inflammatory cytokines, IL-1β and TNF-α, potentiate the expression of KC, Crg-2, MIP-1α. and JE/.MCP-1. The regulatory cytokines, IL-10 and TGF-β inhibited the expression of almost all chemokines tested. To investigate the role of IFN-γ and TNF-α. in vivo we used IFN-γ- (GKO) or TNFRp55-deficient (p55-/-) mice. The cellular infiltrate observed in the inoculation site of the control animais (WT) were primarily of neutrophils at the first day after infection, while at the seventh day were mainly lymphocytes. The expression of chemokines correlated with the cell type observed. ln the GKO mice, a neutrophilic and a discrete lymphocytic infiltrate were observed only after five days p.i. These infected GKO mice exhibited strong expression of KC and MIP-2. Interestingly, p55-/- mice did not presented both neutrophilic infiltrate and expression of chemokines that attract these cells during acute infection. Herein we also described that NO production by infected macrophages seems to be mediated by β-chemokine production, since the treatment with specific neutralizing antibodies inhibited NO secretion. Further, the addiction of MIP-α, MIP-1β, RANTES, JE/MCP-1 was able to induce macrophage activation leading to NO production and parasite killing in a dose-dependent manner. The role of PAF in the induction of NO synthesis and in the activation of the trypanocidal function of macrophages was also investigated. ln vitro, PAF induced NO secretion by T. cruzi-infected macrophages and the secreted NO inhibited intracellular parasite growth. The addition of a PAF antagonist, WEB 2170, inhibited both NO biosynthesis and trypanocidal activity. Trypanocidal activity was mediated by the iNOS/L-arginine pathway, since it was inhibited by treatment with L-NMMA. lnfected mice treated with WEB 2170 had increased parasitemia and earlier mortality than vehicle-treated mice. We also demonstrated that circulating parasites respond to the chemotactic stimuli provided by injection of JE/MCP-1 and PAF into the air pouch in the back of infected BALB/c mice. We found a strong amastigote migration to the site of injection, which was time- and dose-dependent. These results may provide helpful data on the comprehension of the pathogenesis of Chagas\' disease, as well as to understand the specific tropism also observed during infections with other protozoa.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPSilva, João Santana daAliberti, Júlio César Soares1998-10-28info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17147/tde-25112024-103824/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2024-11-25T17:22:02Zoai:teses.usp.br:tde-25112024-103824Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212024-11-25T17:22:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Trypanosoma cruzi é o agente etiológico da doença de Chagas em humanos, que apesar do controle da transmissão pelo vetor organizada pelas instituições de saúde pública, ainda acomete milhões de pessoas na América Latina. Esta infecção é caracterizada inicialmente pela detecção de parasitas circulantes na corrente sanguínea e por uma intensa reação inflamatória, a princípio no sítio de inóculo dos parasitas e posteriormente, atingindo vários tecidos, principalmente os tecidos neuronal, muscular esquelético e muscular cardíaco. A miocardite chagásica constitui o principal dano resultante da infecção por este protozoário. Vários mecanismos têm sido propostos para tentar explicar a gênese da miocardite chagásica, no entanto, há, ainda hoje, muita controvérsia sobre os mecanismos que regem este fenômeno. O recrutamento de leucócitos durante uma resposta imune é um fenômeno finamente regulado. Vários fatores produzidos pelo hospedeiro podem controlar este tráfego de leucócitos, dentre estes as quimiocinas. Estas moléculas constituem uma crescente família de moléculas cuja principal função biológica é a indução de quimiotaxia dessas células. Na presente tese verificamos que durante a infecção pelo T. cruzi ocorre a expressão de RNAm para múltiplas quimiocinas no sítio de inóculo dos parasitas, as quais correlacionam-se diretamente com o tipo celular que migrou após a infecção. A expressão de RNAm de quimiocinas também foi verificada no miocárdio destes animais durante a fase aguda da infecção, nos levando a sugerir que a gênese da miocardite chagásica possa ser mediada pela produção local de quimiocinas no animal infectado. Além disso, verificamos que durante a resposta inflamatória na fase aguda da infecção pelo T. cruzi, a expressão de quimiocinas, bem como a composição celular dos infiltrados inflamatórios está sendo modulada pelas citocinas IFN-γ e TNF-α, uma vez que a infecção nos animais geneticamente deficientes de IFN-γ resultou num aumento da expressão de KC e MIP-2 e concomitante influxo aumentado de neutrófilos. Por outro lado, os animais deficientes do receptor p55 de TNF- α não apresentaram influxo de neutrófilos nem expressão de KC ou MIP-2, no entanto, apresentaram um significativo aumento do número de linfócitos e concomitante aumento da expressão de Crg-2/JP-10, Mig e RANTES. Sugerindo que as citocinas IFN-γ e TNF-α modulam a reação inflamatória durante a fase aguda da infecção pelo T. cruzi através da modulação da produção de quimiocinas. O envolvimento de quimiocinas e do fator ativador de plaquetas (PAF) também foi investigado. Nossos resultados demonstram que tanto PAF como as β quimiocinas, MIP-lα, IYIIP-lβ, RANTES e JE/MCP-1, são capazes de induzir a produção de Óxido Nítrico (NO) por macrófagos de camundongos, o qual é responsável pelo controle da multiplicação intracelular do parasita. Nossos resultados também mostram que PAF é um dos componentes que modulam a resistência a infecção in vivo, uma vez que o tratamento de camundongos infectados com um antagonista do receptor de PAF aumentou a suscetibilidade destes animais à infecção. Por último, também verificamos que T. cruzi apresenta resposta quimiotática in vivo frente a estímulo com PAF ou com JE/MCP-1. Esta resposta ocorreu de maneira-dose dependente e possível de ser inibida por antagonistas. Estes resultados abrem uma nova perspectiva dentro do estudo da patogenia das infecções parasitárias, tanto pela sugestão de que os parasitas possam apresentar receptores para moléculas oriundas do hospedeiro, como pela resposta do parasita a este estímulo, sugerindo que o parasitismo tecidual é a resultante da interação entre o parasita e as células do hospedeiro. |
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