Efeitos do treinamento físico e da ausência de hormônios ovarianos em modelo murino de aterosclerose (ApoE-KO): repercussões cardiovasculares e neuroimunes
| Ano de defesa: | 2024 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5131/tde-25022025-145127/ |
Resumo: | As doenças cardiovasculares persistem sendo a principal causa de morte no Brasil, sendo a aterosclerose a principal precursora para a mortalidade cardiovascular. É bem estabelecido que a menopausa provoca repercussões deletérias ao sistema cardiovascular, enquanto o treinamento físico promove benefícios sistêmicos em populações expostas. Desta forma, foi avaliado neste estudo os efeitos do treinamento físico e a influência da privação dos hormônios ovarianos, em parâmetros cardiovasculares, autonômicos, inflamatórios e de estresse oxidativo em um modelo genético de aterosclerose. Para isso, 66 camundongos fêmeas knockout para Apoliproteina-E (ApoE-KO) foram subdivididos em 6 grupos experimentais: Adultos jovens (J); Adultos na meia-idade (MA); Adultos na meia-idade treinados (MAT); Ooforectomizados no 3° mês de vida (OP); Ooforectomizados no 6° mês de vida (O); Ooforectomizados no 6° mês de vida treinados (OT). O grupo jovem foi acompanhado até o 6° mês de vida e os demais grupos até o 15° mês de vida. O treinamento físico foi realizado em intensidade moderada por 6 semanas. Os grupos ooforectomizados foram submetidos a cirurgia de retirada bilateral dos ovários. Após o término do protocolo, foi realizada ecocardiografia para avaliar morfometria e função cardíaca. Foi realizado registro direto da pressão arterial após a realização do procedimento de canulação. Na sequência, a sensibilidade barorreflexa foi avaliada através de drogas vasoativas. A variabilidade da frequência cardíaca, a variabilidade de pressão arterial sistólica e a sensibilidade barorreflexa espontânea foram avaliadas com base no registro de pressão arterial. Foram avaliados mediadores inflamatórios no baço, o percentual de colágeno e o estresse oxidativo foram avaliados no coração. Os grupos foram comparados através de três capítulos: no capítulo 1 foi avaliado os efeitos do treinamento físico em fêmeas ApoE-KO expostas ao processo de envelhecimento. Foi demonstrado que o envelhecimento promoveu disfunção diastólica cardíaca, maior espessura da parede da aorta (aumento de 29%), sobrecarga hemodinâmica (PAM: aumento de 21%; FC: aumento de 24%) e disautonomia, maior perfil inflamatório e menor defesa antioxidante cardíaca (grupos J vs. MA). Por outro lado, o treinamento físico foi efetivo em mitigar os danos promovidos pelo processo de envelhecimento (grupo MAT). No capítulo 2 foi comparado a influência da privação ovariana (9 vs. 12 meses). Os dois períodos de privação ovariana prejudicaram a morfometria cardiáca e o perfil inflamatório, no entanto, o grupo submetido a um maior período de ausência de hormônios ovarianos apresentou piores desfechos na modulação autonômica cardiovascular (BF/AF: aumento de 104%) e na defesa antioxidante cardíaca. No capítulo 3 avaliou-se os efeitos do treinamento físico aeróbico em fêmeas ApoE-KO ooforectomizadas. O treinamento físico promoveu uma maior sensibilidade barorreflexa, um menor perfil inflamatório (IL-6/IL-10, p=<0,01) e um menor dano oxidativo cardíaco (TBARS, p=0,01). Portanto, é possível concluir que: o treinamento físico é efetivo para promover benefícios sistêmicos em camundongos fêmeas expostas ao processo de envelhecimento; a ausência precoce dos hormônios ovarianos induz prejuízos na modulação autonômica cardiovascular e na defesa antioxidante cardíaca; o treinamento físico é capaz de proporcionar benefícios na sensibilidade barorreflexa, reduzir o perfil inflamatório e atenuar o dano oxidativo cardíaco em fêmeas com aterosclerose ooforectomizadas |
| id |
USP_432524294cf2635b3ba57a5adff60ecd |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:teses.usp.br:tde-25022025-145127 |
| network_acronym_str |
USP |
| network_name_str |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Efeitos do treinamento físico e da ausência de hormônios ovarianos em modelo murino de aterosclerose (ApoE-KO): repercussões cardiovasculares e neuroimunesEffects of exercise training and loss of ovarian hormones in a murine model of atherosclerosis (ApoE-KO): cardiovascular and neuroimmune repercussionsAutonomic nervous system diseasesCardiovascular systemDisautonomiaEstresse oxidativoExercício aeróbicoExerciseInflamaçãoInflammationMenopausaMenopauseOxidative stressSistema cardiovascularAs doenças cardiovasculares persistem sendo a principal causa de morte no Brasil, sendo a aterosclerose a principal precursora para a mortalidade cardiovascular. É bem estabelecido que a menopausa provoca repercussões deletérias ao sistema cardiovascular, enquanto o treinamento físico promove benefícios sistêmicos em populações expostas. Desta forma, foi avaliado neste estudo os efeitos do treinamento físico e a influência da privação dos hormônios ovarianos, em parâmetros cardiovasculares, autonômicos, inflamatórios e de estresse oxidativo em um modelo genético de aterosclerose. Para isso, 66 camundongos fêmeas knockout para Apoliproteina-E (ApoE-KO) foram subdivididos em 6 grupos experimentais: Adultos jovens (J); Adultos na meia-idade (MA); Adultos na meia-idade treinados (MAT); Ooforectomizados no 3° mês de vida (OP); Ooforectomizados no 6° mês de vida (O); Ooforectomizados no 6° mês de vida treinados (OT). O grupo jovem foi acompanhado até o 6° mês de vida e os demais grupos até o 15° mês de vida. O treinamento físico foi realizado em intensidade moderada por 6 semanas. Os grupos ooforectomizados foram submetidos a cirurgia de retirada bilateral dos ovários. Após o término do protocolo, foi realizada ecocardiografia para avaliar morfometria e função cardíaca. Foi realizado registro direto da pressão arterial após a realização do procedimento de canulação. Na sequência, a sensibilidade barorreflexa foi avaliada através de drogas vasoativas. A variabilidade da frequência cardíaca, a variabilidade de pressão arterial sistólica e a sensibilidade barorreflexa espontânea foram avaliadas com base no registro de pressão arterial. Foram avaliados mediadores inflamatórios no baço, o percentual de colágeno e o estresse oxidativo foram avaliados no coração. Os grupos foram comparados através de três capítulos: no capítulo 1 foi avaliado os efeitos do treinamento físico em fêmeas ApoE-KO expostas ao processo de envelhecimento. Foi demonstrado que o envelhecimento promoveu disfunção diastólica cardíaca, maior espessura da parede da aorta (aumento de 29%), sobrecarga hemodinâmica (PAM: aumento de 21%; FC: aumento de 24%) e disautonomia, maior perfil inflamatório e menor defesa antioxidante cardíaca (grupos J vs. MA). Por outro lado, o treinamento físico foi efetivo em mitigar os danos promovidos pelo processo de envelhecimento (grupo MAT). No capítulo 2 foi comparado a influência da privação ovariana (9 vs. 12 meses). Os dois períodos de privação ovariana prejudicaram a morfometria cardiáca e o perfil inflamatório, no entanto, o grupo submetido a um maior período de ausência de hormônios ovarianos apresentou piores desfechos na modulação autonômica cardiovascular (BF/AF: aumento de 104%) e na defesa antioxidante cardíaca. No capítulo 3 avaliou-se os efeitos do treinamento físico aeróbico em fêmeas ApoE-KO ooforectomizadas. O treinamento físico promoveu uma maior sensibilidade barorreflexa, um menor perfil inflamatório (IL-6/IL-10, p=<0,01) e um menor dano oxidativo cardíaco (TBARS, p=0,01). Portanto, é possível concluir que: o treinamento físico é efetivo para promover benefícios sistêmicos em camundongos fêmeas expostas ao processo de envelhecimento; a ausência precoce dos hormônios ovarianos induz prejuízos na modulação autonômica cardiovascular e na defesa antioxidante cardíaca; o treinamento físico é capaz de proporcionar benefícios na sensibilidade barorreflexa, reduzir o perfil inflamatório e atenuar o dano oxidativo cardíaco em fêmeas com aterosclerose ooforectomizadasCardiovascular diseases remain the leading cause of death in Brazil, with atherosclerosis being the main precursor to cardiovascular mortality. It is well established that menopause causes deleterious repercussions on the cardiovascular system, and exercise training is an efficient strategy to promote systemic benefits in exposed populations. Thus, this study evaluated the effects of physical training and the influence of ovarian hormone deprivation, on cardiovascular, autonomic, inflammatory and oxidative stress parameters in a genetic model of atherosclerosis. For this, 66 Apolipoprotein-E knockout (ApoE-KO) mice were subdivided into 6 experimental groups: Young adults (J); Middleaged adults (MA); Trained middle-aged adults (MAT); Oophorectomized in the 3rd month of life (OP); Oophorectomized in the 6th month of life (O); Ovariectomized at 6 months of age and trained (OT). The young group was followed up until 6 months of age and the other groups were followed up until 15 months of age. The trained groups underwent moderate-intensity physical training for 6 weeks. The ovariectomized groups underwent bilateral ovarian removal surgery. After the end of the protocol, all groups underwent echocardiography to assess morphometry and cardiac function. Direct blood pressure recording was performed after the cannulation procedure. Next, baroreflex sensitivity was assessed using vasoactive drugs. Heart rate variability, systolic blood pressure variability and spontaneous baroreflex sensitivity were assessed based on blood pressure recording. Inflammatory mediators in the spleen were evaluated. The percentage of cardiac collagen and cardiac oxidative stress were assessed. The experimental groups were compared through three chapters: in chapter 1, the effects of aerobic exercise training in female ApoE-KO mice exposed to the aging process were evaluated. When comparing the J vs. MA groups, it was demonstrated that aging promoted cardiac diastolic dysfunction, greater aortic wall thickness (29% increase), hemodynamic overload (MAP: 21% increase; HR: 24% increase) and dysautonomia, higher inflammatory profile and lower cardiac antioxidant defense. On the other hand, exercise training was effective in mitigating the damage promoted by the aging process (MAT group). In chapter 2, the influence of ovarian deprivation (9 vs. 12 months) in female ApoE-KO mice was compared. The two periods of ovarian deprivation impaired cardiac morphometry and promoted a greater inflammatory profile; however, the group subjected to a longer period of absence of ovarian hormones presented worse outcomes in cardiovascular autonomic modulation (BF/AF: 104% increase) and cardiac antioxidant defense. In chapter 3, the effects of aerobic exercise training in female ApoE-KO mice subjected to ovarian hormone deprivation were evaluated. In this chapter, it was demonstrated that exercise training may promote greater baroreflex sensitivity, a lower inflammatory profile (IL-6/IL-10, p=<0.01) and lower cardiac oxidative damage (TBARS, p=0.01). Therefore, it is possible to conclude that: exercise training is effective in promoting systemic benefits in female mice exposed to the aging process; the absence of ovarian hormones, when it occurs early, induces losses in cardiovascular autonomic modulation and cardiac antioxidant defense; exercise training may provide benefits in baroreflex sensitivity, reducing the inflammatry profile and attenuating cardiac oxidative damage in oophorectomized females with atherosclerosisBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPIrigoyen, Maria Claudia CostaCarvalho, Bruno do Nascimento2024-10-09info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5131/tde-25022025-145127/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-03-07T17:28:02Zoai:teses.usp.br:tde-25022025-145127Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-03-07T17:28:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
| dc.title.none.fl_str_mv |
Efeitos do treinamento físico e da ausência de hormônios ovarianos em modelo murino de aterosclerose (ApoE-KO): repercussões cardiovasculares e neuroimunes Effects of exercise training and loss of ovarian hormones in a murine model of atherosclerosis (ApoE-KO): cardiovascular and neuroimmune repercussions |
| title |
Efeitos do treinamento físico e da ausência de hormônios ovarianos em modelo murino de aterosclerose (ApoE-KO): repercussões cardiovasculares e neuroimunes |
| spellingShingle |
Efeitos do treinamento físico e da ausência de hormônios ovarianos em modelo murino de aterosclerose (ApoE-KO): repercussões cardiovasculares e neuroimunes Carvalho, Bruno do Nascimento Autonomic nervous system diseases Cardiovascular system Disautonomia Estresse oxidativo Exercício aeróbico Exercise Inflamação Inflammation Menopausa Menopause Oxidative stress Sistema cardiovascular |
| title_short |
Efeitos do treinamento físico e da ausência de hormônios ovarianos em modelo murino de aterosclerose (ApoE-KO): repercussões cardiovasculares e neuroimunes |
| title_full |
Efeitos do treinamento físico e da ausência de hormônios ovarianos em modelo murino de aterosclerose (ApoE-KO): repercussões cardiovasculares e neuroimunes |
| title_fullStr |
Efeitos do treinamento físico e da ausência de hormônios ovarianos em modelo murino de aterosclerose (ApoE-KO): repercussões cardiovasculares e neuroimunes |
| title_full_unstemmed |
Efeitos do treinamento físico e da ausência de hormônios ovarianos em modelo murino de aterosclerose (ApoE-KO): repercussões cardiovasculares e neuroimunes |
| title_sort |
Efeitos do treinamento físico e da ausência de hormônios ovarianos em modelo murino de aterosclerose (ApoE-KO): repercussões cardiovasculares e neuroimunes |
| author |
Carvalho, Bruno do Nascimento |
| author_facet |
Carvalho, Bruno do Nascimento |
| author_role |
author |
| dc.contributor.none.fl_str_mv |
Irigoyen, Maria Claudia Costa |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Carvalho, Bruno do Nascimento |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Autonomic nervous system diseases Cardiovascular system Disautonomia Estresse oxidativo Exercício aeróbico Exercise Inflamação Inflammation Menopausa Menopause Oxidative stress Sistema cardiovascular |
| topic |
Autonomic nervous system diseases Cardiovascular system Disautonomia Estresse oxidativo Exercício aeróbico Exercise Inflamação Inflammation Menopausa Menopause Oxidative stress Sistema cardiovascular |
| description |
As doenças cardiovasculares persistem sendo a principal causa de morte no Brasil, sendo a aterosclerose a principal precursora para a mortalidade cardiovascular. É bem estabelecido que a menopausa provoca repercussões deletérias ao sistema cardiovascular, enquanto o treinamento físico promove benefícios sistêmicos em populações expostas. Desta forma, foi avaliado neste estudo os efeitos do treinamento físico e a influência da privação dos hormônios ovarianos, em parâmetros cardiovasculares, autonômicos, inflamatórios e de estresse oxidativo em um modelo genético de aterosclerose. Para isso, 66 camundongos fêmeas knockout para Apoliproteina-E (ApoE-KO) foram subdivididos em 6 grupos experimentais: Adultos jovens (J); Adultos na meia-idade (MA); Adultos na meia-idade treinados (MAT); Ooforectomizados no 3° mês de vida (OP); Ooforectomizados no 6° mês de vida (O); Ooforectomizados no 6° mês de vida treinados (OT). O grupo jovem foi acompanhado até o 6° mês de vida e os demais grupos até o 15° mês de vida. O treinamento físico foi realizado em intensidade moderada por 6 semanas. Os grupos ooforectomizados foram submetidos a cirurgia de retirada bilateral dos ovários. Após o término do protocolo, foi realizada ecocardiografia para avaliar morfometria e função cardíaca. Foi realizado registro direto da pressão arterial após a realização do procedimento de canulação. Na sequência, a sensibilidade barorreflexa foi avaliada através de drogas vasoativas. A variabilidade da frequência cardíaca, a variabilidade de pressão arterial sistólica e a sensibilidade barorreflexa espontânea foram avaliadas com base no registro de pressão arterial. Foram avaliados mediadores inflamatórios no baço, o percentual de colágeno e o estresse oxidativo foram avaliados no coração. Os grupos foram comparados através de três capítulos: no capítulo 1 foi avaliado os efeitos do treinamento físico em fêmeas ApoE-KO expostas ao processo de envelhecimento. Foi demonstrado que o envelhecimento promoveu disfunção diastólica cardíaca, maior espessura da parede da aorta (aumento de 29%), sobrecarga hemodinâmica (PAM: aumento de 21%; FC: aumento de 24%) e disautonomia, maior perfil inflamatório e menor defesa antioxidante cardíaca (grupos J vs. MA). Por outro lado, o treinamento físico foi efetivo em mitigar os danos promovidos pelo processo de envelhecimento (grupo MAT). No capítulo 2 foi comparado a influência da privação ovariana (9 vs. 12 meses). Os dois períodos de privação ovariana prejudicaram a morfometria cardiáca e o perfil inflamatório, no entanto, o grupo submetido a um maior período de ausência de hormônios ovarianos apresentou piores desfechos na modulação autonômica cardiovascular (BF/AF: aumento de 104%) e na defesa antioxidante cardíaca. No capítulo 3 avaliou-se os efeitos do treinamento físico aeróbico em fêmeas ApoE-KO ooforectomizadas. O treinamento físico promoveu uma maior sensibilidade barorreflexa, um menor perfil inflamatório (IL-6/IL-10, p=<0,01) e um menor dano oxidativo cardíaco (TBARS, p=0,01). Portanto, é possível concluir que: o treinamento físico é efetivo para promover benefícios sistêmicos em camundongos fêmeas expostas ao processo de envelhecimento; a ausência precoce dos hormônios ovarianos induz prejuízos na modulação autonômica cardiovascular e na defesa antioxidante cardíaca; o treinamento físico é capaz de proporcionar benefícios na sensibilidade barorreflexa, reduzir o perfil inflamatório e atenuar o dano oxidativo cardíaco em fêmeas com aterosclerose ooforectomizadas |
| publishDate |
2024 |
| dc.date.none.fl_str_mv |
2024-10-09 |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/doctoralThesis |
| format |
doctoralThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5131/tde-25022025-145127/ |
| url |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5131/tde-25022025-145127/ |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.relation.none.fl_str_mv |
|
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
Liberar o conteúdo para acesso público. info:eu-repo/semantics/openAccess |
| rights_invalid_str_mv |
Liberar o conteúdo para acesso público. |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.format.none.fl_str_mv |
application/pdf |
| dc.coverage.none.fl_str_mv |
|
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP |
| publisher.none.fl_str_mv |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP instname:Universidade de São Paulo (USP) instacron:USP |
| instname_str |
Universidade de São Paulo (USP) |
| instacron_str |
USP |
| institution |
USP |
| reponame_str |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| collection |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| repository.name.fl_str_mv |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP) |
| repository.mail.fl_str_mv |
virginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.br |
| _version_ |
1839839157436809216 |