Cartografia de memórias: Guerrilha do Araguaia, campesinato e questão agrária no sudeste do Pará - Amazônia Oriental
| Ano de defesa: | 2021 |
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| Tipo de documento: | Tese |
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| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8136/tde-15072021-205717/ |
Resumo: | Esta pesquisa analisa a influência da Guerrilha do Araguaia (1967-1975) na história do campesinato da região sudeste do Pará. Desenvolvemos uma abordagem interdisciplinar, articulando a perspectiva da geografia agrária às bases teóricas referentes à concepção de memória social e aos procedimentos de pesquisa da história oral, à luz das novas abordagens sobre representações cartográficas. Por meio de uma cartografia analítica de memórias, tal como entendida por Deleuze e Guattari, tomando como ponto de partida os fatos relacionados à organização guerrilheira e à repressão militar, e tendo como fio condutor da análise as experiências dos camponeses, reconstituímos trajetórias e histórias de vida e, a partir delas, analisamos algumas das dimensões das dinâmicas socioterritoriais do campesinato. Compreendemos a Guerrilha dentro da lógica dos conflitos por territorialização, fazendo parte de projetos divergentes, antagônicos e inconciliáveis para a ocupação, apropriação e uso da terra na região amazônica. Assim, a forma como o Exército reprimiu o campesinato durante e após o conflito armado insere-se nos projetos do governo militar para a ocupação da Amazônia e a memória coletiva evidencia que a relação entre a Guerrilha e a questão agrária ficou evidente para os camponeses apenas após 1975, num contexto em que compreenderam melhor a dimensão política da questão agrária e o papel central da organização do campesinato em sua superação. Ao analisarmos o significado do processo rememorativo do ponto de vista da luta de classes, apontamos as dimensões políticas da memória coletiva que os sujeitos dessa pesquisa trazem à tona. Os relatos evidenciam que a luta que o campesinato mantém com os grandes proprietários de terra também se dá em torno da memória e pela memória, por meio da qual, os acontecimentos do passado são reconstituídos como forma de contestação e subversão à memória imposta ou às tentativas de enquadramento, negação ou silenciamento das memórias não-hegemônicas. Ao articularem as experiências vividas durante a Guerrilha com processos mais amplos que promoveram mudanças na região e resultaram em processo de desterritorialização de muitos posseiros, alguns evocam essas lembranças associando-as ao medo que impossibilitou a participação de camponeses nas organizações de luta pela terra. Outros utilizam as memórias como ferramentas para motivação e conscientização da necessidade de continuidade dessa luta, demonstrando que elas atuam na construção da subjetividade e contribuem para o fortalecimento da organização do campesinato na região. O reconhecimento e reafirmação da legitimidade das lutas do campesinato e seu lugar no processo histórico de transformação social tem como um dos fundamentos a memória dos enfrentamentos e das formas de representações que expressam o sentido atribuído ao passado e sua importância para as lutas do presente. No âmbito da memória coletiva, essas articulações fortalecem a identidade política do campesinato na relação com outros sujeitos, grupos e classes, e trazem o sentido de que as diversas formas de enfrentamento à violência do Estado, do capital e do latifúndio, ajudaram aos sujeitos estarem até os dias atuais no campo. As histórias de vida aqui analisadas resgatam os aspectos da experiência de vida pessoal e perpassam a rememoração dos fatos e acontecimentos da memória coletiva do campesinato e da memória social. Assim como o mapa, a memória explica e comunica, mas também reconstitui e constrói a realidade social, contribuindo para a compreensão do campesinato e suas dinâmicas socioterritoriais a partir dos sujeitos que o constitui. A cartografia aqui desenvolvida aponta que a luta pela terra e pela reforma agrária se dá também no âmbito da memória, a qual nos permite refletir sobre a questão agrária no sudeste do Pará, bem como na Amazônia Oriental brasileira. |
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Cartografia de memórias: Guerrilha do Araguaia, campesinato e questão agrária no sudeste do Pará - Amazônia OrientalMapping of memories: Guerrilha do Araguaia, peasantry and agrarian conflict in southeastern Pará - eastern Brazilian AmazonAgrarian issueCampesinatoCollective memoryGuerrilha do AraguaiaGuerrilha do AraguaiaMemória coletivaPeasantryQuestão agráriaSoutheast of ParáSudeste do ParáEsta pesquisa analisa a influência da Guerrilha do Araguaia (1967-1975) na história do campesinato da região sudeste do Pará. Desenvolvemos uma abordagem interdisciplinar, articulando a perspectiva da geografia agrária às bases teóricas referentes à concepção de memória social e aos procedimentos de pesquisa da história oral, à luz das novas abordagens sobre representações cartográficas. Por meio de uma cartografia analítica de memórias, tal como entendida por Deleuze e Guattari, tomando como ponto de partida os fatos relacionados à organização guerrilheira e à repressão militar, e tendo como fio condutor da análise as experiências dos camponeses, reconstituímos trajetórias e histórias de vida e, a partir delas, analisamos algumas das dimensões das dinâmicas socioterritoriais do campesinato. Compreendemos a Guerrilha dentro da lógica dos conflitos por territorialização, fazendo parte de projetos divergentes, antagônicos e inconciliáveis para a ocupação, apropriação e uso da terra na região amazônica. Assim, a forma como o Exército reprimiu o campesinato durante e após o conflito armado insere-se nos projetos do governo militar para a ocupação da Amazônia e a memória coletiva evidencia que a relação entre a Guerrilha e a questão agrária ficou evidente para os camponeses apenas após 1975, num contexto em que compreenderam melhor a dimensão política da questão agrária e o papel central da organização do campesinato em sua superação. Ao analisarmos o significado do processo rememorativo do ponto de vista da luta de classes, apontamos as dimensões políticas da memória coletiva que os sujeitos dessa pesquisa trazem à tona. Os relatos evidenciam que a luta que o campesinato mantém com os grandes proprietários de terra também se dá em torno da memória e pela memória, por meio da qual, os acontecimentos do passado são reconstituídos como forma de contestação e subversão à memória imposta ou às tentativas de enquadramento, negação ou silenciamento das memórias não-hegemônicas. Ao articularem as experiências vividas durante a Guerrilha com processos mais amplos que promoveram mudanças na região e resultaram em processo de desterritorialização de muitos posseiros, alguns evocam essas lembranças associando-as ao medo que impossibilitou a participação de camponeses nas organizações de luta pela terra. Outros utilizam as memórias como ferramentas para motivação e conscientização da necessidade de continuidade dessa luta, demonstrando que elas atuam na construção da subjetividade e contribuem para o fortalecimento da organização do campesinato na região. O reconhecimento e reafirmação da legitimidade das lutas do campesinato e seu lugar no processo histórico de transformação social tem como um dos fundamentos a memória dos enfrentamentos e das formas de representações que expressam o sentido atribuído ao passado e sua importância para as lutas do presente. No âmbito da memória coletiva, essas articulações fortalecem a identidade política do campesinato na relação com outros sujeitos, grupos e classes, e trazem o sentido de que as diversas formas de enfrentamento à violência do Estado, do capital e do latifúndio, ajudaram aos sujeitos estarem até os dias atuais no campo. As histórias de vida aqui analisadas resgatam os aspectos da experiência de vida pessoal e perpassam a rememoração dos fatos e acontecimentos da memória coletiva do campesinato e da memória social. Assim como o mapa, a memória explica e comunica, mas também reconstitui e constrói a realidade social, contribuindo para a compreensão do campesinato e suas dinâmicas socioterritoriais a partir dos sujeitos que o constitui. A cartografia aqui desenvolvida aponta que a luta pela terra e pela reforma agrária se dá também no âmbito da memória, a qual nos permite refletir sobre a questão agrária no sudeste do Pará, bem como na Amazônia Oriental brasileira.This research analyzes the influence of the Guerrilha do Araguaia (1967-1975) in the history of the peasantry in the southeastern region of Pará. We developed an interdisciplinary approach, combining the perspective of agrarian geography to the theoretical bases with reference to the conception of social memory and the research procedures of oral history, with the aim on new approaches to cartographic representations. By means of an analytical mapping of memories, as understood by Deleuze and Guattari, with as a starting point the facts related to the guerrilla organization and the military repression, and using as guiding thread of the analysis of the peasants, we achieved to reconstruct life trajectories and histories and, from that point on, we analyze some of the dimensions of the socio-territorial dynamics of the peasantry. We understand the Guerrilha within the logic of conflicts for territorialization, is forming a part of divergent, antagonistic and irreconcilable projects for the occupation, appropriation and use of land in the Amazon region Thus, in the manner the Army repressed the peasantry during and after the armed conflict is part of the military government\'s projects for the occupation of the Amazon and collective memory highlights of the relationship between the Guerrilha and the agrarian issue, which became evident to the peasants only after 1975 in a context in which they better understand the political dimension of the agrarian question and the central role of the organization of the peasantry in overcoming the issue. By analyzing the meaning of the remembrance process from the point of view of the class conflict, we highlight the political dimensions of the collective memory that the subjects of this research show to us. The reports evidence that the conflict that the peasantry has with the large landowners also takes place around memory and the memory, by which the events of the past are reconstructed as a form of contestation and a subversion of imposed memory or attempts to frame, deny or silence non- hegemonic memories. By taking as a starting point the experiences lived during the Guerrilha with broader processes that promoted changes in the region and resulted in the deterritorialization process of many squatters, some of them evoke these memories by associating the same with the fear that prevented the participation of peasants in organizations fighting for land. Others use memories as tools for motivation and awareness of the need to continue this conflict, showing that they act actively in the construction of subjectivity and contribute to the strengthening of peasant organization in the region. The recognition and reaffirmation of the legitimacy of the conflict of the peasantry and its place in the historical process of social transformation has as one of the foundations memory of the forms of representation which express the meaning attributed to the past and its importance for the conflicts nowadays. In the context of a collective memory, these articulations strengthen the political identity of the peasantry in relation to other persons, groups and classes, and show the sense that the different ways of confronting violence by the State, capital and the latifundio, helped the subjects remain to the present day in the field. The life stories analyzed here rescue aspects, mainly, of the personal life experience, and permeate the recollection of the facts and events of the collective memory of the peasantry and of the social memory. The same way as a chart, a memory explains and communicates, but also reconstitutes and builds social reality, helping the understanding the peasantry and its socio-territorial dynamics from the subjects thereof. This cartography highlights that the conflict for land and agrarian reform also occurs within the scope of memory, which allows us to reflect on the agrarian issue in southeastern Pará, as well as in the eastern Brazilian Amazon.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPMarcos, Valeria deReis, Naurinete Fernandes Inácio2021-04-30info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8136/tde-15072021-205717/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2021-07-16T03:20:03Zoai:teses.usp.br:tde-15072021-205717Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212021-07-16T03:20:03Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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