Fadiga em lajes de pontes dimensionadas pela teoria das charneiras plásticas.
| Ano de defesa: | 1988 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3144/tde-25042025-105909/ |
Resumo: | Este trabalho tem como objetivo estudar, principalmente, o efeito da fadiga em lajes de pontes de concreto armado dimensionados pela Teoria das Charneiras Plásticas.A ideia de sua realização surgiu depois de o autor haver apresentado a dissertação de mestrado intitulada Limitações impostas pela fissuração e pela fadiga à aplicação da teoria das charneiras plásticas ao projeto de lajes de pontes à Escola Politécnica da USP. A dissertação demonstrou que, apesar desse processo de dimensionamento permitir uma grande redução do consumo de aço na laje, quando comparado com o consumo resultante dos dimensionamentos usuais, ele é limitado principalmente pela fadiga nas barras de aço da armadura. Por outro lado, o procedimento atual para a verificação da fadiga, indicado nas normas brasileiras, fornece uma segurança exagerada em relação a esse estado limite último, especialmente no caso das lajes.Portanto, era necessário criar um procedimento para a verificação da fadiga que se adaptasse melhor ao caso de lajes de pontes, e fornecesse estruturas mais econômicas, já que a fadiga revelou-se o fator determinante no dimensionamento. O problema será estudado dividindo-se a verificação da fadiga em três fases distintas: definição do carregamento, definição da solicitação e resistência dos materiais às solicitações. Dessa maneira, pode-se definir esse novo critério. Já a fissuração também tem de ser verificada quando a laje é dimensionada pela teoria das charneiras plásticas. Porém, utilizando-se uma relação entre os momentos positivos e negativos igual aquela decorrente da teoria das placas em regime elástico, a fissuração não chega a limitar significativamente o dimensionamento da laje. No final deste trabalho são apresentadas tabelas para o dimensionamento de lajes, de modo que estas possuam segurança adequada em relação à ruína e verifiquem também sua fissuração e capacidade de resistência à fadiga pelo novo critério apresentado. Foram criadas tabelas para os novos trens-tipo da NBR 7188, junto com o antigo trem-tipo de classe 36 que pode ser utilizado em verificações de lajes já projetadas. Quando esse trabalho já estava praticamente concluído, entrou em vigor a nova norma que regulariza o projeto de pontes em concreto armado e protendido, a NBR 7187/87, que modifica principalmente os coeficientes de majoração dos esforços e o procedimento para a verificação da fissuração. Essas mudanças, entretanto, não devem alterar muito o dimensionamento final da laje. Alguns comentários a respeito dessa norma serão feitos no final do trabalho, com um enfoque maior nos novos critérios de fadiga por ela adotada. |
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