Excreção urinária de cálcio e remodelamento ósseo em cães com urolitíase por oxalato de cálcio
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10136/tde-29102025-164757/ |
Resumo: | A urolitíase por oxalato de cálcio corresponde a cerca de 40 a 50% dos casos em cães, e a hipercalciúria tem sido relatada como um dos fatores de risco mais importantes. Em ratos e humanos, a origem do aumento da excreção urinária de cálcio pode ser justificada pelo alto "turn over" ósseo, naqueles casos cuja hipercalciúria é considerada idiopática. Na espécie canina, entretanto, a associação entre a excreção urinária de cálcio e o remodelamento ósseo permanece pouco compreendida. Desta forma, a hipótese do presente estudo é de que cães com cálculos de OxCa podem apresentar hipercalciúria e aumento da reabsorção óssea. Os objetivos principais foram avaliar a excreção urinária de cálcio, por meio da razão cálcio:creatinina urinária (uCa:Cr), e o remodelamento ósseo, por meio da mensuração sérica do marcador β- Crosslaps. O delineamento do estudo foi "caso-controle", e assim, cães com cálculo (CaOx; n= 10) e cães não- formadores (NF; n= 10), pareados quanto à raça, idade, sexo e peso, foram selecionados da rotina de atendimento do Hospital Veterinário da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (HOVET/FMVZ/USP). Os animais foram submetidos ao período de adaptação ao alimento coadjuvante para dissolução de cálculo de estruvita e prevenção de oxalato de cálcio, durante 20 dias, e então avaliados em dois momentos subsequentes (T1 e T2), com intervalo de 20 dias entre eles. Quanto à análise estatística, para a avaliação do efeito de tempo, grupo, e grupo vs. tempo, utilizou-se a Análise de variância com medidas repetidas em dois fatores (ANOVA Two-way repeated measures) e o modelo misto foi considerado em casos de dados faltantes. Os testes de Pearson ou Spearman para avaliar a correlação entre as variáveis principais (uCa:Cr e concentrações séricas de β-crosslaps) foram adotados. Para todos os testes, foi considerado o nível de significância de 5%. O Software Prism (GraphPad, versão 10.0) foi utilizado para as análises. Os principais resultados observados no presente estudo foram que, todos os cães com urolitíase por oxalato de cálcio apresentaram hipercalciúria (uCa:Cr>0,05), em 100% no T1 e 70% no T2, enquanto no grupo NF foi observada em 40% e 60%, respectivamente. Houve correlação negativa entre β- Crosslaps e uCa:Cr nos cães OxCa (rho = -0,59; p=0,005), a qual não foi observada no grupo NF. O colesterol sérico foi maior no grupo CaOx (T1: 256,8 ± 63,0; T2: 284,8 ± 69,9 mg/dL) em comparação ao NF (T1: 193,1 ± 54,2; T2: 225,9 ± 71,6 mg/dL; p=0,03). A densidade urinária apresentou diferença entre T1 e T2 em ambos os grupos (p=0,003). Conclui-se que a avaliação do perfil lipídico em cães com urolitíase por OxCa deve ser considerada, embora a relação de causa e efeito das dislipidemias sobre a formação dos cálculos de OxCa permanece por ser investigada. Ainda, a origem da hipercalciúria nos cães com urolitíase por OxCa não esteve associada ao "turnover" ósseo, cabendo investigações futuras quanto às possibilidades de hipercalciúria absortiva intestinal ou primariamente renal. Tais resultados possuem implicações terapêuticas, como a não recomendação de uso de agentes antirreabsorptivos ósseos nestes casos. |
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Excreção urinária de cálcio e remodelamento ósseo em cães com urolitíase por oxalato de cálcioUrinary calcium excretion and bone resorption in dogs with calcium oxalate urolithiasisBone resorptionCálculos urináriosCanineCaninosHipercalciúriaHypercalciuriaReabsorção ósseaUrinary calculiA urolitíase por oxalato de cálcio corresponde a cerca de 40 a 50% dos casos em cães, e a hipercalciúria tem sido relatada como um dos fatores de risco mais importantes. Em ratos e humanos, a origem do aumento da excreção urinária de cálcio pode ser justificada pelo alto "turn over" ósseo, naqueles casos cuja hipercalciúria é considerada idiopática. Na espécie canina, entretanto, a associação entre a excreção urinária de cálcio e o remodelamento ósseo permanece pouco compreendida. Desta forma, a hipótese do presente estudo é de que cães com cálculos de OxCa podem apresentar hipercalciúria e aumento da reabsorção óssea. Os objetivos principais foram avaliar a excreção urinária de cálcio, por meio da razão cálcio:creatinina urinária (uCa:Cr), e o remodelamento ósseo, por meio da mensuração sérica do marcador β- Crosslaps. O delineamento do estudo foi "caso-controle", e assim, cães com cálculo (CaOx; n= 10) e cães não- formadores (NF; n= 10), pareados quanto à raça, idade, sexo e peso, foram selecionados da rotina de atendimento do Hospital Veterinário da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (HOVET/FMVZ/USP). Os animais foram submetidos ao período de adaptação ao alimento coadjuvante para dissolução de cálculo de estruvita e prevenção de oxalato de cálcio, durante 20 dias, e então avaliados em dois momentos subsequentes (T1 e T2), com intervalo de 20 dias entre eles. Quanto à análise estatística, para a avaliação do efeito de tempo, grupo, e grupo vs. tempo, utilizou-se a Análise de variância com medidas repetidas em dois fatores (ANOVA Two-way repeated measures) e o modelo misto foi considerado em casos de dados faltantes. Os testes de Pearson ou Spearman para avaliar a correlação entre as variáveis principais (uCa:Cr e concentrações séricas de β-crosslaps) foram adotados. Para todos os testes, foi considerado o nível de significância de 5%. O Software Prism (GraphPad, versão 10.0) foi utilizado para as análises. Os principais resultados observados no presente estudo foram que, todos os cães com urolitíase por oxalato de cálcio apresentaram hipercalciúria (uCa:Cr>0,05), em 100% no T1 e 70% no T2, enquanto no grupo NF foi observada em 40% e 60%, respectivamente. Houve correlação negativa entre β- Crosslaps e uCa:Cr nos cães OxCa (rho = -0,59; p=0,005), a qual não foi observada no grupo NF. O colesterol sérico foi maior no grupo CaOx (T1: 256,8 ± 63,0; T2: 284,8 ± 69,9 mg/dL) em comparação ao NF (T1: 193,1 ± 54,2; T2: 225,9 ± 71,6 mg/dL; p=0,03). A densidade urinária apresentou diferença entre T1 e T2 em ambos os grupos (p=0,003). Conclui-se que a avaliação do perfil lipídico em cães com urolitíase por OxCa deve ser considerada, embora a relação de causa e efeito das dislipidemias sobre a formação dos cálculos de OxCa permanece por ser investigada. Ainda, a origem da hipercalciúria nos cães com urolitíase por OxCa não esteve associada ao "turnover" ósseo, cabendo investigações futuras quanto às possibilidades de hipercalciúria absortiva intestinal ou primariamente renal. Tais resultados possuem implicações terapêuticas, como a não recomendação de uso de agentes antirreabsorptivos ósseos nestes casos.Calcium oxalate (CaOx) urolithiasis accounts for approximately 4050% of cases in dogs, and hypercalciuria has been reported as one of the most important risk factors. In rats and humans, the origin of increased urinary calcium excretion may be explained by an increased bone turnover in cases of idiopathic hypercalciuria. In dogs, however, the association between urinary calcium excretion and bone remodeling remains poorly understood. Therefore, the hypothesis of the present study was that dogs with CaOx uroliths may present hypercalciuria and increased bone resorption. The main objectives were to evaluate urinary calcium excretion, through the urinary calcium-to- creatinine ratio (uCa:Cr), and bone remodeling, through the measurement of the serum biomarker -Crosslaps. A case-control design was made, including dogs with CaOx uroliths (n=10) and non-forming dogs (NF; n=10), matched for breed, age, sex, and weight, recruited from the caseload of the Veterinary Teaching Hospital, School of Veterinary Medicine and Animal Science, University of São Paulo (HOVET/FMVZ/USP). All dogs underwent a 20-day diet adaptation period with a commercial formulation indicated for struvite dissolution and CaOx prevention, and were subsequently evaluated at two time points (T1 and T2), with a 20-day interval between them. Statistical analyses included two-way repeated measures ANOVA to assess the effects of time, group, and time vs. group interaction, with mixed-effects modeling applied in cases of missing data. Pearson or Spearman correlation tests were used to evaluate the association between the main variables (uCa:Cr and serum β-Crosslaps concentrations). A significance level of 5% was adopted for all analyses, performed using Prism software (GraphPad, version 10.0). The main findings were that all dogs with CaOx urolithiasis exhibited hypercalciuria (uCa:Cr>0.05), in 100% of cases at T1 and 70% at T2, while in the NF group hypercalciuria was observed in 40% and 60%, respectively (p>0.05). A negative correlation between β-Crosslaps and uCa:Cr was identified in CaOx dogs (rho = -0.59; p=0.005), but not found in NF dogs. Serum cholesterol was higher in CaOx dogs (T1: 256.8± 63.0; T2: 284.8 ± 69.9 mg/dL) compared with NF dogs (T1: 193.1 ± 54.2; T2: 225.9 ± 71.6 mg/dL; p=0.03). Urine specific gravity differed between T1 and T2 in both groups (p=0.003). In conclusion, lipid profiling in dogs with CaOx urolithiasis should be considered, although its relationship with stone formation remains uncertain. Hypercalciuria did not appear to be bone-related, suggesting intestinal absorptive or renal causes, which contraindicates the use of bone antiresorptive agents and highlights the need for attention to dietary calcium composition.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPChacar, Fernanda ChicharoOuba, Ammanuel2025-07-29info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10136/tde-29102025-164757/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2026-01-12T17:25:02Zoai:teses.usp.br:tde-29102025-164757Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-01-12T17:25:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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A urolitíase por oxalato de cálcio corresponde a cerca de 40 a 50% dos casos em cães, e a hipercalciúria tem sido relatada como um dos fatores de risco mais importantes. Em ratos e humanos, a origem do aumento da excreção urinária de cálcio pode ser justificada pelo alto "turn over" ósseo, naqueles casos cuja hipercalciúria é considerada idiopática. Na espécie canina, entretanto, a associação entre a excreção urinária de cálcio e o remodelamento ósseo permanece pouco compreendida. Desta forma, a hipótese do presente estudo é de que cães com cálculos de OxCa podem apresentar hipercalciúria e aumento da reabsorção óssea. Os objetivos principais foram avaliar a excreção urinária de cálcio, por meio da razão cálcio:creatinina urinária (uCa:Cr), e o remodelamento ósseo, por meio da mensuração sérica do marcador β- Crosslaps. O delineamento do estudo foi "caso-controle", e assim, cães com cálculo (CaOx; n= 10) e cães não- formadores (NF; n= 10), pareados quanto à raça, idade, sexo e peso, foram selecionados da rotina de atendimento do Hospital Veterinário da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (HOVET/FMVZ/USP). Os animais foram submetidos ao período de adaptação ao alimento coadjuvante para dissolução de cálculo de estruvita e prevenção de oxalato de cálcio, durante 20 dias, e então avaliados em dois momentos subsequentes (T1 e T2), com intervalo de 20 dias entre eles. Quanto à análise estatística, para a avaliação do efeito de tempo, grupo, e grupo vs. tempo, utilizou-se a Análise de variância com medidas repetidas em dois fatores (ANOVA Two-way repeated measures) e o modelo misto foi considerado em casos de dados faltantes. Os testes de Pearson ou Spearman para avaliar a correlação entre as variáveis principais (uCa:Cr e concentrações séricas de β-crosslaps) foram adotados. Para todos os testes, foi considerado o nível de significância de 5%. O Software Prism (GraphPad, versão 10.0) foi utilizado para as análises. Os principais resultados observados no presente estudo foram que, todos os cães com urolitíase por oxalato de cálcio apresentaram hipercalciúria (uCa:Cr>0,05), em 100% no T1 e 70% no T2, enquanto no grupo NF foi observada em 40% e 60%, respectivamente. Houve correlação negativa entre β- Crosslaps e uCa:Cr nos cães OxCa (rho = -0,59; p=0,005), a qual não foi observada no grupo NF. O colesterol sérico foi maior no grupo CaOx (T1: 256,8 ± 63,0; T2: 284,8 ± 69,9 mg/dL) em comparação ao NF (T1: 193,1 ± 54,2; T2: 225,9 ± 71,6 mg/dL; p=0,03). A densidade urinária apresentou diferença entre T1 e T2 em ambos os grupos (p=0,003). Conclui-se que a avaliação do perfil lipídico em cães com urolitíase por OxCa deve ser considerada, embora a relação de causa e efeito das dislipidemias sobre a formação dos cálculos de OxCa permanece por ser investigada. Ainda, a origem da hipercalciúria nos cães com urolitíase por OxCa não esteve associada ao "turnover" ósseo, cabendo investigações futuras quanto às possibilidades de hipercalciúria absortiva intestinal ou primariamente renal. Tais resultados possuem implicações terapêuticas, como a não recomendação de uso de agentes antirreabsorptivos ósseos nestes casos. |
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