A estética invisível: a branquitude como norma na publicidade brasileira
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27164/tde-24032025-140520/ |
Resumo: | Este texto se trata da versão corrigida do trabalho originalmente apresentado para a banca. Pedimos aos leitores que a primeira versão seja desconsiderada, pois a mesma contém erros importantes de citação e bibliografia, além de atribuições de comentários que podem induzir o leitor ao erro. Esta nova versão foi cuidadosamente revisada para sanar tais questões. Pelos erros citados, pedimos desculpas. Tendo isso em vista, o presente trabalho pretende desenvolver uma categorização para mapear aspectos da branquitude em campanhas publicitárias brasileiras. Com foco em 106 campanhas distribuídas em duas ondas temporais, o estudo busca identificar padrões que reforçam a invisibilidade da branquitude como norma racial dominante. Utilizando uma análise de conteúdo estruturada em categorias específicas, o trabalho revela como a publicidade frequentemente apresenta diversidade racial de forma superficial, mantendo o protagonismo e os padrões estéticos brancos. A categorização proposta inclui dimensões como padrões estéticos, protagonismo racial e práticas de falsa inclusão, oferecendo uma ferramenta inédita para a análise da centralidade da branquitude na publicidade. Os resultados apontam uma alta correlação entre as ondas, sugerindo a persistência desses padrões, mesmo em anúncios que tentam atender a demandas sociais por inclusão. Nesse contexto, surge a \"fragilidade branca\", que descreve a resistência em questionar privilégios, limitando o avanço da representatividade. Conclui-se que há uma necessidade urgente de transformar as práticas publicitárias para que a inclusão vá além do simbolismo e que a diversidade seja autêntica e compromissada. A categorização criada neste estudo oferece, assim, uma ferramenta crítica para futuras análises, incentivando que o mercado publicitário enfrente as estruturas que perpetuam a normatividade branca. |
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A estética invisível: a branquitude como norma na publicidade brasileiraThe Invisible Aesthetics: Whiteness as a Norm in Brazilian AdvertisingAdvertisingBranquitudeCategorizaçãoCategorizationDiversidadeDiversityFragilidade brancaPublicidadeRacial representationRepresentatividade racialWhite fragilityWhitenessEste texto se trata da versão corrigida do trabalho originalmente apresentado para a banca. Pedimos aos leitores que a primeira versão seja desconsiderada, pois a mesma contém erros importantes de citação e bibliografia, além de atribuições de comentários que podem induzir o leitor ao erro. Esta nova versão foi cuidadosamente revisada para sanar tais questões. Pelos erros citados, pedimos desculpas. Tendo isso em vista, o presente trabalho pretende desenvolver uma categorização para mapear aspectos da branquitude em campanhas publicitárias brasileiras. Com foco em 106 campanhas distribuídas em duas ondas temporais, o estudo busca identificar padrões que reforçam a invisibilidade da branquitude como norma racial dominante. Utilizando uma análise de conteúdo estruturada em categorias específicas, o trabalho revela como a publicidade frequentemente apresenta diversidade racial de forma superficial, mantendo o protagonismo e os padrões estéticos brancos. A categorização proposta inclui dimensões como padrões estéticos, protagonismo racial e práticas de falsa inclusão, oferecendo uma ferramenta inédita para a análise da centralidade da branquitude na publicidade. Os resultados apontam uma alta correlação entre as ondas, sugerindo a persistência desses padrões, mesmo em anúncios que tentam atender a demandas sociais por inclusão. Nesse contexto, surge a \"fragilidade branca\", que descreve a resistência em questionar privilégios, limitando o avanço da representatividade. Conclui-se que há uma necessidade urgente de transformar as práticas publicitárias para que a inclusão vá além do simbolismo e que a diversidade seja autêntica e compromissada. A categorização criada neste estudo oferece, assim, uma ferramenta crítica para futuras análises, incentivando que o mercado publicitário enfrente as estruturas que perpetuam a normatividade branca.This text is the revised version of the work originally presented to the evaluation committee. Readers are requested to disregard the first version, as it contains significant citation and bibliographic errors, as well as attribution of comments that may mislead the reader. This new version has been carefully revised to address these issues. We apologize for the mentioned errors. With this in mind, the present study aims to develop a categorization to map aspects of whiteness in Brazilian advertising campaigns. Focusing on 106 campaigns distributed across two time waves, the research aims to identify patterns that reinforce the invisibility of whiteness as the dominant racial norm. Using a content analysis structured around specific categories, the study reveals how advertising often presents racial diversity in a superficial manner, while maintaining white protagonism and aesthetic standards. The proposed categorization includes dimensions such as aesthetic standards, racial protagonism, and practices of false inclusion, offering an unprecedented tool for analyzing the centrality of whiteness in advertising. The results show a high correlation between the two waves, suggesting the persistence of these patterns even in ads attempting to meet social demands for inclusion. In this context, \"white fragility\" emerges, describing the resistance to questioning privileges, thus limiting advancements in representation. The study concludes that there is an urgent need to transform advertising practices so that inclusion goes beyond symbolism and diversity becomes authentic and committed. The categorization developed in this research provides a critical tool for future analyses, encouraging the advertising market to confront the structures that perpetuate white normativity.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPBatista, Leandro LeonardoJardim, Ana Clara Amorim2024-12-12info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27164/tde-24032025-140520/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-03-24T17:48:03Zoai:teses.usp.br:tde-24032025-140520Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-03-24T17:48:03Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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