Modificação da força de preensão palmar induzida por overflow de músculos contralaterais e não homólogos associada a acupuntura nos pontos C3 (ShaoHai) e C7 (ShenMen)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Zhang, Kelly
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17152/tde-17012025-115341/
Resumo: Introdução: Na reabilitação musculoesquelética diversas técnicas são utilizadas para intensificar o recrutamento muscular, aumentar a força e reduzir a fatigabilidade. Um fenômeno biológico frequentemente envolvido nessas estratégias é o overflow motor, que potencializa a resposta motora de músculos homólogos contralaterais durante atividades de força a pelo menos 70% da contração isométrica voluntária máxima (CIVM). Outra técnica utilizada é a acupuntura, que envolve a inserção de agulhas em pontos específicos, promovendo a inibição ou ativação de diferentes sistemas orgânicos. Objetivo: Analisar a influência da estimulação dos pontos de acupuntura C3 e C7 na geração de força e recuperação da fatigabilidade, com ou sem a indução de overflow, durante uma atividade isométrica de flexão de punho. Material e Métodos: 152 sujeitos com idade entre 18 e 30 anos e preferência motora à direita, divididos em 5 grupos: controle (GC), acupuntura (GA), overflow (GO), acupuntura bilateral com overflow (GAbO) e acupuntura unilateral com overflow (GAuO). Utilizando um dinamômetro de mão (DIGI-II-SH5003-Saehan), todos os grupos foram submetidos à um protocolo de fatigabilidade constituído por 3 contrações isométricas de preensão palmar (6 segundos com intervalo de 9 segundos) à direita e, após 60 segundos, à esquerda constituindo a linha de base (LB). No GC, após 20 minutos foi repetido o protocolo que determinou a LB; no GA, além da LB, os pontos C3 e C7 foram punturados bilateralmente, após 20 minutos, as agulhas foram retiradas e foi repetido o protocolo de fatigabilidade. No GO, após 20 minutos, concomitante ao protocolo que determinou a LB foi realizado o protocolo de overflow constituído por 3 contrações para flexão do punho concomitante às 3 contrações de preensão palmar; nos GAbO e GAuO, além da LB, os pontos C3 e C7 foram punturados, após 20 minutos, as agulhas foram retiradas e concomitante ao protocolo que determinou a LB foi realizado o protocolo de overflow. Nos grupos com a indução de overflow, 10 minutos após a conclusão dos respectivos protocolos, foi realizada a aferição da CIVM de flexão do punho para comparar com a CIVM obtida durante os protocolos. Para a análise estatística, foi utilizada uma análise de variância de comparações múltiplas (MANOVA), (p<0.05). Resultados: A análise dos dados evidenciou uma redução de força na LB na terceira contração em relação à primeira, em todos os grupos (p<0.0001). No GC, houve redução de força no momento do teste quando comparamos a terceira contração em relação à primeira (p<0.0001). No GA, houve redução de força quando comparamos a terceira contração com a primeira (p<0.0001) e também quando comparamos a primeira contração do teste com a primeira da LB (p<0.005). No GO, para os sujeitos do sexo masculino no membro superior esquerdo, houve uma redução de força no teste quando comparamos a terceira contração com a primeira (p<0.0001). Já no membro superior direito dos sujeitos do sexo masculino e ambos os membros superiores dos sujeitos do sexo feminino observamos um aumento na força de contração quando comparamos a terceira contração do teste com a terceira contração da LB (p<0.005). Em relação aos GAbO e GAuO, houve uma redução de força no teste quando comparamos a terceira contração com a primeira, nos sujeitos do sexo masculino e para o membro superior esquerdo (p<0.0001). Assim como no GA, mais uma vez, houve uma diminuição significativa de força contração quando comparamos a primeira contração do teste com a primeira da LB em todos os sujeitos (p<0.005). Conclusão: Nosso estudo demonstrou que o overflow atenua a redução da força de contração muscular induzida pela fatigabilidade. Além disso, a estimulação dos pontos de acupuntura C3 e C7, diminui a capacidade dos voluntários gerarem força de preensão palmar, mas não interfere com o fenômeno do overflow.
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Outra técnica utilizada é a acupuntura, que envolve a inserção de agulhas em pontos específicos, promovendo a inibição ou ativação de diferentes sistemas orgânicos. Objetivo: Analisar a influência da estimulação dos pontos de acupuntura C3 e C7 na geração de força e recuperação da fatigabilidade, com ou sem a indução de overflow, durante uma atividade isométrica de flexão de punho. Material e Métodos: 152 sujeitos com idade entre 18 e 30 anos e preferência motora à direita, divididos em 5 grupos: controle (GC), acupuntura (GA), overflow (GO), acupuntura bilateral com overflow (GAbO) e acupuntura unilateral com overflow (GAuO). Utilizando um dinamômetro de mão (DIGI-II-SH5003-Saehan), todos os grupos foram submetidos à um protocolo de fatigabilidade constituído por 3 contrações isométricas de preensão palmar (6 segundos com intervalo de 9 segundos) à direita e, após 60 segundos, à esquerda constituindo a linha de base (LB). 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Resultados: A análise dos dados evidenciou uma redução de força na LB na terceira contração em relação à primeira, em todos os grupos (p<0.0001). No GC, houve redução de força no momento do teste quando comparamos a terceira contração em relação à primeira (p<0.0001). No GA, houve redução de força quando comparamos a terceira contração com a primeira (p<0.0001) e também quando comparamos a primeira contração do teste com a primeira da LB (p<0.005). No GO, para os sujeitos do sexo masculino no membro superior esquerdo, houve uma redução de força no teste quando comparamos a terceira contração com a primeira (p<0.0001). Já no membro superior direito dos sujeitos do sexo masculino e ambos os membros superiores dos sujeitos do sexo feminino observamos um aumento na força de contração quando comparamos a terceira contração do teste com a terceira contração da LB (p<0.005). Em relação aos GAbO e GAuO, houve uma redução de força no teste quando comparamos a terceira contração com a primeira, nos sujeitos do sexo masculino e para o membro superior esquerdo (p<0.0001). Assim como no GA, mais uma vez, houve uma diminuição significativa de força contração quando comparamos a primeira contração do teste com a primeira da LB em todos os sujeitos (p<0.005). Conclusão: Nosso estudo demonstrou que o overflow atenua a redução da força de contração muscular induzida pela fatigabilidade. Além disso, a estimulação dos pontos de acupuntura C3 e C7, diminui a capacidade dos voluntários gerarem força de preensão palmar, mas não interfere com o fenômeno do overflow.Introduction: Various techniques are used in musculoskeletal rehabilitation to improve muscle recruitment, increase strength, and reduce fatigue. Overflow is a biological phenomenon often involved in these strategies, which potentiates the motor response of contralateral homologous muscles during strength activities to at least 70% of maximal voluntary isometric contraction (MVIC). Another technique is Acupuncture, in which needles are inserted into specific points to promote inhibition or activation of various organic systems. Objective: To analyze the influence of acupuncture points stimulation on force generation and recovery from neural fatigue, with or without induction of Overflow, during an isometric wrist flexion activity. Material and Methods: 152 subjects aged between 18 and 30 years with right-hand motor preference were divided into five groups: control (CG), Acupuncture (AG), Overflow (OG), bilateral Acupuncture with Overflow (AbOG), and unilateral Acupuncture with Overflow (AuOG). Using a hand dynamometer (DIGI-II-SH5003-Saehan), all groups were subjected to a fatigability protocol consisting of 3 isometric handgrip contractions (6 seconds with a 9-second interval) on the right and, after 60 seconds, on the left, forming the baseline (BL). In the CG, after 20 minutes, the protocol to determine the BL was repeated; in the AG, in addition to the BL, points HT3 and HT7 were punctured bilaterally, and after 20 minutes, the needles were removed, and the fatigability protocol was repeated. In the OG, after 20 minutes, the overflow protocol, consisting of 3 wrist flexion contractions accompanied by three handgrip contractions, was performed at the same time as the BL protocol; in the AbOG and AuOG, in addition to the BL, points HT3 and HT7 were punctured, the needles were removed after 20 minutes, and the overflow protocol was performed at the same time as the BL protocol. In the overflow induction groups, the MVIC of wrist flexion was measured 10 minutes after completion to compare the MVIC performed during the protocols. For the statistical analysis, a multiple comparison analysis of variance (MANOVA) was used (p<0.05). Results: Data analysis showed a reduction in strength in the BL in the third contraction compared to the first in all groups (p<0.0001). In the CG, strength was reduced at the time of the test when comparing the third contraction to the first (p<0.0001). In the AG, there was a reduction in strength when comparing the third contraction to the first (p<0.0001) and also when comparing the first contraction of the test to the first of the BL (p<0.005). In the OG, in the left upper limb of the male subjects, there was a reduction in the strength of the test when comparing the third contraction with the first (p<0.0001). On the other hand, in the right upper limb of the male subjects and both upper limbs of the female subjects, we observed an increase in contraction strength when comparing the third contraction of the test with the third contraction of the BL (p<0.005). In relation to the AbOG and AuOG, there was a reduction in strength in the test when comparing the third contraction with the first in male subjects and for the left upper limb (p<0.0001). As with AG, there was a significant decrease in strength when comparing the first contraction of the test with the first of the BL in all subjects (p<0.005). Conclusion: Our study showed that Overflow attenuates the reduction in muscle contraction force due to neural fatigue. In addition, stimulation of the C3 and C7 acupuncture points reduces the volunteers\' ability to generate handgrip strength but does not interfere with the overflow phenomenon.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPAraujo, João Eduardo deZhang, Kelly2024-08-27info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17152/tde-17012025-115341/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-05-05T10:35:10Zoai:teses.usp.br:tde-17012025-115341Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-05-05T10:35:10Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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