Estudo e caracterização do perfil da população que vive sozinha em centros urbanos brasileiros
| Ano de defesa: | 2005 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/12/12139/tde-28032023-110721/ |
Resumo: | Há alguns anos atrás poucas eram as pessoas que moravam sozinhas. As famílias eram normalmente numerosas e tinham por habito agregar parentes próximos. As famílias vêm encolhendo, os casamentos são mais tardios, o número de divórcios é crescente e os homossexuais já não tem o mesmo temor em assumir a opção sexual e levar uma vida independente. O segmento é amplo e mistura vários perfis. O estudo do fenômeno da existência dos indivíduos que vivem sós é recente e carece de detalhamento. Faz-se necessário primeiramente observar, descrever e classificar o fenômeno para que se possa explicar, compreender e então prever este mesmo fenômeno. É exatamente este o foco do trabalho. Construir os subsídios necessários para poder prever o fenômeno. Os dados analisados referem-se a oito primeiras capitais estaduais: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Fortaleza, Curitiba, Recife e Porto Alegre. A escolha das cidades obedece ao critério de tamanho da população total de cada uma em relação à população total brasileira. A análise foi elaborada a partir de dados secundários provenientes de Censos do IBGE das últimas quatro décadas disponíveis - 1970, 1980, 1991 e 2000. Verifica-se que o segmento se compõe de uma multiplicidade de sub-segmentos variando em sexo, idade, renda, condição de aposentadoria ou não, alfabetizados ou analfabetos e da condição de seus domicílios de residência. Além do fato desses sub-segmentos se distribuírem geograficamente de maneira heterogénea entre as cidades estudadas. O panorama sugere ser crucial considerar o aumento da população que vive sozinha quando se fala das questões ligadas ao consumo, à produção de bens, à organização do espaço urbano e ao meio-ambiente (em termos ecológicos). Acredita-se que o fenômeno causará mudanças nos processos produtivos, nos hábitos de consumo e no tratamento dos resíduos industriais e residências. |
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Estudo e caracterização do perfil da população que vive sozinha em centros urbanos brasileirosStudy and characterization of the profile of the population living alone in Brazilian urban centersConsumerConsumidorMarket ResearchMarketingMarketingPesquisa de mercadoRetailVarejoHá alguns anos atrás poucas eram as pessoas que moravam sozinhas. As famílias eram normalmente numerosas e tinham por habito agregar parentes próximos. As famílias vêm encolhendo, os casamentos são mais tardios, o número de divórcios é crescente e os homossexuais já não tem o mesmo temor em assumir a opção sexual e levar uma vida independente. O segmento é amplo e mistura vários perfis. O estudo do fenômeno da existência dos indivíduos que vivem sós é recente e carece de detalhamento. Faz-se necessário primeiramente observar, descrever e classificar o fenômeno para que se possa explicar, compreender e então prever este mesmo fenômeno. É exatamente este o foco do trabalho. Construir os subsídios necessários para poder prever o fenômeno. Os dados analisados referem-se a oito primeiras capitais estaduais: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Fortaleza, Curitiba, Recife e Porto Alegre. A escolha das cidades obedece ao critério de tamanho da população total de cada uma em relação à população total brasileira. A análise foi elaborada a partir de dados secundários provenientes de Censos do IBGE das últimas quatro décadas disponíveis - 1970, 1980, 1991 e 2000. Verifica-se que o segmento se compõe de uma multiplicidade de sub-segmentos variando em sexo, idade, renda, condição de aposentadoria ou não, alfabetizados ou analfabetos e da condição de seus domicílios de residência. Além do fato desses sub-segmentos se distribuírem geograficamente de maneira heterogénea entre as cidades estudadas. O panorama sugere ser crucial considerar o aumento da população que vive sozinha quando se fala das questões ligadas ao consumo, à produção de bens, à organização do espaço urbano e ao meio-ambiente (em termos ecológicos). Acredita-se que o fenômeno causará mudanças nos processos produtivos, nos hábitos de consumo e no tratamento dos resíduos industriais e residências.Years ago few people used to live alone. Families were large and aggregate other relatives than parents, sons and daughters. Nowadays, families are getting smaller, people decide to get married latter, divorces are increasing and homosexuals feel more comfortable to assume their sexual preferences and to live independent lives. The segment is wide and constitute as with many profiles. The research of single households is recent and rare. Therefore,first of all its necessary to observe, to describe and to classify the single households to be able to explain, to understand and then to foresee this phenomenon. This is the purpose of the research: to develop the bases to foresee this phenomenon. The cities considered are São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Fortaleza, Curitiba, Recife and Porto Alegre. They are the first eight Brazilian cities in terms of population. The database was developed from 1970, 1980, 1991 and 2000 Brazilian Census IBGE. The segment constitute many and different niches in terms ofsex, age, income, retired condition, knowledge of reading and writing and domicile. They are also heterogeneous in geographic terms. Hence, it is fundamental to consider the increase of single households when analyzing consumption, production, urbanism, and ecology. As a result, it seems to impact production process, consumer behavior and recycling needs.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPSilveira, Jose Augusto Giesbrecht daMadeira, Adriana Beatriz2005-11-21info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/12/12139/tde-28032023-110721/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2023-03-28T14:12:29Zoai:teses.usp.br:tde-28032023-110721Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212023-03-28T14:12:29Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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