Dosagem da progesterona sérica no dia da transferência de embrião a fresco e a correlação com as taxas de sucesso gestacionais: uma análise prospectiva

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Dias, Carla Maria Franco
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17145/tde-20022025-101908/
Resumo: A progesterona é essencial para o sucesso gestacional em tratamentos de reprodução assistida. Alguns estudos sugerem que baixos níveis de progesterona sérica (P4) no dia da transferência embrionária (TE) estão relacionados a piores desfechos gestacionais. Contudo, os estudos ainda são inconclusivos quanto à existência de uma concentração de P4 correlacionada a maiores taxas de gestação clínica em ciclos de TE a fresco após a estimulação ovariana controlada (EOC). No presente estudo, objetivamos encontrar um ponto de corte de P4, dosada no dia da TE a fresco, que se correlacionasse com maiores taxas de gestação clínica, e identificar e potenciais fatores relacionados aos níveis de P4 e à ocorrência de gravidez em ciclos de EOC. Trata-se de um estudo de coorte prospectivo realizado no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo. Foram analisadas 106 pacientes submetidas à TE a fresco após ciclos de EOC entre agosto de 2021 e outubro de 2023. O suporte da fase lútea foi realizado com progesterona micronizada vaginal (200 mg, 8/8 h), iniciada no dia da captação oocitária. O desfecho primário foi gestação clínica além da 8ª semana. A dosagem de P4 foi realizada a partir de uma amostra de sangue colhida no dia da TE. Foi construída uma curva ROC para detectar o ponto de corte de P4 correlacionado com maiores taxas de gestação clínica. Foi realizada regressão logística multivariada para identificar as variáveis preditoras de gestação clínica e de P4 acima do ponto de corte. Os resultados indicaram que a P4 medida no dia da TE não apresentou diferença significativa entre as pacientes que engravidaram e que não engravidaram (67,12 ± 31,1 ng/mL versus 64,17 ± 61,76, p= 0,7465). O ponto de corte correlacionado com maior taxa de gestação clínica foi P4 ≥ 28,855 ng/mL (AUC 0,5654; sensibilidade 1,0; especificidade 0,158), com associação estatística significativa (p= 0,0208). Entretanto, como todas as pacientes que engravidaram apresentaram P4 ≥ 28,855 ng/mL, não foi possível calcular o odds ratio. As variáveis idade da mulher (OR 0,878; IC 0,774 0,995; p= 0,0386) e transferência de embrião top (OR 2,89; IC 1,148 7,316; p= 0,0214) foram associadas à taxa de gestação clínica. Idade feminina ≥ 40 anos (OR 0,0956; IC 0,0156 - 0,5851; p=0,0007), má resposta à EOC (OR 0,0964; IC 0,0155 - 0,5966; p= 0,0014) e número de folículos ≥ 10 mm (OR 1,465; IC 1,013 - 2,117; p= 0,0013) foram associados ao ponto de corte de P4. Ao término do estudo, concluímos que, apesar do ponto de corte de P4 ter apresentado correlação estatística com a taxa de gestação clínica, a curva ROC foi insatisfatória. Portanto, a concentração de P4 ≥ 28,855 ng/mL não deve ser utilizada para inferir sucesso gestacional. A dosagem de P4 no dia da TE a fresco parece ser mais um reflexo de bons fatores prognósticos gestacionais, como a idade feminina mais jovem, a boa reserva ovariana e a boa resposta à EOC, do que de fato um bom preditor de gestação clínica. Entretanto, estudos com amostras maiores são necessários para confirmar nossas descobertas.
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spelling Dosagem da progesterona sérica no dia da transferência de embrião a fresco e a correlação com as taxas de sucesso gestacionais: uma análise prospectivaSerum progesterone measurement on the day of fresh embryo transfer and its correlation with pregnancy success rates: a prospective analysisAssisted reproduction techniquesClinical pregnancyControlled ovarian stimulationEmbryo transferEstimulação ovariana controladaGestação clínicaProgesteronaProgesteroneTécnicas de reprodução assistidaTransferência embrionáriaA progesterona é essencial para o sucesso gestacional em tratamentos de reprodução assistida. Alguns estudos sugerem que baixos níveis de progesterona sérica (P4) no dia da transferência embrionária (TE) estão relacionados a piores desfechos gestacionais. Contudo, os estudos ainda são inconclusivos quanto à existência de uma concentração de P4 correlacionada a maiores taxas de gestação clínica em ciclos de TE a fresco após a estimulação ovariana controlada (EOC). No presente estudo, objetivamos encontrar um ponto de corte de P4, dosada no dia da TE a fresco, que se correlacionasse com maiores taxas de gestação clínica, e identificar e potenciais fatores relacionados aos níveis de P4 e à ocorrência de gravidez em ciclos de EOC. Trata-se de um estudo de coorte prospectivo realizado no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo. Foram analisadas 106 pacientes submetidas à TE a fresco após ciclos de EOC entre agosto de 2021 e outubro de 2023. O suporte da fase lútea foi realizado com progesterona micronizada vaginal (200 mg, 8/8 h), iniciada no dia da captação oocitária. O desfecho primário foi gestação clínica além da 8ª semana. A dosagem de P4 foi realizada a partir de uma amostra de sangue colhida no dia da TE. Foi construída uma curva ROC para detectar o ponto de corte de P4 correlacionado com maiores taxas de gestação clínica. Foi realizada regressão logística multivariada para identificar as variáveis preditoras de gestação clínica e de P4 acima do ponto de corte. Os resultados indicaram que a P4 medida no dia da TE não apresentou diferença significativa entre as pacientes que engravidaram e que não engravidaram (67,12 ± 31,1 ng/mL versus 64,17 ± 61,76, p= 0,7465). O ponto de corte correlacionado com maior taxa de gestação clínica foi P4 ≥ 28,855 ng/mL (AUC 0,5654; sensibilidade 1,0; especificidade 0,158), com associação estatística significativa (p= 0,0208). Entretanto, como todas as pacientes que engravidaram apresentaram P4 ≥ 28,855 ng/mL, não foi possível calcular o odds ratio. As variáveis idade da mulher (OR 0,878; IC 0,774 0,995; p= 0,0386) e transferência de embrião top (OR 2,89; IC 1,148 7,316; p= 0,0214) foram associadas à taxa de gestação clínica. Idade feminina ≥ 40 anos (OR 0,0956; IC 0,0156 - 0,5851; p=0,0007), má resposta à EOC (OR 0,0964; IC 0,0155 - 0,5966; p= 0,0014) e número de folículos ≥ 10 mm (OR 1,465; IC 1,013 - 2,117; p= 0,0013) foram associados ao ponto de corte de P4. Ao término do estudo, concluímos que, apesar do ponto de corte de P4 ter apresentado correlação estatística com a taxa de gestação clínica, a curva ROC foi insatisfatória. Portanto, a concentração de P4 ≥ 28,855 ng/mL não deve ser utilizada para inferir sucesso gestacional. A dosagem de P4 no dia da TE a fresco parece ser mais um reflexo de bons fatores prognósticos gestacionais, como a idade feminina mais jovem, a boa reserva ovariana e a boa resposta à EOC, do que de fato um bom preditor de gestação clínica. Entretanto, estudos com amostras maiores são necessários para confirmar nossas descobertas.Progesterone is essential for gestational success in assisted reproduction treatments. Some studies suggest that low levels of serum progesterone (P4) on the day of embryo transfer (ET) are related to worse gestational outcomes. However, studies are still inconclusive regarding the existence of a P4 concentration correlated with higher clinical pregnancy rates in fresh ET cycles after controlled ovarian stimulation (COS). In the present study, we aimed to find a P4 cutoff point, measured on the day of fresh ET, that would correlate with higher clinical pregnancy rates, and identify potential factors related to P4 levels and the occurrence of pregnancy in EOC cycles. This is a prospective cohort study carried out at the Clinical Hospital of the Faculty of Medicine of Ribeirão Preto, University of São Paulo. There were 106 patients evaluated who underwent fresh ET after COS cycles between August 2021 and October 2023. Luteal phase support was performed with vaginal micronized progesterone (200 mg, 8/8 h), started on the day of oocyte retrieval. The primary outcome was clinical pregnancy beyond 8 weeks. P4 measurement was performed from a blood sample drawn on the ET day. A ROC curve was constructed to detect the P4 cutoff correlated with higher clinical pregnancy rates. Multivariate logistic regression was performed to identify the predictor variables of clinical pregnancy and P4 above the cutoff point. The results indicated that P4 measured on the day of ET showed no significant difference between patients who became pregnant and those who did not become pregnant (67.12 ± 31.1 ng/mL versus 64.17 ± 61.76, p= 0.7465). The cutoff point correlated with the highest clinical pregnancy rate was P4 ≥ 28.855 ng/mL (AUC 0.5654; sensitivity 1.0; specificity 0.158), with a statistically significant association (p= 0.0208). However, as all patients who became pregnant presented P4 ≥ 28.855 ng/mL, it was not possible to calculate the odds ratio. The variables woman\'s age (OR 0.878; CI 0.774 - 0.995; p= 0.0386) and top-quality embryo transferred (OR 2.89; CI 1.148 - 7.316; p= 0.0214) were associated with the clinical pregnancy rate. Female age ≥ 40 years (OR 0.0956; CI 0.0156 - 0.5851; p=0.0007), poor response to COS (OR 0.0964; CI 0.0155 - 0.5966; p= 0. 0014) and number of follicles ≥ 10 mm (OR 1.465; CI 1.013 - 2.117; p= 0.0013) were associated with the P4 cutoff point. At the end of the study, we concluded that, although the P4 cutoff point showed a statistical correlation with the clinical pregnancy rate, the ROC curve was unsatisfactory. Therefore, a P4 concentration ≥ 28.855 ng/mL should not be used to infer gestational success. P4 measurement on the day of fresh ET seems to be more a reflection of good gestational prognostic factors, such as younger female age, good ovarian reserve, and good response to COS, rather than a good predictor of clinical pregnancy. However, studies with larger sample sizes are needed to confirm our findings.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPNavarro, Paula Andrea de Albuquerque SallesDias, Carla Maria Franco2024-10-03info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17145/tde-20022025-101908/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-03-20T14:02:02Zoai:teses.usp.br:tde-20022025-101908Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-03-20T14:02:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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description A progesterona é essencial para o sucesso gestacional em tratamentos de reprodução assistida. Alguns estudos sugerem que baixos níveis de progesterona sérica (P4) no dia da transferência embrionária (TE) estão relacionados a piores desfechos gestacionais. Contudo, os estudos ainda são inconclusivos quanto à existência de uma concentração de P4 correlacionada a maiores taxas de gestação clínica em ciclos de TE a fresco após a estimulação ovariana controlada (EOC). No presente estudo, objetivamos encontrar um ponto de corte de P4, dosada no dia da TE a fresco, que se correlacionasse com maiores taxas de gestação clínica, e identificar e potenciais fatores relacionados aos níveis de P4 e à ocorrência de gravidez em ciclos de EOC. Trata-se de um estudo de coorte prospectivo realizado no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo. Foram analisadas 106 pacientes submetidas à TE a fresco após ciclos de EOC entre agosto de 2021 e outubro de 2023. O suporte da fase lútea foi realizado com progesterona micronizada vaginal (200 mg, 8/8 h), iniciada no dia da captação oocitária. O desfecho primário foi gestação clínica além da 8ª semana. A dosagem de P4 foi realizada a partir de uma amostra de sangue colhida no dia da TE. Foi construída uma curva ROC para detectar o ponto de corte de P4 correlacionado com maiores taxas de gestação clínica. Foi realizada regressão logística multivariada para identificar as variáveis preditoras de gestação clínica e de P4 acima do ponto de corte. Os resultados indicaram que a P4 medida no dia da TE não apresentou diferença significativa entre as pacientes que engravidaram e que não engravidaram (67,12 ± 31,1 ng/mL versus 64,17 ± 61,76, p= 0,7465). O ponto de corte correlacionado com maior taxa de gestação clínica foi P4 ≥ 28,855 ng/mL (AUC 0,5654; sensibilidade 1,0; especificidade 0,158), com associação estatística significativa (p= 0,0208). Entretanto, como todas as pacientes que engravidaram apresentaram P4 ≥ 28,855 ng/mL, não foi possível calcular o odds ratio. As variáveis idade da mulher (OR 0,878; IC 0,774 0,995; p= 0,0386) e transferência de embrião top (OR 2,89; IC 1,148 7,316; p= 0,0214) foram associadas à taxa de gestação clínica. Idade feminina ≥ 40 anos (OR 0,0956; IC 0,0156 - 0,5851; p=0,0007), má resposta à EOC (OR 0,0964; IC 0,0155 - 0,5966; p= 0,0014) e número de folículos ≥ 10 mm (OR 1,465; IC 1,013 - 2,117; p= 0,0013) foram associados ao ponto de corte de P4. Ao término do estudo, concluímos que, apesar do ponto de corte de P4 ter apresentado correlação estatística com a taxa de gestação clínica, a curva ROC foi insatisfatória. Portanto, a concentração de P4 ≥ 28,855 ng/mL não deve ser utilizada para inferir sucesso gestacional. A dosagem de P4 no dia da TE a fresco parece ser mais um reflexo de bons fatores prognósticos gestacionais, como a idade feminina mais jovem, a boa reserva ovariana e a boa resposta à EOC, do que de fato um bom preditor de gestação clínica. Entretanto, estudos com amostras maiores são necessários para confirmar nossas descobertas.
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