\"Y después de la coca, ¿qué?\": substituição de cultivos no Putumayo colombiano
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8134/tde-12022025-162630/ |
Resumo: | Este é um estudo sobre a gestão discursiva e prática do status (i)legal da folha de coca tanto por camponeses cocaleros putumayenses como pelo estado colombiano. O problema central deste trabalho é a construção do estado local na região do Putumayo, Amazônia andina colombiana, à luz a política de redução de cultivos de coca que implementada a partir de 2016, o chamado Programa Nacional Integral de Substituição Cultivos de Uso Ilícito- PNIS, principalmente, a ação política praticada dos cultivadores, em relação com funcionários de governo, do sistema das Nações Unidas e da empresa privada, no contexto desse programa. Estes camponeses fazem parte da cadeia produtiva da cocaína, mas não do circuito do narcotráfico. Foram empurrados a sobreviver nesta economia porque não há reforma agrária ou desenvolvimento rural que beneficiem os pequenos produtores rurais nem garantias de direitos políticos. Por isso subsistem do plantio de coca sem se lucrar dele. Além disso são objetos de violência por parte de agentes armados e políticas antidrogas. São analisados três eixos: a política pública antidrogas, os circuitos camponeses cocaleros da ação política pública e os modelos produtivos de substituição. Este estudo nos leva à conclusão de que a folha de coca é um motor da formação do estado, de práticas de governamentalidade e da construção e centros e dinâmicas urbanos, vemos que o plantio da folha é um labor constitutivo da formação de sujeitos políticos na Amazônia andina cujo trabalho político resulta em uma expansão do funcionamento e da noção de estado nas periferias. A pesquisa se fundamenta em trabalho etnográfico feito entre 2018 e 2024, nos municípios de Puerto Asís, Orito e La Hormiga no Baixo Putumayo e em Mocoa, a capital do departamento. Foram entrevistados camponeses cocaleros, mulheres e homens, dirigentes, funcionários putumayenses de instituições públicas e privadas, empresários locais. Realizamos um trabalho de revisão de fontes primárias a partir de acervos de relatorias de reuniões, comunicados e denuncias e o seguimento apurado das matérias, artigos e relatórios sobre o programa PNIS no Putumayo. Por fim, nos baseamos em teoria da antropologia urbana e política |
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Estes camponeses fazem parte da cadeia produtiva da cocaína, mas não do circuito do narcotráfico. Foram empurrados a sobreviver nesta economia porque não há reforma agrária ou desenvolvimento rural que beneficiem os pequenos produtores rurais nem garantias de direitos políticos. Por isso subsistem do plantio de coca sem se lucrar dele. Além disso são objetos de violência por parte de agentes armados e políticas antidrogas. São analisados três eixos: a política pública antidrogas, os circuitos camponeses cocaleros da ação política pública e os modelos produtivos de substituição. Este estudo nos leva à conclusão de que a folha de coca é um motor da formação do estado, de práticas de governamentalidade e da construção e centros e dinâmicas urbanos, vemos que o plantio da folha é um labor constitutivo da formação de sujeitos políticos na Amazônia andina cujo trabalho político resulta em uma expansão do funcionamento e da noção de estado nas periferias. A pesquisa se fundamenta em trabalho etnográfico feito entre 2018 e 2024, nos municípios de Puerto Asís, Orito e La Hormiga no Baixo Putumayo e em Mocoa, a capital do departamento. Foram entrevistados camponeses cocaleros, mulheres e homens, dirigentes, funcionários putumayenses de instituições públicas e privadas, empresários locais. Realizamos um trabalho de revisão de fontes primárias a partir de acervos de relatorias de reuniões, comunicados e denuncias e o seguimento apurado das matérias, artigos e relatórios sobre o programa PNIS no Putumayo. Por fim, nos baseamos em teoria da antropologia urbana e políticaEste es un estudio sobre la gestión discursiva y práctica del status (i)legal de la hoja de coca, tanto por campesinos cocaleros putumayenses como por el estado colombianos. El problema central de este trabajo es la construcción del estado local en la región del Putumayo, Andino- Amazonía colombiana a la luz de la política de reducción de cultivos de coca implementada a partir de 2016, el llamado Programa Nacional Integral de Sustitución de Cultivos de Uso Ilícito- PNIS, principalmente la acción política practicada por los cultivadores en relación con funcionarios de gobierno, del sistema de Naciones Unidas y de la empresa privada, en el contexto de este programa. Estos campesinos hacen parte de la cadena productiva de la cocaína, pero no del circuito del narcotráfico. Fueron empujados a sobrevivir de esta economía porque no hubo reforma agraria ni desarrollo rural que beneficien a los pequeños productores rurales, tampoco garantías de derechos políticos. Por eso subsisten del cultivo de coca sin lucrarse de él. Además de eso son objetos de violencia por parte de agentes armados y políticas antidrogas. Analizamos tres ejes: la política pública antidrogas, los circuitos campesinos cocaleros de la acción política y los modelos productivos de sustitución. El estudio nos lleva a concluir que la hoja de coca es un motor de la formación del estado, de prácticas de gubernamentalizad, así como de la construcción de centros y dinámicas urbanas. vemos que el cultivo de la hoja de coca es un trabajo constitutivo de la formación de sujetos políticos en la Andino-Amazonía. Su trabajo político resulta en na expansión del funcionamiento y de la noción del estado en las periferias. La investigación se basa en el trabajo etnográfico hecho entre 2018 y 2024 en los municipios de Puerto Asís, Orito y Valle del Guamués, en el Bajo Putumayo y en Mocoa, la capital departamental. Fueron entrevistados campesinos cocaleros, mujeres y hombres, dirigencia, funcionarios públicos putumayenses de instituciones públicas y privadas, y empresarios locales. Realizamos un trabajo de revisión de fuentes primarias en acervos de actas de reuniones, comunicados y denuncias, así como el seguimiento detallado de noticias, artículos e informes sobre o Programa PNIS en el Putumayo. Finalmente, nos fundamentamos en teoría de la antropología urbana y políticaBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPMagnani, Jose Guilherme CantorGómez Mateus, Diana Paola 2024-11-08info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8134/tde-12022025-162630/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-02-12T18:39:02Zoai:teses.usp.br:tde-12022025-162630Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-02-12T18:39:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Este é um estudo sobre a gestão discursiva e prática do status (i)legal da folha de coca tanto por camponeses cocaleros putumayenses como pelo estado colombiano. O problema central deste trabalho é a construção do estado local na região do Putumayo, Amazônia andina colombiana, à luz a política de redução de cultivos de coca que implementada a partir de 2016, o chamado Programa Nacional Integral de Substituição Cultivos de Uso Ilícito- PNIS, principalmente, a ação política praticada dos cultivadores, em relação com funcionários de governo, do sistema das Nações Unidas e da empresa privada, no contexto desse programa. Estes camponeses fazem parte da cadeia produtiva da cocaína, mas não do circuito do narcotráfico. Foram empurrados a sobreviver nesta economia porque não há reforma agrária ou desenvolvimento rural que beneficiem os pequenos produtores rurais nem garantias de direitos políticos. Por isso subsistem do plantio de coca sem se lucrar dele. Além disso são objetos de violência por parte de agentes armados e políticas antidrogas. São analisados três eixos: a política pública antidrogas, os circuitos camponeses cocaleros da ação política pública e os modelos produtivos de substituição. Este estudo nos leva à conclusão de que a folha de coca é um motor da formação do estado, de práticas de governamentalidade e da construção e centros e dinâmicas urbanos, vemos que o plantio da folha é um labor constitutivo da formação de sujeitos políticos na Amazônia andina cujo trabalho político resulta em uma expansão do funcionamento e da noção de estado nas periferias. A pesquisa se fundamenta em trabalho etnográfico feito entre 2018 e 2024, nos municípios de Puerto Asís, Orito e La Hormiga no Baixo Putumayo e em Mocoa, a capital do departamento. Foram entrevistados camponeses cocaleros, mulheres e homens, dirigentes, funcionários putumayenses de instituições públicas e privadas, empresários locais. Realizamos um trabalho de revisão de fontes primárias a partir de acervos de relatorias de reuniões, comunicados e denuncias e o seguimento apurado das matérias, artigos e relatórios sobre o programa PNIS no Putumayo. Por fim, nos baseamos em teoria da antropologia urbana e política |
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