O turnout dinâmico em bailarinas clássicas: biomecânica de membros inferiores em saltos uni e bipodais
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5170/tde-27032026-142603/ |
Resumo: | O turnout, elemento fundamental do ballet clássico, vai além de uma rotação lateral de membros inferiores mais estética. O turnout organiza o corpo, orienta os membros inferiores e sustenta tanto a estabilidade quanto a precisão técnica. Historicamente, pesquisas se concentraram apenas em avaliá lo em contextos estáticos posturais, seja em posições anatômicas ou em cinco posições clássicas. No entanto, essas abordagens não refletem plenamente a realidade dos treinos diários e das exigências do palco, onde o movimento é contínuo, dinâmico e se projeta em múltiplos planos. Por isso, essa dissertação buscou contribuir com o estado da arte ao investigar o turnout de forma dinâmica, considerando saltos e deslocamentos que desafiam a coordenação, o equilíbrio e o controle rotacional, aproximando-se da experiência real das bailarinas. Esta dissertação é composta por três estudos originais, com um total de 74 bailarinas pré-profissionais, incluindo as perdas ao longo do processo. Uma amostra tão expressiva é rara em pesquisas de biomecânica aplicadas à dança, refletindo tanto a magnitude do projeto quanto o esforço coletivo das participantes. O primeiro estudo, analisou a contribuição articular para o turnout em dois saltos clássicos: o Sissone Ouvert en Avant, unipodal com deslocamento anterior, e o Assemblé Dessus, bipodal. Foi utilizado o protocolo de marcas Plug-in-Gait para mensuração da cinemática durante os saltos. Os achados deste estudo revelaram que o quadril não foi o principal responsável pelo turnout em todas as fases dos saltos, como se esperava; ao contrário, o tornozelo apresentou maior contribuição na aterrissagem do Assemblé e na preparação do Sissone. O joelho, por sua vez, desempenhou papel mais relevante que o quadril na preparação do Sissone e maior que o tornozelo na fase de voo de ambos os saltos, contrariando a literatura. Ao mesmo tempo, este estudo também revelou limitações metodológicas que buscamos superar no segundo e terceiro estudos. O protocolo de marcas Plug-in-Gait, amplamente utilizado em análises biomecânicas, mostrou-se insuficiente para capturar com precisão a rotação axial de grande amplitude, tal como ocorre no ballet e no turnout. O segundo estudo, teve caráter metodológico, comparando diferentes protocolos de marcas para análise tridimensional da rotação axial de membros inferiores no ballet. Comparou-se o protocolo de marcas Plug-in-Gait, com um cluster convencional posicionado na perna e outro em cunha, posicionado na banda iliotibial. Os resultados demonstraram que os protocolos baseados em clusters oferecem maior precisão, fornecendo uma base sólida para investigações subsequentes. O terceiro estudo, aplicou esses protocolos de marcas combinados para analisar os mesmos saltos do primeiro estudo, e um salto adicional mais desafiador: o Sissone Ouvert Devant, unipodal com deslocamento lateral no plano frontal. O quadril foi o protagonista na manutenção do turnout durante os três saltos. O joelho, em alguns instantes, apresentou contribuição superior à do tornozelo, especialmente durante a fase de voo, revelando ajustes compensatórios que variam de acordo com o tipo de salto e o momento da execução. Já o tornozelo apresentou um papel particularmente expressivo na preparação e na aterrissagem, empregando mecanismos de bloqueio e interação com o solo, favorecendo o aumento da rotação lateral do membro, demonstrando atuar de maneira ativa. Surpreendentemente, os resultados mostraram que o Sissone Ouvert Devant apresentou melhor alinhamento do que o Assemblé Dessus, bipodal e aparentemente um salto mais simples, evidenciando que a complexidade técnica nem sempre se traduz em maior desalinhamento. Esta dissertação revela que o turnout vai muito além da rotação do quadril, destacando a importância da coordenação interarticular na manutenção da estética, estabilidade e longevidade da bailarina. |
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O turnout dinâmico em bailarinas clássicas: biomecânica de membros inferiores em saltos uni e bipodaisThe dynamic turnout in classical ballet dancers: biomechanical of the lower limbs in unipodal and bipodal jumpsBalletBalletBiomecânicaBiomechanicsCinemáticaHipKinematicsMovementsMovimentoQuadrilTurnoutTurnoutO turnout, elemento fundamental do ballet clássico, vai além de uma rotação lateral de membros inferiores mais estética. O turnout organiza o corpo, orienta os membros inferiores e sustenta tanto a estabilidade quanto a precisão técnica. Historicamente, pesquisas se concentraram apenas em avaliá lo em contextos estáticos posturais, seja em posições anatômicas ou em cinco posições clássicas. No entanto, essas abordagens não refletem plenamente a realidade dos treinos diários e das exigências do palco, onde o movimento é contínuo, dinâmico e se projeta em múltiplos planos. Por isso, essa dissertação buscou contribuir com o estado da arte ao investigar o turnout de forma dinâmica, considerando saltos e deslocamentos que desafiam a coordenação, o equilíbrio e o controle rotacional, aproximando-se da experiência real das bailarinas. Esta dissertação é composta por três estudos originais, com um total de 74 bailarinas pré-profissionais, incluindo as perdas ao longo do processo. Uma amostra tão expressiva é rara em pesquisas de biomecânica aplicadas à dança, refletindo tanto a magnitude do projeto quanto o esforço coletivo das participantes. O primeiro estudo, analisou a contribuição articular para o turnout em dois saltos clássicos: o Sissone Ouvert en Avant, unipodal com deslocamento anterior, e o Assemblé Dessus, bipodal. Foi utilizado o protocolo de marcas Plug-in-Gait para mensuração da cinemática durante os saltos. Os achados deste estudo revelaram que o quadril não foi o principal responsável pelo turnout em todas as fases dos saltos, como se esperava; ao contrário, o tornozelo apresentou maior contribuição na aterrissagem do Assemblé e na preparação do Sissone. O joelho, por sua vez, desempenhou papel mais relevante que o quadril na preparação do Sissone e maior que o tornozelo na fase de voo de ambos os saltos, contrariando a literatura. Ao mesmo tempo, este estudo também revelou limitações metodológicas que buscamos superar no segundo e terceiro estudos. O protocolo de marcas Plug-in-Gait, amplamente utilizado em análises biomecânicas, mostrou-se insuficiente para capturar com precisão a rotação axial de grande amplitude, tal como ocorre no ballet e no turnout. O segundo estudo, teve caráter metodológico, comparando diferentes protocolos de marcas para análise tridimensional da rotação axial de membros inferiores no ballet. Comparou-se o protocolo de marcas Plug-in-Gait, com um cluster convencional posicionado na perna e outro em cunha, posicionado na banda iliotibial. Os resultados demonstraram que os protocolos baseados em clusters oferecem maior precisão, fornecendo uma base sólida para investigações subsequentes. O terceiro estudo, aplicou esses protocolos de marcas combinados para analisar os mesmos saltos do primeiro estudo, e um salto adicional mais desafiador: o Sissone Ouvert Devant, unipodal com deslocamento lateral no plano frontal. O quadril foi o protagonista na manutenção do turnout durante os três saltos. O joelho, em alguns instantes, apresentou contribuição superior à do tornozelo, especialmente durante a fase de voo, revelando ajustes compensatórios que variam de acordo com o tipo de salto e o momento da execução. Já o tornozelo apresentou um papel particularmente expressivo na preparação e na aterrissagem, empregando mecanismos de bloqueio e interação com o solo, favorecendo o aumento da rotação lateral do membro, demonstrando atuar de maneira ativa. Surpreendentemente, os resultados mostraram que o Sissone Ouvert Devant apresentou melhor alinhamento do que o Assemblé Dessus, bipodal e aparentemente um salto mais simples, evidenciando que a complexidade técnica nem sempre se traduz em maior desalinhamento. Esta dissertação revela que o turnout vai muito além da rotação do quadril, destacando a importância da coordenação interarticular na manutenção da estética, estabilidade e longevidade da bailarina.Turnout, a fundamental element of classical ballet, goes beyond a merely aesthetic external rotation of the lower limbs. Turnout organizes the body, directs the lower limbs, and supports both stability and technical precision. Historically, research has focused on its assessment in static and postural contexts, either in anatomical positions or the five classical ballet positions. However, such approaches do not fully reflect the reality of daily training and stage demands, where movement is continuous, dynamic, and projected across multiple planes. For this reason, this dissertation sought to advance the state of the art by investigating turnout dynamically, considering jumps and displacements that challenge coordination, balance, and rotational control, thus approaching the dancers real-life experience. This dissertation is composed of three original studies, with a total sample of 74 pre professional dancers, including losses throughout the process. Such a representative sample is rare in biomechanics research applied to dance, reflecting both the magnitude of the project and the collective effort of the participants. The first study analyzed joint contributions to turnout in two classical jumps: the Sissone Ouvert en Avant (unipodal with anterior displacement) and the Assemblé Dessus (bipodal). The Plug-in Gait marker protocol was used to measure kinematics during the jumps. Findings revealed that the hip was not the main contributor to turnout across all jump phases, as expected; instead, the ankle contributed more during the landing of the Assemblé and the preparation of the Sissone. The knee, in turn, played a more relevant role than the hip in the Sissone preparation and greater than the ankle during the flight phase of both jumps, contradicting previous literature. At the same time, this study revealed methodological limitations that we sought to overcome in the second and third studies. The Plug-in Gait protocol, widely used in biomechanical analysis, proved insufficient to accurately capture the large-amplitude axial rotations typical of ballet turnout. The second study had a methodological focus, comparing different marker set protocols for three dimensional analysis of lower limb axial rotation in ballet. The Plug-in Gait protocol was compared with a conventional cluster placed on the shank and a wedge-shaped cluster positioned on the iliotibial band. Results demonstrated that cluster-based protocols offer greater accuracy, providing a solid basis for subsequent investigations. The third study applied these combined marker set protocols (PIG and clusters) to analyze the same jumps from the first study and an additional, more challenging one: the Sissone Ouvert Devant (unipodal with lateral displacement in the frontal plane). The hip was the primary contributor to turnout across all three jumps. The knee, at certain moments, contributed more than the ankle, particularly during the flight phase, revealing compensatory adjustments that varied according to jump type and execution timing. The ankle played a particularly significant role during preparation and landing, employing blocking mechanisms and interacting with the ground to enhance external limb rotation, thereby demonstrating an active contribution. Surprisingly, results showed that the Sissone Ouvert Devant presented better turnout alignment than the Assemblé Dessus, a bipodal jump that is apparently simpler, highlighting that technical complexity does not necessarily translate into greater misalignment. This dissertation reveals that turnout extends far beyond hip rotation, underscoring the importance of interjoint coordination in maintaining dancers aesthetics, stability, and longevity.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP2025-12-09info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5170/tde-27032026-142603/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccessManfrim, Luciana Christinapor2026-03-27T17:48:02Zoai:teses.usp.br:tde-27032026-142603Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-03-27T17:48:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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O turnout, elemento fundamental do ballet clássico, vai além de uma rotação lateral de membros inferiores mais estética. O turnout organiza o corpo, orienta os membros inferiores e sustenta tanto a estabilidade quanto a precisão técnica. Historicamente, pesquisas se concentraram apenas em avaliá lo em contextos estáticos posturais, seja em posições anatômicas ou em cinco posições clássicas. No entanto, essas abordagens não refletem plenamente a realidade dos treinos diários e das exigências do palco, onde o movimento é contínuo, dinâmico e se projeta em múltiplos planos. Por isso, essa dissertação buscou contribuir com o estado da arte ao investigar o turnout de forma dinâmica, considerando saltos e deslocamentos que desafiam a coordenação, o equilíbrio e o controle rotacional, aproximando-se da experiência real das bailarinas. Esta dissertação é composta por três estudos originais, com um total de 74 bailarinas pré-profissionais, incluindo as perdas ao longo do processo. Uma amostra tão expressiva é rara em pesquisas de biomecânica aplicadas à dança, refletindo tanto a magnitude do projeto quanto o esforço coletivo das participantes. O primeiro estudo, analisou a contribuição articular para o turnout em dois saltos clássicos: o Sissone Ouvert en Avant, unipodal com deslocamento anterior, e o Assemblé Dessus, bipodal. Foi utilizado o protocolo de marcas Plug-in-Gait para mensuração da cinemática durante os saltos. Os achados deste estudo revelaram que o quadril não foi o principal responsável pelo turnout em todas as fases dos saltos, como se esperava; ao contrário, o tornozelo apresentou maior contribuição na aterrissagem do Assemblé e na preparação do Sissone. O joelho, por sua vez, desempenhou papel mais relevante que o quadril na preparação do Sissone e maior que o tornozelo na fase de voo de ambos os saltos, contrariando a literatura. Ao mesmo tempo, este estudo também revelou limitações metodológicas que buscamos superar no segundo e terceiro estudos. O protocolo de marcas Plug-in-Gait, amplamente utilizado em análises biomecânicas, mostrou-se insuficiente para capturar com precisão a rotação axial de grande amplitude, tal como ocorre no ballet e no turnout. O segundo estudo, teve caráter metodológico, comparando diferentes protocolos de marcas para análise tridimensional da rotação axial de membros inferiores no ballet. Comparou-se o protocolo de marcas Plug-in-Gait, com um cluster convencional posicionado na perna e outro em cunha, posicionado na banda iliotibial. Os resultados demonstraram que os protocolos baseados em clusters oferecem maior precisão, fornecendo uma base sólida para investigações subsequentes. O terceiro estudo, aplicou esses protocolos de marcas combinados para analisar os mesmos saltos do primeiro estudo, e um salto adicional mais desafiador: o Sissone Ouvert Devant, unipodal com deslocamento lateral no plano frontal. O quadril foi o protagonista na manutenção do turnout durante os três saltos. O joelho, em alguns instantes, apresentou contribuição superior à do tornozelo, especialmente durante a fase de voo, revelando ajustes compensatórios que variam de acordo com o tipo de salto e o momento da execução. Já o tornozelo apresentou um papel particularmente expressivo na preparação e na aterrissagem, empregando mecanismos de bloqueio e interação com o solo, favorecendo o aumento da rotação lateral do membro, demonstrando atuar de maneira ativa. Surpreendentemente, os resultados mostraram que o Sissone Ouvert Devant apresentou melhor alinhamento do que o Assemblé Dessus, bipodal e aparentemente um salto mais simples, evidenciando que a complexidade técnica nem sempre se traduz em maior desalinhamento. Esta dissertação revela que o turnout vai muito além da rotação do quadril, destacando a importância da coordenação interarticular na manutenção da estética, estabilidade e longevidade da bailarina. |
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