Avaliação da segurança do procedimento de raspagem e alisamento radicular entre os dias D+90 e D+130 em pacientes que realizaram transplante de células tronco hematopoiéticas alogênico
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17154/tde-23012025-092947/ |
Resumo: | A doença periodontal, quando não controlada pode gerar resposta inflamatória sistêmica, além de ser foco de infecção por meio de bacteremias. O tratamento da doença periodontal realizado através de raspagem e alisamento radicular (RAP) gera bacteremias transitórias, porém é eficaz em reduzir a atividade da doença. Na literatura, não há dados que apontam a segurança de realizar RAP em pacientes que realizaram transplante de células tronco hematopoiéticas alogênico (alo-TCTH). O objetivo desse estudo foi avaliar a segurança do procedimento de RAP entre os dias D+90 e D+130 em pacientes que realizaram alo-TCTH. Para isso foi realizado um estudo multicêntrico, longitudinal, prospectivo, intervencional e randomizado que alocou os pacientes em dois grupos: controle e grupo de estudo. O grupo de estudo recebeu intervenção periodontal (RAP). Todos os pacientes, de ambos os grupos, foram submetidos a coleta de sinais vitais, hemocultura em sangue periférico e cateter e acompanhamento para ocorrência de complicações infecciosas (bacteremia, sepse, pneumonia) e uso de antibiótico, por 10 dias após o procedimento (grupo estudo), ou randomização (controle). O grupo controle fez uma única coleta (T0) de hemocultura, enquanto o grupo de estudo realizou 3 coletas em T0-pré RAP; T1-2 horas após a RAP e T2-24 horas após a RAP. Foram incluídos 216 pacientes, sendo 108 (50%) pacientes no grupo controle e 108 (50%) no grupo de estudo. Um total de 8 (7,4%) hemoculturas foram positivas no T0 do grupo controle, sendo 4 (3,7%) de sangue periférico e 4 (3,7%) de cateter. O grupo estudo apresentou 18 (14,8%) hemoculturas positivas nos 3 tempos de coletas: em T0 foram 4 (3,7%) de sangue periférico e 4 (3,7%) em cateter, em T1 foi 1 (0,1%) em sangue periférico e 1 (0,1%) em cateter e em T2 foram 4 (3,7%) de sangue periférico e 4 (3,7%) em cateter. Um total de 38 (17,8%) pacientes apresentaram complicações infecciosas nos primeiros 10 dias após RAP e coletas de hemocultura, desse número 30 pacientes tiveram hemocultura negativa em T0, sendo 13 do grupo controle e 17 do grupo de estudo. Não foram encontradas diferenças entre os grupos para hemocultura em T0 de sangue periférico (p=1,00), hemocultura em T0 de cateter (p=1,00), infecção nos primeiros 10 dias após RAP e coleta de hemoculturas (p=0,47), pneumonia (p=0,5) e uso de antibióticos (p=1,00). Nenhum dos grupos apresentou bacteremia, nem sepse. Foi encontrada correlação entre hemocultura em T0 de sangue periférico e infecção (p<0,001) nos 10 dias de acompanhamento do estudo e entre hemocultura em T0 de cateter e infecção em (p<0,001) em ambos os grupos, bem como ocorreu correlação entre hemocultura em T2 de sangue periférico e cateter com infecção. Foi encontrada associação total entre hemocultura de sangue periférico de cateter (p<0,001) em ambos os grupos. A realização de RAP em pacientes entre D+90 e D+130 pós alo-TCTH se mostrou segura adotando medidas preventivas como profilaxia antibiótica e monitoramento dos pacientes. |
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Avaliação da segurança do procedimento de raspagem e alisamento radicular entre os dias D+90 e D+130 em pacientes que realizaram transplante de células tronco hematopoiéticas alogênicoEvaluation of the safety of the scaling and root planing procedure between days D+90 and D+130 in patients who underwent allogeneic hematopoietic stem cell transplantationAllogeneic hematopoietic stem cell transplantationBacteremiaBacteremiaBlood cultureDoença periodontalHemoculturaInfecçãoInfectionPeriodontal diseaseRaspagem e alisamento radicularScaling and root planingTransplante de células tronco hematopoiéticas alogênicoA doença periodontal, quando não controlada pode gerar resposta inflamatória sistêmica, além de ser foco de infecção por meio de bacteremias. O tratamento da doença periodontal realizado através de raspagem e alisamento radicular (RAP) gera bacteremias transitórias, porém é eficaz em reduzir a atividade da doença. Na literatura, não há dados que apontam a segurança de realizar RAP em pacientes que realizaram transplante de células tronco hematopoiéticas alogênico (alo-TCTH). O objetivo desse estudo foi avaliar a segurança do procedimento de RAP entre os dias D+90 e D+130 em pacientes que realizaram alo-TCTH. Para isso foi realizado um estudo multicêntrico, longitudinal, prospectivo, intervencional e randomizado que alocou os pacientes em dois grupos: controle e grupo de estudo. O grupo de estudo recebeu intervenção periodontal (RAP). Todos os pacientes, de ambos os grupos, foram submetidos a coleta de sinais vitais, hemocultura em sangue periférico e cateter e acompanhamento para ocorrência de complicações infecciosas (bacteremia, sepse, pneumonia) e uso de antibiótico, por 10 dias após o procedimento (grupo estudo), ou randomização (controle). 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Não foram encontradas diferenças entre os grupos para hemocultura em T0 de sangue periférico (p=1,00), hemocultura em T0 de cateter (p=1,00), infecção nos primeiros 10 dias após RAP e coleta de hemoculturas (p=0,47), pneumonia (p=0,5) e uso de antibióticos (p=1,00). Nenhum dos grupos apresentou bacteremia, nem sepse. Foi encontrada correlação entre hemocultura em T0 de sangue periférico e infecção (p<0,001) nos 10 dias de acompanhamento do estudo e entre hemocultura em T0 de cateter e infecção em (p<0,001) em ambos os grupos, bem como ocorreu correlação entre hemocultura em T2 de sangue periférico e cateter com infecção. Foi encontrada associação total entre hemocultura de sangue periférico de cateter (p<0,001) em ambos os grupos. A realização de RAP em pacientes entre D+90 e D+130 pós alo-TCTH se mostrou segura adotando medidas preventivas como profilaxia antibiótica e monitoramento dos pacientes.Periodontal disease, when not controlled, can generate a systemic inflammatory response, in addition to being a focus of infection through bacteremia. The treatment of periodontal disease carried out through scaling and root planing (SRP) generates transient bacteremia, but is effective in reducing disease activity. In the literature, there is no data indicating the safety of performing SRP in patients who underwent allogeneic hematopoietic stem cell transplantation (allo-HSCT). The objective of this study was to evaluate the safety of the SRP procedure between days D+90 and D+130 in patients who underwent allo-HSCT. To this end, a multicenter, longitudinal, prospective, interventional and randomized study was carried out, which allocated patients into two groups: control and study group. The study group received periodontal intervention (SRP). All patients in both groups underwent collection of vital signs, peripheral blood and catheter blood culture and monitoring for the occurrence of infectious complications (bacteremia, sepsis, pneumonia) and use of antibiotics for 10 days after the procedure (group study), or randomization (control). The control group performed a single blood culture collection (T0), while the study group performed 3 collections at T0-pre SRP; T1-2 hours after SRP and T2-24 hours after SRP. 216 patients were included, 108 (50%) patients in the control group and 108 (50%) in the study group. A total of 8 (7.4%) blood cultures were positive at T0 in the control group, 4 (3.7%) from peripheral blood and 4 (3.7%) from catheters. The study group presented 18 (14.8%) positive blood cultures in the 3 collection times: at T0 there were 4 (3.7%) from peripheral blood and 4 (3.7%) from catheter, at T1 it was 1 (0. 1%) in peripheral blood and 1 (0.1%) in catheter and in T2 there were 4 (3.7%) in peripheral blood and 4 (3.7%) in catheter. A total of 38 (17.8%) patients presented infectious complications in the first 10 days after SRP and blood culture collections, of which 30 patients had negative blood cultures at T0, 13 from the control group and 17 from the study group. No differences were found between the groups for blood culture at T0 from peripheral blood (p=1.00), blood culture at T0 from catheter (p=1.00), infection in the first 10 days after SRP and collection of blood cultures (p=0 .47), pneumonia (p=0.5) and use of antibiotics (p=1.00). None of the groups presented bacteremia or sepsis. A correlation was found between T0 peripheral blood blood culture and infection (p<0.001) in the 10 days of study follow-up and between T0 catheter blood culture and infection (p<0.001) in both groups, as well as a correlation between blood culture on T2 of peripheral blood and catheter with infection. A total association was found between peripheral blood catheter blood cultures (p<0.001) in both groups. Performing SRP in patients between D+90 and D+130 after allo-HSCT proved to be safe, adopting preventive measures such as antibiotic prophylaxis and patient monitoring.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPMacedo, Leandro Dorigan dePagliarone, Maria Julía2024-09-19info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17154/tde-23012025-092947/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-04-25T13:57:02Zoai:teses.usp.br:tde-23012025-092947Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-04-25T13:57:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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A doença periodontal, quando não controlada pode gerar resposta inflamatória sistêmica, além de ser foco de infecção por meio de bacteremias. O tratamento da doença periodontal realizado através de raspagem e alisamento radicular (RAP) gera bacteremias transitórias, porém é eficaz em reduzir a atividade da doença. Na literatura, não há dados que apontam a segurança de realizar RAP em pacientes que realizaram transplante de células tronco hematopoiéticas alogênico (alo-TCTH). O objetivo desse estudo foi avaliar a segurança do procedimento de RAP entre os dias D+90 e D+130 em pacientes que realizaram alo-TCTH. Para isso foi realizado um estudo multicêntrico, longitudinal, prospectivo, intervencional e randomizado que alocou os pacientes em dois grupos: controle e grupo de estudo. O grupo de estudo recebeu intervenção periodontal (RAP). Todos os pacientes, de ambos os grupos, foram submetidos a coleta de sinais vitais, hemocultura em sangue periférico e cateter e acompanhamento para ocorrência de complicações infecciosas (bacteremia, sepse, pneumonia) e uso de antibiótico, por 10 dias após o procedimento (grupo estudo), ou randomização (controle). O grupo controle fez uma única coleta (T0) de hemocultura, enquanto o grupo de estudo realizou 3 coletas em T0-pré RAP; T1-2 horas após a RAP e T2-24 horas após a RAP. Foram incluídos 216 pacientes, sendo 108 (50%) pacientes no grupo controle e 108 (50%) no grupo de estudo. Um total de 8 (7,4%) hemoculturas foram positivas no T0 do grupo controle, sendo 4 (3,7%) de sangue periférico e 4 (3,7%) de cateter. O grupo estudo apresentou 18 (14,8%) hemoculturas positivas nos 3 tempos de coletas: em T0 foram 4 (3,7%) de sangue periférico e 4 (3,7%) em cateter, em T1 foi 1 (0,1%) em sangue periférico e 1 (0,1%) em cateter e em T2 foram 4 (3,7%) de sangue periférico e 4 (3,7%) em cateter. Um total de 38 (17,8%) pacientes apresentaram complicações infecciosas nos primeiros 10 dias após RAP e coletas de hemocultura, desse número 30 pacientes tiveram hemocultura negativa em T0, sendo 13 do grupo controle e 17 do grupo de estudo. Não foram encontradas diferenças entre os grupos para hemocultura em T0 de sangue periférico (p=1,00), hemocultura em T0 de cateter (p=1,00), infecção nos primeiros 10 dias após RAP e coleta de hemoculturas (p=0,47), pneumonia (p=0,5) e uso de antibióticos (p=1,00). Nenhum dos grupos apresentou bacteremia, nem sepse. Foi encontrada correlação entre hemocultura em T0 de sangue periférico e infecção (p<0,001) nos 10 dias de acompanhamento do estudo e entre hemocultura em T0 de cateter e infecção em (p<0,001) em ambos os grupos, bem como ocorreu correlação entre hemocultura em T2 de sangue periférico e cateter com infecção. Foi encontrada associação total entre hemocultura de sangue periférico de cateter (p<0,001) em ambos os grupos. A realização de RAP em pacientes entre D+90 e D+130 pós alo-TCTH se mostrou segura adotando medidas preventivas como profilaxia antibiótica e monitoramento dos pacientes. |
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