A influência da idade e da escolaridade na execução e no aprendizado de uma tarefa cognitivo-motora

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2010
Autor(a) principal: Voos, Mariana Callil
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47135/tde-09032010-090822/
Resumo: Função executiva é a habilidade necessária para planejar, iniciar, realizar e monitorar comportamentos intencionais, relacionados a um objetivo ou a demandas ambientais, com base na experiência prévia. Tanto indivíduos idosos, quanto indivíduos com escolaridade baixa apresentam dificuldade em tarefas que requerem função executiva, como o Trail Making Test (TMT), que consiste em traçar retas em uma folha de papel, conectando uma seqüência de números (parte A, TMTA) e de números e letras, alternados (parte B, TMTB), o mais rápido possível. O presente estudo teve como objetivo geral desenvolver uma nova versão do TMT, o Teste de Deambulação Funcional (TDF), que poderia ser mais familiar a indivíduos com escolaridade baixa e favorecer sua compreensão e execução. Os objetivos específicos foram: testar se haveria diferenças de idade e/ou escolaridade (1) na execução das partes A e B do TDF (TDFA e TDFB) e das partes A e B do TMT (TMTA e TMTB); (2) nos deltas cognitivos do TMT (dcTMT=TMTBTMTA) e do TDF (dcTDF=TDFBTDFA); (3) nos deltas motores da parte A (dmA=TDFATMTA) e da parte B (dmB=TDFBTMTB) e (4) no aprendizado do TDF. Participaram 70 voluntários, (24 jovens, 26 adultos maduros, e 20 idosos). Na primeira sessão os voluntários realizaram (I) o TDF, (II) o TMT, (III) sete repetições do TDFA, (IV) sete repetições do TDFB. Metade dos voluntários de cada faixa etária realizou a ordem (I) e (II) e metade, (II) e (I). Depois de uma semana, realizaram (V) quatro repetições do TDFA e (VI) quatro do TDFB. Foi adotado nível de significância de p=0,05. ANOVAs mostraram que (1) os idosos, principalmente aqueles com escolaridade baixa, foram mais lentos que os adultos jovens e maduros no TMT e no TDF, sobretudo na parte B e os idosos com escolaridade alta foram mais lentos no TDFB do que no TMTB; (2) os deltas cognitivos do TMT e do TDF foram mais altos para indivíduos com maior idade e menor escolaridade e o dcTMT foi maior que o dcTDF para idosos com escolaridade baixa; (3) o dmB de idosos com escolaridade baixa foi menor que o de idosos com escolaridade alta; (4) os idosos com escolaridade baixa foram mais lentos que aqueles com escolaridade alta na avaliação 1 da TDFA e em todas as avaliações da TDFB, mas não foram observadas diferenças de escolaridade no desempenho de adultos jovens e maduros. O TDF mostrou-se uma ferramenta complementar eficaz para avaliar indivíduos com diferentes idades e escolaridades. Indivíduos mais idosos e com escolaridade mais baixa apresentaram tempos mais altos, tanto no TMT, quanto no TDF. O dcTDF não parece ter sido equivalente ao dcTMT em indivíduos com escolaridade baixa, já que eles apresentaram menor dificuldade em resolver cognitivamente o TDF. Idosos com alta e baixa escolaridade apresentaram resultados antagônicos no dmB: idosos com escolaridade baixa apresentaram menor dificuldade no TDFB, com relação ao TMTB e o contrário ocorreu para idosos com escolaridade alta. A escolaridade baixa prejudicou o aprendizado da tarefa, principalmente em idosos. Idosos apresentaram estabilização mais lenta no desempenho do que adultos maduros, que por sua vez apresentaram estabilização mais lenta que jovens.
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spelling A influência da idade e da escolaridade na execução e no aprendizado de uma tarefa cognitivo-motoraThe influence of age and educational status on the performance of a cognitive-motor task and on its learningAgingAvaliação geriátricaAvaliação neuropsicológicaCogniçãoCognitionEnvelhecimentoGeriatric assessmentLocomoçãoLocomotionNeuropsychological assessmentPercepção visualVisual perceptionFunção executiva é a habilidade necessária para planejar, iniciar, realizar e monitorar comportamentos intencionais, relacionados a um objetivo ou a demandas ambientais, com base na experiência prévia. Tanto indivíduos idosos, quanto indivíduos com escolaridade baixa apresentam dificuldade em tarefas que requerem função executiva, como o Trail Making Test (TMT), que consiste em traçar retas em uma folha de papel, conectando uma seqüência de números (parte A, TMTA) e de números e letras, alternados (parte B, TMTB), o mais rápido possível. O presente estudo teve como objetivo geral desenvolver uma nova versão do TMT, o Teste de Deambulação Funcional (TDF), que poderia ser mais familiar a indivíduos com escolaridade baixa e favorecer sua compreensão e execução. Os objetivos específicos foram: testar se haveria diferenças de idade e/ou escolaridade (1) na execução das partes A e B do TDF (TDFA e TDFB) e das partes A e B do TMT (TMTA e TMTB); (2) nos deltas cognitivos do TMT (dcTMT=TMTBTMTA) e do TDF (dcTDF=TDFBTDFA); (3) nos deltas motores da parte A (dmA=TDFATMTA) e da parte B (dmB=TDFBTMTB) e (4) no aprendizado do TDF. Participaram 70 voluntários, (24 jovens, 26 adultos maduros, e 20 idosos). Na primeira sessão os voluntários realizaram (I) o TDF, (II) o TMT, (III) sete repetições do TDFA, (IV) sete repetições do TDFB. Metade dos voluntários de cada faixa etária realizou a ordem (I) e (II) e metade, (II) e (I). Depois de uma semana, realizaram (V) quatro repetições do TDFA e (VI) quatro do TDFB. Foi adotado nível de significância de p=0,05. ANOVAs mostraram que (1) os idosos, principalmente aqueles com escolaridade baixa, foram mais lentos que os adultos jovens e maduros no TMT e no TDF, sobretudo na parte B e os idosos com escolaridade alta foram mais lentos no TDFB do que no TMTB; (2) os deltas cognitivos do TMT e do TDF foram mais altos para indivíduos com maior idade e menor escolaridade e o dcTMT foi maior que o dcTDF para idosos com escolaridade baixa; (3) o dmB de idosos com escolaridade baixa foi menor que o de idosos com escolaridade alta; (4) os idosos com escolaridade baixa foram mais lentos que aqueles com escolaridade alta na avaliação 1 da TDFA e em todas as avaliações da TDFB, mas não foram observadas diferenças de escolaridade no desempenho de adultos jovens e maduros. O TDF mostrou-se uma ferramenta complementar eficaz para avaliar indivíduos com diferentes idades e escolaridades. Indivíduos mais idosos e com escolaridade mais baixa apresentaram tempos mais altos, tanto no TMT, quanto no TDF. O dcTDF não parece ter sido equivalente ao dcTMT em indivíduos com escolaridade baixa, já que eles apresentaram menor dificuldade em resolver cognitivamente o TDF. Idosos com alta e baixa escolaridade apresentaram resultados antagônicos no dmB: idosos com escolaridade baixa apresentaram menor dificuldade no TDFB, com relação ao TMTB e o contrário ocorreu para idosos com escolaridade alta. A escolaridade baixa prejudicou o aprendizado da tarefa, principalmente em idosos. Idosos apresentaram estabilização mais lenta no desempenho do que adultos maduros, que por sua vez apresentaram estabilização mais lenta que jovens.Executive function is the ability of planning, initiating, performing and monitoring intentional behaviors, related to an objective or environmental demands, based on previous experience. Older adults and individuals with a low educational status have difficulty in performing executive function tasks, such as the Trail Making Test (TMT), which consists on linking a sequence of numbers on a sheet of paper (part A, TMTA) and alternated numbers and letters (part B, TMTB) as fast as possible. The present study had as a general aim to develop a new version of the TMT, the Functional Gait Test (FGT), which could be more familiar to individuals with a low educational status and favor their comprehension and performance. The specific aims were: to investigate possible differences due to age and/or educational status (1) in the performance of parts A and B of FGT (FGTA e FGTB) and of parts A and B of TMT (TMTA and TMTB); (2) in the cognitive deltas of TMT (cdTMT=TMTBTMTA) and of FGT (cdFGT=FGTBFGTA); (3) in the motor deltas of part A (mdA=FGTATMTA) and part B (mdB=FGTBTMTB) and (4) in the learning process of FGT. Seventy volunteers participated (24 young adults, 26 mature adults and 20 older adults). At the first session, volunteers performed (I) the FGT, (II) the TMT, (III) seven repetitions of the FGTA, (IV) seven repetitions of the FGTB. Half of the sample of each age group performed the order (I) and (II) and the other half, (II) and (I). After one week, they performed (V) four repetitions of the FGTA and (VI) four of the FGTB. Significance level was p=0,05. ANOVAs showed that (1) older adults, mainly the ones with a low educational status, were slower than young and mature adults on the TMT and on the FGT, principally on part B and older adults with a high educational status were slower on the FGTB than on the TMTB; (2) the cognitive deltas of TMT and FGT were higher for individuals with higher age and lower level of education and the cdTMT was higher than cdFGT for older adults with a low educational status; (3) the mdB of older adults with a low educational level was lower that the mdB of older adults with more years of formal education; (4) older adults with a low educational status were slower than the ones with a high level of education on assessment 1 of the FGTA and in all assessments of the FGTB, but no educational status differences were observed in the performance of young and mature adults. The FGT is an useful complementary tool to evaluate individuals with different ages and educational levels. Older adults and individuals with a lower educational level showed higher times, both in the TMT and in the FGT. The cdFGT did not seem equivalent to the cdTMT in individuals with a low educational status, since they had less difficulty in solving the cognitive part of the FGT. Older adults with a high and a low educational level had antagonistic results on mdB: older adults with a low educational status had less difficulty on the FGTB, compared to the TMTB and the opposite occurred for the ones with a high educational status. The low educational level impaired the learning process, mainly for older adults. Older adults showed slower stabilization on performance than mature adults and mature adults showed slower stabilization than young adults.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPValle, Luiz Eduardo Ribeiro doVoos, Mariana Callil2010-01-29info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttp://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47135/tde-09032010-090822/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2016-07-28T16:10:03Zoai:teses.usp.br:tde-09032010-090822Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212016-07-28T16:10:03Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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