Efeito da suplementação com aspartato e asparagina sobre o estresse oxidativo no músculo esquelético
| Ano de defesa: | 2003 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/39/39132/tde-12112024-112650/ |
Resumo: | A suplementação com aspartato e asparagina promove alterações estruturais nas mitocôndrias do músculo esquelético. Estas lesões podem ser explicadas pelo aumento da capacidade oxidativa no músculo, com aumento da atividade do ciclo do acido cítrico, e a remoção de acetil-CoA, aumentando a produção de NADH e FADH2 que transportam os elétrons para a cadeia respiratória. O aumento do transporte de elétrons para a cadeia respiratória propicia o aumento da formação dos radicais livres e o quadro de estresse oxidativo que estaria correlacionado com as lesões musculares observadas em animais suplementados. Para avaliarmos o estresse oxidativo medimos os TBARS e quimiluminêscencia, bem como a atividade das enzimas antioxidantes. A suplementação, embora tenha aumentado a formação dos radicais livres, não promoveu o estresse oxidativo pelo aumento da atividade das enzimas antioxidantes glutationa peroxidase e glutationa redutase. Portanto as lesões não foram causadas pelo estresse oxidativo, embora fique claro a alteração provocada pelos aminoácidos no sistema redox da célula |
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Efeito da suplementação com aspartato e asparagina sobre o estresse oxidativo no músculo esqueléticoEffect of aspartate and asparagine supplementation upon oxidative stress in skeletal muscleAmino-acidsAminoácidosAntioxidant enzymesAsparaginaAsparagineAspartateAspartatoEnzimas antioxidantesEstresse oxidativoFree radicalMúsculo esqueléticoOxidative stressRadicais livresSkeletal muscleA suplementação com aspartato e asparagina promove alterações estruturais nas mitocôndrias do músculo esquelético. Estas lesões podem ser explicadas pelo aumento da capacidade oxidativa no músculo, com aumento da atividade do ciclo do acido cítrico, e a remoção de acetil-CoA, aumentando a produção de NADH e FADH2 que transportam os elétrons para a cadeia respiratória. O aumento do transporte de elétrons para a cadeia respiratória propicia o aumento da formação dos radicais livres e o quadro de estresse oxidativo que estaria correlacionado com as lesões musculares observadas em animais suplementados. Para avaliarmos o estresse oxidativo medimos os TBARS e quimiluminêscencia, bem como a atividade das enzimas antioxidantes. A suplementação, embora tenha aumentado a formação dos radicais livres, não promoveu o estresse oxidativo pelo aumento da atividade das enzimas antioxidantes glutationa peroxidase e glutationa redutase. Portanto as lesões não foram causadas pelo estresse oxidativo, embora fique claro a alteração provocada pelos aminoácidos no sistema redox da célulaAspartate and asparagine supplementation causes morphological alterations in skeletal muscle mitochondria. Such lesions are related to increased oxidative capacity, enhanced activity through the Krebs cycle and of acetyl-CoA removal along with augmented electron transport reflects into increased free radical formation and consequently, oxidative stress, possibly related with the lesions observed in the supplemented animals muscle. We have presently measured TBARS and chemoluminescence, as well as the activity of antioxidant enzymes. Although amino-acid supplementation increased the appearance of free radicals, oxidative stress was prevented by the concomitant increase of the activity of glutathione peroxidase and glutathione reductase. Therefore the lesions cannot be attributed to oxidative stress, although it is clear that the supplemented amino-acids interfere the cell\'s redox systemBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPRosa, Luis Fernando Bicudo Pereira CostaSilva, Gabriela Chamusca Lopes da2003-02-27info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/39/39132/tde-12112024-112650/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2024-11-12T15:53:02Zoai:teses.usp.br:tde-12112024-112650Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212024-11-12T15:53:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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A suplementação com aspartato e asparagina promove alterações estruturais nas mitocôndrias do músculo esquelético. Estas lesões podem ser explicadas pelo aumento da capacidade oxidativa no músculo, com aumento da atividade do ciclo do acido cítrico, e a remoção de acetil-CoA, aumentando a produção de NADH e FADH2 que transportam os elétrons para a cadeia respiratória. O aumento do transporte de elétrons para a cadeia respiratória propicia o aumento da formação dos radicais livres e o quadro de estresse oxidativo que estaria correlacionado com as lesões musculares observadas em animais suplementados. Para avaliarmos o estresse oxidativo medimos os TBARS e quimiluminêscencia, bem como a atividade das enzimas antioxidantes. A suplementação, embora tenha aumentado a formação dos radicais livres, não promoveu o estresse oxidativo pelo aumento da atividade das enzimas antioxidantes glutationa peroxidase e glutationa redutase. Portanto as lesões não foram causadas pelo estresse oxidativo, embora fique claro a alteração provocada pelos aminoácidos no sistema redox da célula |
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