| Ano de defesa: | 2026 |
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| Autor(a) principal: | |
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| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertacoes da USP
Universidade de São Paulo Faculdade de Saúde Pública |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6138/tde-13052026-144107/ |
Resumo: | Introdução: A condição pós-COVID-19 é um importante desafio para saúde pública e pouco explorada em estudantes universitários, especialmente no contexto brasileiro. Objetivo: Analisar a frequência, os fatores associados e os padrões de agrupamento de sintomas persistentes relacionados à condição pós-COVID-19 em estudantes universitários do estudo BRAZUCA-COVID. Métodos: Foi realizado um estudo transversal online de março a dezembro de 2023 com 2.841 estudantes de quatro regiões brasileiras. Foram incluídos apenas os que responderam se tiveram ou não sintomas persistentes por mais de três meses após a infecção por COVID-19. Artigo 1: Modelos de regressão de Poisson com variância robusta foram usados para identificar os fatores associados à condição pós-COVID-19 e os resultados foram relatados como razões de prevalência (RP) e respectivos intervalos de confiança de 95% (IC95%). Artigo 2: Uma análise de agrupamento hierárquico com ligação média (average linkage) e medida de matching foi realizada para agrupar os estudantes segundo os nove sintomas persistentes por mais de três meses após a infecção por COVID-19. Artigo 3: Modelos de regressão de Poisson com variância robusta foram usados para identificar a associação entre condição pós-COVID-19 e consumo alimentar e os resultados foram relatados como razões de prevalência (RP) e respectivos intervalos de confiança de 95% (IC 95%). Resultados: Artigo 1: Um total de 1.660 participantes (70.4% de mulheres) foi analisado. A frequência da condição pós-COVID-19 entre os estudantes foi de 54% (IC95%: 51.6; 56.4). Fatores como gênero feminino (RP = 1.18, IC95%: 1.06; 1.32), cor preta ou parda (RP = 1.20, IC95%: 1.09; 1.32), situação ocupacional somente estudante (RP = 0.85, IC95%: 0.76; 0.94), receber benefício do governo (RP = 1.15, IC95%: 1.07; 1.31), condições crônicas preexistentes (RP = 1.12, IC95%: 1.02; 1.23), estresse elevado (RP = 1.70, IC95%: 1.35; 2.13) e internação por COVID-19 (RP = 1.34, IC95%: 1.08; 1.66) foram associados à condição pós-COVID-19. Artigo 2: Foram incluídos 895 participantes (70,4% mulheres), com sintomas persistentes. Foram identificados dois clusters com perfis distintos de sintomas persistentes: o grupo 1 (90.3%) com indivíduos com poucos sintomas, sendo os mais frequentes falta de memória, cansaço e dor de cabeça; e o grupo 2 (8.5%) com indivíduos com múltiplos sintomas em diferentes órgãos, sendo os mais frequentes cansaço, outros sintomas (como por exemplo, dor no peito), falta de memória, dores muscular e articular, tontura e dificuldade de respirar. Artigo 3: Entre 1.660 universitários, 53,9% (IC95%: 51,656,4) relataram condição pós-COVID-19. No modelo multivariado, mulheres cis (RP=1.28, IC95%: 1.15; 1.43), pessoas pretas ou pardas (RP=1.25, IC95%: 1.15; 1.37), com condições crônicas (RP=1.15, IC95%: 1.04; 1.26) e o consumo diário de lácteos (RP=0.78, IC95%: 0.65; 0.94) associaram-se à maior frequência da condição pós-COVID-19. Conclusões: Este estudo demonstra que a condição pós-COVID-19 é um problema vigente e heterogêneo entre estudantes universitários brasileiros, e que demanda reconhecimento e incorporação em estratégias de promoção da saúde e pesquisas futuras. |
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Condição pós-COVID-19 em estudantes universitários: estudo transversal BRAZUCA COVIDPost-COVID-19 condition in university students: BRAZUCA COVID cross-sectional studyGonçalves, Mônica RochaMarchioni, Dirce Maria LoboAnálise por ConglomeradosSíndrome de Pós-COVID-19 AgudaEstudante UniversitárioEstados Pós-COVIDDietaCOVID-19DietCollege StudentsLong COVIDPost-Acute COVID-19 SyndromeCluster AnalysisUniversity StudentsIntrodução: A condição pós-COVID-19 é um importante desafio para saúde pública e pouco explorada em estudantes universitários, especialmente no contexto brasileiro. Objetivo: Analisar a frequência, os fatores associados e os padrões de agrupamento de sintomas persistentes relacionados à condição pós-COVID-19 em estudantes universitários do estudo BRAZUCA-COVID. Métodos: Foi realizado um estudo transversal online de março a dezembro de 2023 com 2.841 estudantes de quatro regiões brasileiras. Foram incluídos apenas os que responderam se tiveram ou não sintomas persistentes por mais de três meses após a infecção por COVID-19. Artigo 1: Modelos de regressão de Poisson com variância robusta foram usados para identificar os fatores associados à condição pós-COVID-19 e os resultados foram relatados como razões de prevalência (RP) e respectivos intervalos de confiança de 95% (IC95%). Artigo 2: Uma análise de agrupamento hierárquico com ligação média (average linkage) e medida de matching foi realizada para agrupar os estudantes segundo os nove sintomas persistentes por mais de três meses após a infecção por COVID-19. Artigo 3: Modelos de regressão de Poisson com variância robusta foram usados para identificar a associação entre condição pós-COVID-19 e consumo alimentar e os resultados foram relatados como razões de prevalência (RP) e respectivos intervalos de confiança de 95% (IC 95%). Resultados: Artigo 1: Um total de 1.660 participantes (70.4% de mulheres) foi analisado. A frequência da condição pós-COVID-19 entre os estudantes foi de 54% (IC95%: 51.6; 56.4). Fatores como gênero feminino (RP = 1.18, IC95%: 1.06; 1.32), cor preta ou parda (RP = 1.20, IC95%: 1.09; 1.32), situação ocupacional somente estudante (RP = 0.85, IC95%: 0.76; 0.94), receber benefício do governo (RP = 1.15, IC95%: 1.07; 1.31), condições crônicas preexistentes (RP = 1.12, IC95%: 1.02; 1.23), estresse elevado (RP = 1.70, IC95%: 1.35; 2.13) e internação por COVID-19 (RP = 1.34, IC95%: 1.08; 1.66) foram associados à condição pós-COVID-19. Artigo 2: Foram incluídos 895 participantes (70,4% mulheres), com sintomas persistentes. Foram identificados dois clusters com perfis distintos de sintomas persistentes: o grupo 1 (90.3%) com indivíduos com poucos sintomas, sendo os mais frequentes falta de memória, cansaço e dor de cabeça; e o grupo 2 (8.5%) com indivíduos com múltiplos sintomas em diferentes órgãos, sendo os mais frequentes cansaço, outros sintomas (como por exemplo, dor no peito), falta de memória, dores muscular e articular, tontura e dificuldade de respirar. Artigo 3: Entre 1.660 universitários, 53,9% (IC95%: 51,656,4) relataram condição pós-COVID-19. No modelo multivariado, mulheres cis (RP=1.28, IC95%: 1.15; 1.43), pessoas pretas ou pardas (RP=1.25, IC95%: 1.15; 1.37), com condições crônicas (RP=1.15, IC95%: 1.04; 1.26) e o consumo diário de lácteos (RP=0.78, IC95%: 0.65; 0.94) associaram-se à maior frequência da condição pós-COVID-19. Conclusões: Este estudo demonstra que a condição pós-COVID-19 é um problema vigente e heterogêneo entre estudantes universitários brasileiros, e que demanda reconhecimento e incorporação em estratégias de promoção da saúde e pesquisas futuras.underexplored in university students, especially in the Brazilian context. Objective: To analyze the prevalence, associated factors, and clustering patterns of persistent symptoms related to post-COVID-19 condition in university students participating in the BRAZUCA-COVID study. Methods: An online cross-sectional study was conducted from March to December 2023 with 2,841 students from four Brazilian regions. Only those who answered whether or not they had persistent symptoms for more than three months after COVID-19 infection were included. Article 1: Poisson regression models with robust variance were used to identify factors associated with post-COVID-19 condition, and the results were reported as prevalence ratios (PR) and respective 95% confidence intervals (95%CI). Article 2: A hierarchical cluster analysis with average linkage and matching measure was performed to group students according to the nine persistent symptoms for more than three months after COVID-19 infection. Article 3: Poisson regression models with robust variance were used to identify the association between post-COVID-19 condition and food consumption, and the results were reported as prevalence ratios (PR) and respective 95% confidence intervals (95% CI). Results: Article 1: A total of 1,660 participants (70.4% women) were analyzed. The prevalence of post-COVID-19 condition among students was 54% (95%CI: 51.6; 56.4). Factors such as female gender (PR = 1.18, 95%CI: 1.06; 1.32), black or brown skin color (PR = 1.20, 95%CI: 1.09; 1.32), student occupational status (PR = 0.85, 95%CI: 0.76; 0.94), receiving government benefits (PR = 1.15, 95%CI: 1.07; 1.31), pre-existing chronic conditions (PR = 1.12, 95%CI: 1.02; 1.23), high stress (PR = 1.70, 95%CI: 1.35; 2.13), and hospitalization for COVID-19 (PR = 1.34, 95%CI: 1.08; 1.66) were associated with post-COVID-19 condition. Article 2: 895 participants (70.4% women) with persistent symptoms were included. Two clusters with distinct profiles of persistent symptoms were identified. Group 1 (90.3%) with individuals with few symptoms, the most frequent being memory loss, fatigue, and headache. Group 2 (8.5%) with individuals with multiple symptoms in different organs, the most frequent being fatigue, other symptoms (such as chest pain), memory loss, muscle and joint pain, dizziness, and difficulty breathing. Article 3: Among 1,660 university students, 53.9% (95% CI: 51.656.4) reported a post-COVID-19 condition. In the multivariate model, cisgender women (OR=1.28, 95% CI: 1.15; 1.43), Black or Brown individuals (OR=1.25, 95% CI: 1.15; 1.37), those with chronic conditions (OR=1.15, 95% CI: 1.04; 1.26) and daily dairy consumption (OR=0.78, 95% CI: 0.65; 0.94) were associated with a higher frequency of post-COVID-19 condition. Conclusions: This study demonstrates that post-COVID-19 condition is a current and heterogeneous problem among Brazilian university students, and that it demands recognition and incorporation into health promotion strategies and future research.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertacoes da USPUniversidade de São PauloFaculdade de Saúde Pública2026-05-132026-05-13T17:50:02Z2026-01-23info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6138/tde-13052026-144107/10.11606/T.6.2026.tde-13052026-144107tde-13052026-144107Liberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPDoutoradodoctoralUniversidade de São PauloBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-05-13T17:50:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)falseoai:teses.usp.br:tde-13052026-144107 |
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Introdução: A condição pós-COVID-19 é um importante desafio para saúde pública e pouco explorada em estudantes universitários, especialmente no contexto brasileiro. Objetivo: Analisar a frequência, os fatores associados e os padrões de agrupamento de sintomas persistentes relacionados à condição pós-COVID-19 em estudantes universitários do estudo BRAZUCA-COVID. Métodos: Foi realizado um estudo transversal online de março a dezembro de 2023 com 2.841 estudantes de quatro regiões brasileiras. Foram incluídos apenas os que responderam se tiveram ou não sintomas persistentes por mais de três meses após a infecção por COVID-19. Artigo 1: Modelos de regressão de Poisson com variância robusta foram usados para identificar os fatores associados à condição pós-COVID-19 e os resultados foram relatados como razões de prevalência (RP) e respectivos intervalos de confiança de 95% (IC95%). Artigo 2: Uma análise de agrupamento hierárquico com ligação média (average linkage) e medida de matching foi realizada para agrupar os estudantes segundo os nove sintomas persistentes por mais de três meses após a infecção por COVID-19. Artigo 3: Modelos de regressão de Poisson com variância robusta foram usados para identificar a associação entre condição pós-COVID-19 e consumo alimentar e os resultados foram relatados como razões de prevalência (RP) e respectivos intervalos de confiança de 95% (IC 95%). Resultados: Artigo 1: Um total de 1.660 participantes (70.4% de mulheres) foi analisado. A frequência da condição pós-COVID-19 entre os estudantes foi de 54% (IC95%: 51.6; 56.4). Fatores como gênero feminino (RP = 1.18, IC95%: 1.06; 1.32), cor preta ou parda (RP = 1.20, IC95%: 1.09; 1.32), situação ocupacional somente estudante (RP = 0.85, IC95%: 0.76; 0.94), receber benefício do governo (RP = 1.15, IC95%: 1.07; 1.31), condições crônicas preexistentes (RP = 1.12, IC95%: 1.02; 1.23), estresse elevado (RP = 1.70, IC95%: 1.35; 2.13) e internação por COVID-19 (RP = 1.34, IC95%: 1.08; 1.66) foram associados à condição pós-COVID-19. Artigo 2: Foram incluídos 895 participantes (70,4% mulheres), com sintomas persistentes. Foram identificados dois clusters com perfis distintos de sintomas persistentes: o grupo 1 (90.3%) com indivíduos com poucos sintomas, sendo os mais frequentes falta de memória, cansaço e dor de cabeça; e o grupo 2 (8.5%) com indivíduos com múltiplos sintomas em diferentes órgãos, sendo os mais frequentes cansaço, outros sintomas (como por exemplo, dor no peito), falta de memória, dores muscular e articular, tontura e dificuldade de respirar. Artigo 3: Entre 1.660 universitários, 53,9% (IC95%: 51,656,4) relataram condição pós-COVID-19. No modelo multivariado, mulheres cis (RP=1.28, IC95%: 1.15; 1.43), pessoas pretas ou pardas (RP=1.25, IC95%: 1.15; 1.37), com condições crônicas (RP=1.15, IC95%: 1.04; 1.26) e o consumo diário de lácteos (RP=0.78, IC95%: 0.65; 0.94) associaram-se à maior frequência da condição pós-COVID-19. Conclusões: Este estudo demonstra que a condição pós-COVID-19 é um problema vigente e heterogêneo entre estudantes universitários brasileiros, e que demanda reconhecimento e incorporação em estratégias de promoção da saúde e pesquisas futuras. |
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