Práticas alimentares nos dois primeiros anos entre crianças acompanhadas na Atenção Primária à Saúde no Brasil: tendências temporais e associações longitudinais com o estado nutricional na infância
| Ano de defesa: | 2024 |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6138/tde-13022025-115930/ |
Resumo: | Introdução: Práticas alimentares no início da vida influenciam o crescimento infantil, especialmente em contextos de vulnerabilidade socioeconômica. Dados de consumo alimentar e antropometria coletados na Atenção Primária à Saúde (APS) do Sistema Único de Saúde (SUS) podem subsidiar a identificação de prioridades para acompanhamento e promoção da saúde. Objetivo: Investigar tendências temporais de indicadores de práticas alimentares até 2 anos e associações longitudinais destas práticas com trajetórias de crescimento até 5 anos entre crianças acompanhadas na APS no Brasil entre 2015 e 2019. Métodos: Utilizaram-se microdados de marcadores do consumo alimentar até 2 anos e antropometria até 5 anos disponíveis no Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (2015-2019). Foram realizadas análises de séries temporais a partir das prevalências de 10 indicadores de amamentação e alimentação complementar, estratificadas por sexo e contexto local de nurturing care (NC, contraste entre quintos inferior e superior do Índice Município Amigo da Primeira Infância, IMAPI). Calcularam-se taxas de incremento anual (TIA) com modelos de regressão de Prais-Winsten. Em análises longitudinais com medidas individuais repetidas de escores-z de índice de massa corporal para idade (IMC/I) e altura para idade (A/I), estimaram-se trajetórias médias de crescimento até 5 anos segundo exposição à amamentação exclusiva (0-3 e 3-6 meses) e à alimentação complementar no segundo ano (amamentação continuada; alimentos ultraprocessados, AUP; zero consumo de frutas, legumes e verduras - zero FLV), com modelos de regressão linear de efeitos mistos com splines cúbicas restritas. Os achados foram organizados em três manuscritos. Resultados: No primeiro artigo, entre 1.055.907 crianças (49,2% meninas; idade [DP]: 9,6 [7,1] meses), foram observadas tendências nacionais (TIA%; prevalência em 2019) crescentes para aleitamento materno misto (+2,42%; 19,2%) e frequência mínima de refeições (+2,56%; 61,1%), e decrescentes para consumo de bebidas adoçadas (-5,92%; 31,9%) e alimentos não saudáveis (-4,69%; 16,1%) de 2015 a 2019. Indicadores de amamentação continuada, introdução alimentar, diversidade alimentar mínima, consumo de carne/ovos e zero FLV melhoraram nos maiores quintos de IMAPI. No segundo artigo, entre 521.025 crianças (49,2% meninas; idade: 2,7 [1,7] meses), maiores IMC/I e A/I até 6 meses associaram-se à amamentação exclusiva. A interrupção precoce (0-3 meses) associou-se a maiores trajetórias de IMC/I entre 9-36 meses, com maior média aos 5 anos (0,62 z, IC95% 0,49; 0,74 vs. interrupção entre 3-6 meses: 0,36 z, IC95% 0,29; 0,44). No terceiro artigo, incluíram-se 290.865 crianças (49,3% meninas; idade 16,3 [3,5] meses). Crianças não amamentadas exibiram maiores IMC/I (+ 0,15 z) e A/I (+ 0,20 z) no seguimento. IMC/I associou-se positivamente ao consumo de AUP (18 meses: 0,64 z, IC95% 0,63; 0,66), enquanto A/I associou-se negativamente a AUP (36 meses: -0.01 z, IC95% -0.04; 0.01) e zero FLV (48 meses: -0,14 z, IC95% -0,22; -0,07). Conclusões: Apesar de melhorias, indicadores de práticas alimentares infantis permaneceram aquém das metas globais, e ambientes favoráveis de NC beneficiaram sua evolução. A interrupção precoce da amamentação exclusiva e alimentação complementar inadequada associaram-se a maiores trajetórias de IMC/I, com prejuízo a A/I. Intervenções locais que promovam práticas alimentares saudáveis desde o início da vida podem otimizar o crescimento infantil. |
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Práticas alimentares nos dois primeiros anos entre crianças acompanhadas na Atenção Primária à Saúde no Brasil: tendências temporais e associações longitudinais com o estado nutricional na infânciaFeeding practices in the first two years of life among children monitored in Primary Health Care in Brazil: temporal trends and longitudinal associations with nutritional status in childhoodAlimentação ComplementarAmamentaçãoAnálises LongitudinaisAtenção Primária à SaúdeBreastfeedingChild GrowthComplementary FeedingCrescimento InfantilFood and Nutrition SurveillanceLongitudinal AnalysesPrimary Health CareVigilância Alimentar e NutricionalIntrodução: Práticas alimentares no início da vida influenciam o crescimento infantil, especialmente em contextos de vulnerabilidade socioeconômica. Dados de consumo alimentar e antropometria coletados na Atenção Primária à Saúde (APS) do Sistema Único de Saúde (SUS) podem subsidiar a identificação de prioridades para acompanhamento e promoção da saúde. Objetivo: Investigar tendências temporais de indicadores de práticas alimentares até 2 anos e associações longitudinais destas práticas com trajetórias de crescimento até 5 anos entre crianças acompanhadas na APS no Brasil entre 2015 e 2019. Métodos: Utilizaram-se microdados de marcadores do consumo alimentar até 2 anos e antropometria até 5 anos disponíveis no Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (2015-2019). Foram realizadas análises de séries temporais a partir das prevalências de 10 indicadores de amamentação e alimentação complementar, estratificadas por sexo e contexto local de nurturing care (NC, contraste entre quintos inferior e superior do Índice Município Amigo da Primeira Infância, IMAPI). Calcularam-se taxas de incremento anual (TIA) com modelos de regressão de Prais-Winsten. Em análises longitudinais com medidas individuais repetidas de escores-z de índice de massa corporal para idade (IMC/I) e altura para idade (A/I), estimaram-se trajetórias médias de crescimento até 5 anos segundo exposição à amamentação exclusiva (0-3 e 3-6 meses) e à alimentação complementar no segundo ano (amamentação continuada; alimentos ultraprocessados, AUP; zero consumo de frutas, legumes e verduras - zero FLV), com modelos de regressão linear de efeitos mistos com splines cúbicas restritas. Os achados foram organizados em três manuscritos. Resultados: No primeiro artigo, entre 1.055.907 crianças (49,2% meninas; idade [DP]: 9,6 [7,1] meses), foram observadas tendências nacionais (TIA%; prevalência em 2019) crescentes para aleitamento materno misto (+2,42%; 19,2%) e frequência mínima de refeições (+2,56%; 61,1%), e decrescentes para consumo de bebidas adoçadas (-5,92%; 31,9%) e alimentos não saudáveis (-4,69%; 16,1%) de 2015 a 2019. Indicadores de amamentação continuada, introdução alimentar, diversidade alimentar mínima, consumo de carne/ovos e zero FLV melhoraram nos maiores quintos de IMAPI. No segundo artigo, entre 521.025 crianças (49,2% meninas; idade: 2,7 [1,7] meses), maiores IMC/I e A/I até 6 meses associaram-se à amamentação exclusiva. A interrupção precoce (0-3 meses) associou-se a maiores trajetórias de IMC/I entre 9-36 meses, com maior média aos 5 anos (0,62 z, IC95% 0,49; 0,74 vs. interrupção entre 3-6 meses: 0,36 z, IC95% 0,29; 0,44). No terceiro artigo, incluíram-se 290.865 crianças (49,3% meninas; idade 16,3 [3,5] meses). Crianças não amamentadas exibiram maiores IMC/I (+ 0,15 z) e A/I (+ 0,20 z) no seguimento. IMC/I associou-se positivamente ao consumo de AUP (18 meses: 0,64 z, IC95% 0,63; 0,66), enquanto A/I associou-se negativamente a AUP (36 meses: -0.01 z, IC95% -0.04; 0.01) e zero FLV (48 meses: -0,14 z, IC95% -0,22; -0,07). Conclusões: Apesar de melhorias, indicadores de práticas alimentares infantis permaneceram aquém das metas globais, e ambientes favoráveis de NC beneficiaram sua evolução. A interrupção precoce da amamentação exclusiva e alimentação complementar inadequada associaram-se a maiores trajetórias de IMC/I, com prejuízo a A/I. Intervenções locais que promovam práticas alimentares saudáveis desde o início da vida podem otimizar o crescimento infantil.Introduction: Infant feeding practices influence child growth, especially in contexts of socioeconomic vulnerability. In Brazil, food intake and anthropometric data collected in Primary Health Care (PHC) of the Unified Health System (SUS) can support the identification of priorities for monitoring and health promotion. Objective: To investigate temporal trends in indicators of feeding practices up to 2 years of age, and longitudinal associations of these practices with growth trajectories up to 5 years of age, among children monitored in PHC in Brazil between 2015 and 2019. Methods: Data on food intake markers up to 2 years of age and anthropometry up to 5 years of age, available in the Food and Nutrition Surveillance System (2015-2019), were used. Time series analyses were performed based on the prevalence of 10 indicators of breastfeeding and complementary feeding, stratified by sex and the local context of nurturing care (NC, contrast between the lower and upper fifths of the Early Childhood Friendly Municipal Index, IMAPI). Annual percentage change (APC) was calculated with Prais-Winsten regression models. In longitudinal analyses with individual repeated measurements of body mass index-for-age (BAZ) and height-for-age (HAZ) z-scores, mean growth trajectories up to 5 years were estimated according to exposure to exclusive breastfeeding (0-3 and 3-6 months) and complementary feeding in the second year of life (continued breastfeeding; ultra-processed foods, UPF; zero vegetable or fruit consumption, ZVF), with mixed-effects linear regression models with restricted cubic splines. Results were reported in three manuscripts. Results: In the first paper, among 1,055,907 children (49.2% girls; age [SD]: 9.6 [7.1] months), increasing national trends (APC%; prevalence in 2019) were observed from 2015 to 2019 for mixed milk feeding (+2.42%; 19.2%) and minimum meal frequency (+2.56%; 61.1%), and decreasing trends for the consumption of sweet beverages (-5.92%; 31.9%) and unhealthy foods (-4.69%; 16.1%). Indicators of continued breastfeeding, food introduction, minimum dietary diversity, egg and/or flesh food consumption, and ZVF improved in the highest IMAPI quintiles. In the second manuscript, among 521,025 children (49.2% girls; age: 2.7 [1.7] months), higher BAZ and HAZ up to 6 months were associated with exclusive breastfeeding. Early EBF interruption (0-3 months) was associated with higher BAZ trajectories between 9-36 months, with a higher mean BAZ at 5 years (0.62 z, 95%CI 0.49; 0.74 vs. EBF interruption at 3-6 months: 0.36 z, 95%CI 0.29; 0.44). The third paper included 290,865 children (49.3% girls; age 16.3 [3.5] months). Non-breastfed children had higher BAZ (+ 0.15 z) and HAZ (+ 0.20 z) during follow-up. BAZ was positively associated with UPF consumption (18 months: 0.64 z, 95%CI 0.63; 0.66), whereas HAZ was negatively associated with UPF (36 months: -0.01 z, 95%CI -0.04; 0.01) and ZVF (48 months: -0.14 z, 95%CI -0.22; -0.07). Conclusions: Despite improvements, indicators of infant feeding practices remained below global targets, and a favorable environment for NC favored time trends. Early interruption of exclusive breastfeeding and inadequate complementary feeding practices were associated with higher BAZ trajectories, to the detriment of HAZ. Local interventions that promote healthy feeding practices from early in life can optimize child growth.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPLourenço, Bárbara HatzlhofferSalviano, Andressa Freire2024-12-11info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6138/tde-13022025-115930/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-02-13T14:04:02Zoai:teses.usp.br:tde-13022025-115930Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-02-13T14:04:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Introdução: Práticas alimentares no início da vida influenciam o crescimento infantil, especialmente em contextos de vulnerabilidade socioeconômica. Dados de consumo alimentar e antropometria coletados na Atenção Primária à Saúde (APS) do Sistema Único de Saúde (SUS) podem subsidiar a identificação de prioridades para acompanhamento e promoção da saúde. Objetivo: Investigar tendências temporais de indicadores de práticas alimentares até 2 anos e associações longitudinais destas práticas com trajetórias de crescimento até 5 anos entre crianças acompanhadas na APS no Brasil entre 2015 e 2019. Métodos: Utilizaram-se microdados de marcadores do consumo alimentar até 2 anos e antropometria até 5 anos disponíveis no Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (2015-2019). Foram realizadas análises de séries temporais a partir das prevalências de 10 indicadores de amamentação e alimentação complementar, estratificadas por sexo e contexto local de nurturing care (NC, contraste entre quintos inferior e superior do Índice Município Amigo da Primeira Infância, IMAPI). Calcularam-se taxas de incremento anual (TIA) com modelos de regressão de Prais-Winsten. Em análises longitudinais com medidas individuais repetidas de escores-z de índice de massa corporal para idade (IMC/I) e altura para idade (A/I), estimaram-se trajetórias médias de crescimento até 5 anos segundo exposição à amamentação exclusiva (0-3 e 3-6 meses) e à alimentação complementar no segundo ano (amamentação continuada; alimentos ultraprocessados, AUP; zero consumo de frutas, legumes e verduras - zero FLV), com modelos de regressão linear de efeitos mistos com splines cúbicas restritas. Os achados foram organizados em três manuscritos. Resultados: No primeiro artigo, entre 1.055.907 crianças (49,2% meninas; idade [DP]: 9,6 [7,1] meses), foram observadas tendências nacionais (TIA%; prevalência em 2019) crescentes para aleitamento materno misto (+2,42%; 19,2%) e frequência mínima de refeições (+2,56%; 61,1%), e decrescentes para consumo de bebidas adoçadas (-5,92%; 31,9%) e alimentos não saudáveis (-4,69%; 16,1%) de 2015 a 2019. Indicadores de amamentação continuada, introdução alimentar, diversidade alimentar mínima, consumo de carne/ovos e zero FLV melhoraram nos maiores quintos de IMAPI. No segundo artigo, entre 521.025 crianças (49,2% meninas; idade: 2,7 [1,7] meses), maiores IMC/I e A/I até 6 meses associaram-se à amamentação exclusiva. A interrupção precoce (0-3 meses) associou-se a maiores trajetórias de IMC/I entre 9-36 meses, com maior média aos 5 anos (0,62 z, IC95% 0,49; 0,74 vs. interrupção entre 3-6 meses: 0,36 z, IC95% 0,29; 0,44). No terceiro artigo, incluíram-se 290.865 crianças (49,3% meninas; idade 16,3 [3,5] meses). Crianças não amamentadas exibiram maiores IMC/I (+ 0,15 z) e A/I (+ 0,20 z) no seguimento. IMC/I associou-se positivamente ao consumo de AUP (18 meses: 0,64 z, IC95% 0,63; 0,66), enquanto A/I associou-se negativamente a AUP (36 meses: -0.01 z, IC95% -0.04; 0.01) e zero FLV (48 meses: -0,14 z, IC95% -0,22; -0,07). Conclusões: Apesar de melhorias, indicadores de práticas alimentares infantis permaneceram aquém das metas globais, e ambientes favoráveis de NC beneficiaram sua evolução. A interrupção precoce da amamentação exclusiva e alimentação complementar inadequada associaram-se a maiores trajetórias de IMC/I, com prejuízo a A/I. Intervenções locais que promovam práticas alimentares saudáveis desde o início da vida podem otimizar o crescimento infantil. |
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