Dor lombar, dor pélvica gestacional, incontinência urinária e fatores associados em gestantes diabéticas do tipo 1 no segundo trimestre

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Batista, Patricia Andrade
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5139/tde-23062022-103929/
Resumo: Objetivo: Analisar a frequência de dor lombar e pélvica relacionadas a gestação e de incontinência urinária em gestantes com diabetes do tipo 1 no segundo trimestre da gestação. Verificar a associação destas queixas ao nível de ansiedade, frequência de disfunção sexual e impacto na qualidade de vida, apurando a presença de fatores preditores. Método: Estudo observacional, transversal que avaliou 36 gestantes com diabetes mellitus tipo I no segundo trimestre da gestação, com idade gestacional entre 20 e 24 semanas e gestação de feto único. Os fatores de exclusão deste estudo foram alterações ortopédicas relevantes, tais como escoliose e encurtamento de membros inferiores, antecedentes neurológicos que causem déficit cognitivo ou motor de membros inferiores e desistência motivada ou imotivada de participar do protocolo de pesquisa após assinatura de termo de consentimento. As variáveis avaliadas foram: escore de dor, escore de incontinência urinária, escore de função sexual e o escore de ansiedade prévia e durante a gestação. Após avaliação inicial, as pacientes (grupo gestantes com DM1 - GGDM1) foram subdivididas em quatro grupos: presença de dor (GD) ou ausência de dor (GSD), e presença de incontinência (GIU) ou ausência de incontinência urinária (GSIU). Resultados: A frequência de dor de lombar e dor pélvica posterior foi de 55,6% e 30,6%, respectivamente, e de incontinência urinária foi de 41,7% no grupo estudado. A presença de ansiedade, apesar de apresentar intensidade moderada nessa população, não se associou com maior prevalência de dor ou de incontinência urinária. Já a incidência observada de disfunções sexuais foi de 86,1%, sendo maior no subgrupo que apresentou dor; não houve associação entre esse sintoma e a presença de incontinência urinária. Em relação ao desfecho dor, o tempo de doença apresentou média de 14,9 anos (± 8,2 DP) no GD e 9,0 anos (± 6,9 DP) no GSD, mostrando-se estatisticamente significativo (p0,050). Na análise de regressão binária múltipla para a ocorrência de dor, em modelo ajustado pelo IMC, o fator independente foi o tempo de doença 17 anos (OR=11,2; IC95%=1,02-124,75). Na análise das probabilidades de ocorrência do evento dor, a associação entre tempo de doença 17 anos e sobrepeso apresentaram probabilidade de 95% para a população estudada. Já em relação ao desfecho incontinência urinária, houve relação positiva entre a presença de incontinência urinária e multiparidade (p=0,001), idade materna (p=0,015) e IMC (p=0,017). Na análise de regressão logística binária múltipla, corrigido pelo IMC, multiparidade foi fator independente para o desfecho (OR=12,28 - IC95%=1,90-79,27). Na análise da probabilidade de o evento ocorrer, observou-se que multíparas com sobrepeso e idade materna acima de 40 anos apresentaram probabilidade de 98% de ter incontinência urinária. Conclusão: Houve alta frequência de dor lombar e pélvica relacionadas a gestação e de incontinência urinária em gestantes diabéticas do tipo 1 no segundo trimestre gestacional. Foi também demonstrado que tempo de doença aumenta a chance de manifestação de dor e que multiparidade e idade materna estão associadas à maior probabilidade de desenvolvimento de incontinência urinária. Esse conhecimento pode contribuir para uma atuação mais efetiva do acompanhamento fisioterapêutico destas gestantes, favorecendo redução das queixas e melhor qualidade de vida durante a gestação
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Método: Estudo observacional, transversal que avaliou 36 gestantes com diabetes mellitus tipo I no segundo trimestre da gestação, com idade gestacional entre 20 e 24 semanas e gestação de feto único. Os fatores de exclusão deste estudo foram alterações ortopédicas relevantes, tais como escoliose e encurtamento de membros inferiores, antecedentes neurológicos que causem déficit cognitivo ou motor de membros inferiores e desistência motivada ou imotivada de participar do protocolo de pesquisa após assinatura de termo de consentimento. As variáveis avaliadas foram: escore de dor, escore de incontinência urinária, escore de função sexual e o escore de ansiedade prévia e durante a gestação. Após avaliação inicial, as pacientes (grupo gestantes com DM1 - GGDM1) foram subdivididas em quatro grupos: presença de dor (GD) ou ausência de dor (GSD), e presença de incontinência (GIU) ou ausência de incontinência urinária (GSIU). Resultados: A frequência de dor de lombar e dor pélvica posterior foi de 55,6% e 30,6%, respectivamente, e de incontinência urinária foi de 41,7% no grupo estudado. A presença de ansiedade, apesar de apresentar intensidade moderada nessa população, não se associou com maior prevalência de dor ou de incontinência urinária. Já a incidência observada de disfunções sexuais foi de 86,1%, sendo maior no subgrupo que apresentou dor; não houve associação entre esse sintoma e a presença de incontinência urinária. Em relação ao desfecho dor, o tempo de doença apresentou média de 14,9 anos (± 8,2 DP) no GD e 9,0 anos (± 6,9 DP) no GSD, mostrando-se estatisticamente significativo (p0,050). Na análise de regressão binária múltipla para a ocorrência de dor, em modelo ajustado pelo IMC, o fator independente foi o tempo de doença 17 anos (OR=11,2; IC95%=1,02-124,75). Na análise das probabilidades de ocorrência do evento dor, a associação entre tempo de doença 17 anos e sobrepeso apresentaram probabilidade de 95% para a população estudada. Já em relação ao desfecho incontinência urinária, houve relação positiva entre a presença de incontinência urinária e multiparidade (p=0,001), idade materna (p=0,015) e IMC (p=0,017). Na análise de regressão logística binária múltipla, corrigido pelo IMC, multiparidade foi fator independente para o desfecho (OR=12,28 - IC95%=1,90-79,27). Na análise da probabilidade de o evento ocorrer, observou-se que multíparas com sobrepeso e idade materna acima de 40 anos apresentaram probabilidade de 98% de ter incontinência urinária. Conclusão: Houve alta frequência de dor lombar e pélvica relacionadas a gestação e de incontinência urinária em gestantes diabéticas do tipo 1 no segundo trimestre gestacional. Foi também demonstrado que tempo de doença aumenta a chance de manifestação de dor e que multiparidade e idade materna estão associadas à maior probabilidade de desenvolvimento de incontinência urinária. Esse conhecimento pode contribuir para uma atuação mais efetiva do acompanhamento fisioterapêutico destas gestantes, favorecendo redução das queixas e melhor qualidade de vida durante a gestaçãoObjective: To analyze the frequency of gestational low back pain, gestational pelvic pain, and urinary incontinence in pregnant women with type 1 diabetes in the second trimester of pregnancy. To verify their associations with anxiety, frequency of sexual dysfunction, and their impact on quality of life besides determining their predictors. Method: An observational cross-sectional study in which we evaluated 36 pregnant women with diabetes mellitus type 1 (DM1) in the second trimester of pregnancy with a gestational age between 20 and 24 weeks and a single-fetus pregnancy. The exclusion criteria were relevant orthopedic alterations such as scoliosis and shortening of the lower limbs, neurological antecedents which cause cognitive or lower limb motor deficit, and motivated or unmotivated withdrawal from participating in this research after signing the consent form. The variables evaluated included pain score, urinary incontinence score, sexual function score, and anxiety scores prior to and during pregnancy. After an initial evaluation, the patients (pregnant group with DM1 - GGDM1), which was divided into four subgroups: a group with pain (GD) or without pain (GSD), a group with urinary incontinence (GIU) or without urinary incontinence (GSIU). Results: The frequencies of low back pain and posterior pelvic pain were 55.6% and 30.6%, respectively, and the frequency of urinary incontinence was 41.7% in the study group. The presence of anxiety, despite the fact we found a moderate level in this population, it was not associated with a higher prevalence of pain nor with the presence of urinary incontinence. The incidence of sexual dysfunction was 86.1% and it was higher in the GD; there was no association with the presence of urinary incontinence. Regarding the pain outcome, DM1 duration presented a mean of 14.9 years (± 8.2 SD) in the GD group and 9.0 years (± 6.9 SD) in the GSD group proving to be statistically significant (p0.050). In the multiple binary regression analysis for the occurrence of pain, using a model adjusted by BMI, the independent factor was DM1 duration 17 years (OR=11.2; 95%CI=1.02-124.75). In the analysis of the probabilities of pain to occur, the association between DM1 duration 17 years and overweight presented a probability of 95% for the population studied. Regarding the urinary incontinence outcome, there was a positive relationship between its presence and multiparity (p=0.001), maternal age (p=0.015), and BMI (p=0.017). In the multiple binary logistic regression analysis corrected for BMI, multiparity was an independent factor for the outcome (OR=12.28 - 95%CI=1.90-79.27). In the analysis of the probability of an event to occur, it was observed that overweight multiparous women with maternal age over 40 years have a 98% probability of having urinary incontinence. Conclusion: There was a high frequency of low back and pelvic pain pregnancy related, and urinary incontinence in type 1 pregnant diabetic women in the second gestational trimester. We also found that the longer patients had DM1 the higher were the chances of having pain and that multiparity and maternal age are associated with a higher probability of developing urinary incontinence. These findings may contribute for a more effective performance of the physiotherapeutic follow-up of these pregnant women, favoring the reduction of complaints and a better quality of life during the gestational periodBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPCabar, Fábio RobertoBatista, Patricia Andrade2022-03-16info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5139/tde-23062022-103929/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2022-06-23T13:59:06Zoai:teses.usp.br:tde-23062022-103929Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212022-06-23T13:59:06Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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