Ecologia isotópica como metodologia para análise de cadeias tróficas dulciaquícolas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Santos, William Meurer dos
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/91/91131/tde-04112025-130055/
Resumo: Este trabalho visou analisar algumas cadeias tróficas de ambientes de água doce do Sudeste do Brasil usando assinaturas de isótopos estáveis. Para tanto, elementos de todos os níveis tróficos possíveis foram coletados na área externa do Laboratório de Zoologia de Vertebrados (ESALQ/USP) e no Parque Estadual da Serra do Mar Núcleo Santa Virgínia (PESM). Estas coletas foram submetidas à técnica analítica de isótopos estáveis, desde produtores, como plantas das margens de ambientes aquáticos, fitoplâncton e perifíton, até predadores e onívoros de níveis; superiores, como insetos aquáticos e girinos. Foi descoberto que dentro do LZV, um ambiente lêntico, a fonte primária é o fitoplâncton, e o girino de Scinax fuscovarius, foi confirmado como filtrador. Dentro do PESM, nos ambientes lóticos amostrados, foram identificados dois grupos ecológicos animais: um de animais detritívoros e herbívoros e outro de predadores. O girino Rhinella sp. se encaixou dentro do grupo de predadores, sobre o que teoriza-se que ele se alimenta de imaturos menores e de microinvertebrados. A base trófica deste sistema não pôde ser identificada, mas teoriza-se que algas filamentosas ou mesmo carbono orgânico dissolvido preencham este papel.
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