Ecologia isotópica como metodologia para análise de cadeias tróficas dulciaquícolas
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/91/91131/tde-04112025-130055/ |
Resumo: | Este trabalho visou analisar algumas cadeias tróficas de ambientes de água doce do Sudeste do Brasil usando assinaturas de isótopos estáveis. Para tanto, elementos de todos os níveis tróficos possíveis foram coletados na área externa do Laboratório de Zoologia de Vertebrados (ESALQ/USP) e no Parque Estadual da Serra do Mar Núcleo Santa Virgínia (PESM). Estas coletas foram submetidas à técnica analítica de isótopos estáveis, desde produtores, como plantas das margens de ambientes aquáticos, fitoplâncton e perifíton, até predadores e onívoros de níveis; superiores, como insetos aquáticos e girinos. Foi descoberto que dentro do LZV, um ambiente lêntico, a fonte primária é o fitoplâncton, e o girino de Scinax fuscovarius, foi confirmado como filtrador. Dentro do PESM, nos ambientes lóticos amostrados, foram identificados dois grupos ecológicos animais: um de animais detritívoros e herbívoros e outro de predadores. O girino Rhinella sp. se encaixou dentro do grupo de predadores, sobre o que teoriza-se que ele se alimenta de imaturos menores e de microinvertebrados. A base trófica deste sistema não pôde ser identificada, mas teoriza-se que algas filamentosas ou mesmo carbono orgânico dissolvido preencham este papel. |
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Ecologia isotópica como metodologia para análise de cadeias tróficas dulciaquícolasIsotopic ecology as a method for analysis of freshwater trophic chainsAmphibiaAmphibiaAnuraAnuraAquatic insectsEcologia isotópicaEcologia tróficaGirinosInsetos aquáticosIsotopic ecologyTadpolesTrophic ecologyEste trabalho visou analisar algumas cadeias tróficas de ambientes de água doce do Sudeste do Brasil usando assinaturas de isótopos estáveis. Para tanto, elementos de todos os níveis tróficos possíveis foram coletados na área externa do Laboratório de Zoologia de Vertebrados (ESALQ/USP) e no Parque Estadual da Serra do Mar Núcleo Santa Virgínia (PESM). Estas coletas foram submetidas à técnica analítica de isótopos estáveis, desde produtores, como plantas das margens de ambientes aquáticos, fitoplâncton e perifíton, até predadores e onívoros de níveis; superiores, como insetos aquáticos e girinos. Foi descoberto que dentro do LZV, um ambiente lêntico, a fonte primária é o fitoplâncton, e o girino de Scinax fuscovarius, foi confirmado como filtrador. Dentro do PESM, nos ambientes lóticos amostrados, foram identificados dois grupos ecológicos animais: um de animais detritívoros e herbívoros e outro de predadores. O girino Rhinella sp. se encaixou dentro do grupo de predadores, sobre o que teoriza-se que ele se alimenta de imaturos menores e de microinvertebrados. A base trófica deste sistema não pôde ser identificada, mas teoriza-se que algas filamentosas ou mesmo carbono orgânico dissolvido preencham este papel.This work aimed to analyze a few trophic chains in freshwater systems in Southeast Brazil using stable isotopes techniques. To do so, elements from every trophic level possible were sampled inside the Vertebrate Zoology Laboratory (ESALQ/USP) as well as inside the State Park of Serra do Mar (SPSM). The samples underwent the stable isotopes analytic technique, from producers such as marginal vegetation, phytoplankton and also periphyton, up to predators and omnivores from higher levels such as aquatic insects and tadpoles. It was discovered that inside the VZL, a lentic environment, the primary food source is the phytoplankton, and the tadpole species Scinax cf. fuscovarius was confirmed as a filter-feeder. Inside the SPSM, in the lotic environments that were sampled, two ecologic groups of animals were identified: one of detritivorous and herbivorous animals and another of predators. The tadpole Rhinella sp. fit inside the group here called predators, about which is theorized that it feeds on smaller larvae and/or microinvertebrates. The trophic base couldn\'t be identified, but it is theorized that filamentous algae or even dissolved organic carbon could fill in this gap.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPBertoluci, Jaime AparecidoSantos, William Meurer dos2025-08-07info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/91/91131/tde-04112025-130055/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-11-05T18:49:02Zoai:teses.usp.br:tde-04112025-130055Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-11-05T18:49:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Este trabalho visou analisar algumas cadeias tróficas de ambientes de água doce do Sudeste do Brasil usando assinaturas de isótopos estáveis. Para tanto, elementos de todos os níveis tróficos possíveis foram coletados na área externa do Laboratório de Zoologia de Vertebrados (ESALQ/USP) e no Parque Estadual da Serra do Mar Núcleo Santa Virgínia (PESM). Estas coletas foram submetidas à técnica analítica de isótopos estáveis, desde produtores, como plantas das margens de ambientes aquáticos, fitoplâncton e perifíton, até predadores e onívoros de níveis; superiores, como insetos aquáticos e girinos. Foi descoberto que dentro do LZV, um ambiente lêntico, a fonte primária é o fitoplâncton, e o girino de Scinax fuscovarius, foi confirmado como filtrador. Dentro do PESM, nos ambientes lóticos amostrados, foram identificados dois grupos ecológicos animais: um de animais detritívoros e herbívoros e outro de predadores. O girino Rhinella sp. se encaixou dentro do grupo de predadores, sobre o que teoriza-se que ele se alimenta de imaturos menores e de microinvertebrados. A base trófica deste sistema não pôde ser identificada, mas teoriza-se que algas filamentosas ou mesmo carbono orgânico dissolvido preencham este papel. |
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