Monitoração de adaptações fisiológicas e motoras em atletas de voleibol masculino, num macrociclo de preparação
| Ano de defesa: | 2003 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/39/39132/tde-10012025-090639/ |
Resumo: | Este estudo teve como objetivo monitorar, periodicamente, adaptações fisiológicas e motoras em atletas da seleção brasileira infanto-juvenil de voleibol masculino, durante o macrociclo de preparação para o campeonato mundial de 2001. A amostra foi composta por 17 atletas (idade: 18,0 MAIS OU MENOS 0,5 anos; estatura: 197,1 MAIS OU MENOS 3,9 cm; massa corporal: 87,8 MAIS OU MENOS 6,3 Kg). Para caracterizar as cargas de trabalho aplicadas, a frequência cardíaca (FC/bpm) e o volume (repetições de cada fundamento) das sessões de treino foram monitoradas em quatro diferentes momentos. Nestes mesmos períodos, diariamente, coletaram-se amostras matinais de urina para a análise dos valores de excreção do ácido vanilmandélico (AVM). Para verificar as adaptações ocorridas durante o treinamento, uma bateria composta de teste que mensuraram variáveis antropométricas, potência de membros superiores, agilidade, resistência de velocidade, VO2 máximo e capacidade de salto vertical, foi aplicada em três diferentes momentos. Os resultados evidenciaram que a média da FC nas fases ativas das sessões de treino foi de 132+18 bpm. A quantificação do volume de treino demonstrou que as cargas de trabalho atenderam as especificidades dos atletas das funções Levantador, Atacante de meio e Ponteiro. Os valores da excreção do AVM diminuíram e podem ser associados a uma importante adaptação do sistema nervoso simpático às cargas aplicadas. Os atletas evoluíram progressivamente em cada teste motor e obtiveram seus melhores resultados no período mais próximo à competição. Assim, este estudo demonstrou que monitorar periodicamente as adaptações ao treinamento em variáveis que podem influencias, em muito, o desempenho dos atletas, é um modelo importante para obter informações científicas sobre como seus organismos respondem ao treinamento sistemático |
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Monitoração de adaptações fisiológicas e motoras em atletas de voleibol masculino, num macrociclo de preparaçãoMonitoring of physiological and motor adaptations in male volleyball athletesm, during a macrocycle of preparationAdaptações ao treinamentoFisiologiaIntensidade de treinoJovens atletasMonitoringMotor testsPhysiolohyTestes motoresTraining adaptationsTraining intensityTraining volumeVoleibolVolleyballVolume de treinoYoung athletesEste estudo teve como objetivo monitorar, periodicamente, adaptações fisiológicas e motoras em atletas da seleção brasileira infanto-juvenil de voleibol masculino, durante o macrociclo de preparação para o campeonato mundial de 2001. A amostra foi composta por 17 atletas (idade: 18,0 MAIS OU MENOS 0,5 anos; estatura: 197,1 MAIS OU MENOS 3,9 cm; massa corporal: 87,8 MAIS OU MENOS 6,3 Kg). Para caracterizar as cargas de trabalho aplicadas, a frequência cardíaca (FC/bpm) e o volume (repetições de cada fundamento) das sessões de treino foram monitoradas em quatro diferentes momentos. Nestes mesmos períodos, diariamente, coletaram-se amostras matinais de urina para a análise dos valores de excreção do ácido vanilmandélico (AVM). Para verificar as adaptações ocorridas durante o treinamento, uma bateria composta de teste que mensuraram variáveis antropométricas, potência de membros superiores, agilidade, resistência de velocidade, VO2 máximo e capacidade de salto vertical, foi aplicada em três diferentes momentos. Os resultados evidenciaram que a média da FC nas fases ativas das sessões de treino foi de 132+18 bpm. A quantificação do volume de treino demonstrou que as cargas de trabalho atenderam as especificidades dos atletas das funções Levantador, Atacante de meio e Ponteiro. Os valores da excreção do AVM diminuíram e podem ser associados a uma importante adaptação do sistema nervoso simpático às cargas aplicadas. Os atletas evoluíram progressivamente em cada teste motor e obtiveram seus melhores resultados no período mais próximo à competição. Assim, este estudo demonstrou que monitorar periodicamente as adaptações ao treinamento em variáveis que podem influencias, em muito, o desempenho dos atletas, é um modelo importante para obter informações científicas sobre como seus organismos respondem ao treinamento sistemáticoEste estudo teve como objetivo monitorar, periodicamente, adaptações fisiológicas e motoras em atletas da seleção brasileira infanto-juvenil de voleibol masculino, durante o macrociclo de preparação para o campeonato mundial de 2001. A amostra foi composta por 17 atletas (idade: 18,0 + OR -0,5 anos; estatura: 197,1 + OR -3,9 cm; massa corporal: 87,8 + OR - 6,3 Kg). Para caracterizar as cargas de trabalho aplicadas, a frequência cardíaca (FC/bpm) e o volume (repetições de cada fundamento) das sessões de treino foram monitoradas em quatro diferentes momentos. Nestes mesmos períodos, diariamente, coletaram-se amostras matinais de urina para a análise dos valores de excreção do ácido vanilmandelico (AVM). Para verificar as adaptações ocorridas durante o treinamento, uma bateria composta de teste que mensuraram variáveis antropométricas, potência de membros superiores, agilidade, resistência de velocidade, VO2 máximo e capacidade de salto vertical, foi aplicada em três diferentes momentos. Os resultados evidenciaram que a média da FC nas fases ativas das sessões de treino foi de 132 + OR -18 bpm. A quantificação do volume de treino demonstrou que as cargas de trabalho atenderam as especificidades dos atletas das funções Levantador, Atacante de meio e Ponteiro. Os valores da excreção do AVM diminuíram e podem ser associados a uma importante adaptação do sistema nervoso simpático às cargas aplicadas. Os atletas evoluíram progressivamente em cada teste motor e obtiveram seus melhores resultados no período mais próximo à competição. Assim, este estudo demonstrou que monitorar periodicamente as adaptações ao treinamento em variáveis que podem influencias, em muito, o desempenho dos atletas, é um modelo importante para obter informações científicas sobre como seus organismos respondem ao treinamento sistemáticoBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPZucas, Sergio MiguelStanganelli, Luiz Claudio Reeberg2003-12-08info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/39/39132/tde-10012025-090639/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-01-10T11:58:02Zoai:teses.usp.br:tde-10012025-090639Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-01-10T11:58:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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