Estudos de obtenção, purificação e caracterização de quitosana

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 1998
Autor(a) principal: Signini, Roberta
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/75/75131/tde-17072025-165841/
Resumo: A proposta deste trabalho é obter, purificar e caracterizar amostras de quitosana comerciais e desacetiladas. Amostras foram obtidas por desacetilação de quitosanas em solução de NaOH (5%) em presença de NaBH4, e por tratamento de ultra-som por tempos variados. As amostras foram purificadas e isoladas em duas formas: neutra e cloridrato. A purificação na forma cloridrato resultou em produtos solúveis em água e em ácido acético diluído, enquanto que a purificação na forma neutra resultou em produtos solúveis apenas em ácido diluído. Em ambas as purificações, as amostras eram de alto grau de pureza e suas soluções isentas de agregados. As amostras purificadas foram caracterizadas quanto ao grau de umidade e teor de cinza por termogravimetria e quanto ao grau de acetilação por titulação condutimétrica e espectroscopia de ressonância magnética nuclear de próton. A partir de medidas de viscosidade intrínseca em solução tampão 0,3M ácido acético/0,2M acetato de sódio, determinou­ se a massa molar média das amostras purificadas na forma neutra e das desacetiladas. Determinou-se a viscosidade intrínseca à várias forças iônicas das amostras purificadas na forma cloridrato. Através desse estudo e do emprego do modelo de Smidsrod determinou-se a rigidez intrínseca da cadeia de quitosana, a qual mostrou ser uma cadeia semi-rígida (B=0,058). O valor de B obtido neste trabalho é muito próximo do relatado para carboximetilcelulose, sugerindo que a rigidez intrínseca da cadeia principal determina a rigidez das cadeias desses polieletrólitos.
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