Uma escola de arquitetura - FAUUSP: edifícios e ensino

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2005
Autor(a) principal: Albuquerque, Roberto Portugal
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16131/tde-28032025-123530/
Resumo: Dois prédios: Rua Maranhão, 88 e Edifício Vilanova Artigas, na Cidade Universitária da USP, do Butantã. Dois momentos: 1962 e 1968. E três enfoques: espaço físico, didática e poder.O trabalho faz um estudo comparativo entre o espaço de um palacete transformado em Faculdade de Arquitetura, e um edifício projetado para ser uma escola de arquitetura e abrigar um projeto de ensino de arquitetura.A fragmentação da FAUUSP que se dá dentro dos Departamentos e dos Grupos de Disciplinas é um estágio anterior à almejada integração de todos os valores em uma equipe harmônica.Para compreender o projeto de ensino, que teve início em 1948, e sua primeira reestruturação curricular em 1962, a metodologia adotada foi a de consulta e leitura de fontes primárias, como ofícios, leis, atas e relatórios.O encaminhamento do problema se dá em três níveis, e para fazer a passagem da leitura do espaço físico para a questão pedagógica, podemos começar a ler e entender as plantas da Fau Maranhão, onde as aulas e o convívio se davam num labirinto de pequenas alas, e onde se implantou a idéia central da reforma de 1962, o Ateliê, até se chegar aos estúdios do prédio novo, em 1968, com teto iluminante e suas grandes ruas de pedestres interligando-o.Em 1962 a implantação do Ateliê modificou a prática do ensino de projeto. No segundo momento, em 1968, a FAU Nova oferece 150 vagas por turma, há a passagem de 2.000 para 24.000 m² e o fim das cátedras.Das plantas ao ensino, e do ensino aos meandros do poder, o terceiro enfoque do trabalho se dá através da leitura das pastas pessoais, pertencentes aos arquivos da Diretoria, que mostram a trajetória dos professores comprometidos com a autonomia e o desenvolvimento da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP.
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