Estudo dos efeitos do doador mitocondrial de sulfeto de hidrogênio (H2S) AP39 em células endoteliais humanas em cultura.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Marques, Leonardo André da Costa
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/42/42136/tde-02062025-104551/
Resumo: Introdução: o papel fisiológico do sulfeto de hidrogênio (H2S) no controle da pressão arterial e angiogênese denota a relevância dos compostos doadores de H2S como uma alternativa multifacetada e inovadora à disfunção endotelial. O doador de H2S direcionado às mitocôndrias, AP39, mostra efeitos antioxidantes e de vasorelaxamento in vitro e in vivo, inclusive descritos pelo nosso grupo. Entretanto, seus mecanismos intracelulares ainda não foram totalmente elucidados. Objetivos: os objetivos do presente estudo foram explorar os mecanismos de sinalização intracelular dos efeitos vasculares do AP39 sobre células endoteliais. Metodologia: células endoteliais derivadas de veia umbilical humana (HUVECs) foram tratadas com os doadores de H2S direcionados às mitocôndrias AP39 e RT-01, com suas porções doadoras ADT-OH e RT-02, respectivamente, com molécula controle destes compostos, AP219, ou com o sal de sulfeto NaHS, testando-se a viabilidade e dano celular. A expressão das enzimas produtoras de H2S (CSE, CBS e 3MST) nestas células foi avaliada por western blotting. A capacidade de produção de H2S, bem como a avaliação das concentrações de H2S no sobrenadante celular após diversos tratamentos com inibidores enzimáticos, doadores de H2S ou de óxido nítrico (NO) foram avaliadas pelo método de formação de PbS e por técnica fluorimétrica baseada na interação entre o H2S e o reagente monobromobimano. A proliferação e migração celular em resposta aos diferentes doadores de H2S foram avaliadas pelo ensaio de ferida biplanar scratch wound; a produção de NO e mecanismos relacionados foi avaliada pela sonda fluorescente diaminofluoriceína. Ainda, o estresse mitocondrial e glicolítico foram avaliados com ensaios desempenhados na plataforma Agilent Seahorse® XFe96. Resultados: nenhum efeito tóxico às células foi observado em concentrações inferiores à 1 <font face = \"symbol\">mM. No entanto, o AP39 à 100 nM, mas não suas porções controle, aumentou a redução do MTT após tratamento por 48 h (129,05±7,35%, **P<0,01) comparado ao controle (100%). O tratamento de HUVECs com concentrações crescentes do doador de NO nitroprussiato de sódio (NPS) diminuiu as concentrações de sulfetos totais no sobrenadante celular em até 56,20±0,65% e 58,05±6,45% após 4 e 24 h, respectivamente (***P<0,001). Todas as três enzimas produtoras de H2S foram detectadas em homogenatos de HUVECs. A produção de H2S pelos homogenatos de HUVECs avaliada pela formação de PbS foi totalmente inibida pelo AOAA 1 mM e parcialmente inibida pelo PAG 1 mM (37,1±8,35%, **P<0,01). Ainda, os tratamentos dos homogenatos com NPS 10 <font face = \"symbol\">mM e 30 <font face = \"symbol\">mM aumentaram a produção de H2S destes (155,8±8,5% e 281,5±0,8%, respectivamente; ***P<0,001), ao passo que o tratamento com NaHS a inibiu de maneira concentração-dependente (até 54,3±4,15%, *P<0,05). A proliferação celular induzida pelo VEGF a 1 <font face = \"symbol\">mg/mL (77,45±6,85%) foi inibida na presença do L-NAME 100 <font face = \"symbol\">mM (11,40±2,5%, ***P<0,001), 1 mM PAG (51,05±1,25%, *P<0,05) e pela combinação de ambos (24,35±3,70%, *P<0,05). Por outro lado, apesar dos compostos AP39 e ADT-OH à 30 nM não induzirem proliferação, estes induziram a migração celular após o tratamento com estes (33,85±8,65%, *P<0,05 e 37,35±3,25%, **P<0,01, respectivamente) de HUVECs. No estudo da produção de NO por HUVECs, observouse que a produção de NO induzida pela bradicinina (11,0±0,6 UAs. 106) foi inibida após pré-incubação com PAG 1 mM (8,25±0,20 UAs.106; ***P<0,001) e AOAA 0,1 mM (6,1±0,1 UAs.106; ***P<0,001). Por outro lado, o tratamento com 10 e 30 <font face = \"symbol\">mM de NaHS induziu a produção de H2S (8,15±0,4 e 8,30±0,45 UAs.106, respectivamente; ***P<0,001). Neste caso, observou-se redução significante da produção de H2S induzida por NaHS 10 <font face = \"symbol\">mM após o tratamento com L-NAME 100 <font face = \"symbol\">mM (4,90±0,30 UAs.106; ***P<0,001), triciribina 5 <font face = \"symbol\">mM (6,10±0,45 UAs.106; ***P<0,001), LY-29002 5 <font face = \"symbol\">mM (6,80±0,10 UAs.106; *P<0,05), AOAA 0,1 mM (7,70±0,25 UAs.106; **P<0,01), PAG 1 mM (5,95±0,30 UAs.106; **P<0,01), TEA 1 mM (4,30±0,45 UAs.106; ***P<0,001), apamina 5 <font face = \"symbol\">mM (5,65±0,30 UAs.106; ***P<0,001) e 4-AP 2 mM (5,40±0,05 UAs.106; ***P<0,001). Ainda, ambos doadores de H2S direcionados às mitocôndrias (AP39 e RT- 01 a 100 nM), bem como suas porções doadoras (ADT-OH e RT-02, respectivamente) a 100 nM induziram a produção de NO (AP39 = 6,20±0,25 UAs.106; ***P<0,001; RT- 01 = 5,60±0,15 UAs.106; ***P<0,001; ADT-OH = 5,55±0,15 UAs.106; *P<0,05; RT-02 = 5,40±0,05 UAs.106; *P<0,05). Entretanto, os mecanismos para a produção de NO induzida pelo AP39 à 100 nM foram identificados após inibição da produção de NO pelo tratamento com L-NAME 100 <font face = \"symbol\">mM (4,60±0,25 UAs.106; ***P<0,001), apamina 5 <font face = \"symbol\">mM (5,65±0,1 UAs.106; *P<0,05), tapsigargina 1 <font face = \"symbol\">mM (5,60±0,20 UAs.106; *P<0,05), rotenona 0,1 <font face = \"symbol\">mM (4,90±0,25 UAs.106; ***P<0,001), antimicina 1 <font face = \"symbol\">mM (4,85±0,25 UAs.106; ***P<0,001) e oligomicina 1 <font face = \"symbol\">mM (4,60±0,10 UAs.106; ***P<0,001). Quanto aos atributos mitocondriais, a respiração mitocondrial máxima (0,80±0,05 pmol/min/<font face = \"symbol\">mg; *P<0,05), capacidade máxima (0,40±0,05 pmol/min/<font face = \"symbol\">mg; **P<0,01) e consumo não mitocondrial de oxigênio (0,80±0,05 pmol/min/<font face = \"symbol\">mg; ***P<0,001) de HUVECs tratadas AP39 100 nM foi aumentada comparada ao controle. Ainda, quando tratadas nesta mesma concentração, tanto a glicólise (485,10±8,95 mpH/min/<font face = \"symbol\">mg; **P<0,01), quanto a capacidade glicolítica (388,10±8,75 mpH/min/<font face = \"symbol\">mg; **P<0,01) foram diminuídas comparado ao controle. Conclusões: a produção endógena de H2S pelas HUVECs foi associada principalmente à atividade de CSE e alguns pontos de interação foram identificados nas vias de produção de H2S e NO nestas células. No entanto, a proliferação, migração celular e produção de NO induzidas pelo AP39 são o destaque deste trabalho. Observou-se maior potência nos efeitos do AP39 comparada aos induzidos por NaHS, além de mecanismos diferenciados, destacando a suplementação de H2S às mitocôndrias e vias de produção de NO independentes das citosólicas associadas ao NaHS. Neste caso, os efeitos mitocondriais do AP39 favoreceram a respiração mitocondrial e reduziu a capacidade glicolítica, possivelmente sugerindo o papel do Ca2+ intracelular e produção de NO derivada. Estes mecanismos mitocondriais inovadores por parte do AP39 representam uma nova abordagem na terapêutica das doenças vasculares, dada pela suplementação à produção deficitária de H2S e NO, mas também na reversão da disfunção mitocondrial mais recentemente descrita nas doenças vasculares.
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Metodologia: células endoteliais derivadas de veia umbilical humana (HUVECs) foram tratadas com os doadores de H2S direcionados às mitocôndrias AP39 e RT-01, com suas porções doadoras ADT-OH e RT-02, respectivamente, com molécula controle destes compostos, AP219, ou com o sal de sulfeto NaHS, testando-se a viabilidade e dano celular. A expressão das enzimas produtoras de H2S (CSE, CBS e 3MST) nestas células foi avaliada por western blotting. A capacidade de produção de H2S, bem como a avaliação das concentrações de H2S no sobrenadante celular após diversos tratamentos com inibidores enzimáticos, doadores de H2S ou de óxido nítrico (NO) foram avaliadas pelo método de formação de PbS e por técnica fluorimétrica baseada na interação entre o H2S e o reagente monobromobimano. A proliferação e migração celular em resposta aos diferentes doadores de H2S foram avaliadas pelo ensaio de ferida biplanar scratch wound; a produção de NO e mecanismos relacionados foi avaliada pela sonda fluorescente diaminofluoriceína. Ainda, o estresse mitocondrial e glicolítico foram avaliados com ensaios desempenhados na plataforma Agilent Seahorse® XFe96. Resultados: nenhum efeito tóxico às células foi observado em concentrações inferiores à 1 <font face = \"symbol\">mM. No entanto, o AP39 à 100 nM, mas não suas porções controle, aumentou a redução do MTT após tratamento por 48 h (129,05±7,35%, **P<0,01) comparado ao controle (100%). O tratamento de HUVECs com concentrações crescentes do doador de NO nitroprussiato de sódio (NPS) diminuiu as concentrações de sulfetos totais no sobrenadante celular em até 56,20±0,65% e 58,05±6,45% após 4 e 24 h, respectivamente (***P<0,001). Todas as três enzimas produtoras de H2S foram detectadas em homogenatos de HUVECs. A produção de H2S pelos homogenatos de HUVECs avaliada pela formação de PbS foi totalmente inibida pelo AOAA 1 mM e parcialmente inibida pelo PAG 1 mM (37,1±8,35%, **P<0,01). Ainda, os tratamentos dos homogenatos com NPS 10 <font face = \"symbol\">mM e 30 <font face = \"symbol\">mM aumentaram a produção de H2S destes (155,8±8,5% e 281,5±0,8%, respectivamente; ***P<0,001), ao passo que o tratamento com NaHS a inibiu de maneira concentração-dependente (até 54,3±4,15%, *P<0,05). A proliferação celular induzida pelo VEGF a 1 <font face = \"symbol\">mg/mL (77,45±6,85%) foi inibida na presença do L-NAME 100 <font face = \"symbol\">mM (11,40±2,5%, ***P<0,001), 1 mM PAG (51,05±1,25%, *P<0,05) e pela combinação de ambos (24,35±3,70%, *P<0,05). Por outro lado, apesar dos compostos AP39 e ADT-OH à 30 nM não induzirem proliferação, estes induziram a migração celular após o tratamento com estes (33,85±8,65%, *P<0,05 e 37,35±3,25%, **P<0,01, respectivamente) de HUVECs. No estudo da produção de NO por HUVECs, observouse que a produção de NO induzida pela bradicinina (11,0±0,6 UAs. 106) foi inibida após pré-incubação com PAG 1 mM (8,25±0,20 UAs.106; ***P<0,001) e AOAA 0,1 mM (6,1±0,1 UAs.106; ***P<0,001). Por outro lado, o tratamento com 10 e 30 <font face = \"symbol\">mM de NaHS induziu a produção de H2S (8,15±0,4 e 8,30±0,45 UAs.106, respectivamente; ***P<0,001). Neste caso, observou-se redução significante da produção de H2S induzida por NaHS 10 <font face = \"symbol\">mM após o tratamento com L-NAME 100 <font face = \"symbol\">mM (4,90±0,30 UAs.106; ***P<0,001), triciribina 5 <font face = \"symbol\">mM (6,10±0,45 UAs.106; ***P<0,001), LY-29002 5 <font face = \"symbol\">mM (6,80±0,10 UAs.106; *P<0,05), AOAA 0,1 mM (7,70±0,25 UAs.106; **P<0,01), PAG 1 mM (5,95±0,30 UAs.106; **P<0,01), TEA 1 mM (4,30±0,45 UAs.106; ***P<0,001), apamina 5 <font face = \"symbol\">mM (5,65±0,30 UAs.106; ***P<0,001) e 4-AP 2 mM (5,40±0,05 UAs.106; ***P<0,001). Ainda, ambos doadores de H2S direcionados às mitocôndrias (AP39 e RT- 01 a 100 nM), bem como suas porções doadoras (ADT-OH e RT-02, respectivamente) a 100 nM induziram a produção de NO (AP39 = 6,20±0,25 UAs.106; ***P<0,001; RT- 01 = 5,60±0,15 UAs.106; ***P<0,001; ADT-OH = 5,55±0,15 UAs.106; *P<0,05; RT-02 = 5,40±0,05 UAs.106; *P<0,05). Entretanto, os mecanismos para a produção de NO induzida pelo AP39 à 100 nM foram identificados após inibição da produção de NO pelo tratamento com L-NAME 100 <font face = \"symbol\">mM (4,60±0,25 UAs.106; ***P<0,001), apamina 5 <font face = \"symbol\">mM (5,65±0,1 UAs.106; *P<0,05), tapsigargina 1 <font face = \"symbol\">mM (5,60±0,20 UAs.106; *P<0,05), rotenona 0,1 <font face = \"symbol\">mM (4,90±0,25 UAs.106; ***P<0,001), antimicina 1 <font face = \"symbol\">mM (4,85±0,25 UAs.106; ***P<0,001) e oligomicina 1 <font face = \"symbol\">mM (4,60±0,10 UAs.106; ***P<0,001). Quanto aos atributos mitocondriais, a respiração mitocondrial máxima (0,80±0,05 pmol/min/<font face = \"symbol\">mg; *P<0,05), capacidade máxima (0,40±0,05 pmol/min/<font face = \"symbol\">mg; **P<0,01) e consumo não mitocondrial de oxigênio (0,80±0,05 pmol/min/<font face = \"symbol\">mg; ***P<0,001) de HUVECs tratadas AP39 100 nM foi aumentada comparada ao controle. Ainda, quando tratadas nesta mesma concentração, tanto a glicólise (485,10±8,95 mpH/min/<font face = \"symbol\">mg; **P<0,01), quanto a capacidade glicolítica (388,10±8,75 mpH/min/<font face = \"symbol\">mg; **P<0,01) foram diminuídas comparado ao controle. Conclusões: a produção endógena de H2S pelas HUVECs foi associada principalmente à atividade de CSE e alguns pontos de interação foram identificados nas vias de produção de H2S e NO nestas células. No entanto, a proliferação, migração celular e produção de NO induzidas pelo AP39 são o destaque deste trabalho. Observou-se maior potência nos efeitos do AP39 comparada aos induzidos por NaHS, além de mecanismos diferenciados, destacando a suplementação de H2S às mitocôndrias e vias de produção de NO independentes das citosólicas associadas ao NaHS. Neste caso, os efeitos mitocondriais do AP39 favoreceram a respiração mitocondrial e reduziu a capacidade glicolítica, possivelmente sugerindo o papel do Ca2+ intracelular e produção de NO derivada. Estes mecanismos mitocondriais inovadores por parte do AP39 representam uma nova abordagem na terapêutica das doenças vasculares, dada pela suplementação à produção deficitária de H2S e NO, mas também na reversão da disfunção mitocondrial mais recentemente descrita nas doenças vasculares.Background: the physiological role of hydrogen sulfide (H2S) on the control of blood pressure and angiogenesis is associated with the relevance of H2S donors as a multifaceted and innovative alternative to endothelial dysfunction. The mitochondria targeted H2S donor, AP39, shows antioxidant and vasorelaxative effects in vitro and in vivo. However, its intracelular mechanisms are not fully elucidated yet. Objectives: this study aimed to explore the intracellular mechanisms of AP39 in endothelial cells. Methods: human vein endothelial cells (HUVECs) were cultured and treated with mitochondria-targeted H2S donors (AP39 and RT-01), with their donor moieties (ADT-OH and RT-02, respectively), with the control compound AP219, or with the sulfide salt NaHS, and cell viability and damage were assessed using MTT reduction and lactate dehydrogenase assays, respectively. Protein expression the H2S producing enzymes (CSE, CBS, and 3MST) were evaluated with western blotting. H2S production H2S levels in cell supernatants after several treatments with enzymatic inhibitors of H2S or nitric oxide (NO) donors were assessed using PbS formation assay and fluorimetric technique based on the interaction between H2S and monobromobimane reagent, respectively. Cell proliferation and migration after different H2S donors were assessed using the biplanar scratch wound assay, whereas NO production by HUVECs, and the mechanisms associated, was assessed using the fluorescent probe diaminofluorisceine. In addition, cell respiration and glycolytic capacity were assessed using mitochondrial and glycolytic stresses protocols performed in Agilent® Seahorse XFe96, respectively. Results: no toxic effect was described in concentration below 1 <font face = \"symbol\">mM. However, 100 nM AP39, but not its control moieties, increased the MTT reduction after treatment for 48 h (129.05±7.35%, **P<0.01) compared with control (100%). Increasing concentrations of the NO donor sodium nitroprusside (SNP) decreased the total sulfide levels in cell supernatants up to 56.20±0.65% and 58.05±6.45% after 4 and 24 h treatments, respectively (***P<0.001). All three H2S producing enzymes were detected in HUVECs homogenates. The H2S production of HUVECs homogenates was totally inhibited after 1 mM AOAA treatment for 4 h, but partially inhibited by 1 mM PAG (37.1±8.35%, **P<0.01). In addition, the treatment with 10 <font face = \"symbol\">mM and 30 <font face = \"symbol\">mM SNP increased the H2S production by HUVECs homogenates (155.8±8.5% and 281.5±0.8%, respectively; ***P<0.001), whereas the treatment with NaHS concentration-dependently decreased the H2S production (up to 54.3±4.15%, *P<0.05). The 1 <font face = \"symbol\">mg/mL VEGF-induced cell proliferation (77.45±6.85%) was inhibited after treatment with 100 <font face = \"symbol\">mM L-NAME (11.40±2.5%, ***P<0.001), 1 mM PAG (51.05±1.25%, *P<0.05), or by the combination of both (24.35±3.70%, *P<0.05). Although no cell proliferation was induced after 30 nM AP39 or 30 nM ADT-OH, cell migration was increased after both treatments (33.85±8.65%, *P<0.05 and 37.35±3.25%, **P<0.01, respectively). The standardization stage of the NO production by HUVECs described that the bradykinin-induced NO production (11.0±0.6 UAs. 106) was inhibited after treatment with 1 mM PAG (8.25±0.20 UAs.106; ***P<0.001) or 0.1 mM AOAA (6.1±0.1 UAs.106; ***P<0.001). However, the treatment with 10 or 30 <font face = \"symbol\">mM NaHS induced NO production by HUVECs (8.15±0.4 and 8.30±0.45 UAs.106, respectively; ***P<0.001). In this case, significant reductions in the 10 <font face = \"symbol\">mM NaHS induced NO production after treatment with 100 <font face = \"symbol\">mM L-NAME (4.90±0.30 UAs.106; ***P<0.001), 5 <font face = \"symbol\">mM triciribine (6.10±0.45 UAs.106; ***P<0.001), 5 <font face = \"symbol\">mM LY-29002 (6.80±0.10 UAs.106; *P<0.05), 0.1 mM AOAA (7.70±0.25 UAs.106; **P<0.01), 1 mM PAG (5.95±0.30 UAs.106; **P<0.01), 1 mM TEA (4.30±0.45 UAs.106; ***P<0.001), 5 <font face = \"symbol\">mM apamin (5.65±0.30 UAs.106; ***P<0.001), and 2 mM 4-AP (5.40±0.05 UAs.106; ***P<0.001). The mitochondria-targeted H2S donors 100 nM AP39 and RT-01 induced NO production by HUVECs, in addition to their H2S donor moieties (ADT-OH and RT-02, respectively; AP39 = 6.20±0.25 UAs.106; ***P<0.001; RT-01 = 5.60±0.15 UAs.106; ***P<0.001; ADT-OH = 5.55±0.15 UAs.106; *P<0.05; RT-02 = 5.40±0.05 UAs.106; *P<0.05). The AP39-induced NO production was decreased after treatment with 100 <font face = \"symbol\">mM L-NAME (4.60±0.25 UAs.106; ***P<0.001), 5 <font face = \"symbol\">mM apamin (5.65±0.1 UAs.106; *P<0.05), 1 <font face = \"symbol\">mM thapsigargin (5.60±0.20 UAs.106; *P<0.05), 0.1 <font face = \"symbol\">mM rotenone (4.90±0.25 UAs.106; ***P<0.001), 1 <font face = \"symbol\">mM antimycin (4.85±0.25 UAs.106; ***P<0.001), and 1 <font face = \"symbol\">mM oligomycin (4.60±0.10 UAs.106; ***P<0.001). Regarding the mitochondrial aspects of the treatment with increasing concentrations of AP39, the maximal respiration (0.80±0.05 pmol/min/<font face = \"symbol\">mg; *P<0.05), maximal capacity (0.40±0.05 pmol/min/µg; **P<0.01), and non-mitochondrial oxygen consumption (0.80±0.05 pmol/min/<font face = \"symbol\">mg; ***P<0,001) were increased after treatment with 100 nM AP39 compared with control group. In addition, HUVECs treated with 30 nM presented decreased glycolysis (485.10±8.95 mpH/min/<font face = \"symbol\">mg; **P<0.01) and glycolytic capacity (388.10±8.75 mpH/min/<font face = \"symbol\">mg; **P<0.01) compared with control group. Conclusion: the endogenous production of H2S by HUVECs was mainly associated with CSE activity, and marked points of interaction between H2S and NO production pathways were identified. The main findings of the present study are the AP39-induced cell proliferation, migration, and NO production: AP39 is significantly more potent than NaHS, and relevant differences in mechanisms of action were detected. These differences are related to the supplementation of H2S to mitochondria and consequent independent activation of cytosolic pathways associated with NaHS mechanisms. In this case, the mitochondrial effects of AP39 favored oxidative respiration in detriment of glycolysis, suggesting the role of other signaling molecules and intracellular calcium. These mechanisms represent an innovative approach for vascular diseases therapy, addressing the supplementation to deficient H2S and NO production, but also reversing mitochondrial dysfunction more recently described in vascular diseases.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPMuscara, Marcelo NicolasMarques, Leonardo André da Costa2025-03-20info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/42/42136/tde-02062025-104551/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPReter o conteúdo por motivos de patente, publicação e/ou direitos autoriais.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-06-09T10:18:02Zoai:teses.usp.br:tde-02062025-104551Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-06-09T10:18:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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Nitric Oxide
Óxido Nítrico
Sulfeto de Hidrogênio
title_short Estudo dos efeitos do doador mitocondrial de sulfeto de hidrogênio (H2S) AP39 em células endoteliais humanas em cultura.
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author Marques, Leonardo André da Costa
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dc.contributor.none.fl_str_mv Muscara, Marcelo Nicolas
dc.contributor.author.fl_str_mv Marques, Leonardo André da Costa
dc.subject.por.fl_str_mv Endotélio
Endothelium
Hydrogen Sulfide
Mitochondrion
Mitocôndria
Nitric Oxide
Óxido Nítrico
Sulfeto de Hidrogênio
topic Endotélio
Endothelium
Hydrogen Sulfide
Mitochondrion
Mitocôndria
Nitric Oxide
Óxido Nítrico
Sulfeto de Hidrogênio
description Introdução: o papel fisiológico do sulfeto de hidrogênio (H2S) no controle da pressão arterial e angiogênese denota a relevância dos compostos doadores de H2S como uma alternativa multifacetada e inovadora à disfunção endotelial. O doador de H2S direcionado às mitocôndrias, AP39, mostra efeitos antioxidantes e de vasorelaxamento in vitro e in vivo, inclusive descritos pelo nosso grupo. Entretanto, seus mecanismos intracelulares ainda não foram totalmente elucidados. Objetivos: os objetivos do presente estudo foram explorar os mecanismos de sinalização intracelular dos efeitos vasculares do AP39 sobre células endoteliais. Metodologia: células endoteliais derivadas de veia umbilical humana (HUVECs) foram tratadas com os doadores de H2S direcionados às mitocôndrias AP39 e RT-01, com suas porções doadoras ADT-OH e RT-02, respectivamente, com molécula controle destes compostos, AP219, ou com o sal de sulfeto NaHS, testando-se a viabilidade e dano celular. A expressão das enzimas produtoras de H2S (CSE, CBS e 3MST) nestas células foi avaliada por western blotting. A capacidade de produção de H2S, bem como a avaliação das concentrações de H2S no sobrenadante celular após diversos tratamentos com inibidores enzimáticos, doadores de H2S ou de óxido nítrico (NO) foram avaliadas pelo método de formação de PbS e por técnica fluorimétrica baseada na interação entre o H2S e o reagente monobromobimano. A proliferação e migração celular em resposta aos diferentes doadores de H2S foram avaliadas pelo ensaio de ferida biplanar scratch wound; a produção de NO e mecanismos relacionados foi avaliada pela sonda fluorescente diaminofluoriceína. Ainda, o estresse mitocondrial e glicolítico foram avaliados com ensaios desempenhados na plataforma Agilent Seahorse® XFe96. Resultados: nenhum efeito tóxico às células foi observado em concentrações inferiores à 1 <font face = \"symbol\">mM. No entanto, o AP39 à 100 nM, mas não suas porções controle, aumentou a redução do MTT após tratamento por 48 h (129,05±7,35%, **P<0,01) comparado ao controle (100%). O tratamento de HUVECs com concentrações crescentes do doador de NO nitroprussiato de sódio (NPS) diminuiu as concentrações de sulfetos totais no sobrenadante celular em até 56,20±0,65% e 58,05±6,45% após 4 e 24 h, respectivamente (***P<0,001). Todas as três enzimas produtoras de H2S foram detectadas em homogenatos de HUVECs. A produção de H2S pelos homogenatos de HUVECs avaliada pela formação de PbS foi totalmente inibida pelo AOAA 1 mM e parcialmente inibida pelo PAG 1 mM (37,1±8,35%, **P<0,01). Ainda, os tratamentos dos homogenatos com NPS 10 <font face = \"symbol\">mM e 30 <font face = \"symbol\">mM aumentaram a produção de H2S destes (155,8±8,5% e 281,5±0,8%, respectivamente; ***P<0,001), ao passo que o tratamento com NaHS a inibiu de maneira concentração-dependente (até 54,3±4,15%, *P<0,05). A proliferação celular induzida pelo VEGF a 1 <font face = \"symbol\">mg/mL (77,45±6,85%) foi inibida na presença do L-NAME 100 <font face = \"symbol\">mM (11,40±2,5%, ***P<0,001), 1 mM PAG (51,05±1,25%, *P<0,05) e pela combinação de ambos (24,35±3,70%, *P<0,05). Por outro lado, apesar dos compostos AP39 e ADT-OH à 30 nM não induzirem proliferação, estes induziram a migração celular após o tratamento com estes (33,85±8,65%, *P<0,05 e 37,35±3,25%, **P<0,01, respectivamente) de HUVECs. No estudo da produção de NO por HUVECs, observouse que a produção de NO induzida pela bradicinina (11,0±0,6 UAs. 106) foi inibida após pré-incubação com PAG 1 mM (8,25±0,20 UAs.106; ***P<0,001) e AOAA 0,1 mM (6,1±0,1 UAs.106; ***P<0,001). Por outro lado, o tratamento com 10 e 30 <font face = \"symbol\">mM de NaHS induziu a produção de H2S (8,15±0,4 e 8,30±0,45 UAs.106, respectivamente; ***P<0,001). Neste caso, observou-se redução significante da produção de H2S induzida por NaHS 10 <font face = \"symbol\">mM após o tratamento com L-NAME 100 <font face = \"symbol\">mM (4,90±0,30 UAs.106; ***P<0,001), triciribina 5 <font face = \"symbol\">mM (6,10±0,45 UAs.106; ***P<0,001), LY-29002 5 <font face = \"symbol\">mM (6,80±0,10 UAs.106; *P<0,05), AOAA 0,1 mM (7,70±0,25 UAs.106; **P<0,01), PAG 1 mM (5,95±0,30 UAs.106; **P<0,01), TEA 1 mM (4,30±0,45 UAs.106; ***P<0,001), apamina 5 <font face = \"symbol\">mM (5,65±0,30 UAs.106; ***P<0,001) e 4-AP 2 mM (5,40±0,05 UAs.106; ***P<0,001). Ainda, ambos doadores de H2S direcionados às mitocôndrias (AP39 e RT- 01 a 100 nM), bem como suas porções doadoras (ADT-OH e RT-02, respectivamente) a 100 nM induziram a produção de NO (AP39 = 6,20±0,25 UAs.106; ***P<0,001; RT- 01 = 5,60±0,15 UAs.106; ***P<0,001; ADT-OH = 5,55±0,15 UAs.106; *P<0,05; RT-02 = 5,40±0,05 UAs.106; *P<0,05). Entretanto, os mecanismos para a produção de NO induzida pelo AP39 à 100 nM foram identificados após inibição da produção de NO pelo tratamento com L-NAME 100 <font face = \"symbol\">mM (4,60±0,25 UAs.106; ***P<0,001), apamina 5 <font face = \"symbol\">mM (5,65±0,1 UAs.106; *P<0,05), tapsigargina 1 <font face = \"symbol\">mM (5,60±0,20 UAs.106; *P<0,05), rotenona 0,1 <font face = \"symbol\">mM (4,90±0,25 UAs.106; ***P<0,001), antimicina 1 <font face = \"symbol\">mM (4,85±0,25 UAs.106; ***P<0,001) e oligomicina 1 <font face = \"symbol\">mM (4,60±0,10 UAs.106; ***P<0,001). Quanto aos atributos mitocondriais, a respiração mitocondrial máxima (0,80±0,05 pmol/min/<font face = \"symbol\">mg; *P<0,05), capacidade máxima (0,40±0,05 pmol/min/<font face = \"symbol\">mg; **P<0,01) e consumo não mitocondrial de oxigênio (0,80±0,05 pmol/min/<font face = \"symbol\">mg; ***P<0,001) de HUVECs tratadas AP39 100 nM foi aumentada comparada ao controle. Ainda, quando tratadas nesta mesma concentração, tanto a glicólise (485,10±8,95 mpH/min/<font face = \"symbol\">mg; **P<0,01), quanto a capacidade glicolítica (388,10±8,75 mpH/min/<font face = \"symbol\">mg; **P<0,01) foram diminuídas comparado ao controle. Conclusões: a produção endógena de H2S pelas HUVECs foi associada principalmente à atividade de CSE e alguns pontos de interação foram identificados nas vias de produção de H2S e NO nestas células. No entanto, a proliferação, migração celular e produção de NO induzidas pelo AP39 são o destaque deste trabalho. Observou-se maior potência nos efeitos do AP39 comparada aos induzidos por NaHS, além de mecanismos diferenciados, destacando a suplementação de H2S às mitocôndrias e vias de produção de NO independentes das citosólicas associadas ao NaHS. Neste caso, os efeitos mitocondriais do AP39 favoreceram a respiração mitocondrial e reduziu a capacidade glicolítica, possivelmente sugerindo o papel do Ca2+ intracelular e produção de NO derivada. Estes mecanismos mitocondriais inovadores por parte do AP39 representam uma nova abordagem na terapêutica das doenças vasculares, dada pela suplementação à produção deficitária de H2S e NO, mas também na reversão da disfunção mitocondrial mais recentemente descrita nas doenças vasculares.
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