Avaliação do desempenho motor e funcional de crianças e adolescentes após traumatismo cranioencefálico
| Ano de defesa: | 2025 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17144/tde-14072025-102204/ |
Resumo: | Introdução: O traumatismo cranioencefálico (TCE) é uma das principais causas de incapacidade em crianças e adolescentes no Brasil. Frequentemente, pacientes pediátricos vítimas de TCE apresentam prejuízos no equilíbrio e na marcha, além de déficits motores e neuropsicológicos em longo prazo. O uso de escalas clínicas pediátricas é recomendado para a avaliação de déficits específicos nessa população, sendo a Functional Independence Measure for Children (WeeFIM) e a Gross Motor Function Measure (GMFM) as mais utilizadas na literatura. Também são utilizados o teste Timed Up and Go (TUG) e a Pediatric Balance Scale (PBS). O conhecimento da evolução temporal e da gravidade do comprometimento motor e funcional após o TCE é fundamental ao planejamento e à realização da reabilitação. Objetivo: Avaliar a incidência, a gravidade dos déficits e a evolução ao longo do tempo do desempenho motor e funcional de crianças e adolescentes após TCE leve e TCE grave, quando comparados com controles, no momento da alta hospitalar e após quatro meses ou mais da mesma. Métodos: Estudo prospectivo de avaliação da marcha, do equilíbrio, da função motora grossa e da funcionalidade de crianças e adolescentes de 5 a 16 anos de idade através das escalas GMFM, WeeFIM e PBS juntamente com o teste TUG no momento da alta hospitalar e após quatro meses ou mais da mesma em todos os pacientes após TCE e também nas crianças e adolescentes controles com desenvolvimento típico que compuseram o grupo controle pareado por sexo e idade. O estudo foi aprovado pelo comitê de ética do HCFMRPUSP. Resultados: A amostra do grupo de estudo foi composta por 42 pacientes que ficaram internados por pelo menos 24 horas e foram admitidos com diagnóstico de TCE entre 01/05/2019 e 31/05/2020, sendo 30 alocados no grupo TCE leve e 12, no TCE grave. O grupo controle foi composto de 42 crianças e adolescentes com desenvolvimento típico, pareados por sexo e idade com o grupo de estudo. No momento da alta hospitalar, ambos os grupos TCE leve e TCE grave apresentaram maior média de tempo para a realização do teste TUG (8,71 segundos e 20,91 segundos) e menores médias nas pontuações para as escalas PBS (50,68 e 44,83), GMFM (82,66 e 66,19) e WeeFIM (98,66 e 74,75) em relação ao grupo controle, demonstrando a presença de déficits motores, funcionais, no equilíbrio e na marcha. Após quatro meses ou mais da alta hospitalar, o grupo TCE leve apresentou melhora em relação à alta hospitalar para a média do tempo de realização do teste TUG (6,35 segundos) e as pontuações das escalas PBS (55,26), GMFM (99,77) e WeeFIM (124,53) indicando uma melhora da marcha, equilíbrio, função motora e funcionalidade. Já o grupo TCE grave apresentou melhora em relação à alta somente do tempo de realização do teste TUG (7,01) e da pontuação na escala GMFM (91,66), mantendo alterações nas pontuações das escalas PBS (49,64) e WeeFIM (115,18). Conclusão: Os pacientes com TCE leve e grave apresentaram déficits motores, funcionais, no equilíbrio e na marcha no momento da alta hospitalar, sendo eles mais importantes após TCE grave. Após 4 meses ou mais da alta hospitalar, houve melhora do desempenho em todas as avaliações no grupo TCE leve, mas os pacientes com TCE grave persistiram com alteração do equilíbrio e da funcionalidade. |
| id |
USP_74ae427155430ab5ce0008a6db918a1e |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:teses.usp.br:tde-14072025-102204 |
| network_acronym_str |
USP |
| network_name_str |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Avaliação do desempenho motor e funcional de crianças e adolescentes após traumatismo cranioencefálicoEvaluation of motor and functional performances of children and adolescents after traumatic brain injuryAdolescentAdolescenteChildCriançaDesempenho funcionalDesempenho motorFunctional performanceMotor performanceTrauma cranioencefálicoTraumatic brain injuryIntrodução: O traumatismo cranioencefálico (TCE) é uma das principais causas de incapacidade em crianças e adolescentes no Brasil. Frequentemente, pacientes pediátricos vítimas de TCE apresentam prejuízos no equilíbrio e na marcha, além de déficits motores e neuropsicológicos em longo prazo. O uso de escalas clínicas pediátricas é recomendado para a avaliação de déficits específicos nessa população, sendo a Functional Independence Measure for Children (WeeFIM) e a Gross Motor Function Measure (GMFM) as mais utilizadas na literatura. Também são utilizados o teste Timed Up and Go (TUG) e a Pediatric Balance Scale (PBS). O conhecimento da evolução temporal e da gravidade do comprometimento motor e funcional após o TCE é fundamental ao planejamento e à realização da reabilitação. Objetivo: Avaliar a incidência, a gravidade dos déficits e a evolução ao longo do tempo do desempenho motor e funcional de crianças e adolescentes após TCE leve e TCE grave, quando comparados com controles, no momento da alta hospitalar e após quatro meses ou mais da mesma. Métodos: Estudo prospectivo de avaliação da marcha, do equilíbrio, da função motora grossa e da funcionalidade de crianças e adolescentes de 5 a 16 anos de idade através das escalas GMFM, WeeFIM e PBS juntamente com o teste TUG no momento da alta hospitalar e após quatro meses ou mais da mesma em todos os pacientes após TCE e também nas crianças e adolescentes controles com desenvolvimento típico que compuseram o grupo controle pareado por sexo e idade. O estudo foi aprovado pelo comitê de ética do HCFMRPUSP. Resultados: A amostra do grupo de estudo foi composta por 42 pacientes que ficaram internados por pelo menos 24 horas e foram admitidos com diagnóstico de TCE entre 01/05/2019 e 31/05/2020, sendo 30 alocados no grupo TCE leve e 12, no TCE grave. O grupo controle foi composto de 42 crianças e adolescentes com desenvolvimento típico, pareados por sexo e idade com o grupo de estudo. No momento da alta hospitalar, ambos os grupos TCE leve e TCE grave apresentaram maior média de tempo para a realização do teste TUG (8,71 segundos e 20,91 segundos) e menores médias nas pontuações para as escalas PBS (50,68 e 44,83), GMFM (82,66 e 66,19) e WeeFIM (98,66 e 74,75) em relação ao grupo controle, demonstrando a presença de déficits motores, funcionais, no equilíbrio e na marcha. Após quatro meses ou mais da alta hospitalar, o grupo TCE leve apresentou melhora em relação à alta hospitalar para a média do tempo de realização do teste TUG (6,35 segundos) e as pontuações das escalas PBS (55,26), GMFM (99,77) e WeeFIM (124,53) indicando uma melhora da marcha, equilíbrio, função motora e funcionalidade. Já o grupo TCE grave apresentou melhora em relação à alta somente do tempo de realização do teste TUG (7,01) e da pontuação na escala GMFM (91,66), mantendo alterações nas pontuações das escalas PBS (49,64) e WeeFIM (115,18). Conclusão: Os pacientes com TCE leve e grave apresentaram déficits motores, funcionais, no equilíbrio e na marcha no momento da alta hospitalar, sendo eles mais importantes após TCE grave. Após 4 meses ou mais da alta hospitalar, houve melhora do desempenho em todas as avaliações no grupo TCE leve, mas os pacientes com TCE grave persistiram com alteração do equilíbrio e da funcionalidade.Introduction: Traumatic brain injury (TBI) is one of the leading causes of disability in children and adolescents in Brazil. Pediatric patients who suffer from TBI frequently present with impairments in balance and gait, as well as long-term motor and neuropsychological deficits. The use of pediatric clinical scales is recommended for assessing specific deficits in this population, with the Functional Independence Measure for Children (WeeFIM) and the Gross Motor Function Measure (GMFM) being the most used in the literature. The Timed Up and Go (TUG) test and the Pediatric Balance Scale (PBS) are also utilized. Understanding the temporal evolution and severity of motor and functional impairment after TBI is crucial for planning and implementing rehabilitation. Objective: To assess the incidence, severity of deficits, and evolution over time of motor and functional performance in children and adolescents following mild and severe TBI, compared to healthy controls, at hospital discharge and at least four months post-discharge. Methods: Prospective evaluation study of gait, balance, gross motor function, and overall functioning in children and adolescents aged 5 to 16 years using the GMFM, WeeFIM, and PBS scales, as well as the TUG test, at hospital discharge and at least four months post-discharge in all patients following TBI and in a control group with typical development, matched by sex and age. The study was approved by the ethics committee of HCFMRP-USP. Results: The study sample consisted of 42 patients who were hospitalized for at least 24 hours and admitted with a TBI diagnosis between 05/01/2019 and 05/31/2020, with 30 allocated to the mild TBI group and 12 to the severe TBI group. The control group was composed of 42 age- and sex-matched typically developing children and adolescents. At hospital discharge, both the mild TBI group and the severe TBI group had a longer average time to complete the TUG test (8.71 seconds and 20.91 seconds) and lower mean scores on PBS (50.68 and 44.83), GMFM (82.66 and 66.19), and WeeFIM (98.66 and 74.75) scales compared to the control group, indicating the presence of motor, functional, balance, and gait deficits. After four months or more post-discharge, the mild TBI group showed improvements in the TUG test time (6.35 seconds) and on the scores of PBS (55.26), GMFM (99.77), and WeeFIM (124.53) scales, indicating improved gait, balance, motor function, and functionality. However, the severe TBI group showed improvements only in TUG test time (7.01) and GMFM score (91.66), with persistent deficits in PBS (49.64) and WeeFIM (115.18) scores. Conclusion: Patients post-TBI exhibit motor, functional, balance and, gait deficits at hospital discharge, which are more pronounced after severe TBI. After 4 months or more pst-discharge, there was an improvement in all assessment performances in the mild TBI group, but the patients with severe TBI had persistent balance and functional deficits.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPCarlotti, Ana Paula de Carvalho PanzeriPontes Neto, Octávio MarquesSantos, Marina Foresti dos2025-04-24info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17144/tde-14072025-102204/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-08-05T18:27:02Zoai:teses.usp.br:tde-14072025-102204Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-08-05T18:27:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
| dc.title.none.fl_str_mv |
Avaliação do desempenho motor e funcional de crianças e adolescentes após traumatismo cranioencefálico Evaluation of motor and functional performances of children and adolescents after traumatic brain injury |
| title |
Avaliação do desempenho motor e funcional de crianças e adolescentes após traumatismo cranioencefálico |
| spellingShingle |
Avaliação do desempenho motor e funcional de crianças e adolescentes após traumatismo cranioencefálico Santos, Marina Foresti dos Adolescent Adolescente Child Criança Desempenho funcional Desempenho motor Functional performance Motor performance Trauma cranioencefálico Traumatic brain injury |
| title_short |
Avaliação do desempenho motor e funcional de crianças e adolescentes após traumatismo cranioencefálico |
| title_full |
Avaliação do desempenho motor e funcional de crianças e adolescentes após traumatismo cranioencefálico |
| title_fullStr |
Avaliação do desempenho motor e funcional de crianças e adolescentes após traumatismo cranioencefálico |
| title_full_unstemmed |
Avaliação do desempenho motor e funcional de crianças e adolescentes após traumatismo cranioencefálico |
| title_sort |
Avaliação do desempenho motor e funcional de crianças e adolescentes após traumatismo cranioencefálico |
| author |
Santos, Marina Foresti dos |
| author_facet |
Santos, Marina Foresti dos |
| author_role |
author |
| dc.contributor.none.fl_str_mv |
Carlotti, Ana Paula de Carvalho Panzeri Pontes Neto, Octávio Marques |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Santos, Marina Foresti dos |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Adolescent Adolescente Child Criança Desempenho funcional Desempenho motor Functional performance Motor performance Trauma cranioencefálico Traumatic brain injury |
| topic |
Adolescent Adolescente Child Criança Desempenho funcional Desempenho motor Functional performance Motor performance Trauma cranioencefálico Traumatic brain injury |
| description |
Introdução: O traumatismo cranioencefálico (TCE) é uma das principais causas de incapacidade em crianças e adolescentes no Brasil. Frequentemente, pacientes pediátricos vítimas de TCE apresentam prejuízos no equilíbrio e na marcha, além de déficits motores e neuropsicológicos em longo prazo. O uso de escalas clínicas pediátricas é recomendado para a avaliação de déficits específicos nessa população, sendo a Functional Independence Measure for Children (WeeFIM) e a Gross Motor Function Measure (GMFM) as mais utilizadas na literatura. Também são utilizados o teste Timed Up and Go (TUG) e a Pediatric Balance Scale (PBS). O conhecimento da evolução temporal e da gravidade do comprometimento motor e funcional após o TCE é fundamental ao planejamento e à realização da reabilitação. Objetivo: Avaliar a incidência, a gravidade dos déficits e a evolução ao longo do tempo do desempenho motor e funcional de crianças e adolescentes após TCE leve e TCE grave, quando comparados com controles, no momento da alta hospitalar e após quatro meses ou mais da mesma. Métodos: Estudo prospectivo de avaliação da marcha, do equilíbrio, da função motora grossa e da funcionalidade de crianças e adolescentes de 5 a 16 anos de idade através das escalas GMFM, WeeFIM e PBS juntamente com o teste TUG no momento da alta hospitalar e após quatro meses ou mais da mesma em todos os pacientes após TCE e também nas crianças e adolescentes controles com desenvolvimento típico que compuseram o grupo controle pareado por sexo e idade. O estudo foi aprovado pelo comitê de ética do HCFMRPUSP. Resultados: A amostra do grupo de estudo foi composta por 42 pacientes que ficaram internados por pelo menos 24 horas e foram admitidos com diagnóstico de TCE entre 01/05/2019 e 31/05/2020, sendo 30 alocados no grupo TCE leve e 12, no TCE grave. O grupo controle foi composto de 42 crianças e adolescentes com desenvolvimento típico, pareados por sexo e idade com o grupo de estudo. No momento da alta hospitalar, ambos os grupos TCE leve e TCE grave apresentaram maior média de tempo para a realização do teste TUG (8,71 segundos e 20,91 segundos) e menores médias nas pontuações para as escalas PBS (50,68 e 44,83), GMFM (82,66 e 66,19) e WeeFIM (98,66 e 74,75) em relação ao grupo controle, demonstrando a presença de déficits motores, funcionais, no equilíbrio e na marcha. Após quatro meses ou mais da alta hospitalar, o grupo TCE leve apresentou melhora em relação à alta hospitalar para a média do tempo de realização do teste TUG (6,35 segundos) e as pontuações das escalas PBS (55,26), GMFM (99,77) e WeeFIM (124,53) indicando uma melhora da marcha, equilíbrio, função motora e funcionalidade. Já o grupo TCE grave apresentou melhora em relação à alta somente do tempo de realização do teste TUG (7,01) e da pontuação na escala GMFM (91,66), mantendo alterações nas pontuações das escalas PBS (49,64) e WeeFIM (115,18). Conclusão: Os pacientes com TCE leve e grave apresentaram déficits motores, funcionais, no equilíbrio e na marcha no momento da alta hospitalar, sendo eles mais importantes após TCE grave. Após 4 meses ou mais da alta hospitalar, houve melhora do desempenho em todas as avaliações no grupo TCE leve, mas os pacientes com TCE grave persistiram com alteração do equilíbrio e da funcionalidade. |
| publishDate |
2025 |
| dc.date.none.fl_str_mv |
2025-04-24 |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/doctoralThesis |
| format |
doctoralThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17144/tde-14072025-102204/ |
| url |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17144/tde-14072025-102204/ |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.relation.none.fl_str_mv |
|
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
Liberar o conteúdo para acesso público. info:eu-repo/semantics/openAccess |
| rights_invalid_str_mv |
Liberar o conteúdo para acesso público. |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.format.none.fl_str_mv |
application/pdf |
| dc.coverage.none.fl_str_mv |
|
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP |
| publisher.none.fl_str_mv |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP instname:Universidade de São Paulo (USP) instacron:USP |
| instname_str |
Universidade de São Paulo (USP) |
| instacron_str |
USP |
| institution |
USP |
| reponame_str |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| collection |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| repository.name.fl_str_mv |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP) |
| repository.mail.fl_str_mv |
virginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.br |
| _version_ |
1844786335329550336 |