Estudo da modulação da resposta imune humoral e celular induzida por Mayaro e Chikungunya em camundongos coinfectados.
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/42/42135/tde-05112025-180948/ |
Resumo: | O aumento recente dos surtos epidêmicos de arboviroses no Brasil, como no caso o vírus da Zika (ZIKV), Dengue (DENV), Febre amarela (YFV) e Chikungunya (CHIKV), têm causado sérios problemas de saúde pública. Esse aumento faz com que outros arbovírus circulantes menos conhecidos, como o vírus Mayro (MAYV), sejam negligenciados. A presença desses diferentes arbovírus em áreas onde o MAYV cocircula, aumenta o risco de coinfecção durante os períodos de surtos. Apesar de haver relatos de coinfecção MAYV com outros arbovírus, há poucos estudos reportando a coinfecção MAYV e CHIKV. Tanto o CHIKV como o MAYV, pertencem ao gênero Alphavirus, e devido à proximidade antigênica, os sintomas clínicos são similares, interferindo no diagnóstico sorológico. Estudos recentes mostraram que a infecção com alphavírus desencadeia em indivíduos expostos, uma potente resposta humoral capaz de conferir proteção contra uma reinfecção. Utilizando modelo murino, foi demonstrado que camundongos expostos previamente ao CHIKV apresentam uma proteção parcial cruzada, mediada pela resposta imune inata, à infecção pelo MAYV. No entanto, ainda há lacunas no que diz respeito ao entendimento da resposta por anticorpos bem como o papel das células B na imunidade contra esses alphavirus. Nesse estudo, o primeiro objetivo foi estudar de que forma a resposta imune humoral e celular é modulada na pata de camundongos infectados com MAYV e CHIKV. Camundongos C57BL/6 adultos imunologicamente competentes, foram infectados na pata nas seguintes condições: 1. simultâneo (CHIKV+MAYV); 2. infecção com MAYV e 7 dias depois com CHIKV (1st MAYV+CHIKV(D7)); 3. infecção com CHIKV e 7 dias depois com MAYV (1st CHIKV+MAYV(D7)); 4. infecção com MAYV e 14 dias depois com CHIKV (1st MAYV+CHIKV(D714)); 5. infecção com CHIKV e 14 dias depois com MAYV (1st CHIKV+MAYV(D14)). A infecção simultânea reduziu a carga viral na almofada plantar (bioluminescência) e reduziu o pico de inchaço na pata no dia 6 pós-infecção. No entanto, observamos um aumento na infiltração celular no nódulo linfático, caracterizado pelo aumento nas células CD4, CD8, DC e B. Com relação a pata, foi observado um aumento nas populações de células B e NK. A infecção prévia de 7 ou 14 dias com MAYV, parece ter induzido uma resposta imune capaz de interferir na replicação do CHIKV, pois não observamos carga viral na almofada plantar (bioluminescência) e o pico de inflamação foi reduzido no dia 7 pós-infecção. A infiltração celular também foi reduzida tanto na pata quanto no linfonodo poplíteo (pLN), com níveis semelhantes ao grupo naive. Resultados semelhantes foram observados na infecção prévia de 7 ou 14 dias com CHIKV. Com relação aos títulos de IgM e IgG E2.1 CHIKV-específicos, todos os grupos infectados mantiveram níveis consideráveis de IgM no dia 21 pós-infecção, independente dos altos títulos de IgG observados. Na segunda parte do projeto estudamos a eficácia de dois candidatos vacinais em desafio homólogo: 1) candidato vacinal para CHIKV, a E2.1, que se encontra encapsulada em nanopartículas (NMVs) que contém MPLA acoplado a sua estrutura, e 2) candidato vacinal para MAYV, baseado em partículas semelhante a vírus (do inglês virus-like protein VLP). Ambos candidatos vacinais foram capazes de reduzir a viremia e previnir o inchaço na pata induzido pela infecção com CHIKV ou MAYV. |
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Estudo da modulação da resposta imune humoral e celular induzida por Mayaro e Chikungunya em camundongos coinfectados.Study of the modulation of humoral and cellular immune response induced by Mayaro and Chikungunya in co-infected mice.antibodyanticorpocamundongocellular immunityChikungunyaChikungunyaco-infectioncoinfecçãohumoral immunityimunidade celularimunidade humoralMayaroMayaromouseO aumento recente dos surtos epidêmicos de arboviroses no Brasil, como no caso o vírus da Zika (ZIKV), Dengue (DENV), Febre amarela (YFV) e Chikungunya (CHIKV), têm causado sérios problemas de saúde pública. Esse aumento faz com que outros arbovírus circulantes menos conhecidos, como o vírus Mayro (MAYV), sejam negligenciados. A presença desses diferentes arbovírus em áreas onde o MAYV cocircula, aumenta o risco de coinfecção durante os períodos de surtos. Apesar de haver relatos de coinfecção MAYV com outros arbovírus, há poucos estudos reportando a coinfecção MAYV e CHIKV. Tanto o CHIKV como o MAYV, pertencem ao gênero Alphavirus, e devido à proximidade antigênica, os sintomas clínicos são similares, interferindo no diagnóstico sorológico. Estudos recentes mostraram que a infecção com alphavírus desencadeia em indivíduos expostos, uma potente resposta humoral capaz de conferir proteção contra uma reinfecção. Utilizando modelo murino, foi demonstrado que camundongos expostos previamente ao CHIKV apresentam uma proteção parcial cruzada, mediada pela resposta imune inata, à infecção pelo MAYV. No entanto, ainda há lacunas no que diz respeito ao entendimento da resposta por anticorpos bem como o papel das células B na imunidade contra esses alphavirus. Nesse estudo, o primeiro objetivo foi estudar de que forma a resposta imune humoral e celular é modulada na pata de camundongos infectados com MAYV e CHIKV. Camundongos C57BL/6 adultos imunologicamente competentes, foram infectados na pata nas seguintes condições: 1. simultâneo (CHIKV+MAYV); 2. infecção com MAYV e 7 dias depois com CHIKV (1st MAYV+CHIKV(D7)); 3. infecção com CHIKV e 7 dias depois com MAYV (1st CHIKV+MAYV(D7)); 4. infecção com MAYV e 14 dias depois com CHIKV (1st MAYV+CHIKV(D714)); 5. infecção com CHIKV e 14 dias depois com MAYV (1st CHIKV+MAYV(D14)). A infecção simultânea reduziu a carga viral na almofada plantar (bioluminescência) e reduziu o pico de inchaço na pata no dia 6 pós-infecção. No entanto, observamos um aumento na infiltração celular no nódulo linfático, caracterizado pelo aumento nas células CD4, CD8, DC e B. Com relação a pata, foi observado um aumento nas populações de células B e NK. A infecção prévia de 7 ou 14 dias com MAYV, parece ter induzido uma resposta imune capaz de interferir na replicação do CHIKV, pois não observamos carga viral na almofada plantar (bioluminescência) e o pico de inflamação foi reduzido no dia 7 pós-infecção. A infiltração celular também foi reduzida tanto na pata quanto no linfonodo poplíteo (pLN), com níveis semelhantes ao grupo naive. Resultados semelhantes foram observados na infecção prévia de 7 ou 14 dias com CHIKV. Com relação aos títulos de IgM e IgG E2.1 CHIKV-específicos, todos os grupos infectados mantiveram níveis consideráveis de IgM no dia 21 pós-infecção, independente dos altos títulos de IgG observados. Na segunda parte do projeto estudamos a eficácia de dois candidatos vacinais em desafio homólogo: 1) candidato vacinal para CHIKV, a E2.1, que se encontra encapsulada em nanopartículas (NMVs) que contém MPLA acoplado a sua estrutura, e 2) candidato vacinal para MAYV, baseado em partículas semelhante a vírus (do inglês virus-like protein VLP). Ambos candidatos vacinais foram capazes de reduzir a viremia e previnir o inchaço na pata induzido pela infecção com CHIKV ou MAYV.The recent increase in epidemic outbreaks of arboviruses in Brazil, such as Zika virus (ZIKV), Dengue (DENV), Yellow fever (YFV), and Chikungunya (CHIKV), has caused serious public health issues. This rise has led to the neglect of other lesser-known circulating arboviruses, such as Mayaro virus (MAYV). The presence of these different arboviruses in areas where MAYV co-circulates increases the risk of co-infection during outbreak periods. Despite reports of MAYV co-infection with other arboviruses, there are few studies documenting co-infection of MAYV and CHIKV. Both CHIKV and MAYV belong to the Alphavirus genus, and due to their antigenic proximity, the clinical symptoms are similar, complicating serological diagnosis. Recent studies have shown that infection with alphaviruses triggers a potent humoral response in exposed individuals, capable of providing protection against reinfection. Using a murine model, it has been demonstrated that mice previously exposed to CHIKV exhibit partial cross-protection, mediated by the innate immune response, against MAYV infection. However, there are still gaps in understanding antibody responses as well as the role of B cells in immunity against these alphaviruses. In this study, the first objective was to investigate how the humoral and cellular immune responses are modulated in the paws of mice infected with MAYV and CHIKV. Immunologically competent adult C57BL/6 mice were infected in the paw under the following conditions: 1. simultaneous (CHIKV+MAYV); 2. infection with MAYV followed by CHIKV after 7 days (1st MAYV+CHIKV(D7)); 3. infection with CHIKV followed by MAYV after 7 days (1st CHIKV+MAYV(D7)); 4. infection with MAYV followed by CHIKV after 14 days (1st MAYV+CHIKV(D714)); 5. infection with CHIKV followed by MAYV after 14 days (1st CHIKV+MAYV(D14)). The simultaneous infection reduced the viral load in the plantar region of the paw (bioluminescence) and decreased the peak swelling in the paw on day 6 post-infection. However, we observed an increase in cellular infiltration in the lymph node, characterized by an increase in CD4, CD8, DC, and B cells. Regarding the paw, there was an increase in the populations of B and NK cells. Prior infection with MAYV for 7 or 14 days seems to have induced an immune response capable of interfering with CHIKV replication, as no viral load was observed in the plantar pad (bioluminescence) and the peak of inflammation was reduced on day 7 post-infection. Cellular infiltration was also reduced in both the paw and the pLN, with levels similar to the naive group. Similar results were observed following prior infection with CHIKV for 7 or 14 days. Concerning the IgM and IgG E2.1 CHIKV-specific titers, all infected groups maintained considerable levels of IgM on day 21 post-infection, regardless of the high IgG titers observed. In the second part of the project, we studied the efficacy of two vaccine candidates in homologous challenge: 1) a vaccine candidate for CHIKV, E2.1, encapsulated in nanoparticles (NMVs) containing MPLA attached to its structure, and 2) a vaccine candidate for MAYV based on virus-like particles (VLP). Both vaccine candidates were able to reduce viremia and prevent swelling in the paw induced by infection with CHIKV or MAYV.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPClaser, CarlaSouza, Raquel de Oliveira2025-04-23info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/42/42135/tde-05112025-180948/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPReter o conteúdo por motivos de patente, publicação e/ou direitos autoriais.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-11-06T14:10:02Zoai:teses.usp.br:tde-05112025-180948Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-11-06T14:10:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Estudo da modulação da resposta imune humoral e celular induzida por Mayaro e Chikungunya em camundongos coinfectados. Souza, Raquel de Oliveira antibody anticorpo camundongo cellular immunity Chikungunya Chikungunya co-infection coinfecção humoral immunity imunidade celular imunidade humoral Mayaro Mayaro mouse |
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