Governança da Inteligência Artificial no setor público: capacidades técnico-administrativas vacilantes, falta de atenção aos municípios e polarização do debate - uma soma perigosa para a municipalização do reconhecimento facial no Brasil
| Ano de defesa: | 2025 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8132/tde-21032025-093839/ |
Resumo: | O principal objetivo da tese é demonstrar que - embora pouco estudada - a experiência do setor público como usuário de sistemas de Inteligência Artificial (IA) pode enriquecer a discussão sobre a governança dessa tecnologia. Sob essa perspectiva, analisamos a disseminação do uso de Sistemas de Reconhecimento Facial (SRF) pelos municípios brasileiros. Conhecido como municipalização do reconhecimento facial, esse fenômeno é expressivo no transporte público, onde a tecnologia costuma ser utilizada para prevenir fraudes em descontos e gratuidades. Esse fenômeno demanda atenção por três razões: (i) está em discussão se os SRF são capazes, ou não, de gerar resultados confiáveis; (ii) muitos municípios possuem capacidades técnico-administrativas vacilantes, mas ainda assim são responsáveis por prestar serviços públicos de interesse local, como o transporte público; (iii) em muitos municípios, a oferta desse serviço é feita por meio de concessão, dependendo, portanto, da coordenação entre atores públicos e privados. Estudamos as capitais estaduais e os municípios com pelo menos um milhão de habitantes. Nas localidades onde a tecnologia é utilizada, buscamos averiguar: (i) se há transparência em relação a aspectos técnicos dos SRF; (ii) se o uso da tecnologia é precedido de testes; (iii) se os operadores humanos recebem treinamento; (iv) se eventuais falhas da tecnologia e dos operadores humanos prejudicam os beneficiários de descontos e gratuidades; (v) se os órgãos públicos de transporte se articulam com as concessionárias para a proteção dos dados pessoais sensíveis dos beneficiários; e (vi) se a relação custo-benefício da tecnologia é positiva. Por meio de consulta a diários oficiais eletrônicos, da utilização da Lei de Acesso à Informação e da realização de entrevistas, identificamos que a municipalização dos SRF é marcada por dificuldades de gestão nessas seis frentes. Já pela consulta a fontes secundárias, reunimos dados que demonstram que a despeito da característica precariedade dos municípios brasileiros as capitais e os municípios mais populosos tendem a possuir capacidades técnico-administrativas ligadas às Tecnologias da Informação e Comunicação. Estes dados não podem ser atribuídos individualmente aos municípios estudados. Todavia, ao serem confrontados com as dificuldades de gestão identificadas, revelam a possibilidade de que mesmo quando os municípios dispõem de recursos favoráveis ao uso responsável dos SRF estes enfrentem dificuldades para mobilizá-los. Para identificar obstáculos à mobilização desses recursos, analisamos o debate sobre o uso de SRF no setor público. Identificamos que ele é marcado por falta de atenção aos municípios e por forte polarização entre entusiastas e críticos da tecnologia. Finalmente, por meio de revisão bibliográfica, de entrevistas com atores ligados à Estratégia Brasileira de IA (EBIA) e da análise de projetos de lei, concluímos que faltam, no Brasil, espaços de interlocução entre diferentes stakeholders que abriguem as tensões em torno da IA e facilitem a elaboração de diretrizes para a utilização da tecnologia no país, as quais poderiam auxiliar os municípios na mobilização dos recursos que possuem em prol do uso responsável dos SRF. Assim, sugerimos que a EBIA e o Plano Brasileiro de IA (PBIA) passem a encorajar a formação de espaços multissetoriais desse tipo. |
| id |
USP_770e619029de815376158b41db74dc10 |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:teses.usp.br:tde-21032025-093839 |
| network_acronym_str |
USP |
| network_name_str |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Governança da Inteligência Artificial no setor público: capacidades técnico-administrativas vacilantes, falta de atenção aos municípios e polarização do debate - uma soma perigosa para a municipalização do reconhecimento facial no BrasilThe governance of Artificial Intelligence in the public sector: unsteady technical and administrative capabilities, lack of attention to municipalities, and polarization of the debate - a dangerous combination for the municipalization of facial recognition in Brazil.Artificial intelligenceFacial recognitionGovernançaGovernanceInteligência artificialMunicipalitiesMunicípiosPolíticas públicasPublic policiesReconhecimento facialO principal objetivo da tese é demonstrar que - embora pouco estudada - a experiência do setor público como usuário de sistemas de Inteligência Artificial (IA) pode enriquecer a discussão sobre a governança dessa tecnologia. Sob essa perspectiva, analisamos a disseminação do uso de Sistemas de Reconhecimento Facial (SRF) pelos municípios brasileiros. Conhecido como municipalização do reconhecimento facial, esse fenômeno é expressivo no transporte público, onde a tecnologia costuma ser utilizada para prevenir fraudes em descontos e gratuidades. Esse fenômeno demanda atenção por três razões: (i) está em discussão se os SRF são capazes, ou não, de gerar resultados confiáveis; (ii) muitos municípios possuem capacidades técnico-administrativas vacilantes, mas ainda assim são responsáveis por prestar serviços públicos de interesse local, como o transporte público; (iii) em muitos municípios, a oferta desse serviço é feita por meio de concessão, dependendo, portanto, da coordenação entre atores públicos e privados. Estudamos as capitais estaduais e os municípios com pelo menos um milhão de habitantes. Nas localidades onde a tecnologia é utilizada, buscamos averiguar: (i) se há transparência em relação a aspectos técnicos dos SRF; (ii) se o uso da tecnologia é precedido de testes; (iii) se os operadores humanos recebem treinamento; (iv) se eventuais falhas da tecnologia e dos operadores humanos prejudicam os beneficiários de descontos e gratuidades; (v) se os órgãos públicos de transporte se articulam com as concessionárias para a proteção dos dados pessoais sensíveis dos beneficiários; e (vi) se a relação custo-benefício da tecnologia é positiva. Por meio de consulta a diários oficiais eletrônicos, da utilização da Lei de Acesso à Informação e da realização de entrevistas, identificamos que a municipalização dos SRF é marcada por dificuldades de gestão nessas seis frentes. Já pela consulta a fontes secundárias, reunimos dados que demonstram que a despeito da característica precariedade dos municípios brasileiros as capitais e os municípios mais populosos tendem a possuir capacidades técnico-administrativas ligadas às Tecnologias da Informação e Comunicação. Estes dados não podem ser atribuídos individualmente aos municípios estudados. Todavia, ao serem confrontados com as dificuldades de gestão identificadas, revelam a possibilidade de que mesmo quando os municípios dispõem de recursos favoráveis ao uso responsável dos SRF estes enfrentem dificuldades para mobilizá-los. Para identificar obstáculos à mobilização desses recursos, analisamos o debate sobre o uso de SRF no setor público. Identificamos que ele é marcado por falta de atenção aos municípios e por forte polarização entre entusiastas e críticos da tecnologia. Finalmente, por meio de revisão bibliográfica, de entrevistas com atores ligados à Estratégia Brasileira de IA (EBIA) e da análise de projetos de lei, concluímos que faltam, no Brasil, espaços de interlocução entre diferentes stakeholders que abriguem as tensões em torno da IA e facilitem a elaboração de diretrizes para a utilização da tecnologia no país, as quais poderiam auxiliar os municípios na mobilização dos recursos que possuem em prol do uso responsável dos SRF. Assim, sugerimos que a EBIA e o Plano Brasileiro de IA (PBIA) passem a encorajar a formação de espaços multissetoriais desse tipo.The main objective of the thesis is to demonstrate that - although underexplored - the public sector\'s experience as a user of Artificial Intelligence (AI) systems can enrich the discussion on the governance of this technology. From this perspective, we analyzed the spread of the use of Facial Recognition Systems (FRS) by Brazilian municipalities. Known as the \"municipalization of facial recognition,\" this phenomenon is particularly notable in public transportation, where the technology is often used to prevent fraud in discounts and fare exemptions. This phenomenon demands attention for three reasons: (i) there is ongoing debate about whether FRS can produce reliable results; (ii) many municipalities have weak technical and administrative capacities but are still responsible for delivering local public services, such as public transportation; (iii) in many municipalities, the provision of this service occurs through concessions, thus depending on coordination between public and private actors. We studied state capitals and municipalities with at least one million inhabitants. In locations where the technology is used, we sought to investigate: (i) whether there is transparency regarding the technical aspects of FRS; (ii) whether the use of the technology is preceded by testing; (iii) whether human operators receive training; (iv) whether potential failures of the technology and human operators harm the beneficiaries of discounts and exemptions; (v) whether public transportation agencies coordinate with concessionaires to protect the sensitive personal data of beneficiaries; and (vi) whether the cost-benefit ratio of the technology is positive. Through the analysis of electronic official gazettes, the use of the Access to Information Law, and interviews, we identified that the municipalization of FRS is marked by management challenges in these six areas. Additionally, by consulting secondary sources, we gathered data demonstrating that despite the characteristic precariousness of Brazilian municipalities state capitals and larger municipalities tend to have technical and administrative capacities related to Information and Communication Technologies. These data cannot be individually attributed to the municipalities studied. However, when confronted with the identified management challenges, they reveal the possibility that even when municipalities have resources favorable to the responsible use of FRS they face difficulties in mobilizing them. To identify obstacles to the mobilization of these resources, we analyzed the debate on the use of FRS in the public sector. We found that this debate is marked by a lack of attention to municipalities and strong polarization between technology enthusiasts and critics. Finally, through a literature review, interviews with actors linked to the Brazilian AI Strategy (EBIA), and an analysis of legislative bills, we concluded that Brazil lacks forums for dialogue among different stakeholders to address tensions surrounding AI and facilitate the development of guidelines for the use of this technology in the country, which could assist municipalities in mobilizing their resources for the responsible use of FRS. Thus, we suggest that the EBIA and the Brazilian AI Plan (PBIA) should encourage the creation of such multisectoral forumsBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPArbix, Glauco Antonio TruzziBrandão, Rodrigo2025-02-26info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8132/tde-21032025-093839/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-03-21T12:54:02Zoai:teses.usp.br:tde-21032025-093839Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-03-21T12:54:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
| dc.title.none.fl_str_mv |
Governança da Inteligência Artificial no setor público: capacidades técnico-administrativas vacilantes, falta de atenção aos municípios e polarização do debate - uma soma perigosa para a municipalização do reconhecimento facial no Brasil The governance of Artificial Intelligence in the public sector: unsteady technical and administrative capabilities, lack of attention to municipalities, and polarization of the debate - a dangerous combination for the municipalization of facial recognition in Brazil. |
| title |
Governança da Inteligência Artificial no setor público: capacidades técnico-administrativas vacilantes, falta de atenção aos municípios e polarização do debate - uma soma perigosa para a municipalização do reconhecimento facial no Brasil |
| spellingShingle |
Governança da Inteligência Artificial no setor público: capacidades técnico-administrativas vacilantes, falta de atenção aos municípios e polarização do debate - uma soma perigosa para a municipalização do reconhecimento facial no Brasil Brandão, Rodrigo Artificial intelligence Facial recognition Governança Governance Inteligência artificial Municipalities Municípios Políticas públicas Public policies Reconhecimento facial |
| title_short |
Governança da Inteligência Artificial no setor público: capacidades técnico-administrativas vacilantes, falta de atenção aos municípios e polarização do debate - uma soma perigosa para a municipalização do reconhecimento facial no Brasil |
| title_full |
Governança da Inteligência Artificial no setor público: capacidades técnico-administrativas vacilantes, falta de atenção aos municípios e polarização do debate - uma soma perigosa para a municipalização do reconhecimento facial no Brasil |
| title_fullStr |
Governança da Inteligência Artificial no setor público: capacidades técnico-administrativas vacilantes, falta de atenção aos municípios e polarização do debate - uma soma perigosa para a municipalização do reconhecimento facial no Brasil |
| title_full_unstemmed |
Governança da Inteligência Artificial no setor público: capacidades técnico-administrativas vacilantes, falta de atenção aos municípios e polarização do debate - uma soma perigosa para a municipalização do reconhecimento facial no Brasil |
| title_sort |
Governança da Inteligência Artificial no setor público: capacidades técnico-administrativas vacilantes, falta de atenção aos municípios e polarização do debate - uma soma perigosa para a municipalização do reconhecimento facial no Brasil |
| author |
Brandão, Rodrigo |
| author_facet |
Brandão, Rodrigo |
| author_role |
author |
| dc.contributor.none.fl_str_mv |
Arbix, Glauco Antonio Truzzi |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Brandão, Rodrigo |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Artificial intelligence Facial recognition Governança Governance Inteligência artificial Municipalities Municípios Políticas públicas Public policies Reconhecimento facial |
| topic |
Artificial intelligence Facial recognition Governança Governance Inteligência artificial Municipalities Municípios Políticas públicas Public policies Reconhecimento facial |
| description |
O principal objetivo da tese é demonstrar que - embora pouco estudada - a experiência do setor público como usuário de sistemas de Inteligência Artificial (IA) pode enriquecer a discussão sobre a governança dessa tecnologia. Sob essa perspectiva, analisamos a disseminação do uso de Sistemas de Reconhecimento Facial (SRF) pelos municípios brasileiros. Conhecido como municipalização do reconhecimento facial, esse fenômeno é expressivo no transporte público, onde a tecnologia costuma ser utilizada para prevenir fraudes em descontos e gratuidades. Esse fenômeno demanda atenção por três razões: (i) está em discussão se os SRF são capazes, ou não, de gerar resultados confiáveis; (ii) muitos municípios possuem capacidades técnico-administrativas vacilantes, mas ainda assim são responsáveis por prestar serviços públicos de interesse local, como o transporte público; (iii) em muitos municípios, a oferta desse serviço é feita por meio de concessão, dependendo, portanto, da coordenação entre atores públicos e privados. Estudamos as capitais estaduais e os municípios com pelo menos um milhão de habitantes. Nas localidades onde a tecnologia é utilizada, buscamos averiguar: (i) se há transparência em relação a aspectos técnicos dos SRF; (ii) se o uso da tecnologia é precedido de testes; (iii) se os operadores humanos recebem treinamento; (iv) se eventuais falhas da tecnologia e dos operadores humanos prejudicam os beneficiários de descontos e gratuidades; (v) se os órgãos públicos de transporte se articulam com as concessionárias para a proteção dos dados pessoais sensíveis dos beneficiários; e (vi) se a relação custo-benefício da tecnologia é positiva. Por meio de consulta a diários oficiais eletrônicos, da utilização da Lei de Acesso à Informação e da realização de entrevistas, identificamos que a municipalização dos SRF é marcada por dificuldades de gestão nessas seis frentes. Já pela consulta a fontes secundárias, reunimos dados que demonstram que a despeito da característica precariedade dos municípios brasileiros as capitais e os municípios mais populosos tendem a possuir capacidades técnico-administrativas ligadas às Tecnologias da Informação e Comunicação. Estes dados não podem ser atribuídos individualmente aos municípios estudados. Todavia, ao serem confrontados com as dificuldades de gestão identificadas, revelam a possibilidade de que mesmo quando os municípios dispõem de recursos favoráveis ao uso responsável dos SRF estes enfrentem dificuldades para mobilizá-los. Para identificar obstáculos à mobilização desses recursos, analisamos o debate sobre o uso de SRF no setor público. Identificamos que ele é marcado por falta de atenção aos municípios e por forte polarização entre entusiastas e críticos da tecnologia. Finalmente, por meio de revisão bibliográfica, de entrevistas com atores ligados à Estratégia Brasileira de IA (EBIA) e da análise de projetos de lei, concluímos que faltam, no Brasil, espaços de interlocução entre diferentes stakeholders que abriguem as tensões em torno da IA e facilitem a elaboração de diretrizes para a utilização da tecnologia no país, as quais poderiam auxiliar os municípios na mobilização dos recursos que possuem em prol do uso responsável dos SRF. Assim, sugerimos que a EBIA e o Plano Brasileiro de IA (PBIA) passem a encorajar a formação de espaços multissetoriais desse tipo. |
| publishDate |
2025 |
| dc.date.none.fl_str_mv |
2025-02-26 |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/doctoralThesis |
| format |
doctoralThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8132/tde-21032025-093839/ |
| url |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8132/tde-21032025-093839/ |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.relation.none.fl_str_mv |
|
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
Liberar o conteúdo para acesso público. info:eu-repo/semantics/openAccess |
| rights_invalid_str_mv |
Liberar o conteúdo para acesso público. |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.format.none.fl_str_mv |
application/pdf |
| dc.coverage.none.fl_str_mv |
|
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP |
| publisher.none.fl_str_mv |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP instname:Universidade de São Paulo (USP) instacron:USP |
| instname_str |
Universidade de São Paulo (USP) |
| instacron_str |
USP |
| institution |
USP |
| reponame_str |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| collection |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| repository.name.fl_str_mv |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP) |
| repository.mail.fl_str_mv |
virginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.br |
| _version_ |
1865492250139557888 |