A assimetria entre a produção e compreensão infantil de itens escalares: uma análise unificada via Teoria da Otimidade
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8139/tde-15012024-135351/ |
Resumo: | Quando itens como “alguns” e “ou” são proferidos, o interlocutor pode interpretá-los como a negação de um outro item relacionado a eles como “todos” e “e”, respectivamente. Nestes casos, diz-se que a leitura para “alguns” pode ser “alguns, mas não todos” e a leitura para “ou” seria “A ou B, mas não ambos”. A este uso de “ou” costuma-se dar o nome de “ou-exclusivo”. Sentenças com “alguns” e “ou” são subinformativas quando descrevem uma situação em que “todos” ou “e” poderiam ter sido usados. A literatura que testou a compreensão de crianças para estes usos subinformativos revelou que crianças em idade pré-escolar falantes de línguas distintas, mas não os adultos, aceitam sentenças com o equivalente de “alguns” para descrever situações em que “todos” seria mais adequado (PAPAFRAGOU; TANTALOU, 2004; BALE et al., 2010), assim como aceitam sentenças com o equivalente de “ou” para descrever situações em que “e” seria mais adequado (TIEU et al, 2017; SKORDOS et al. 2020). Por outro lado, estudos que investigaram a produção de “some” e “or”, por crianças adquirindo inglês, reportam que “some” é usado para descrever situações em que a leitura “some, but not all” é adequada e produzem “ou-exclusivo” antes de completarem quatro anos (MORRIS, 2008; EITELJÖRGE; POSCOULOS; LIEVEN, 2018). Essa disparidade entre os resultados de estudos sobre produção e compreensão sugere uma assimetria na linguagem infantil: a produção ocorre antes da compreensão. Nesta tese, argumenta-se que a Teoria da Otimidade (OT) é capaz de capturar essas assimetrias na linguagem infantil. Considerando essas observações e a escassez de estudos que testaram as previsões da OT para fenômenos semântico-pragmáticos no contexto do Português Brasileiro (PB), esta tese tem como objetivo investigar o comportamento linguístico de crianças adquirindo o português como língua materna na produção de "ou" e "alguns". Para tanto, foram analisados dois corpora de fala infantil. O primeiro corpus consiste em aproximadamente 119 horas de gravações de fala espontânea, envolvendo quatro crianças adquirindo o português brasileiro entre 2;0 e 5;6, além da fala de 53 adultos com quem as crianças interagiam (corpus SANTANA-SANTOS). O segundo corpus é composto por cerca de 51 horas de gravações de fala eliciada de narrativas por 7 crianças adquirindo o português brasileiro entre 4;3 e 9;0, além da fala de 5 adultos com quem as crianças interagiam (corpus AlegreLong). Nossos resultados corroboram os achados dos estudos feitos para o inglês. Observamos que a primeira produção de “ou-exclusivo” é feita aos 2;4 e a primeira produção de “alguns, mas não todos” é feita aos 3;11. Estendemos a análise para a produção e compreensão que Mognon et al. (2021) propõem para “alguns” ao “ou”, assim como apresentamos uma nova análise para descrever a produção e compreensão de “ou” em contextos que sua leitura é necessariamente exclusiva. Dentro da OT, a assimetria entre produção e compreensão de itens escalares pode ser atribuída à capacidade limitada das crianças de otimizar bidirecionalmente, uma vez que a otimização unidirecional não é capaz de selecionar um único output na interpretação destes itens. |
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A assimetria entre a produção e compreensão infantil de itens escalares: uma análise unificada via Teoria da OtimidadeThe asymmetry between children\'s production and comprehension of scalar items: an optimality theoretic unified analysisAquisição de linguagemBidirectional Optimality TheoryBrazilian PortugueseDisjunçãoDisjunctionImplicaturas escalaresLanguage AcquisitionOptimality TheoryPortuguês brasileiroScalar ImplicaturesTeoria da otimidadeteoria da otimidade bidirecionalQuando itens como “alguns” e “ou” são proferidos, o interlocutor pode interpretá-los como a negação de um outro item relacionado a eles como “todos” e “e”, respectivamente. Nestes casos, diz-se que a leitura para “alguns” pode ser “alguns, mas não todos” e a leitura para “ou” seria “A ou B, mas não ambos”. A este uso de “ou” costuma-se dar o nome de “ou-exclusivo”. Sentenças com “alguns” e “ou” são subinformativas quando descrevem uma situação em que “todos” ou “e” poderiam ter sido usados. A literatura que testou a compreensão de crianças para estes usos subinformativos revelou que crianças em idade pré-escolar falantes de línguas distintas, mas não os adultos, aceitam sentenças com o equivalente de “alguns” para descrever situações em que “todos” seria mais adequado (PAPAFRAGOU; TANTALOU, 2004; BALE et al., 2010), assim como aceitam sentenças com o equivalente de “ou” para descrever situações em que “e” seria mais adequado (TIEU et al, 2017; SKORDOS et al. 2020). Por outro lado, estudos que investigaram a produção de “some” e “or”, por crianças adquirindo inglês, reportam que “some” é usado para descrever situações em que a leitura “some, but not all” é adequada e produzem “ou-exclusivo” antes de completarem quatro anos (MORRIS, 2008; EITELJÖRGE; POSCOULOS; LIEVEN, 2018). Essa disparidade entre os resultados de estudos sobre produção e compreensão sugere uma assimetria na linguagem infantil: a produção ocorre antes da compreensão. Nesta tese, argumenta-se que a Teoria da Otimidade (OT) é capaz de capturar essas assimetrias na linguagem infantil. Considerando essas observações e a escassez de estudos que testaram as previsões da OT para fenômenos semântico-pragmáticos no contexto do Português Brasileiro (PB), esta tese tem como objetivo investigar o comportamento linguístico de crianças adquirindo o português como língua materna na produção de "ou" e "alguns". Para tanto, foram analisados dois corpora de fala infantil. O primeiro corpus consiste em aproximadamente 119 horas de gravações de fala espontânea, envolvendo quatro crianças adquirindo o português brasileiro entre 2;0 e 5;6, além da fala de 53 adultos com quem as crianças interagiam (corpus SANTANA-SANTOS). O segundo corpus é composto por cerca de 51 horas de gravações de fala eliciada de narrativas por 7 crianças adquirindo o português brasileiro entre 4;3 e 9;0, além da fala de 5 adultos com quem as crianças interagiam (corpus AlegreLong). Nossos resultados corroboram os achados dos estudos feitos para o inglês. Observamos que a primeira produção de “ou-exclusivo” é feita aos 2;4 e a primeira produção de “alguns, mas não todos” é feita aos 3;11. Estendemos a análise para a produção e compreensão que Mognon et al. (2021) propõem para “alguns” ao “ou”, assim como apresentamos uma nova análise para descrever a produção e compreensão de “ou” em contextos que sua leitura é necessariamente exclusiva. Dentro da OT, a assimetria entre produção e compreensão de itens escalares pode ser atribuída à capacidade limitada das crianças de otimizar bidirecionalmente, uma vez que a otimização unidirecional não é capaz de selecionar um único output na interpretação destes itens.When items such as "some" and "or" are uttered, the interlocutor can interpret them as the negation of another related item, namely "all" and "and", respectively. In such cases, it is deemed that the interpretation for "some" can be "some, but not all”, while the reading for "or" would be “A or B, but not both”. This particular usage of "or" is commonly referred to as "exclusive-or”. Sentences containing "some" and "or" are considered subinformative when they describe a situation where "all" or "and" could have been uttered instead. Previous literature exploring children's comprehension of these subinformative uses has revealed that preschool-aged children, in contrast to adults, accept sentences with the equivalent of "some" to describe situations where "all" would be more appropriate (PAPAFRAGOU; TANTALOU, 2004; BALE et al., 2010). Similarly, they accept sentences with the equivalent of "or" to describe situations where "and" would be more fitting (TIEU et al., 2017; SKORDOS et al., 2020). Conversely, studies investigating the production of "some" and "or" by children acquiring English have reported that "some" is used to describe situations where the reading "some, but not all" is suitable, and they produce "exclusive-or" before the age of four (MORRIS, 2008; EITELJÖRGE; POSCOULOS; LIEVEN, 2018). This disparity between production and comprehension results suggests an asymmetry in child language, with production preceding comprehension. In this dissertation, it is argued that the framework of Optimality Theory (OT) can account for these asymmetries in child language. Considering these observations and the scarcity of studies examining the predictions of OT for semantic-pragmatic phenomena in the context of Brazilian Portuguese (BrP), this dissertation aims to investigate the linguistic behaviour of children acquiring BrP as their first language in the production of "ou" and "alguns." To this end, two corpora of child speech were analysed. The first corpus comprises approximately 119 hours of spontaneous speech recordings involving four children acquiring Brazilian Portuguese between the ages of 2;0 and 5;6, in addition to the speech of 53 adults with whom the children interacted (SANTANA-SANTOS corpus). The second corpus consists of approximately 51 hours of elicited speech recordings of narratives by seven children acquiring Brazilian Portuguese between the ages of 4;3 and 9;0, alongside the speech of five adults with whom the children interacted (AlegreLong corpus). Our findings corroborate the results of studies conducted in English. We observed that the first production of "ou-exclusivo" occurs at 2;4, while the first production of "alguns, mas não todos" takes place at 3;11. We extended the analysis to encompass the production and comprehension proposed by Mognon et al. (2021) for "alguns" to "ou" and we also presented a novel analysis to describe the production and comprehension of "ou" in contexts where its exclusive reading is necessary. Within OT, the asymmetry between the production and comprehension of scalar items can be attributed to children's limited capacity for bidirectional optimization, as unidirectional optimization fails to select a single output in the interpretation of these items.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPGrolla, Elaine BicudoTorres, Jonathan Silva2023-08-16info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8139/tde-15012024-135351/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2024-01-15T19:07:02Zoai:teses.usp.br:tde-15012024-135351Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212024-01-15T19:07:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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