Neoplasias neuroendócrinas no fígado: um estudo morfológico e imuno-histoquímico

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Salomão, Frederico Chaves
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5144/tde-14052025-101010/
Resumo: INTRODUÇÃO: O fígado é o principal destino das metástases viscerais das neoplasias neuroendócrinas (NNEs), atualmente classificadas como tumor neuroendócrino (TNE) em 3 graus diferentes (TNEG1, TNEG2 e TNEG3) e carcinomas neuroendócrinos (CNEs) de grandes células (CNEGC) e pequenas células (CNEPC). A compreensão da diversidade dos aspectos anátomopatológicos, culminando em diferentes categorias diagnósticas, precisa ser ampliada pelo estudo das metástases hepáticas. MÉTODOS: O presente estudo incluiu 54 pacientes com NNE no fígado, abrangendo 38 peças cirúrgicas e 16 biopsias por agulha grossa. Oitenta e dois nódulos foram individualizados para estudo. Avaliamos critérios morfológicos: padrão arquitetural; aspectos citológicos; necrose; fibrose, vascularização; e índice mitótico. Estudos imuno-histoquímicos foram realizados para avaliar marcadores de linhagem neuroendócrina, proliferação celular (agKi67), expressão de proteínas produzidas por genes supressores de tumor (p53, Rb1 e p16), proteína ATRX e receptor de somatostatina (SSTR2A). Realizamos a classificação proposta pelo livro de tumores digestivos da OMS de 2019 e o estudo da heterogeneidade internodular em 12 pacientes com múltiplos nódulos. RESULTADOS: Identificamos 13 casos de origem pancreática (24,0%), 12 do intestino delgado (22,2%), 4 das vias biliares (7,4%), 2 do cólon direito (3,7%), 2 do duodeno (3,7%), 2 casos do estômago (3,7%), 6 do pulmão (11,1%) e 4 casos (7,4%) permaneceram de origem oculta/possível origem hepática. Os nódulos foram classificados como TNEG1 (28/82, 34,1%), TNEG2 (26/82, 31,7%), TNEG3 (13/82, 15,9%), CNEGC (9/82, 11,0%) e CNEPC (6/82, 7,3%). Na análise histológica, os padrões de arquitetura organoide e de vascularização regular foram os mais prevalentes nos TNEs. O estudo imuno-histoquímico para AgKi-67 foi mais determinante que o índice mitótico para a classificação diagnóstica, sendo aqui definido o ponto de corte de 30 % para a melhor discriminação entre os TNEG3 e os CNE. Índices de reatividade elevados para cromogranina e sinaptofisina (>90%) foram superiores nos TNEs. A expressão aberrante de p53 e Rb1 ocorreu exclusivamente nos CNEs e a alta frequência de aberrações do p16 (10/14) nos CNEs foi marcante, comparada com os TNEs (1/67). A avaliação da expressão do SSTR2A com Hescore >10 exibiu alta sensibilidade e especificidade para TNE, incluindo os TNEG3, mostrando-se sempre negativa (Hescore 10) nos CNEs. A origem pulmonar se associou com resultado negativo para SSTR2A, mesmo nos TNEs. A heterogeneidade entre os nódulos esteve presente em 8/12 (66,6%) pacientes, 4/12 (33,3%) com diferenças na própria graduação diagnóstica. Dentre todos os critérios, a expressão do SSTR2A foi o que mais mostrou heterogeneidade entre os nódulos. CONCLUSÕES: As metástases hepáticas de NNE podem ocorrer em todas as categorias. Os TNEG3 mantêm associação com sua classe e podem ser adequadamente distinguidos dos CNEs através da integração de aspectos histológicos com o índice de AgKi-67, o padrão de expressão para o p16 e a expressão semiquantificada pelo Hescore do SSTR2A. Além da negatividade de todos os CNE para SSTR2A, os TNEs oriundos do pulmão também se mostraram negativos. A constatação da heterogeneidade internodular em pacientes com mais de um nódulo, afetando inclusive a graduação dos TNEs, tem potencial impacto na avaliação prognóstica e na mais adequada seleção de estratégias terapêuticas
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MÉTODOS: O presente estudo incluiu 54 pacientes com NNE no fígado, abrangendo 38 peças cirúrgicas e 16 biopsias por agulha grossa. Oitenta e dois nódulos foram individualizados para estudo. Avaliamos critérios morfológicos: padrão arquitetural; aspectos citológicos; necrose; fibrose, vascularização; e índice mitótico. Estudos imuno-histoquímicos foram realizados para avaliar marcadores de linhagem neuroendócrina, proliferação celular (agKi67), expressão de proteínas produzidas por genes supressores de tumor (p53, Rb1 e p16), proteína ATRX e receptor de somatostatina (SSTR2A). Realizamos a classificação proposta pelo livro de tumores digestivos da OMS de 2019 e o estudo da heterogeneidade internodular em 12 pacientes com múltiplos nódulos. RESULTADOS: Identificamos 13 casos de origem pancreática (24,0%), 12 do intestino delgado (22,2%), 4 das vias biliares (7,4%), 2 do cólon direito (3,7%), 2 do duodeno (3,7%), 2 casos do estômago (3,7%), 6 do pulmão (11,1%) e 4 casos (7,4%) permaneceram de origem oculta/possível origem hepática. Os nódulos foram classificados como TNEG1 (28/82, 34,1%), TNEG2 (26/82, 31,7%), TNEG3 (13/82, 15,9%), CNEGC (9/82, 11,0%) e CNEPC (6/82, 7,3%). Na análise histológica, os padrões de arquitetura organoide e de vascularização regular foram os mais prevalentes nos TNEs. O estudo imuno-histoquímico para AgKi-67 foi mais determinante que o índice mitótico para a classificação diagnóstica, sendo aqui definido o ponto de corte de 30 % para a melhor discriminação entre os TNEG3 e os CNE. Índices de reatividade elevados para cromogranina e sinaptofisina (>90%) foram superiores nos TNEs. A expressão aberrante de p53 e Rb1 ocorreu exclusivamente nos CNEs e a alta frequência de aberrações do p16 (10/14) nos CNEs foi marcante, comparada com os TNEs (1/67). A avaliação da expressão do SSTR2A com Hescore >10 exibiu alta sensibilidade e especificidade para TNE, incluindo os TNEG3, mostrando-se sempre negativa (Hescore 10) nos CNEs. A origem pulmonar se associou com resultado negativo para SSTR2A, mesmo nos TNEs. A heterogeneidade entre os nódulos esteve presente em 8/12 (66,6%) pacientes, 4/12 (33,3%) com diferenças na própria graduação diagnóstica. Dentre todos os critérios, a expressão do SSTR2A foi o que mais mostrou heterogeneidade entre os nódulos. CONCLUSÕES: As metástases hepáticas de NNE podem ocorrer em todas as categorias. Os TNEG3 mantêm associação com sua classe e podem ser adequadamente distinguidos dos CNEs através da integração de aspectos histológicos com o índice de AgKi-67, o padrão de expressão para o p16 e a expressão semiquantificada pelo Hescore do SSTR2A. Além da negatividade de todos os CNE para SSTR2A, os TNEs oriundos do pulmão também se mostraram negativos. A constatação da heterogeneidade internodular em pacientes com mais de um nódulo, afetando inclusive a graduação dos TNEs, tem potencial impacto na avaliação prognóstica e na mais adequada seleção de estratégias terapêuticasINTRODUCTION: The liver is the most common destiny of visceral metastases from neuroendocrine neoplasms (NENs). Currently NENs are classified as neuroendocrine tumor (NET) in 3 different grades (NETG1, NETG2, and NETG3), and neuroendocrine carcinomas (NECs) of large cells (LGNEC) and small cells (SCNEC). Understanding the diversity of the histopathological aspects leading to different diagnostic categories requires further studies of liver metastases. METHODS: The present study included 54 patients with liver NENs, encompassing 38 surgical specimens and 16 core needle biopsies. Eighty-two nodules were individualized for study. The following morphological criteria were reviewed herein: architectural pattern; cytological aspects; necrosis; fibrosis; vascular pattern; and mitotic index. Immunohistochemical studies were performed to assess markers of neuroendocrine lineage, cellular proliferation (AgKi67), expression of proteins codified by tumor suppressor genes (p53, Rb1, and p16), ATRX protein, and somatostatin receptor-2A (SSTR2A). Morphological and immunohistochemical variables were also assessed for the study of internodular heterogeneity in 12 patients with multiple nodules. RESULTS: We identified 13 cases of pancreatic origin (24%), 12 from the small intestine (22%), 4 from the bile ducts (7.4%), 2 from the right colon (3.7%), 2 from the duodenum (3.7%), 2 from the stomach (3.7%), 6 from the lung (11.1%), and 4 cases (7.4%) remaining occult/possible hepatic origin. The nodules were classified as NETG1 (28/82, 34.1%), NETG2 (26/82, 31.7%), NETG3 (13/82, 15.9%), LGNEC (9/82, 11.0%), and SCNEC (6/82, 7.3%). In the histological analysis, the organoid architecture and regular vascular patterns were most prevalent in NETs. The AgKi-67 immunohistochemical study was more determinant than the mitotic index for diagnostic classification, defining a cut-off point of 30% for the best discrimination between NETG3 and NEC. High reactivity indices for chromogranin and synaptophysin (>90%), were superior in NETs. Aberrant expression of p53 and Rb1 was exclusively found in NECs and the high frequency of p16 aberrations (10/14) in NECs was remarkable compared to NETs (1/67). The evaluation of SSTR2A expression with Hscore >10 showed high sensitivity and specificity for NETs, including NETG3, and was always negative (Hscore 10) in NECs. Pulmonary origin was associated with negative SSTR2A results, even in NETs. Internodular heterogeneity was present in 8/12 (66.6%) patients, with 4/12 (33.3%) presenting different grades. Among all criteria, SSTR2A expression showed the most heterogeneous among different nodules. CONCLUSIONS: Liver metastases from NENs can present all classes and grades. NETG3s remain closer to NET G2 and NETG1 than to NECs. Integration of histological and immunohistochemical variables are found helpful to discriminate borderline cases, especially AgKi-67 index, p16 expression pattern, and SSTR2A assessed by Hscore. Besides the SSTR2A negativity of all NECs, lung-origin NETs were also negative. The finding of internodular heterogeneity in patients with more than one nodule, affecting even the graduation of NETs, has potential impact on prognostic evaluation and the more appropriate selection of therapeutic strategiesBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPAlves, Venancio Avancini FerreiraSalomão, Frederico Chaves2024-11-01info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5144/tde-14052025-101010/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-05-23T15:27:02Zoai:teses.usp.br:tde-14052025-101010Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-05-23T15:27:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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