Utilização do sêmen como fluido diagnóstico e descrição dos parâmetros do espermograma dos pacientes portadores de doença mitocondrial associada à oftalmoparesia externa progressiva
| Ano de defesa: | 2014 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17137/tde-27022026-145941/ |
Resumo: | Introdução: A prevalência da infertilidade conjugal é estimada entre 10 e 15% dos casais da população geral. Entretanto em 30 a 50% dos homens considerados inférteis os fatores etiológicos ainda não foram completamente elucidados. Estudos mostram que as mitocôndrias desempenham importante papel na fertilidade, pois são essenciais no metabolismo energético celular, participando da espermatogênese, fertilização e desenvolvimento embrionário. Ainda há controvérsias em relação à associação das alterações do mtDNA com infertilidade masculina e pouco se conhece sobre os efeitos das mitocondriopatias nos parâmetros do espermograma. Assim, pacientes portadores de doenças mitocondriais associada à Oftalmoparesia Externa Progressiva (PEO) são candidatos a apresentarem alterações seminais. O estudo da interação entre alterações moleculares do mtDNA e infertilidade masculina pode auxiliar na fundamentação de novos critérios diagnósticos, prognósticos e abordagens terapêuticas. Além disso, não há na literatura informações definitivas quanto ao uso do sêmen como meio diagnóstico das mitocondriopatias nos pacientes portadores de PEO. Objetivos: Avaliar o sêmen como fluido diagnóstico para mutações do mtDNA e analisar os parâmetros do espermograma de homens portadores de PEO. Materiais e Métodos: Oito indivíduos saudáveis e onze pacientes portadores de PEO constituíram os grupos controle e estudo, respectivamente. Foi realizada avaliação clínica, análise seminal e avaliação molecular do sangue, urina e sêmen em busca de mutações do mtDNA. Resultados: A média de idade dos grupos foi de 37,1 anos e 32,7 anos, nos grupos controle e PEO, respectivamente. No grupo Controle não foi detectada nenhuma alteração na avaliação clínica. A análise seminal revelou apenas teratozoospermia em cinco pacientes, em concordância com relatos na literatura em que até 87,2% dos homens férteis podem apresentar baixa morfologia espermática. A avaliação molecular não detectou mutação do mtDNA no sêmen. No grupo PEO nenhum paciente apresentava queixa de infertilidade e cinco pacientes tinham filhos. Um paciente era tabagista, dois apresentavam varicocele e um era obeso. A análise seminal deste grupo apresentou quatro casos de oligoastenoteratozoospermia, classificada como grave em dois casos e associado a necrozoospermia em um caso. Seis pacientes apresentaram teratozoospermia. A avaliação molecular do grupo PEO encontrou deleção Comum em 4 pacientes, deleção indeterminada em 2 pacientes, deleções múltiplas em 3 pacientes e mutação de ponto m.3243A>G em 2 pacientes. A presença dessas mutações foram verificadas também no sangue em um paciente, na urina em oito e no sêmen em seis (Dois não colheram sêmen e um não colheu urina). A taxa de confirmação do diagnóstico molecular dos pacientes portadores de deleção única do mtDNA, incluindo a deleção comum, no sangue, na urina e no sêmen foi de zero, 100% e 83%, respectivamente. Quando considerada somente a deleção comum, a taxa de diagnóstico foi de 0% no sangue, 100% na urina e 100% no sêmen. Nos pacientes portadores da mutação de ponto m.3243A>G, a taxa de confirmação diagnóstica foi 100% na urina e 100% no sêmen. Deleções múltiplas foram detectadas apenas no tecido muscular de 3 pacientes, não sendo confirmadas no sangue, nem na urina ou sêmen. Conclusões: O sêmen e a urina dos pacientes portadores de PEO configuraram-se como bons meios diagnósticos para detecção de mutações do mtDNA. As alterações seminais mais frequentes do grupo PEO foram teratozoospermia e oligoastenoteratozoospermia, acometendo seis e quatro pacientes, respectivamente. A oligoastenoteratozoospermia relacionou-se com a presença de deleções do mtDNA nos pacientes portadores de PEO. |
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Utilização do sêmen como fluido diagnóstico e descrição dos parâmetros do espermograma dos pacientes portadores de doença mitocondrial associada à oftalmoparesia externa progressivaUse of semen as a diagnostic fluid and description of the parameters of the semen in patients with mitochondrial disease associated with progressive external ophthalmoparesisDNA mitocondrialInfertilidade masculinaMale infertilityMitochondrial DNAOftalmoparesia externa progressivaProgressive external ophthalmoparesisSemenSêmenIntrodução: A prevalência da infertilidade conjugal é estimada entre 10 e 15% dos casais da população geral. Entretanto em 30 a 50% dos homens considerados inférteis os fatores etiológicos ainda não foram completamente elucidados. Estudos mostram que as mitocôndrias desempenham importante papel na fertilidade, pois são essenciais no metabolismo energético celular, participando da espermatogênese, fertilização e desenvolvimento embrionário. Ainda há controvérsias em relação à associação das alterações do mtDNA com infertilidade masculina e pouco se conhece sobre os efeitos das mitocondriopatias nos parâmetros do espermograma. Assim, pacientes portadores de doenças mitocondriais associada à Oftalmoparesia Externa Progressiva (PEO) são candidatos a apresentarem alterações seminais. O estudo da interação entre alterações moleculares do mtDNA e infertilidade masculina pode auxiliar na fundamentação de novos critérios diagnósticos, prognósticos e abordagens terapêuticas. Além disso, não há na literatura informações definitivas quanto ao uso do sêmen como meio diagnóstico das mitocondriopatias nos pacientes portadores de PEO. Objetivos: Avaliar o sêmen como fluido diagnóstico para mutações do mtDNA e analisar os parâmetros do espermograma de homens portadores de PEO. Materiais e Métodos: Oito indivíduos saudáveis e onze pacientes portadores de PEO constituíram os grupos controle e estudo, respectivamente. Foi realizada avaliação clínica, análise seminal e avaliação molecular do sangue, urina e sêmen em busca de mutações do mtDNA. Resultados: A média de idade dos grupos foi de 37,1 anos e 32,7 anos, nos grupos controle e PEO, respectivamente. No grupo Controle não foi detectada nenhuma alteração na avaliação clínica. A análise seminal revelou apenas teratozoospermia em cinco pacientes, em concordância com relatos na literatura em que até 87,2% dos homens férteis podem apresentar baixa morfologia espermática. A avaliação molecular não detectou mutação do mtDNA no sêmen. No grupo PEO nenhum paciente apresentava queixa de infertilidade e cinco pacientes tinham filhos. Um paciente era tabagista, dois apresentavam varicocele e um era obeso. A análise seminal deste grupo apresentou quatro casos de oligoastenoteratozoospermia, classificada como grave em dois casos e associado a necrozoospermia em um caso. Seis pacientes apresentaram teratozoospermia. A avaliação molecular do grupo PEO encontrou deleção Comum em 4 pacientes, deleção indeterminada em 2 pacientes, deleções múltiplas em 3 pacientes e mutação de ponto m.3243A>G em 2 pacientes. A presença dessas mutações foram verificadas também no sangue em um paciente, na urina em oito e no sêmen em seis (Dois não colheram sêmen e um não colheu urina). A taxa de confirmação do diagnóstico molecular dos pacientes portadores de deleção única do mtDNA, incluindo a deleção comum, no sangue, na urina e no sêmen foi de zero, 100% e 83%, respectivamente. Quando considerada somente a deleção comum, a taxa de diagnóstico foi de 0% no sangue, 100% na urina e 100% no sêmen. Nos pacientes portadores da mutação de ponto m.3243A>G, a taxa de confirmação diagnóstica foi 100% na urina e 100% no sêmen. Deleções múltiplas foram detectadas apenas no tecido muscular de 3 pacientes, não sendo confirmadas no sangue, nem na urina ou sêmen. Conclusões: O sêmen e a urina dos pacientes portadores de PEO configuraram-se como bons meios diagnósticos para detecção de mutações do mtDNA. As alterações seminais mais frequentes do grupo PEO foram teratozoospermia e oligoastenoteratozoospermia, acometendo seis e quatro pacientes, respectivamente. A oligoastenoteratozoospermia relacionou-se com a presença de deleções do mtDNA nos pacientes portadores de PEO.Introduction: The prevalence of marital infertility is estimated between 10 and 15% of couples in the general population. However, in 30-50% of the etiologic factors of infertile men have not been fully elucidated . Literature shows that mitochondria plays an important role in fertility, since they are essential in cellular energy metabolism, participating in spermatogenesis, fertilization and embryonic development. There is still controversy regarding the association of changes in mtDNA with male infertility and there is little knowlegde about the effects of mitochondrial parameters of spermogram. Thus, patients with mitochondrial diseases associated with Progressive External Ophthalmoparesis (PEO) are candidates to seminal changes. The study of the interaction between molecular alterations of mtDNA and male infertility can assist in the grounds of new diagnostic criteria, prognostic and therapeutic approaches. Furthermore, there is no definitive information in the literature regarding the use of semen as a means of diagnosis in patients with PEO. Objectives: To evaluate the semen as a diagnostic fluid for mtDNA mutations and analyze the parameters of sperm from men with PEO. Materials and Methods: Eight healthy man and eleven patients with PEO constituted the control and study groups, respectively. Clinical evaluation, semen analysis and molecular evaluation of blood, urine and semen in search of mtDNA mutations were performed. Results: The mean age of the group was 37.1 years and 32.7 years in the control group and PEO, respectively. ln the control group no change was detected in the clinical evaluation. Seminal analysis revealed only teratozoospermia in five patients, in agreement with literature reports that up to 87.2% of fertile men may have low sperm morphology. Molecular assessment detected no mutation of mtDNA in semen. ln PEO group no patient complained of infertility and five patients had children. One patient was a smoker, two had varicocele and one was obese. A seminal analysis of this group showed four cases of oligoastenoteratozoospermia, being severe in two cases and associated necrozoospermia in one case. Six patients had teratozoospermia. Molecular assessment of the PEO group found common deletion in 4 patients, indeterminate deletion in 2 patients, multiple deletions in 3 patients and point mutation m.3243A>G in 2 patients. The presence of these mutations were also observed in one patient\'s blood, eight on urine and six on semen. The confirmation rate of molecular diagnosis of patients with single mtDNA deletion, including the common deletion in the blood, urine and semen was zero, 100% and 83%, respectively. When considering only the common deletion, the rate of diagnosis on blood, urine and semen was zero, 100% and 100%, respectively. ln patients with point mutation m.3243A>G, the rate of diagnostic confirmation was 100% and 100% in the urine and semen. Multiple deletions were detected only in muscle tissue of 3 patients and not confirmed in samples blood, urine and semen. Conclusions: Semen and urine of patients with PEO configure themselves as good diagnostic means for detecting mtDNA mutations. The most frequent changes of seminal PEO group were teratozoospermia and oligoastenoteratozoospermia, affecting six and four patients, respectively. The oligoastenoteratozoospermia was related to the presence of mtDNA deletions in patients with PEO.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPReis, Rodolfo Borges dosAndrade, Murilo Ferreira de2014-05-30info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17137/tde-27022026-145941/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2026-02-27T18:14:02Zoai:teses.usp.br:tde-27022026-145941Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-02-27T18:14:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Introdução: A prevalência da infertilidade conjugal é estimada entre 10 e 15% dos casais da população geral. Entretanto em 30 a 50% dos homens considerados inférteis os fatores etiológicos ainda não foram completamente elucidados. Estudos mostram que as mitocôndrias desempenham importante papel na fertilidade, pois são essenciais no metabolismo energético celular, participando da espermatogênese, fertilização e desenvolvimento embrionário. Ainda há controvérsias em relação à associação das alterações do mtDNA com infertilidade masculina e pouco se conhece sobre os efeitos das mitocondriopatias nos parâmetros do espermograma. Assim, pacientes portadores de doenças mitocondriais associada à Oftalmoparesia Externa Progressiva (PEO) são candidatos a apresentarem alterações seminais. O estudo da interação entre alterações moleculares do mtDNA e infertilidade masculina pode auxiliar na fundamentação de novos critérios diagnósticos, prognósticos e abordagens terapêuticas. Além disso, não há na literatura informações definitivas quanto ao uso do sêmen como meio diagnóstico das mitocondriopatias nos pacientes portadores de PEO. Objetivos: Avaliar o sêmen como fluido diagnóstico para mutações do mtDNA e analisar os parâmetros do espermograma de homens portadores de PEO. Materiais e Métodos: Oito indivíduos saudáveis e onze pacientes portadores de PEO constituíram os grupos controle e estudo, respectivamente. Foi realizada avaliação clínica, análise seminal e avaliação molecular do sangue, urina e sêmen em busca de mutações do mtDNA. Resultados: A média de idade dos grupos foi de 37,1 anos e 32,7 anos, nos grupos controle e PEO, respectivamente. No grupo Controle não foi detectada nenhuma alteração na avaliação clínica. A análise seminal revelou apenas teratozoospermia em cinco pacientes, em concordância com relatos na literatura em que até 87,2% dos homens férteis podem apresentar baixa morfologia espermática. A avaliação molecular não detectou mutação do mtDNA no sêmen. No grupo PEO nenhum paciente apresentava queixa de infertilidade e cinco pacientes tinham filhos. Um paciente era tabagista, dois apresentavam varicocele e um era obeso. A análise seminal deste grupo apresentou quatro casos de oligoastenoteratozoospermia, classificada como grave em dois casos e associado a necrozoospermia em um caso. Seis pacientes apresentaram teratozoospermia. A avaliação molecular do grupo PEO encontrou deleção Comum em 4 pacientes, deleção indeterminada em 2 pacientes, deleções múltiplas em 3 pacientes e mutação de ponto m.3243A>G em 2 pacientes. A presença dessas mutações foram verificadas também no sangue em um paciente, na urina em oito e no sêmen em seis (Dois não colheram sêmen e um não colheu urina). A taxa de confirmação do diagnóstico molecular dos pacientes portadores de deleção única do mtDNA, incluindo a deleção comum, no sangue, na urina e no sêmen foi de zero, 100% e 83%, respectivamente. Quando considerada somente a deleção comum, a taxa de diagnóstico foi de 0% no sangue, 100% na urina e 100% no sêmen. Nos pacientes portadores da mutação de ponto m.3243A>G, a taxa de confirmação diagnóstica foi 100% na urina e 100% no sêmen. Deleções múltiplas foram detectadas apenas no tecido muscular de 3 pacientes, não sendo confirmadas no sangue, nem na urina ou sêmen. Conclusões: O sêmen e a urina dos pacientes portadores de PEO configuraram-se como bons meios diagnósticos para detecção de mutações do mtDNA. As alterações seminais mais frequentes do grupo PEO foram teratozoospermia e oligoastenoteratozoospermia, acometendo seis e quatro pacientes, respectivamente. A oligoastenoteratozoospermia relacionou-se com a presença de deleções do mtDNA nos pacientes portadores de PEO. |
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