Como a estruturação de políticas públicas para mercado de trabalho contribui para a formação de uma Smart City? Um estudo comparativo entre Xangai e São Paulo
| Ano de defesa: | 2021 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/12/12139/tde-03122025-162919/ |
Resumo: | Smart City define-se por ser um sistema de pessoas interagindo e usando energias, materiais, serviços e financiamento para catalisar o desenvolvimento econômico e a melhoria da qualidade de vida. Diante de tal multidisciplinaridade trazida pelo conceito, há a preocupação da eficiência da gestão pública e, mais especificamente, o enfoque desta pesquisa: como políticas públicas podem influenciar na dinâmica do mercado de trabalho, repercutindo na criação e manutenção de uma Smart City. O presente trabalho se propõe a investigar qual o estado da arte das pesquisas em governança de políticas públicas voltadas ao mercado de trabalho e como os estudos de Smart City se relacionam a tais pesquisas. Busca-se, a partir de estudo de casos comparados, Xangai e São Paulo, evidenciar as formatações de políticas de mercado de trabalho de cada localidade e avaliar o quanto elas facilitam ou dificultam a cidade em seu alcance de se tornar inteligente. Como resultado da pesquisa, evidenciou-se dois modelos de Smart City: e-autocracy e e-democracy, que permitiram avaliar a evolução dos fatores institucionais vigentes nos respectivos contexto de mercado de trabalho, bem como comparar as duas realidades distintas, evidenciando suas semelhança (capital econômica, grandes mercados de trabalho, incidência da gig economy), bem como suas diferenças (regramentos de fluxo de mercado de trabalho, arcabouço de medidas de formação, criação de empregos, intermediação de mão de obra, apoio ao empreendedorismo, tratativa da informalidade, autonomia municipal em elaboração de políticas, dentre outros). A pesquisa propõe também uma dimensão avaliativa de Smart City específica para política pública para mercado de trabalho a identificação de políticas ativas e passivas; aplicando-se na reação das gestões municipais ao contexto pandêmico do Covid-19, concluiu-se que Xangai reagiu com priorização de políticas ativas, enquanto São Paulo, com maior incidência de políticas passivas. |
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Como a estruturação de políticas públicas para mercado de trabalho contribui para a formação de uma Smart City? Um estudo comparativo entre Xangai e São PauloHow public policies for labor market\'s structuring contribute to Smart City\'s formation? A comparative study between Shanghai and São PauloSmart CityLabor marketMercado de trabalhoPolíticas públicasPublic policySmart CitySmart City define-se por ser um sistema de pessoas interagindo e usando energias, materiais, serviços e financiamento para catalisar o desenvolvimento econômico e a melhoria da qualidade de vida. Diante de tal multidisciplinaridade trazida pelo conceito, há a preocupação da eficiência da gestão pública e, mais especificamente, o enfoque desta pesquisa: como políticas públicas podem influenciar na dinâmica do mercado de trabalho, repercutindo na criação e manutenção de uma Smart City. O presente trabalho se propõe a investigar qual o estado da arte das pesquisas em governança de políticas públicas voltadas ao mercado de trabalho e como os estudos de Smart City se relacionam a tais pesquisas. Busca-se, a partir de estudo de casos comparados, Xangai e São Paulo, evidenciar as formatações de políticas de mercado de trabalho de cada localidade e avaliar o quanto elas facilitam ou dificultam a cidade em seu alcance de se tornar inteligente. Como resultado da pesquisa, evidenciou-se dois modelos de Smart City: e-autocracy e e-democracy, que permitiram avaliar a evolução dos fatores institucionais vigentes nos respectivos contexto de mercado de trabalho, bem como comparar as duas realidades distintas, evidenciando suas semelhança (capital econômica, grandes mercados de trabalho, incidência da gig economy), bem como suas diferenças (regramentos de fluxo de mercado de trabalho, arcabouço de medidas de formação, criação de empregos, intermediação de mão de obra, apoio ao empreendedorismo, tratativa da informalidade, autonomia municipal em elaboração de políticas, dentre outros). A pesquisa propõe também uma dimensão avaliativa de Smart City específica para política pública para mercado de trabalho a identificação de políticas ativas e passivas; aplicando-se na reação das gestões municipais ao contexto pandêmico do Covid-19, concluiu-se que Xangai reagiu com priorização de políticas ativas, enquanto São Paulo, com maior incidência de políticas passivas.Smart City is defined as being a system of people interacting and using energies, materials, services, and financing to catalyze economic development and improve the quality of life. Faced with such multidisciplinary propositions brought by the concept, there is concern about the efficiency of public management and, more specifically, the focus of this research: how public policies can influence the dynamics of the labor market, impacting on the creation and maintenance of a Smart City. The present work proposes to investigate the state of the art of research on governance of public policies focused on the labor market and how the studies of intelligent cities are related to such research. It seeks, from comparative case studies, Xangai and São Paulo, to demonstrate the format of labor market policies of each locality and to evaluate how much they facilitate or hinder the city in its reach to become a Smart City. As a result of the research, two models of Smart City became evident: e-autocracy and e-democracy, which made it possible to evaluate the evolution of the institutional factors in force in the respective context of the labor market, as well as to compare the two different realities, evidencing their similarities (economic capital, large labor markets, incidence of the gig economy), as well as their differences (rules of labor market flow, framework of training measures, job creation, labor intermediation, support for entrepreneurship , dealing with informality, municipal autonomy in policy making, among others). The research also proposes an evaluative dimension of Smart City specific to public policy for the labor market - the identification of active and passive policies; Applying it to the reaction of municipal administrations to the Covid-19 pandemic context, it was concluded that Shanghai reacted with a prioritization of active policies, while São Paulo, with a greater incidence of passive policies.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPAmorim, Wilson Aparecido Costa deMiyahira, Ney Nakazato2021-12-22info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/12/12139/tde-03122025-162919/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-12-04T14:51:02Zoai:teses.usp.br:tde-03122025-162919Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-12-04T14:51:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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