Estudo da oxidação eletroquímica do fenol sobre platina e dióxido de chumbo
| Ano de defesa: | 1996 |
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| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/75/75131/tde-30062025-105548/ |
Resumo: | Uma alternativa para o tratamento dos resíduos fenólicos é através da oxidação via eletroquímica, que pode ser feita de dois modos: oxidação anódica direta, cuja eficiência depende da natureza do material eletródico do pH, entre outros; ou oxidação anódica indireta, ou seja, inicialmente se produz eletroquimicamente um forte oxidante (ex. ozônio) que por sua vez promove a oxidação do poluente orgânico em estudo. No presente trabalho estudou-se a oxidação eletroquímica do fenol, a partir de eletrólises a potencial controlado, através da oxidação indireta, utilizando-se como eletrodo de trabalho o β-PbO2 e também pela oxidação anódica direta, utilizando-se a platina, em soluções de diferentes valores de pH\'s. Deve ser ressaltado que a degradação eletroquímica do fenol ocorre em potenciais altamente anódicos juntamente com uma grande taxa de geração de oxigênio. As análises dos produtos de oxidação, para os dois eletrodos de trabalho, foram feitas principalmente através de espectrometria de UV e revelaram a formação de um produto na região de 230 a 260 nm que foi atribuído à benzoquinona, comparando-se com o respectivo padrão. Também observa-se a nítida dependência do pH no processo de oxidação. Nas soluções eletrolisadas sobre o eletrodo de platina acredita-se que há acoplamentos de radicais fenólicos recém gerados que não são detectados por UV, por absorverem em comprimentos de onda próximos ao do fenol, indicando assim uma discrepância de valores de decréscimo na concentração de fenol, obtidos por cromatografia gasosa (~65%) e por UV (~12%). Isto porém não pode ser dito para as soluções eletrolisadas com dióxido de chumbo, pois não foram feitas medidas por cromatografia gasosa com este eletrodo. Adicionalmente, também verificou-se a formação de CO2 sobre o eletrodo de platina. |
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Estudo da oxidação eletroquímica do fenol sobre platina e dióxido de chumboElectrochemical oxidation study of phenol on platinum and lead dioxide electrodesdióxido de chumboelectrochemical oxidationfenollead dioxide electrodesoxidação eletroquímicaphenolplatinaplatinumUma alternativa para o tratamento dos resíduos fenólicos é através da oxidação via eletroquímica, que pode ser feita de dois modos: oxidação anódica direta, cuja eficiência depende da natureza do material eletródico do pH, entre outros; ou oxidação anódica indireta, ou seja, inicialmente se produz eletroquimicamente um forte oxidante (ex. ozônio) que por sua vez promove a oxidação do poluente orgânico em estudo. No presente trabalho estudou-se a oxidação eletroquímica do fenol, a partir de eletrólises a potencial controlado, através da oxidação indireta, utilizando-se como eletrodo de trabalho o β-PbO2 e também pela oxidação anódica direta, utilizando-se a platina, em soluções de diferentes valores de pH\'s. Deve ser ressaltado que a degradação eletroquímica do fenol ocorre em potenciais altamente anódicos juntamente com uma grande taxa de geração de oxigênio. As análises dos produtos de oxidação, para os dois eletrodos de trabalho, foram feitas principalmente através de espectrometria de UV e revelaram a formação de um produto na região de 230 a 260 nm que foi atribuído à benzoquinona, comparando-se com o respectivo padrão. Também observa-se a nítida dependência do pH no processo de oxidação. Nas soluções eletrolisadas sobre o eletrodo de platina acredita-se que há acoplamentos de radicais fenólicos recém gerados que não são detectados por UV, por absorverem em comprimentos de onda próximos ao do fenol, indicando assim uma discrepância de valores de decréscimo na concentração de fenol, obtidos por cromatografia gasosa (~65%) e por UV (~12%). Isto porém não pode ser dito para as soluções eletrolisadas com dióxido de chumbo, pois não foram feitas medidas por cromatografia gasosa com este eletrodo. Adicionalmente, também verificou-se a formação de CO2 sobre o eletrodo de platina.A possible approach to the treatment of phenolic residues is the electrochemical oxidation which can be performed in two ways: direct anodic oxidation whose efficiency depends on factors such as pH and the nature of the electrodic material, and indirect anodic oxidation. The latter produces a strong oxidant (e.g. ozone) that subsequently promotes the oxidation of the organic polutant under study. The present work deals with the electrochemical oxidation of phenol through controlled-potential electrolysis by both indirect and direct oxidation in solutions of several pH values. ln the former the working electrode was βPbO2 while in the direct oxidation the electrode was platinum. Electrochemical degradation of phenol occurs at high anodic potentials with high rates of oxygen evolution. UV spectroscopy of the oxidation products revealed a product absorbing at the 230-260 nm range which was attributed to benzoquinone. For the experiments with the platinum working electrode the evolution of CO2 was also observed. Coupling of phenolic radicais generated is believed to occur in the electrolysed solutions with the platinum electrode which are not detected by UV spectroscopy because they absorb at wavelengths similar to those at which phenol absorbs. This may be the reason for the discrepancy in the values of degraded phenol obtained by gas chromatography (~65%) and UV spectroscopy (~12%). Such a conclusion cannot be extended to results with β-PbO2 as gas chromatography was not performed with this electrode.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPTremiliosi Filho, GermanoFerreira, Marystela1996-02-13info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/75/75131/tde-30062025-105548/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-07-11T11:59:02Zoai:teses.usp.br:tde-30062025-105548Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-07-11T11:59:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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