Estudos das estruturas das zeínas por RMN, FTIR e MFA

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2000
Autor(a) principal: Forato, Lucimara Aparecida
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/75/75131/tde-07082025-113717/
Resumo: Nesta tese estudou-se as estruturas das zeínas por espectroscopia no infravermelho com transformada de Fourier, de ressonância magnética nuclear por microscopia de força atômica . Com o infravermelho determinou­ se que as zeínas α têm estrutura secundária predominante do tipo hélices α e que essas estruturas são preservadas mesmo após contato com etnol 70%. Esse resultado foi confirmado pelas análises das estruturas secundárias no glúten de milho, sem contato com solventes orgânicos, e das zeínas a obtidas dos corpos protéicos sem solubilização. Com a espectroscopia de ressonância magnética nuclear identificou-se a presença de ácidos graxos livres nas zeínas e corpos protéicos. Com os resultados da ressonância magnética nuclear de 13C, da interação entre ácido oléico enriquecido em 13C no C-1 e as zeínas propôs-se dois tipos de sítios de ligação dos ácidos graxos às zeínas: hidrofílicos , compostos pelos resíduos de arginina, e sítios hidrofóbicos, constituídos pelas interações entre cadeias laterais dos aminoácidos apoiares e a cadeia carbônica dos ácidos graxos. Os espectros de ressonância magnética nuclear das zeínas em solução indicaram que elas não devem ser globulares. Com base nos resultados obtidos e na literatura, está sendo proposto um modelo para as zeínas, composto de hélices a conectadas por voltas ou folhas β, que podem passar de uma forma estendida a uma mais compacta.
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