Estudo da cristalização de ácido adípico em batelada, por resfriamento e em escala de laboratório.
| Ano de defesa: | 1994 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3137/tde-18082025-144917/ |
Resumo: | Apesar de seu desenvolvimento em anos recentes, a cristalização permanece essencialmente experimental. Este trabalho foi desenvolvido visando implantar a metodologia de obtenção dos parâmetros cinéticos em escala de laboratório no IPT S.A. Foi estudada a cristalização do ácido adípico em solução aquosa e em batelada, por resfriamento. O sistema consiste de um cristalizador com fundo em W, provido de agitador, banho de refrigeração e termômetro de imersão. Foram realizados quatro tipos de experimentos: sem semeadura com resfriamento linear e em curva exponencial e com semeadura e resfriamento linear e exponencial, sem o acompanhamento da supersaturação da solução. Os resultados do primeiro grupo foram utilizados na obtenção dos parâmetros cinéticos medios, a partir da distribuição granulométrica final. Considerando nulo o expoente da concentração mássica na nucleação foram obtidos os expoentes da supersaturação nas cinéticas de nucleação (n = 3,286) e crescimento (g = 1,571) e a constante cinética do sistema (\'B IND.N\' = 2,24 \'10 POT.-12\' em s i). Utilizando-os na previsão do tamanho medio final para os quatro grupos, foram obtidos erros absolutos, medio de 4,6% e máximo de 14,3%. Fotos por microscopia eletrônica indicaram que os cristais de ácido adípico sofrem forte aglomeração, que influe significativamente na sua qualidade. |
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