Mortalidade no longo prazo de pacientes que receberam atendimento de hospital acadêmico da rede SUS voltado para o atendimento médico cardiológico com o emprego de bases de dados assistenciais obtidas de prontuários eletrônicos
| Ano de defesa: | 2023 |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5131/tde-26052023-143633/ |
Resumo: | Fundamentos: o conhecimento da evolução de pacientes com diagnóstico ou suspeita diagnóstica de doença de qualquer natureza, cujo desfecho seja a morte, é de interesse para todos os envolvidos com os diferentes focos da atenção à saúde. Objetivos: analisar a mortalidade, no longo prazo, de pacientes atendidos em todas as áreas de hospital especializado em doenças cardiovasculares, analisar as diversas causas básicas da morte e estudar os tempos decorridos entre a primeira passagem pelo hospital e a morte, bem como os tempos decorridos entre a alta (última passagem pelo hospital) e a morte; variáveis estudadas: demográficas (idade na primeira passagem pelo hospital, naturalidade e sexo), hospitalares (tipo de atendimento na primeira passagem pelo hospital, tipo de cirurgia), temporais (tempo de acompanhamento, tempo entre a primeira passagem pelo hospital e o óbito, tempo entre a alta [última passagem pelo hospital] e o óbito), variáveis de diagnóstico (diagnósticos na primeira passagem pelo hospital, diagnósticos na última passagem pelo hospital/ alta), variáveis relacionadas ao óbito: causa básica da morte e local de ocorrência do óbito. Delineamento: vinculação determinística de base de dados de atendimento hospitalar, de 2002 a 2017, com dados de mortalidade disponíveis nas informações, coletadas e tratadas pela Fundação SEADE, relativas aos óbitos registrados nos Cartórios de Registro Civil, no Estado de São Paulo, por meio da identificação de pares perfeitos entre as duas bases de dados. Os diagnósticos no atendimento hospitalar e nos dados de mortalidade seguiram a codificação CID-10. Local do estudo: hospital universitário de atenção terciária da rede SUS. Casuística: 1.351.070 registros de pacientes distribuídos entre Ambulatório, Internação, Serviço de Apoio ao Diagnóstico e Terapêutica e Unidade de Emergência, entre 2002 e 2018, ressalvando que a vinculação utilizou dados de mortalidade de 2002 a 2017. Desfechos: óbito (dentro ou fora do hospital) ou alta; censurados desfechos após 2017. Vinculação determinística: seleção de pares e registros considerados pertencentes ao mesmo paciente; o processo selecionou 202.707 pares de registros; pares suspeitos de pertencerem à mesma pessoa (n=64,930) foram estudados e esclarecidos por análise individual, por dois pesquisadores independentes do hospital, no modelo duplo-cego, utilizando software da Fundação SEADE; 46.780 pares de registros foram aceitos e 18.150 pares de registros foram rejeitados. Análise estatística: análise estatística descritiva (incluindo o método de Kaplan-Meier), análise de correspondência e de riscos competitivos; foram censurados os casos de não óbito após o final de 2017. Valores de p < 0,05 foram considerados significantes. Resultados: mediana da idade na primeira passagem pelo hospital: 51,9 anos; naturalidade em 4.496 cidades, sendo 17,33% na cidade de São Paulo, 0,41% no Rio de Janeiro, 0,40% em Osasco, 0,2% em Santos, 24,02% em outras cidades brasileiras e 57,52% não informadas; estado natal: São Paulo(27,7%), Bahia (3,6%), Minas Gerais (3,4%), Pernambuco (1,7%), outros estados brasileiros (6,1%), não informados (57,5%); sexo: feminino (46,7%), masculino (44,2%), indefinido (6,3%), outros (2,8%); tipo da primeira passagem pelo hospital: Ambulatorial (27,6%), Serviço de Apoio ao Diagnóstico e Terapêutica (26,1%), Pronto-Socorro (15,7%), Internação (2,6%), não informados (28,4%); verificou-se associação entre os capítulos 16 (Afecções originadas no período perinatal) e 17 (Malformações genéticas) do CID10, ambos como diagnóstico e causa de óbito, o mesmo ocorrendo para o capítulo 2 (Neoplasias). Notou-se que, exceto para os últimos três capítulos, a porcentagem de pacientes que têm como causa básica do óbito doenças do capítulo 9 é maior que 32%, independentemente do capítulo diagnosticado no InCor |
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Mortalidade no longo prazo de pacientes que receberam atendimento de hospital acadêmico da rede SUS voltado para o atendimento médico cardiológico com o emprego de bases de dados assistenciais obtidas de prontuários eletrônicosLong-term mortality of patients attended in an academic hospital from the SUS (Unified Health System, department of the Health Ministry) network, with high volume of attended patients, specialized in cardiovascular diseases, using electronic health recordsAnálise de sobrevidaCardiovascular diseasesCausas de morteCauses of deathClassificação Internacional de DoençasDoenças cardiovascularesEstimador de Kaplan-MeierFatores de riscoInternational Classification of DiseasesKaplan-Meier estimatorRisk factorsSurvival analysisFundamentos: o conhecimento da evolução de pacientes com diagnóstico ou suspeita diagnóstica de doença de qualquer natureza, cujo desfecho seja a morte, é de interesse para todos os envolvidos com os diferentes focos da atenção à saúde. Objetivos: analisar a mortalidade, no longo prazo, de pacientes atendidos em todas as áreas de hospital especializado em doenças cardiovasculares, analisar as diversas causas básicas da morte e estudar os tempos decorridos entre a primeira passagem pelo hospital e a morte, bem como os tempos decorridos entre a alta (última passagem pelo hospital) e a morte; variáveis estudadas: demográficas (idade na primeira passagem pelo hospital, naturalidade e sexo), hospitalares (tipo de atendimento na primeira passagem pelo hospital, tipo de cirurgia), temporais (tempo de acompanhamento, tempo entre a primeira passagem pelo hospital e o óbito, tempo entre a alta [última passagem pelo hospital] e o óbito), variáveis de diagnóstico (diagnósticos na primeira passagem pelo hospital, diagnósticos na última passagem pelo hospital/ alta), variáveis relacionadas ao óbito: causa básica da morte e local de ocorrência do óbito. Delineamento: vinculação determinística de base de dados de atendimento hospitalar, de 2002 a 2017, com dados de mortalidade disponíveis nas informações, coletadas e tratadas pela Fundação SEADE, relativas aos óbitos registrados nos Cartórios de Registro Civil, no Estado de São Paulo, por meio da identificação de pares perfeitos entre as duas bases de dados. Os diagnósticos no atendimento hospitalar e nos dados de mortalidade seguiram a codificação CID-10. Local do estudo: hospital universitário de atenção terciária da rede SUS. Casuística: 1.351.070 registros de pacientes distribuídos entre Ambulatório, Internação, Serviço de Apoio ao Diagnóstico e Terapêutica e Unidade de Emergência, entre 2002 e 2018, ressalvando que a vinculação utilizou dados de mortalidade de 2002 a 2017. Desfechos: óbito (dentro ou fora do hospital) ou alta; censurados desfechos após 2017. Vinculação determinística: seleção de pares e registros considerados pertencentes ao mesmo paciente; o processo selecionou 202.707 pares de registros; pares suspeitos de pertencerem à mesma pessoa (n=64,930) foram estudados e esclarecidos por análise individual, por dois pesquisadores independentes do hospital, no modelo duplo-cego, utilizando software da Fundação SEADE; 46.780 pares de registros foram aceitos e 18.150 pares de registros foram rejeitados. Análise estatística: análise estatística descritiva (incluindo o método de Kaplan-Meier), análise de correspondência e de riscos competitivos; foram censurados os casos de não óbito após o final de 2017. Valores de p < 0,05 foram considerados significantes. Resultados: mediana da idade na primeira passagem pelo hospital: 51,9 anos; naturalidade em 4.496 cidades, sendo 17,33% na cidade de São Paulo, 0,41% no Rio de Janeiro, 0,40% em Osasco, 0,2% em Santos, 24,02% em outras cidades brasileiras e 57,52% não informadas; estado natal: São Paulo(27,7%), Bahia (3,6%), Minas Gerais (3,4%), Pernambuco (1,7%), outros estados brasileiros (6,1%), não informados (57,5%); sexo: feminino (46,7%), masculino (44,2%), indefinido (6,3%), outros (2,8%); tipo da primeira passagem pelo hospital: Ambulatorial (27,6%), Serviço de Apoio ao Diagnóstico e Terapêutica (26,1%), Pronto-Socorro (15,7%), Internação (2,6%), não informados (28,4%); verificou-se associação entre os capítulos 16 (Afecções originadas no período perinatal) e 17 (Malformações genéticas) do CID10, ambos como diagnóstico e causa de óbito, o mesmo ocorrendo para o capítulo 2 (Neoplasias). Notou-se que, exceto para os últimos três capítulos, a porcentagem de pacientes que têm como causa básica do óbito doenças do capítulo 9 é maior que 32%, independentemente do capítulo diagnosticado no InCorBackground: to understand patients evolution diagnosed or with suspected diagnosis of diseases of any kind, with death as outcome, it is critically important for all the stakeholders involved in the distinct focus of attention in health. Objectives: to study the long term mortality of patients attended in all areas (Emergency Unit, Ambulatory, Internment, Diagnosis and Therapeutics Support Services) of a hospital specialized in cardiovascular diseases, to analyze the distinct basic causes of death and to study the elapsed times between the first and last visits to the hospital and the death; studied variables: Demographic variables (age in the first visit to the Hospital, country of birth, city of birth and sex), Hospital variables (hospital area used on the first visit, surgery type (cardiac/other/none)), Time variables (follow-up time, time between the first visit and the death, time between the last visit (the discharge) and the death), variables related to diagnostics (diagnostics at the first visit to the Hospital, diagnostics at the last visit to the Hospital, basic cause of death). Design: deterministic binding (selection of pairs of registers from the hospital records and the mortality records for the Sao Paulo state), from 2002 to 2017, with mortality data available in the information collected and treated by Fundação SEADE, related to deaths registered on all the civil notaries in the state of Sao Paulo, identifying perfect pairs of patients from both databases. The diagnostics at the Hospital records and in the mortality data bases uses the ICD-10 codes. Settings: Academic hospital, for tertiary attention, from the SUS (Unified Health System) network; Participants: 1,351,070 registers from patients distributed between the following departments: Emergency Unit, Diagnosis and Therapeutics Support Services Ambulatory and Internment, between 2002 and 2018; the binding process used mortality data from 2002 to 2017. Outcomes: patients death (inside or outside the hospital) or patients alive; outcomes after 2017 were censored. Deterministic binding: selection of pairs of registers considered belonging to the same patient; the process selected 202,707 pairs of registers; pairs suspected to belong to the same person (n=64,930) were cleared by an individual analysis by two independent researchers from the Hospital, double blinded, using software from Fundação SEADE; 46,780 pairs of records were accepted and 18,150 pairs of records were rejected. Statistical Analysis: descriptive analysis, survival analysis using Kaplan-Meier method, correspondence analysis, and competitive risks analysis; cases of nonoccurrence of death till the end of 2017 were censored (were considered alive). Values of p < 0.05 were considered significant. Results: Age median in the first visit to the Hospital: 51.9 years. Birth places: 4,496 cities, 17.33% in the city of São Paulo, 0.41% in Rio de Janeiro, 0.40% in Osasco, 0.2% in Santos, 24.02% in another cities, 57.52% non informed. State of birth: São Paulo(27.7%), Bahia (3,6%), Minas Gerais (3.4%), Pernambuco (1.7%), other Brazilian states (6.1%), non informed (57.5%); Sex: female (46.7%), male (44.2%), not defined (6.3%), others (2.8%); Place of attention in the first visit to the Hospital: Ambulatory (27.6%), Diagnosis and Therapeutics Support Services (26.1%), Emergency Unit (15.7%), Internment (2.6%), non informed (28.4%); observed association between diseases of chapters 16 (Certain conditions originating in the perinatal period) and 17 (Congenital malformations, deformations and chromosomal abnormalities), both as diagnostic and basic cause of death, as well between chapters 2 (Neoplasms) as diagnostic and as basic cause of death. It was observed that, except for these last three ICD-10 chapters (2, 16 and 17), the percent of patients with a disease of IC-10s chapter 9 as basic cause of death is > 32%, independent of the Hospital diagnosticBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPMansur, Alfredo JoseLederman, Carlos2023-02-10info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5131/tde-26052023-143633/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2023-06-01T18:22:43Zoai:teses.usp.br:tde-26052023-143633Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212023-06-01T18:22:43Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Fundamentos: o conhecimento da evolução de pacientes com diagnóstico ou suspeita diagnóstica de doença de qualquer natureza, cujo desfecho seja a morte, é de interesse para todos os envolvidos com os diferentes focos da atenção à saúde. Objetivos: analisar a mortalidade, no longo prazo, de pacientes atendidos em todas as áreas de hospital especializado em doenças cardiovasculares, analisar as diversas causas básicas da morte e estudar os tempos decorridos entre a primeira passagem pelo hospital e a morte, bem como os tempos decorridos entre a alta (última passagem pelo hospital) e a morte; variáveis estudadas: demográficas (idade na primeira passagem pelo hospital, naturalidade e sexo), hospitalares (tipo de atendimento na primeira passagem pelo hospital, tipo de cirurgia), temporais (tempo de acompanhamento, tempo entre a primeira passagem pelo hospital e o óbito, tempo entre a alta [última passagem pelo hospital] e o óbito), variáveis de diagnóstico (diagnósticos na primeira passagem pelo hospital, diagnósticos na última passagem pelo hospital/ alta), variáveis relacionadas ao óbito: causa básica da morte e local de ocorrência do óbito. Delineamento: vinculação determinística de base de dados de atendimento hospitalar, de 2002 a 2017, com dados de mortalidade disponíveis nas informações, coletadas e tratadas pela Fundação SEADE, relativas aos óbitos registrados nos Cartórios de Registro Civil, no Estado de São Paulo, por meio da identificação de pares perfeitos entre as duas bases de dados. Os diagnósticos no atendimento hospitalar e nos dados de mortalidade seguiram a codificação CID-10. Local do estudo: hospital universitário de atenção terciária da rede SUS. Casuística: 1.351.070 registros de pacientes distribuídos entre Ambulatório, Internação, Serviço de Apoio ao Diagnóstico e Terapêutica e Unidade de Emergência, entre 2002 e 2018, ressalvando que a vinculação utilizou dados de mortalidade de 2002 a 2017. Desfechos: óbito (dentro ou fora do hospital) ou alta; censurados desfechos após 2017. Vinculação determinística: seleção de pares e registros considerados pertencentes ao mesmo paciente; o processo selecionou 202.707 pares de registros; pares suspeitos de pertencerem à mesma pessoa (n=64,930) foram estudados e esclarecidos por análise individual, por dois pesquisadores independentes do hospital, no modelo duplo-cego, utilizando software da Fundação SEADE; 46.780 pares de registros foram aceitos e 18.150 pares de registros foram rejeitados. Análise estatística: análise estatística descritiva (incluindo o método de Kaplan-Meier), análise de correspondência e de riscos competitivos; foram censurados os casos de não óbito após o final de 2017. Valores de p < 0,05 foram considerados significantes. Resultados: mediana da idade na primeira passagem pelo hospital: 51,9 anos; naturalidade em 4.496 cidades, sendo 17,33% na cidade de São Paulo, 0,41% no Rio de Janeiro, 0,40% em Osasco, 0,2% em Santos, 24,02% em outras cidades brasileiras e 57,52% não informadas; estado natal: São Paulo(27,7%), Bahia (3,6%), Minas Gerais (3,4%), Pernambuco (1,7%), outros estados brasileiros (6,1%), não informados (57,5%); sexo: feminino (46,7%), masculino (44,2%), indefinido (6,3%), outros (2,8%); tipo da primeira passagem pelo hospital: Ambulatorial (27,6%), Serviço de Apoio ao Diagnóstico e Terapêutica (26,1%), Pronto-Socorro (15,7%), Internação (2,6%), não informados (28,4%); verificou-se associação entre os capítulos 16 (Afecções originadas no período perinatal) e 17 (Malformações genéticas) do CID10, ambos como diagnóstico e causa de óbito, o mesmo ocorrendo para o capítulo 2 (Neoplasias). Notou-se que, exceto para os últimos três capítulos, a porcentagem de pacientes que têm como causa básica do óbito doenças do capítulo 9 é maior que 32%, independentemente do capítulo diagnosticado no InCor |
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