Análise comparativa da aplicação do Objective Structured Clinical Examination (OSCE) na modalidade presencial e online entre alunos do internato médico
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/61/61132/tde-03122025-160507/ |
Resumo: | O Exame Clínico Objetivo Estruturado (OSCE) é amplamente utilizado para avaliar competências clínicas na formação médica. A aplicação de estações simuladas em formato online, embora viável e cada vez mais presente, ainda levanta questionamentos sobre sua efetividade, especialmente quando os temas clínicos diferem entre os formatos presencial e remoto. Objetivo: Analisar o desempenho de estudantes de Medicina nos OSCEs presencial e online, considerando temas clínicos específicos nas áreas de Cirurgia, Clínica Médica e Medicina de Emergência, e investigar associações com perfis de aprendizagem, personalidade, consciência metacognitiva e percepções sobre o processo avaliativo. Métodos: Estudo transversal analítico envolvendo 121 estudantes do 100 período de Medicina, distribuídos nos três estágios do internato. Aplicou-se um OSCE presencial (nota obrigatória) e um OSCE online (opcional), permitindo a substituição das menores notas presenciais pelas maiores notas online. Foram coletados dados sociodemográficos e de perfil individual por meio dos instrumentos VARK (estilos de aprendizagem), Keirsey II (perfil de personalidade) e Inventário de Consciência Metacognitiva (MAI). As análises incluíram teste t de Student, correlação de Pearson e análise de conteúdo temática para as respostas abertas dos questionários de percepção do OSCE online, respondidos por professores (n=29) e estudantes dos três estágios. Resultados: As médias de desempenho foram significativamente superiores no OSCE presencial em todas as áreas: Cirurgia (5,74 vs. 4,39; p=0,0208), Clínica Médica (7,12 vs. 4,26; p<0,001) e Medicina de Emergência (7,22 vs. 4,80; p=0,0006). Entretanto, os temas simulados diferiam entre os formatos, limitando comparações diretas. O perfil de personalidade predominante foi Guardião (62,8%) , seguido por Idealista (14%). Os estilos de aprendizagem mais frequentes foram cinestésico (29,8%) e auditivo (28, 1 %). No MAI, o domínio de Regulação da Cognição apresentou os maiores escores, com destaque para Monitoramento da Compreensão e Estratégias de Correção, variando entre as áreas. As correlações entre metacognição e desempenho não alcançaram significância estatística, mas sugeriram tendências positivas em subdomínios como Conhecimento Condicional e Processual. A análise qualitativa mostrou percepções amplamente favoráveis ao OSCE online por parte dos professores, valorizando padronização, fidelidade cênica e possibilidade de revisão por vídeo. Entre os estudantes, predominaram críticas ao tempo disponível e à sobrecarga cognitiva, especialmente na Cirurgia, embora muitos tenham reconhecido o realismo das simulações e a redução do estresse em comparação ao modelo presencial. Houve convergências e divergências relevantes entre professores e estudantes, com variações entre áreas. Conclusão: As diferenças de desempenho entre OSCEs presencial e online refletem não apenas o formato de aplicação, mas também os temas e competências avaliadas em cada estação. O OSCE online deve ser entendido como estratégia complementar ao modelo presencial, desde que contextualizado por área, conteúdo e perfil discente. A caracterização dos perfis individuais e a análise das percepções ampliam a compreensão sobre o desempenho e fornecem subsídios pedagógicos para o aperfeiçoamento das avaliações práticas na formação médica. |
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Análise comparativa da aplicação do Objective Structured Clinical Examination (OSCE) na modalidade presencial e online entre alunos do internato médicoComparative analysis of the application of the objective structured clinical examination (OSCE) in in-person and online formats among medical internship studentsAprendizagem autorreguladaAvaliação de competênciasClinical simulationCompetency assessmentEnsino médicoMedical educationMetacogniçãoMetacognitionOSCEOSCEPerfil do estudanteSelf-regulated learningSimulação clínicaStudent profileO Exame Clínico Objetivo Estruturado (OSCE) é amplamente utilizado para avaliar competências clínicas na formação médica. A aplicação de estações simuladas em formato online, embora viável e cada vez mais presente, ainda levanta questionamentos sobre sua efetividade, especialmente quando os temas clínicos diferem entre os formatos presencial e remoto. Objetivo: Analisar o desempenho de estudantes de Medicina nos OSCEs presencial e online, considerando temas clínicos específicos nas áreas de Cirurgia, Clínica Médica e Medicina de Emergência, e investigar associações com perfis de aprendizagem, personalidade, consciência metacognitiva e percepções sobre o processo avaliativo. Métodos: Estudo transversal analítico envolvendo 121 estudantes do 100 período de Medicina, distribuídos nos três estágios do internato. Aplicou-se um OSCE presencial (nota obrigatória) e um OSCE online (opcional), permitindo a substituição das menores notas presenciais pelas maiores notas online. Foram coletados dados sociodemográficos e de perfil individual por meio dos instrumentos VARK (estilos de aprendizagem), Keirsey II (perfil de personalidade) e Inventário de Consciência Metacognitiva (MAI). As análises incluíram teste t de Student, correlação de Pearson e análise de conteúdo temática para as respostas abertas dos questionários de percepção do OSCE online, respondidos por professores (n=29) e estudantes dos três estágios. Resultados: As médias de desempenho foram significativamente superiores no OSCE presencial em todas as áreas: Cirurgia (5,74 vs. 4,39; p=0,0208), Clínica Médica (7,12 vs. 4,26; p<0,001) e Medicina de Emergência (7,22 vs. 4,80; p=0,0006). Entretanto, os temas simulados diferiam entre os formatos, limitando comparações diretas. O perfil de personalidade predominante foi Guardião (62,8%) , seguido por Idealista (14%). Os estilos de aprendizagem mais frequentes foram cinestésico (29,8%) e auditivo (28, 1 %). No MAI, o domínio de Regulação da Cognição apresentou os maiores escores, com destaque para Monitoramento da Compreensão e Estratégias de Correção, variando entre as áreas. As correlações entre metacognição e desempenho não alcançaram significância estatística, mas sugeriram tendências positivas em subdomínios como Conhecimento Condicional e Processual. A análise qualitativa mostrou percepções amplamente favoráveis ao OSCE online por parte dos professores, valorizando padronização, fidelidade cênica e possibilidade de revisão por vídeo. Entre os estudantes, predominaram críticas ao tempo disponível e à sobrecarga cognitiva, especialmente na Cirurgia, embora muitos tenham reconhecido o realismo das simulações e a redução do estresse em comparação ao modelo presencial. Houve convergências e divergências relevantes entre professores e estudantes, com variações entre áreas. Conclusão: As diferenças de desempenho entre OSCEs presencial e online refletem não apenas o formato de aplicação, mas também os temas e competências avaliadas em cada estação. O OSCE online deve ser entendido como estratégia complementar ao modelo presencial, desde que contextualizado por área, conteúdo e perfil discente. A caracterização dos perfis individuais e a análise das percepções ampliam a compreensão sobre o desempenho e fornecem subsídios pedagógicos para o aperfeiçoamento das avaliações práticas na formação médica.The Objective Structured Clinical Examination (OSCE) is widely used to assess clinical competencies in medical education. The implementation of simulated stations in an online format, although feasible and increasingly common, still raises questions regarding its effectiveness, especially when the clinical topics differ between face-to-face and remote formats. Objective: To analyze the performance of medical students in face-to-face and online OSCEs, considering specific clinical topics in the areas of Surgery, Internal Medicine, and Emergency Medicine, and to investigate associations with learning profiles, personality, metacognitive awareness, and perceptions Of the assessment process. Methods: Analytical cross-sectional study involving 121 tenth-term medical students distributed across three internship rotations. A face-to-face OSCE (mandatory grade) and an online OSCE (optional) were administered, allowing replacement of the lowest face-to-face scores with higher online scores. Sociodemographic and individual profile data were collected using the VARK questionnaire (learning styles), Keirsey II (personality profile), and the Metacognitive Awareness Inventory (MAI). Analyses included Student\'s t-test (p < 0.05), Pearson correlation, and thematic content analysis Of open-ended responses from the online OSCE perception questionnaires, completed by professors (n=29) and students from the three rotations. Results: Performance averages were significantly higher in the face-to-face OSCE across all areas: Surgery (5.74 vs. 4.39; p=O.0208), Internal Medicine (7.12 vs. 4.26; p<0.001 ), and Emergency Medicine (7.22 vs. 4.80; p=0.0006). However, the simulated topics differed between formats, limiting direct comparisons. The predominant personality profile was Guardian (62.8%), followed by Idealist (14%). The most frequent learning styles were kinesthetic (29.8%) and auditory (28.1%). In the MAI, the Regulation Of Cognition domain showed the highest scores, especially in Comprehension Monitoring and Error Correction Strategies, with variation across areas. Correlations between metacognition and performance did not reach statistical significance but suggested positive trends in subdomains such as Conditional and Procedural Knowledge. Qualitative analysis revealed largely favorable perceptions of the online OSCE among professors, highlighting standardization, scenario fidelity, and the possibility of video review. Among students, criticisms focused on limited time and cognitive overload, especially in Surgery, although many acknowledged the realism of the simulations and reduced stress compared to the face-to-face model. Relevant convergences and divergences emerged between professors and students, with variations across areas. Conclusion: Performance differences between face-to-face and online OSCEs reflect not only the assessment format but also the topics and competencies addressed in each station. The online OSCE should be understood as a complementary strategy to the face-to-face model, provided it is contextualized by area, content, and student profile. Characterization of individual profiles and analysis of perceptions enhance the understanding of performance and provide pedagogical insights for improving practical assessments in medical education.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPPereira Junior, Gerson AlvesCamargo, Milena Colonhese2025-09-08info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/61/61132/tde-03122025-160507/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-12-11T13:01:02Zoai:teses.usp.br:tde-03122025-160507Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-12-11T13:01:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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