Caracterização morfológica e estrutural da Poli(\'épsilon\'-caprolactona) por meios óptico-eletrônicos
| Ano de defesa: | 2003 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/43/43134/tde-03062021-141603/ |
Resumo: | Esferulitos são agregados de cristais lamelares , sendo uma das estruturas mais características dos polímeros cristalizáveis. A quantidade, forma e distribuição destas estruturas têm influência direta nas propriedades físicas e químicas dos produtos manufaturados com estes materiais, daí o interesse de sua caracterização. Neste trabalho foram estudadas amostras de uma policaprolactona (PCL) comercial com propriedades biodegradáveis. A natureza química do polímero foi caracterizada por espectroscopia de absorção no infravermelho por Transformada de Fourier (FTIR), enquanto a estrutura cristalina do polímero foi estudada por difração de raios X (DRX). Aplicou-se método de refinamento estrutural Rietveld aos dados de DRX para uma melhor caracterização da estrutura da PCL. Amostras de PCL submetidas a erosão química com hidróxido de potássio (KOH) revelaram a morfologia dos esferulitos examinados por microscopia eletrônica de varredura (MEV), demonstrando sua estrutura radial. Uma avaliação dos tempos de erosão indicou que um período de 4 a 5h é suficiente para revelar os esferulitos, sem provocar muitas alterações na fase cristalina da amostra. Esferulitos também puderam ser demonstrados em filmes finos do polímero, produzidos a partir de uma solução em clorofórmio, usando-se microscopia eletrônica de transmissão (MET). Aplicou-se o vermelho de rutênio como \"corante eletrônico\", procedimento estes não reportado até o momento para nenhum polímero sintético. O vermelho de rutênio mostrou0se bastante eficiente para tornar visíveis as fibrilas cristalinas delgadas que formam estes esferulitos. Esta metodologia que desenvolvemos constitui um recurso simples, eficaz e rápido |
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Caracterização morfológica e estrutural da Poli(\'épsilon\'-caprolactona) por meios óptico-eletrônicosMorphological and structural characterization of Poly(\'epsilon\'-caprolactone) by optical-electronic meansCRISTAIS LÍQUIDOSELECTRONIC MICROSCOPYFILMES FINOSLIQUID CRYSTALSMICROSCOPIA ELETRÔNICAPOLÍMEROS (MATERIAIS)POLYMERS (MATERIALS)THIN FILMSEsferulitos são agregados de cristais lamelares , sendo uma das estruturas mais características dos polímeros cristalizáveis. A quantidade, forma e distribuição destas estruturas têm influência direta nas propriedades físicas e químicas dos produtos manufaturados com estes materiais, daí o interesse de sua caracterização. Neste trabalho foram estudadas amostras de uma policaprolactona (PCL) comercial com propriedades biodegradáveis. A natureza química do polímero foi caracterizada por espectroscopia de absorção no infravermelho por Transformada de Fourier (FTIR), enquanto a estrutura cristalina do polímero foi estudada por difração de raios X (DRX). Aplicou-se método de refinamento estrutural Rietveld aos dados de DRX para uma melhor caracterização da estrutura da PCL. Amostras de PCL submetidas a erosão química com hidróxido de potássio (KOH) revelaram a morfologia dos esferulitos examinados por microscopia eletrônica de varredura (MEV), demonstrando sua estrutura radial. Uma avaliação dos tempos de erosão indicou que um período de 4 a 5h é suficiente para revelar os esferulitos, sem provocar muitas alterações na fase cristalina da amostra. Esferulitos também puderam ser demonstrados em filmes finos do polímero, produzidos a partir de uma solução em clorofórmio, usando-se microscopia eletrônica de transmissão (MET). Aplicou-se o vermelho de rutênio como \"corante eletrônico\", procedimento estes não reportado até o momento para nenhum polímero sintético. O vermelho de rutênio mostrou0se bastante eficiente para tornar visíveis as fibrilas cristalinas delgadas que formam estes esferulitos. Esta metodologia que desenvolvemos constitui um recurso simples, eficaz e rápidoMorphological and structural characterization of Poly(\'epsilon\'-caprolactone) by optical-electronic meansBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPSantos, Marina Amelia Pinto Viegas da SilveiraSilva, Emerson Alves da2003-09-08info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/43/43134/tde-03062021-141603/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2021-06-04T01:45:02Zoai:teses.usp.br:tde-03062021-141603Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212021-06-04T01:45:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Esferulitos são agregados de cristais lamelares , sendo uma das estruturas mais características dos polímeros cristalizáveis. A quantidade, forma e distribuição destas estruturas têm influência direta nas propriedades físicas e químicas dos produtos manufaturados com estes materiais, daí o interesse de sua caracterização. Neste trabalho foram estudadas amostras de uma policaprolactona (PCL) comercial com propriedades biodegradáveis. A natureza química do polímero foi caracterizada por espectroscopia de absorção no infravermelho por Transformada de Fourier (FTIR), enquanto a estrutura cristalina do polímero foi estudada por difração de raios X (DRX). Aplicou-se método de refinamento estrutural Rietveld aos dados de DRX para uma melhor caracterização da estrutura da PCL. Amostras de PCL submetidas a erosão química com hidróxido de potássio (KOH) revelaram a morfologia dos esferulitos examinados por microscopia eletrônica de varredura (MEV), demonstrando sua estrutura radial. Uma avaliação dos tempos de erosão indicou que um período de 4 a 5h é suficiente para revelar os esferulitos, sem provocar muitas alterações na fase cristalina da amostra. Esferulitos também puderam ser demonstrados em filmes finos do polímero, produzidos a partir de uma solução em clorofórmio, usando-se microscopia eletrônica de transmissão (MET). Aplicou-se o vermelho de rutênio como \"corante eletrônico\", procedimento estes não reportado até o momento para nenhum polímero sintético. O vermelho de rutênio mostrou0se bastante eficiente para tornar visíveis as fibrilas cristalinas delgadas que formam estes esferulitos. Esta metodologia que desenvolvemos constitui um recurso simples, eficaz e rápido |
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