Fadiga e performance funcional em pessoas com insuficiência cardíaca crônica

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Afonso, Beatriz Quirino
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7139/tde-28042025-153339/
Resumo: Introdução: fadiga é o sintoma mais comum e angustiante da insuficiência cardíaca crônica (IC) e parece estar relacionada ao prejuízo da performance funcional. Esta se refere à capacidade do indivíduo para realizar atividades com a finalidade de atender às suas necessidades básicas, desempenhar seus papéis usuais e manter a saúde e bem-estar. Todavia, a literatura carece de estudos robustos que avaliem a associação da fadiga com a performance funcional, especificamente em relação às atividades básicas e instrumentais da vida diária (AVD e AIVD) e comportamento de autocuidado. Objetivo: analisar a associação entre o distress causado pela fadiga e performance funcional (AVD, AIVD e comportamento de autocuidado) em pessoas com IC. Método: trata-se de estudo transversal, correlacional, norteado pela Teoria dos Sintomas Desagradáveis (TDSD). Foram incluídos participantes com IC em acompanhamento ambulatorial em um hospital especializado na cidade de São Paulo. Foram coletados, no período de fevereiro de 2022 a junho de 2023, dados sociodemográficos e clínicos, autoeficácia, intensidade da sonolência, ansiedade e depressão, capacidade cognitiva e suporte social, por meio de autorrelato ou consulta ao prontuário e categorizados como fatores influenciadores fisiológicos, psicológicos e situacionais, de acordo com a TDSD. Para avaliação da fadiga, utilizou-se a Escala Modificada de Impacto da Fadiga (MFIS). AVD, AIVD e comportamento de autocuidado foram avaliados por meio da Escala de Barthel, Escala de Lawton e Selfcare of Heart Failure Index versão 6.2 (SCHFI), respectivamente. Para análise dos dados, utilizou-se estatística descritiva, correlação de Pearson e regressão linear. O nível de significância adotado no estudo foi 5%. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética. Resultados: a amostra foi composta por 155 participantes, com idade média de 64,1 (DP 12,1) anos, majoritariamente do sexo masculino (51,6%), casados (46,5%), brancos (40%), com FEVE média de 44,8 (DP 10,6). De acordo com o escore do MFIS, os participantes foram divididos em dois grupos, um com e outro sem fadiga. O valor médio do MFIS, AVD e AIVD nos grupos com e sem fadiga foi 90,1 (DP12,6) e 96,1 (DP 9,9) e 21,5 (DP 5,9) e 25,3 (DP 3,4), respectivamente. Os escores médios do autocuidado nos domínios manutenção, manejo e confiança para os grupos com e sem fadiga foram respectivamente 65,3 (DP13,5) e 65,9 (DP 13,14), 68,2 (DP13,5) e 68,1 (DP 13,3) e 71,1 (DP 20,4) e 78,8 (DP 20,5). Houve correlação estatisticamente significativa da MFIS com idade (r = 0,320; p<0,001), FEVE (r = -0,385; p<0,001), terapia medicamentosa (r = 0,558; p<0,001), gravidade da IC, intensidade da depressão (r = 0,524; p<0,001), intensidade da ansiedade (r = 0,481; p<0,001), autoeficácia (r = -0,460; p<0,001), suporte social (r = -0,419; p<0,001), AVD (r = - 0,347; p<0,001) e AIVD (r = -0,417; p<0,001). Não houve associação entre o distress causado pelo impacto da fadiga e AVD, AIVD e os diferentes domínios de autocuidado. Conclusão: houve associação do impacto da fadiga com fatores influenciadores fisiológicos, psicológicos e situacionais; no entanto, não apresentou associação com o impacto da fadiga com a performance funcional.
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Objetivo: analisar a associação entre o distress causado pela fadiga e performance funcional (AVD, AIVD e comportamento de autocuidado) em pessoas com IC. Método: trata-se de estudo transversal, correlacional, norteado pela Teoria dos Sintomas Desagradáveis (TDSD). Foram incluídos participantes com IC em acompanhamento ambulatorial em um hospital especializado na cidade de São Paulo. Foram coletados, no período de fevereiro de 2022 a junho de 2023, dados sociodemográficos e clínicos, autoeficácia, intensidade da sonolência, ansiedade e depressão, capacidade cognitiva e suporte social, por meio de autorrelato ou consulta ao prontuário e categorizados como fatores influenciadores fisiológicos, psicológicos e situacionais, de acordo com a TDSD. Para avaliação da fadiga, utilizou-se a Escala Modificada de Impacto da Fadiga (MFIS). AVD, AIVD e comportamento de autocuidado foram avaliados por meio da Escala de Barthel, Escala de Lawton e Selfcare of Heart Failure Index versão 6.2 (SCHFI), respectivamente. Para análise dos dados, utilizou-se estatística descritiva, correlação de Pearson e regressão linear. O nível de significância adotado no estudo foi 5%. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética. Resultados: a amostra foi composta por 155 participantes, com idade média de 64,1 (DP 12,1) anos, majoritariamente do sexo masculino (51,6%), casados (46,5%), brancos (40%), com FEVE média de 44,8 (DP 10,6). De acordo com o escore do MFIS, os participantes foram divididos em dois grupos, um com e outro sem fadiga. O valor médio do MFIS, AVD e AIVD nos grupos com e sem fadiga foi 90,1 (DP12,6) e 96,1 (DP 9,9) e 21,5 (DP 5,9) e 25,3 (DP 3,4), respectivamente. Os escores médios do autocuidado nos domínios manutenção, manejo e confiança para os grupos com e sem fadiga foram respectivamente 65,3 (DP13,5) e 65,9 (DP 13,14), 68,2 (DP13,5) e 68,1 (DP 13,3) e 71,1 (DP 20,4) e 78,8 (DP 20,5). Houve correlação estatisticamente significativa da MFIS com idade (r = 0,320; p<0,001), FEVE (r = -0,385; p<0,001), terapia medicamentosa (r = 0,558; p<0,001), gravidade da IC, intensidade da depressão (r = 0,524; p<0,001), intensidade da ansiedade (r = 0,481; p<0,001), autoeficácia (r = -0,460; p<0,001), suporte social (r = -0,419; p<0,001), AVD (r = - 0,347; p<0,001) e AIVD (r = -0,417; p<0,001). Não houve associação entre o distress causado pelo impacto da fadiga e AVD, AIVD e os diferentes domínios de autocuidado. Conclusão: houve associação do impacto da fadiga com fatores influenciadores fisiológicos, psicológicos e situacionais; no entanto, não apresentou associação com o impacto da fadiga com a performance funcional.Introduction Fatigue is the most common and distressing symptom of chronic heart failure (HF) and seems to be related to impaired functional performance. This refers to the individual\'s ability to carry out activities to meet their basic needs, perform their usual roles and maintain health and well-being. However, the literature lacks robust studies that evaluate the association of fatigue with functional performance, specifically in relation to basic and instrumental activities of daily living (ADL and IADL) and selfcare behavior. Objectives. The main objective of this study was to analyze the association between the distress caused by fatigue and functional performance (ADL, IADL, and self-care behavior) in individuals with HF. Method: This is a cross-sectional, correlational study, guided by the Theory of Unpleasant Symptoms (TOUS). Participants with HF undergoing outpatient care at a specialized hospital in the city of São Paulo were included. Data were collected from February 2022 to June 2023. Sociodemographic and clinical data, self-efficacy, intensity of somnolence, anxiety and, depression, cognitive capacity and social support were collected through selfreport or medical record consultation and categorized as physiological, psychological and situational influencing factors, according to the TOUS. To assess fatigue, the Modified Fatigue Impact Scale was used. ADL, IADL and self-care behavior were assessed using the Barthel Scale, Lawton Scale and Self-care of Heart Failure Index version 6.2, respectively. For data analysis, descriptive statistics, Pearson correlation and linear regression were used. The significance level adopted in the study was 5%. The study was approved by the Ethics Committee. Results. The sample consisted of 155 participants, with a mean age of 64.1 (SD 12.1) years, mostly male (51.6%), married (46.5%), white (40%), with a mean LVEF of 44.8 (SD 10.6). According to the MFIS score, participants were divided into two groups, one with and the other without fatigue. The mean values of MFIS, ADL and IADL in the groups with and without fatigue were 90.1 (SD 12.6) and 96.1 (SD 9.9) and 21.5 (SD 5.9), and 25.3 (SD 3,4), respectively. The average self-care scores in the maintenance, management, and confidence domains for the groups with and without fatigue were respectively 65.3 (SD13.5) and 65.9 (SD 13.14), 68.2 (SD13.5) and 68 .1 (SD 13.3) and 71.1 (SD 20.4) and 78.8 (SD 20.5). There was a statistically significant correlation between MFIS and age (r = 0,320; p<0,001), LVEF (r = -0,385; p<0,001), drug therapy (r = 0,558; p<0,001), HF severity (r = 0,524; p<0,001), intensity of depression (r = 0,524; p<0,001) intensity of anxiety (r = 0,481; p<0,001), self-efficacy (r = -0,460; p<0,001), social support (r = -0,419; p<0,001), ADL (r = -0,347; p<0,001) and IADL (r = -0,417; p<0,001).There was no association between the distress caused by fatigue and ADL, IADL and the different self-care domains. Conclusion. There was an association between fatigue and physiological, psychological and situational influencing factors; however, there was no association between fatigue and functional performance.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPButcher, Rita de Cassia Gengo e SilvaAfonso, Beatriz Quirino2024-01-24info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7139/tde-28042025-153339/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-05-15T17:46:02Zoai:teses.usp.br:tde-28042025-153339Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-05-15T17:46:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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