Investigação de algumas características da participação de linfócitos em respostas inflamatórias não-imunes
| Ano de defesa: | 1982 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17133/tde-10112025-141711/ |
Resumo: | O efeito restaurador dos linfócitos sobre o desenvolvimento do edema pela carragenina, inibido em animais leucopênicos, pode ser diretamente atribuído às células íntegras ou produtos celulares injetados, indicando que a atividade pró-inflamatória dessas células depende da liberação de um material ativo em resposta à ação de um estímulo lesivo. Liberação desse fator parece ser improvável. Parte do total de células exógenas, sejam alogênicas ou isogênicas, quando injetadas intravenosamente em animais leucopênicos, permanece na circulação sanguínea durante pelo menos 20 minutos, como indicado pelo aumento do numero de linfócitos circulantes no sangue. O desaparecimento da circulação sanguínea, possivelmente, reflete a passagem dessas células para tecidos linfóides ou outros tecidos, e ocorre de maneira análoga em animais esplenectomizados ou intactos. A equivalência na reversão de respostas inflamatórias a carragenina independe do número de linfócitos administrados intravenosamente, o que implica na possibilidade de que o efeito seja do tipo \"quantal\", uma vez que não ocorre um aumento gradual na resposta de animais leucopênicos à carragenina, quando o número de linfócitos injetados é aumentado de 5 a 10 vezes. O ancoramento das células linfóides transfundidas, aparentemente não limita a sua atividade pró-inflamatória. |
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