Contribuição ao estudo das equações de estado cúbicas: equação de Van der Waals modificada para uso com substâncias polares e em ampla faixa de densidades.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 1988
Autor(a) principal: Terron, Luiz Roberto
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertacoes da USP
Universidade de São Paulo
Escola Politécnica
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/livredocencia/3/tde-05022026-081415/
Resumo: É apresentada uma nova equação de estado (EDE) Cúbica, obtida por modificações da conhecida EDE proposta por van der Waals em 1873: - a consideração de que a temperatura influi no parâmetro a do termo atrativo (o parâmetro b foi mantido como no modelo original, ou seja, independente da temperatura); - a introdução de um terceiro parâmetro na forma da equação. Para isso foi escolhido a translação do volume. Necessita-se, para seu uso, das propriedades críticas (pressão, temperatura e fator de compressibilidade) e dados de pressão de vapor a serem usados no cálculo de a(T) VDMT. O parâmetro de translação, tVDWT foi determinado para vários tipos de substâncias, polares e apolares, e foi correlacionado em função das propriedades críticas e da temperatura reduzida. Ao contrário de outras EDEs sugeridas para substâncias polares, esta não apresentou necessidade de adaptações com parâmetros caracterizantes da polaridade das substâncias (fator polar do Stiel ou momento dipolar reduzido, por exemplo). Apesar da simplicidade do modelo notou-se excelentes resultados na representação de propriedades volumétricas de substâncias polares e apolares, para as fases vapor e líquido saturados e gases a baixas pressões, com extensões previsíveis para outros tipos de propriedades e para cálculos práticos, usuais na Engenharia Química. Comparações com dados experimentais da literatura mostraram a superioridade da EDE proposta com relação a outros modelos anteriores, bem mais complexos, apresentados na bibliografia sobre o assunto.
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