Estudo e caracterização parcial de amilases de banana (Musa acuminata cv Nanicão)
| Ano de defesa: | 2002 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://teses.usp.br/teses/disponiveis/9/9131/tde-02042026-171446/ |
Resumo: | O desaparecimento do amido é uma das alterações mais marcantes observadas durante o amadurecimento da banana. A transformação amido/sacarose envolve diversas enzimas e mais de uma via metabólica. Com o intuito de estudar as propriedades das amilases e seu envolvimento nesse metabolismo, procurou-se otimizar a metodologia de extração das proteínas e de atividade enzimática, purificação e caracterização parciais em bananas durante o amadurecimento. A determinação de atividade hidrolítica total foi realizada com base nos métodos sacarogênico e iodométrico. A atividade α-amilásica ou endoamilolítica foi medida pelos métodos cromogênicos que utilizam como substratos amilose-azure ou BPNPG7. A atividade β-amilásica foi determinada com o substrato PNPGS. As atividades hidrolítica total, α- e β-amilásica aumentam durante o amadurecimento de banana, sendo que o aumento da atividade de α-amilase antecipa o pico climatérico e as demais atividades, especialmente β-amilásica, apresentam aumento mais pronunciado após o pico climatérico, o que sugere uma ação anterior de α-amilases sobre os grânulos de amido e a atuação das demais enzimas hidrolíticas principalmente sobre os produtos liberados pelas α-amilases. A dessalinização dos extratos através de exclusão molecular propiciou melhores resultados para a atividade enzimática, removendo possíveis inibidores dessa atividade. O uso de EDTA no meio de atividade parece reduzir a atividade de amilases sobre amilose-azure, mas sua especificidade nessa inativação é duvidosa, bem como a do cloreto de mercúrio ou do tratamento térmico como meios de inibir a atividade de β-amilases. Os resultados levam à recomendação da utilização dos métodos de determinação da atividade hidrolítica total para o rastreamento geral das enzimas e métodos mais específicos para a diferenciação entre as atividades de α- e β-amilases. Para a purificação de amilases solúveis de banana foram testadas várias técnicas, incluindo precipitação de proteínas por saturação com sulfato de amônia, cromatografia de troca iônica, cromatografia de afinidade, isoeletrofocalização e eletroforese nativa e dissociante. Parece que, em banana, as amilases estão presentes em várias isoformas com diferenças sutis de peso molecular, ponto isoelétrico e força iônica, conforme perfis obtidos por cromatografia de troca iônica, isoeletrofocalização e SDS-PAGE. As diferentes amilases apresentaram atividade sobre amido em gel de eletroforese e sobre BPNPG7 e PNPG5 in vitro. As cromatografias de troca catiônica e de afinidade com eluição em duas etapas foram importantes ferramentas de separação entre fosforilases contaminantes e algumas amilases do extrato. As α-amilases solúveis de banana com atividade sobre BPNPG7 apresentaram peso molecular estimado em SDS-PAGE na faixa entre 47,5 e 52 KDa, valores obtidos após fracionamento do gel, e pΙ na faixa de 4,6 a 6,0, com pico de atividade sobre BPNPG7 para a proteína com pΙ de 5,8. As α-amilases parecem também estar associadas aos grânulos de amido isolados do fruto em três isoformas ativas em gel de eletroforese com amido e sobre BPNPG7 in vitro. As três isoformas recortadas de gel e aplicadas em SDS-PAGE geraram um peso molecular ao redor de 40 KDa. Conclui-se que o extrato de banana é bastante complexo, contendo várias enzimas com atividade hidrolítica sobre diferentes substratos. A separação entre as enzimas e purificação de amilases exige, portanto, a aplicação de diferentes técnicas, as quais mesmo quando combinadas, não respondem pela total homogeneidade da proteína. Os resultados sugerem a existência de uma família multigênica para amilases de banana conforme indicado em trabalho anterior via técnicas de biologia molecular. |
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Estudo e caracterização parcial de amilases de banana (Musa acuminata cv Nanicão)Estudo e caracterização parcial de amilases de banana (Musa acuminata cv. Nanicao)Banana (análise)Banana (análise)Bioquímica de alimentosBioquímica de alimentosO desaparecimento do amido é uma das alterações mais marcantes observadas durante o amadurecimento da banana. A transformação amido/sacarose envolve diversas enzimas e mais de uma via metabólica. Com o intuito de estudar as propriedades das amilases e seu envolvimento nesse metabolismo, procurou-se otimizar a metodologia de extração das proteínas e de atividade enzimática, purificação e caracterização parciais em bananas durante o amadurecimento. A determinação de atividade hidrolítica total foi realizada com base nos métodos sacarogênico e iodométrico. A atividade α-amilásica ou endoamilolítica foi medida pelos métodos cromogênicos que utilizam como substratos amilose-azure ou BPNPG7. A atividade β-amilásica foi determinada com o substrato PNPGS. As atividades hidrolítica total, α- e β-amilásica aumentam durante o amadurecimento de banana, sendo que o aumento da atividade de α-amilase antecipa o pico climatérico e as demais atividades, especialmente β-amilásica, apresentam aumento mais pronunciado após o pico climatérico, o que sugere uma ação anterior de α-amilases sobre os grânulos de amido e a atuação das demais enzimas hidrolíticas principalmente sobre os produtos liberados pelas α-amilases. A dessalinização dos extratos através de exclusão molecular propiciou melhores resultados para a atividade enzimática, removendo possíveis inibidores dessa atividade. O uso de EDTA no meio de atividade parece reduzir a atividade de amilases sobre amilose-azure, mas sua especificidade nessa inativação é duvidosa, bem como a do cloreto de mercúrio ou do tratamento térmico como meios de inibir a atividade de β-amilases. Os resultados levam à recomendação da utilização dos métodos de determinação da atividade hidrolítica total para o rastreamento geral das enzimas e métodos mais específicos para a diferenciação entre as atividades de α- e β-amilases. Para a purificação de amilases solúveis de banana foram testadas várias técnicas, incluindo precipitação de proteínas por saturação com sulfato de amônia, cromatografia de troca iônica, cromatografia de afinidade, isoeletrofocalização e eletroforese nativa e dissociante. Parece que, em banana, as amilases estão presentes em várias isoformas com diferenças sutis de peso molecular, ponto isoelétrico e força iônica, conforme perfis obtidos por cromatografia de troca iônica, isoeletrofocalização e SDS-PAGE. As diferentes amilases apresentaram atividade sobre amido em gel de eletroforese e sobre BPNPG7 e PNPG5 in vitro. As cromatografias de troca catiônica e de afinidade com eluição em duas etapas foram importantes ferramentas de separação entre fosforilases contaminantes e algumas amilases do extrato. As α-amilases solúveis de banana com atividade sobre BPNPG7 apresentaram peso molecular estimado em SDS-PAGE na faixa entre 47,5 e 52 KDa, valores obtidos após fracionamento do gel, e pΙ na faixa de 4,6 a 6,0, com pico de atividade sobre BPNPG7 para a proteína com pΙ de 5,8. As α-amilases parecem também estar associadas aos grânulos de amido isolados do fruto em três isoformas ativas em gel de eletroforese com amido e sobre BPNPG7 in vitro. As três isoformas recortadas de gel e aplicadas em SDS-PAGE geraram um peso molecular ao redor de 40 KDa. Conclui-se que o extrato de banana é bastante complexo, contendo várias enzimas com atividade hidrolítica sobre diferentes substratos. A separação entre as enzimas e purificação de amilases exige, portanto, a aplicação de diferentes técnicas, as quais mesmo quando combinadas, não respondem pela total homogeneidade da proteína. Os resultados sugerem a existência de uma família multigênica para amilases de banana conforme indicado em trabalho anterior via técnicas de biologia molecular.Starch breakdown is one of the most important changes observed during banana ripening. The starch/sucrose conversion evolves many enzymes and more than one pathway. In order to study the amylase properties and its participation in this metabolism, the methods of protein extraction and enzymatic activity, partial purification and characterization were optimized for bananas along ripening process. The total hydrolytic activity was determined by saccharogenic and iodometric methods. The α-amylase or endoamylolytic activity was analyzed with cromogenic substrates such as amylose-azure or BPNPG7. The α-amylase activity was determined with PNPGS. The total hydrolytic, α- and β-amylases activities increase during banana ripening, and the α-amylase activity increase happens before the climacteric onset while the other activities, specially β-amylase one, show a higher increase after this point. These results suggest a previous α-amylase activity on starch granules and other enzymatic activities mainly on the products released by α-amylases. The crude extract desalting by molecular exclusion led to better enzymatic activity results, probably by removing some inhibitors. The EDTA decreased amylase activity on amylose-azure, but its specificity is dubious, such as that for mercuric chloride or heat treatment to inactivate β-amylases. Based on these results, it can be recommended the use of general methods to determine total hydrolytic activity and more specific ones to separate α- and β-amylases activities. Some techniques were tested in arder to purify soluble amylases from banana extracts, such as protein precipitation with ammonium sulfate, ion exchange and affinity chromatography, isoelectric focusing and electrophoreses. It seems that, in banana, the amylases appear as isoforms with light differences of molecular weight, isoelectric point, ionic strength etc., according to some profiles obtained by ion exchange chromatography, isoelectric focusing and SDS-PAGE. The different amylases were active on starch incorporated in electrophoreses gels and on BPNPG7 and PNPG5. The cationic and affinity chromatographs were important steps to separate phosphorylases from some amylases. The soluble α-amylases of banana showed molecular weights between 47,5 e 52 KDa by SDS-PAGE and isoelectric pH with maximum activity on BPNPG7 of 5,8. Some α-amylases seem to be associated to banana starch granules surface in three isoforms with activity on starch and BPNPG7. When applied to SDS-PAGE, these three amylases showed a molecular weight around 40 KDa. It can be concluded that banana crude extract is very complex and contains many hydrolytic enzymes with activity on different substrates. The separation of enzymes and the amylase purification need to be done by the use of different techniques, which even when combined do not mean the obtainment of a homogeneous protein. The results suggest the presence of an amylase multigenic family as previously indicated elsewhere by molecular biology techniques.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPLajolo, Franco MariaBassinello, Priscila Zaczuk2002-06-28info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://teses.usp.br/teses/disponiveis/9/9131/tde-02042026-171446/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2026-04-02T20:19:02Zoai:teses.usp.br:tde-02042026-171446Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-04-02T20:19:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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O desaparecimento do amido é uma das alterações mais marcantes observadas durante o amadurecimento da banana. A transformação amido/sacarose envolve diversas enzimas e mais de uma via metabólica. Com o intuito de estudar as propriedades das amilases e seu envolvimento nesse metabolismo, procurou-se otimizar a metodologia de extração das proteínas e de atividade enzimática, purificação e caracterização parciais em bananas durante o amadurecimento. A determinação de atividade hidrolítica total foi realizada com base nos métodos sacarogênico e iodométrico. A atividade α-amilásica ou endoamilolítica foi medida pelos métodos cromogênicos que utilizam como substratos amilose-azure ou BPNPG7. A atividade β-amilásica foi determinada com o substrato PNPGS. As atividades hidrolítica total, α- e β-amilásica aumentam durante o amadurecimento de banana, sendo que o aumento da atividade de α-amilase antecipa o pico climatérico e as demais atividades, especialmente β-amilásica, apresentam aumento mais pronunciado após o pico climatérico, o que sugere uma ação anterior de α-amilases sobre os grânulos de amido e a atuação das demais enzimas hidrolíticas principalmente sobre os produtos liberados pelas α-amilases. A dessalinização dos extratos através de exclusão molecular propiciou melhores resultados para a atividade enzimática, removendo possíveis inibidores dessa atividade. O uso de EDTA no meio de atividade parece reduzir a atividade de amilases sobre amilose-azure, mas sua especificidade nessa inativação é duvidosa, bem como a do cloreto de mercúrio ou do tratamento térmico como meios de inibir a atividade de β-amilases. Os resultados levam à recomendação da utilização dos métodos de determinação da atividade hidrolítica total para o rastreamento geral das enzimas e métodos mais específicos para a diferenciação entre as atividades de α- e β-amilases. Para a purificação de amilases solúveis de banana foram testadas várias técnicas, incluindo precipitação de proteínas por saturação com sulfato de amônia, cromatografia de troca iônica, cromatografia de afinidade, isoeletrofocalização e eletroforese nativa e dissociante. Parece que, em banana, as amilases estão presentes em várias isoformas com diferenças sutis de peso molecular, ponto isoelétrico e força iônica, conforme perfis obtidos por cromatografia de troca iônica, isoeletrofocalização e SDS-PAGE. As diferentes amilases apresentaram atividade sobre amido em gel de eletroforese e sobre BPNPG7 e PNPG5 in vitro. As cromatografias de troca catiônica e de afinidade com eluição em duas etapas foram importantes ferramentas de separação entre fosforilases contaminantes e algumas amilases do extrato. As α-amilases solúveis de banana com atividade sobre BPNPG7 apresentaram peso molecular estimado em SDS-PAGE na faixa entre 47,5 e 52 KDa, valores obtidos após fracionamento do gel, e pΙ na faixa de 4,6 a 6,0, com pico de atividade sobre BPNPG7 para a proteína com pΙ de 5,8. As α-amilases parecem também estar associadas aos grânulos de amido isolados do fruto em três isoformas ativas em gel de eletroforese com amido e sobre BPNPG7 in vitro. As três isoformas recortadas de gel e aplicadas em SDS-PAGE geraram um peso molecular ao redor de 40 KDa. Conclui-se que o extrato de banana é bastante complexo, contendo várias enzimas com atividade hidrolítica sobre diferentes substratos. A separação entre as enzimas e purificação de amilases exige, portanto, a aplicação de diferentes técnicas, as quais mesmo quando combinadas, não respondem pela total homogeneidade da proteína. Os resultados sugerem a existência de uma família multigênica para amilases de banana conforme indicado em trabalho anterior via técnicas de biologia molecular. |
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