Aplicação e avaliação de modelo não lambertiano na correção radiométrica dos efeitos topográficos em imagens Landsat/TM para região reflorestada com Eucaliptus sp.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 1996
Autor(a) principal: Lamparelli, Rubens Augusto Camargo
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3138/tde-25032025-102206/
Resumo: O Sensoriamento Remoto (SR) apesar do grande avanço nos últimos anos apresenta ainda problemas quanto ao objetivo e o mapeamento de culturas em áreas com terreno montanhoso. Isto diminui seu potencial no setor florestal pois são muitas as áreas apresentando estas características. Este trabalho tem então o objetivo de estudar a metodologia de SMITH et al (1980), onde é proposto um método de correção radiométrica do efeito topográfico que leva em consideração os aspectos da geometria alvo-sensor-fonte. O estudo foi realizado para uma área montanhosa plantada com eucalipto e consistiu em avaliar a variabilidade dos valores dos pixels da imagem inicial e final (corrigida pelo modelo), aplicando algumas variáveis estatísticas (média, desvio padrão e coeficiente de variação). Comparou-se ainda a correção pelo modelo com a correção realizada pela divisão de bandas e os resultados apresentados pela classificação não supervisionada as imagens inicial e final. O estudo foi realizado considerando-se a resposta em radiância e reflectância. Medindo-se a variabilidade dos valores dos pixels, antes e após a correção, verificou-se que houve maior homogeneização. Os resultados foram corroborados pelos testes aplicando o método de divisão de bandas e classificação não supervisionada. A divisão de bandas não proporcionou menor variabilidade dos valores na mesma intensidade que o modelo proposto por Smith ET al, 1980. O teste da classificação não supervisionada permitiu constatar que o número de classes final (imagem com correção radiométrica para o efeito topográfico) era menor que o de classes na imagem inicial, provando mais uma vez a homogeneização dos valores dos pixels com a correção pelo modelo. Os resultados foram mais consistentes quando a variável dependente utilizada foi a reflectância sendo que, para todos os testes realizados houve significativa homogeneização. Quanto a radiância, ora o modelodiminuía a variabilidade ora aumentava, não apresentando comportamento constante.
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