O que s(obra): o passado, o presente e o futuro da performance em instituições museológicas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Rahe, Marina Ciambra
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27160/tde-28112025-104619/
Resumo: A entrada da performance em coleções de arte, em um primeiro momento, se dava por meio de registros como vídeos e fotografias. No início dos anos 2000, no entanto, as instituições museológicas começam a adquirir a performance propriamente dita com base em contratos e instruções capazes de permitir a sua ativação. É uma mudança de paradigma que marca um redirecionamento de obras de caráter performativo sendo exibidas como um evento passado ou apresentadas ao vivo, no presente para a possibilidade de orientá-las em direção ao futuro. Nesse contexto, a forma como os museus lidam com a presença do gênero em suas coleções precisa ser revista com o objetivo de manter a identidade desses trabalhos que não existem em estado único, e são marcados pela fluidez e mutabilidade. Assim, os protocolos e diretrizes que surgem a partir dessa necessidade são explorados nesta tese pela observação da experiência de quatro museus na formação e na gestão de acervos dedicados à performance. São eles: a Tate, no Reino Unido; o Museu de Arte Moderna, em Nova York, nos Estados Unidos; o Museu de Arte Moderna de São Paulo e a Pinacoteca de São Paulo, ambos no Brasil.
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