Equivalência entre resultados de resistencia a compressao de cimentos portland segundo os metodos de ensaio brasileiro, europeu e norte-americano.
| Ano de defesa: | 1993 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3146/tde-25032026-103622/ |
Resumo: | A resistência mecânica dos cimentos mundialmente produzidos é avaliada através de ensaios a compressão. Os parâmetros e procedimentos de execução adotados nesses ensaios diferem entre as nacões, não permitindo a comparação direta dos resultados. Uma forma de contornar esta dificuldade é estabelecer uma correlação estatística entre as resistências mecânicas de cimentos, ensaiados simultaneamente pelas diferentes metodologias. Fazendo uso de vinte e dois cimentos industriais, estabeleceram-se as correlações de resistência a compressão entre os métodos de ensaio brasileiro (MB-1/91), europeu (ISO 679/89) e norte-americana (ASTM C 109/90). As correlações encontradas revelaram que as resistências a compressão são similares para os métodos MB-1 e ISO, enquanto as obtidas pelo método ASTM são inferiores a ambos. Essas correlações facilitam o intercâmbio técnico e comercial por permitirem a transformação de um resultado no seu equivalente. Todavia esse tipo de procedimento possui limitações que devem ser sempre consideradas. Finalmente, o trabalho fornece subsídios para uma eventual substituição ou revisão do método brasileiro. |
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Equivalência entre resultados de resistencia a compressao de cimentos portland segundo os metodos de ensaio brasileiro, europeu e norte-americano.Compressive strength correlations of Portland cements testing by the Brazilian, European and Northe American\'s standard methodsCimento PortlandPortland cementA resistência mecânica dos cimentos mundialmente produzidos é avaliada através de ensaios a compressão. Os parâmetros e procedimentos de execução adotados nesses ensaios diferem entre as nacões, não permitindo a comparação direta dos resultados. Uma forma de contornar esta dificuldade é estabelecer uma correlação estatística entre as resistências mecânicas de cimentos, ensaiados simultaneamente pelas diferentes metodologias. Fazendo uso de vinte e dois cimentos industriais, estabeleceram-se as correlações de resistência a compressão entre os métodos de ensaio brasileiro (MB-1/91), europeu (ISO 679/89) e norte-americana (ASTM C 109/90). As correlações encontradas revelaram que as resistências a compressão são similares para os métodos MB-1 e ISO, enquanto as obtidas pelo método ASTM são inferiores a ambos. Essas correlações facilitam o intercâmbio técnico e comercial por permitirem a transformação de um resultado no seu equivalente. Todavia esse tipo de procedimento possui limitações que devem ser sempre consideradas. Finalmente, o trabalho fornece subsídios para uma eventual substituição ou revisão do método brasileiro.A resistência mecânica dos cimentos mundialmente produzidos é avaliada através de ensaios a compressão. Os parâmetros e procedimentos de execução adotados nesses ensaios diferem entre as nacões, não permitindo a comparação direta dos resultados. Uma forma de contornar esta dificuldade é estabelecer uma correlação estatística entre as resistências mecânicas de cimentos, ensaiados simultaneamente pelas diferentes metodologias. Fazendo uso de vinte e dois cimentos industriais, estabeleceram-se as correlações de resistência a compressão entre os métodos de ensaio brasileiro (MB-1/91), europeu (ISO 679/89) e norte-americana (ASTM C 109/90). As correlações encontradas revelaram que as resistências a compressão são similares para os métodos MB-1 e ISO, enquanto as obtidas pelo método ASTM são inferiores a ambos. Essas correlações facilitam o intercâmbio técnico e comercial por permitirem a transformação de um resultado no seu equivalente. Todavia esse tipo de procedimento possui limitações que devem ser sempre consideradas. Finalmente, o trabalho fornece subsídios para uma eventual substituição ou revisão do método brasileiro.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPHelene, Paulo Roberto do LagoRodrigues Filho, Hugo da Costa1993-08-23info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3146/tde-25032026-103622/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2026-03-25T13:47:02Zoai:teses.usp.br:tde-25032026-103622Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-03-25T13:47:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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