Análise comparativa dos desfechos maternos e perinatais em gestantes com doença renal crônica em terapia substitutiva: em hemodiálise e com transplante renal
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Resumo: | Objetivo: Analisar os desfechos perinatais em gestantes com Doença Renal Crônica em terapia substitutiva (Hemodiálise ou Transplante Renal), e os fatores maternos que contribuem para esses resultados. Métodos: Estudo retrospectivo, observacional, descritivo e analítico, a partir de dados em prontuários de pacientes em hemodiálise e com transplante renal, cujo parto tenha sido realizado na Clínica Obstétrica do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), São Paulo, Brasil, entre janeiro de 2009 e dezembro de 2021, com análise também dos prontuários dos recém-nascidos. Variáveis maternas e neonatais foram avaliadas descritivamente. Foram analisados, comparativamente, os dados clínicos, obstétricos e perinatais de 117 gestações distribuídas em três subgrupos: TX (Transplantadas, n=42), DC (Dialíticas crônicas, n=60) e DIG (Dialíticas iniciadas na gestação, n=15). Nos dados com distribuição não paramétrica, usou-se o teste de Kruskal-Wallis. As variáveis qualitativas categóricas foram analisadas pelo teste de Qui-quadrado, corrigido por Fisher, quando necessário. Foi realizada, também, estimativa de Odds Ratio (OR) pela análise de regressão logística univariada. Resultados: Todas as gestantes do estudo eram hipertensas crônicas, com taxas elevadas de pré-eclâmpsia superajuntada nos grupos DC, 40% (n=24) e DIG, 66,7% (n=10), em detrimento do grupo TX, com 35,7 % (n=15). No grupo TX, treze pacientes apresentaram piora da função renal, com cinco (11,9%) evoluindo com necessidade de hemodiálise, a média de creatinina para início de diálise foi de 3,7 mg/dL e de ureia, 48,3 mg/dL. Houve quatro casos (9,5%) de perda do enxerto após a gestação. A cesárea representou 74,4 % (n=87/117) dos partos. A prematuridade foi um dos principais desfechos perinatais, com 81,2% (95/117) dos nascimentos com < 37 semanas, sendo 47,9% (56/117) desses < 34 semanas. Dos recém-nascidos, 50,4% tiveram baixo peso ao nascimento (< 2500 gramas). As complicações neonatais mais frequentes: desconforto respiratório, icterícia e uso de fototerapia. Em todas elas, o grupo DIG teve maiores taxas (respectivamente, 80%, 86,7% e 86,7%), seguido pelo DC (respectivamente, 55%, 66,7% e 48,3%) e TX (respectivamente, 40,5%, 47,6% e 38,1). Pode-se observar, que independente de ser transplantada ou dialítica, planejar a concepção e controlar os níveis pressóricos, estão associados a redução de complicações perinatais tais como prematuridade, baixo peso de nascimento e Apgar de 1º e 5º minutos < 7. A taxa de mortalidade perinatal, foi de 8,5% no grupo geral, sendo de 2,4% (n=1) no grupo TX, 6,7% (n=1) no grupo DIG e 13,3% (n=8) no grupo DC. A taxa de Baby Home, ou seja, de nascidos vivos que receberam alta hospitalar, foi de 91,5 % (n=107/117), sendo de 97,6 % (n=41) no grupo TX, 93,3% (n=14) no grupo DIG e 86,7% (n=52) no grupo DC. Portanto, altas taxas de complicações maternas e neonatais nessa população, com melhores índices nas pacientes com transplante. |
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Análise comparativa dos desfechos maternos e perinatais em gestantes com doença renal crônica em terapia substitutiva: em hemodiálise e com transplante renalComparative analysis of maternal and perinatal outcomes in pregnant women with chronic kidney disease undergoing replacement therapy: on hemodialysis and with kidney transplantationChronic kidney diseaseDiáliseDialysisDoença renal crônicaGravidezKidney transplantationPregnancyPrematuridadePrematurityTransplante de RimObjetivo: Analisar os desfechos perinatais em gestantes com Doença Renal Crônica em terapia substitutiva (Hemodiálise ou Transplante Renal), e os fatores maternos que contribuem para esses resultados. Métodos: Estudo retrospectivo, observacional, descritivo e analítico, a partir de dados em prontuários de pacientes em hemodiálise e com transplante renal, cujo parto tenha sido realizado na Clínica Obstétrica do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), São Paulo, Brasil, entre janeiro de 2009 e dezembro de 2021, com análise também dos prontuários dos recém-nascidos. Variáveis maternas e neonatais foram avaliadas descritivamente. Foram analisados, comparativamente, os dados clínicos, obstétricos e perinatais de 117 gestações distribuídas em três subgrupos: TX (Transplantadas, n=42), DC (Dialíticas crônicas, n=60) e DIG (Dialíticas iniciadas na gestação, n=15). Nos dados com distribuição não paramétrica, usou-se o teste de Kruskal-Wallis. As variáveis qualitativas categóricas foram analisadas pelo teste de Qui-quadrado, corrigido por Fisher, quando necessário. Foi realizada, também, estimativa de Odds Ratio (OR) pela análise de regressão logística univariada. Resultados: Todas as gestantes do estudo eram hipertensas crônicas, com taxas elevadas de pré-eclâmpsia superajuntada nos grupos DC, 40% (n=24) e DIG, 66,7% (n=10), em detrimento do grupo TX, com 35,7 % (n=15). No grupo TX, treze pacientes apresentaram piora da função renal, com cinco (11,9%) evoluindo com necessidade de hemodiálise, a média de creatinina para início de diálise foi de 3,7 mg/dL e de ureia, 48,3 mg/dL. Houve quatro casos (9,5%) de perda do enxerto após a gestação. A cesárea representou 74,4 % (n=87/117) dos partos. A prematuridade foi um dos principais desfechos perinatais, com 81,2% (95/117) dos nascimentos com < 37 semanas, sendo 47,9% (56/117) desses < 34 semanas. Dos recém-nascidos, 50,4% tiveram baixo peso ao nascimento (< 2500 gramas). As complicações neonatais mais frequentes: desconforto respiratório, icterícia e uso de fototerapia. Em todas elas, o grupo DIG teve maiores taxas (respectivamente, 80%, 86,7% e 86,7%), seguido pelo DC (respectivamente, 55%, 66,7% e 48,3%) e TX (respectivamente, 40,5%, 47,6% e 38,1). Pode-se observar, que independente de ser transplantada ou dialítica, planejar a concepção e controlar os níveis pressóricos, estão associados a redução de complicações perinatais tais como prematuridade, baixo peso de nascimento e Apgar de 1º e 5º minutos < 7. A taxa de mortalidade perinatal, foi de 8,5% no grupo geral, sendo de 2,4% (n=1) no grupo TX, 6,7% (n=1) no grupo DIG e 13,3% (n=8) no grupo DC. A taxa de Baby Home, ou seja, de nascidos vivos que receberam alta hospitalar, foi de 91,5 % (n=107/117), sendo de 97,6 % (n=41) no grupo TX, 93,3% (n=14) no grupo DIG e 86,7% (n=52) no grupo DC. Portanto, altas taxas de complicações maternas e neonatais nessa população, com melhores índices nas pacientes com transplante.Objective: To analyze perinatal outcomes in pregnant women with Chronic Kidney Disease undergoing replacement therapy (Hemodialysis or Kidney Transplantation), and the maternal factors that contribute to these results. Methods: Retrospective, observational, descriptive and analytical study, based on data from medical records of patients on hemodialysis and with kidney transplantation, whose delivery took place at the Obstetrics Clinic of the Hospital das Clínicas of the University of São Paulo (HCFMUSP), São Paulo, Brazil, between January 2009 and December 2021, with analysis also of the medical records of newborns. Maternal and neonatal variables were evaluated descriptively. The clinical, obstetric and perinatal data of 117 pregnancies distributed into three subgroups were comparatively analyzed: TX (transplanted, n=42), DC (chronic dialysis, n=60) and GFD (dialysis initiated during pregnancy, n=15). In data with nonparametric distribution, the Kruskal -Wallis test was used. Categorical qualitative variables were analyzed using the Chi- square test, corrected by Fisher when necessary. Odds estimation was also performed. Ratio (OR) by univariate logistic regression analysis . Results: All pregnant women in the study were chronically hypertensive, with high rates of super-aggregated preeclampsia in the DC group, 40% (n = 24) and DIG, 66.7% (n = 10), to the detriment of the TX group, with 35.7% (n = 15). In the TX group, thirteen patients presented worsening of renal function, with five (11.9%) evolving to the need for hemodialysis, the mean creatinine to start dialysis was 3.7 mg / dL and urea, 48.3 mg / dL . There were four cases (9.5%) of graft loss after pregnancy. Cesarean section accounted for 74.4 % (n = 87/117) of deliveries. Prematurity was one of the main perinatal outcomes, with 81.2% (95/117) of births at <37 weeks, 47.9% (56/117) of which were <34 weeks. Of the newborns , 50.4% had low birth weight (<2500 grams). The most frequent neonatal complications were respiratory distress, jaundice and use of phototherapy. In all of them, the DIG group had the highest rates (respectively, 80%, 86.7% and 86.7%), followed by DC (respectively, 55%, 66.7% and 48.3%) and TX (respectively, 40.5%, 47.6% and 38.1). It can be observed that, regardless of being transplanted or on dialysis, planning conception and controlling blood pressure levels are associated with a reduction in perinatal complications such as prematurity, low birth weight and 1st and 5th minute Apgar scores < 7. The perinatal mortality rate was 8.5% in the general group, being 2.4% (n = 1) in the TX group, 6.7% (n = 1) in the DIG group and 13.3% (n = 8) in the DC group. The Baby Home rate, that is, of live births that were discharged from the hospital, was 91.5% (n = 107/117), being 97.6% (n = 41) in the TX group, 93.3% (n = 14) in the DIG group and 86.7% (n = 52) in the DC group. Therefore, high rates of maternal and neonatal complications in this population, with better rates in transplant patients.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPGalletta, Marco Aurélio KnippelSantos, Annie Caroline Magalhães2025-09-17info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5139/tde-12022026-120433/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2026-02-12T20:07:02Zoai:teses.usp.br:tde-12022026-120433Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-02-12T20:07:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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