Extração com fluido supercrítico e análise cromatográfica (HRGC-FID e HRGC-MS) dos alcalóides de Lupinus spp.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 1996
Autor(a) principal: Nossack, Ana Cristina
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/75/75132/tde-25092025-163848/
Resumo: Desde os tempos mais remotos, uma das maiores preocupações da Humanidade é no que diz respeito à alimentação. O aumento da demanda por proteínas vegetais para consumo humano e animal tem estimulado a busca por novas fontes. O lupino está sendo investigado em vários países como um produto alimentício em potencial, devido ao seu grau de proteína relativamente alto (35-40%) e teor oleico (8-12%), alta produtividade e baixo custo. Apesar do lupino apresentar níveis proteicos comparáveis ou maiores do que os encontrados na soja, o maior empecilho do ponto de vista nutricional para tornar o uso do lupino mais difundido é a presença de alcalóides quinolizidínicos nas sementes do mesmo, os quais são conhecidos por conferirem um sabor amargo e toxicidade à semente. Neste trabalho, estudou-se a extração de alcalóides de Lupinus spp. por diferentes métodos, tais como métodos convencionais (maceração/sonificação-extração em fase sólida com extrelut e maceração/sonificação-extração líquido-líquido) e extração por fluído supercrítico (SFE). Nas extrações por SFE, foram utilizadas CO2 e CO2 modificado (CO2/MeOH, CO2/EtOH, CO2/iPrOH e CO2/H2O). As extrações por SFE que apresentaram os melhores resultados foram feitas com CO2/EtOH 10% e CO2/H2O 5%. Os extratos obtidos foram analisados por HRGC-FID (cromatografia gasosa com detector de ionização de chama) e por HRGC-MS (cromatografia gasosa acoplada a espectrometria de massas). As análises quantitativas (HRGC-FID) foram feitas pelo método do padrão interno (cafeína), para a quantificação da lupanina, multiflorina e um alcalóide derivado da esparteína. As análises por HRGC-MS permitiram a identificação de alguns constituintes químicos (alcalóides e outras substâncias) de extratos obtidos por diferentes métodos de extração, a partir de amostras de Lupinus adquiridas no comércio brasileiro.
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