A agonia do lógos: Hegel e o fim trágico da dialética

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Bichir, Gabriel Ferri
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8133/tde-20012025-144246/
Resumo: No presente trabalho, buscamos desenvolver uma crítica imanente do sistema hegeliano, atravessando caminhos desbravados por intérpretes ilustres como Rancière, Lebrun, Ruy Fausto, Adorno, entre outros. Partimos da constatação de que estudar a dialética hegeliana nos moldes tradicionais do trabalho acadêmico já seria falsificá-la, uma vez que ao conteúdo é conferida primazia sobre a forma, quer dizer, pressupõe-se que seria possível fixar a argumentação hegeliana em teses bem definidas ignorando o movimento dialético da forma. Em contrapartida, defendemos a necessidade de uma escrita dialética, que leva a forma-tese ao seu ponto de exaustão, margeando o ensaio e fazendo jus às complexidades da dialética hegeliana em uma leitura que parte de suas tensões internas, e não de problemas abstratos
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