A agonia do lógos: Hegel e o fim trágico da dialética
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8133/tde-20012025-144246/ |
Resumo: | No presente trabalho, buscamos desenvolver uma crítica imanente do sistema hegeliano, atravessando caminhos desbravados por intérpretes ilustres como Rancière, Lebrun, Ruy Fausto, Adorno, entre outros. Partimos da constatação de que estudar a dialética hegeliana nos moldes tradicionais do trabalho acadêmico já seria falsificá-la, uma vez que ao conteúdo é conferida primazia sobre a forma, quer dizer, pressupõe-se que seria possível fixar a argumentação hegeliana em teses bem definidas ignorando o movimento dialético da forma. Em contrapartida, defendemos a necessidade de uma escrita dialética, que leva a forma-tese ao seu ponto de exaustão, margeando o ensaio e fazendo jus às complexidades da dialética hegeliana em uma leitura que parte de suas tensões internas, e não de problemas abstratos |
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A agonia do lógos: Hegel e o fim trágico da dialéticaThe agony of lógos: Hegel and the tragic end of dialecticsCríticaCritiqueDialecticsDialéticaHegelHegelNo presente trabalho, buscamos desenvolver uma crítica imanente do sistema hegeliano, atravessando caminhos desbravados por intérpretes ilustres como Rancière, Lebrun, Ruy Fausto, Adorno, entre outros. Partimos da constatação de que estudar a dialética hegeliana nos moldes tradicionais do trabalho acadêmico já seria falsificá-la, uma vez que ao conteúdo é conferida primazia sobre a forma, quer dizer, pressupõe-se que seria possível fixar a argumentação hegeliana em teses bem definidas ignorando o movimento dialético da forma. Em contrapartida, defendemos a necessidade de uma escrita dialética, que leva a forma-tese ao seu ponto de exaustão, margeando o ensaio e fazendo jus às complexidades da dialética hegeliana em uma leitura que parte de suas tensões internas, e não de problemas abstratosIn this work, we aim to develop an immanent critique of the Hegelian system, following the tracks once informed by prominent interpreters such as Rancière, Lebrun, Ruy Fausto, Adorno, among others. We begin by pointing out that the study of the Hegelian dialectics according to the traditional guidelines provided by academic works already falsifies it beforehand, since it prioritizes content over form, i.e., this kind of approach assumes that Hegel\'s argumentation could be bound to inflexible theses, thus neglecting the dialectical movement of the form. In contrast, we resort to a dialectical writing that takes the thesis format to its point of exhaustion, bordering an essayistic frame, through which we expect to do justice to the complexity of Hegelian dialectics by means of an examination that starts from its internal tensions rather than from abstract problemsBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPSafatle, Vladimir PinheiroBichir, Gabriel Ferri2024-09-23info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8133/tde-20012025-144246/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-01-20T16:48:02Zoai:teses.usp.br:tde-20012025-144246Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-01-20T16:48:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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