Aumento ósseo horizontal de rebordo alveolar com enxerto de osso bovino associado ao osso autógeno ou a concentrados sanguíneos: estudo clínico controlado e aleatorizado

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Denardi, Ricardo Junior
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/58/58132/tde-23012025-090143/
Resumo: O objetivo deste estudo clínico controlado e aleatorizado foi avaliar os efeitos do enxerto ósseo bovino desproteinizado (EOBD) associado ao enxerto ósseo autógeno particulado (EOAP) ou à Fibrina Rica em Plaquetas e Leucócitos (L-PRF) + Fibrina Rica em Plaquetas injetável (i-PRF) para aumento horizontal de rebordo alveolar em maxilas atróficas. Vinte e oito pacientes, apresentando regiões edêntulas na maxila e com necessidade de aumento ósseo horizontal prévio a instalação de implantes dentários, foram incluídos neste estudo e divididos, aleatoriamente, em dois grupos de acordo com o tratamento de regeneração óssea guiada (ROG) proposto: Grupo A (GA) - EOBD + EOAP ou Grupo B (GB) - EOBD + L-PRF + iPRF. No grupo GA, o EAOP foi coletado na região de sínfise mandibular e misturado na proporção de 1:1 com o EOBP. No grupo GB, foram realizadas coletas de sangue venoso, as quais foram centrifugadas para obtenção de L-PRF (~700g - RCFmax / 12 min) e i-PRF (~700g - RCFmax / 3 min). Para cada 0,5g de EOBD, foram adicionadas duas membranas de L-PRF + i-PRF. Em ambos os grupos, a região enxertada foi protegida por membrana de colágeno suíno estabilizada com auxílio de tachinhas de titânio. Foram realizadas tomografias computadorizadas de feixe cônico (CBCTs) no pré-operatório (T0), imediatamente após o procedimento cirúrgico da ROG (T1) e após 260 dias da ROG (T2) para mensuração das alterações lineares e volumétricas do rebordo alveolar. No momento da instalação dos implantes dentários, foram realizadas mensurações do torque de inserção (N.cm) e quociente de estabilidade (ISQ). Biópsias ósseas da área enxertada foram também obtidas para análises histomorfométrica e microtomográfica (micro-CT). Todos os implantes foram submetidos à cicatrização submersa e reabertos após 180 dias, quando, então, novas medidas de ISQ foram obtidas. Não foram observadas diferenças estatisticamente significativas entre os grupos GA e GB para: medidas volumétricas (redução de volume da área enxertada) e lineares (mudanças na altura óssea, espessura de tecidos moles e espessura óssea) obtidas na análise tomográfica, valores do torque de inserção do implante, médias de ISQ e porcentagem de tecido ósseo neoformado na análise histomorfométrica. A análise com micro-CT revelou um aumento significativo de valores do grupo GB em comparação ao grupo GA (p<0,05) para volume ósseo (BV/TV), densidade de conectividade (Conn.Dn) e número de trabéculas (Tb.N). Não foram observadas diferenças significativas entre os grupos para os valores de espessura de trabéculas (Tb.Th) e porosidade óssea (Po.Tot). Quando comparado ao grupo GB, foi observado um aumento significativo (p<0,05) no grupo GA para os valores de biomaterial residual e separação trabecular (Tb.Sp). A análise histométrica demonstrou maior área de biomaterial residual e tecido conjuntivo no grupo GA quando comparado ao grupo GB, com diferença significativa para área de biomaterial residual (p<0,0001). A taxa de sobrevivência dos implantes dentários foi de 97,61% para GA e 100% para GB. Os resultados obtidos indicam que os tratamentos realizados em GA e GB foram eficazes para aumento ósseo horizontal em áreas de atrofia maxilar. Na associação com xenoenxertos, o uso de concentrados sanguíneos pode ser uma alternativa viável ao enxerto de osso autógeno para o aumento ósseo horizontal em região de maxila atrófica, sendo capaz de promover maiores benefícios na microarquitetura do tecido ósseo neoformado.
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Vinte e oito pacientes, apresentando regiões edêntulas na maxila e com necessidade de aumento ósseo horizontal prévio a instalação de implantes dentários, foram incluídos neste estudo e divididos, aleatoriamente, em dois grupos de acordo com o tratamento de regeneração óssea guiada (ROG) proposto: Grupo A (GA) - EOBD + EOAP ou Grupo B (GB) - EOBD + L-PRF + iPRF. No grupo GA, o EAOP foi coletado na região de sínfise mandibular e misturado na proporção de 1:1 com o EOBP. No grupo GB, foram realizadas coletas de sangue venoso, as quais foram centrifugadas para obtenção de L-PRF (~700g - RCFmax / 12 min) e i-PRF (~700g - RCFmax / 3 min). Para cada 0,5g de EOBD, foram adicionadas duas membranas de L-PRF + i-PRF. Em ambos os grupos, a região enxertada foi protegida por membrana de colágeno suíno estabilizada com auxílio de tachinhas de titânio. Foram realizadas tomografias computadorizadas de feixe cônico (CBCTs) no pré-operatório (T0), imediatamente após o procedimento cirúrgico da ROG (T1) e após 260 dias da ROG (T2) para mensuração das alterações lineares e volumétricas do rebordo alveolar. No momento da instalação dos implantes dentários, foram realizadas mensurações do torque de inserção (N.cm) e quociente de estabilidade (ISQ). Biópsias ósseas da área enxertada foram também obtidas para análises histomorfométrica e microtomográfica (micro-CT). Todos os implantes foram submetidos à cicatrização submersa e reabertos após 180 dias, quando, então, novas medidas de ISQ foram obtidas. Não foram observadas diferenças estatisticamente significativas entre os grupos GA e GB para: medidas volumétricas (redução de volume da área enxertada) e lineares (mudanças na altura óssea, espessura de tecidos moles e espessura óssea) obtidas na análise tomográfica, valores do torque de inserção do implante, médias de ISQ e porcentagem de tecido ósseo neoformado na análise histomorfométrica. A análise com micro-CT revelou um aumento significativo de valores do grupo GB em comparação ao grupo GA (p<0,05) para volume ósseo (BV/TV), densidade de conectividade (Conn.Dn) e número de trabéculas (Tb.N). Não foram observadas diferenças significativas entre os grupos para os valores de espessura de trabéculas (Tb.Th) e porosidade óssea (Po.Tot). Quando comparado ao grupo GB, foi observado um aumento significativo (p<0,05) no grupo GA para os valores de biomaterial residual e separação trabecular (Tb.Sp). A análise histométrica demonstrou maior área de biomaterial residual e tecido conjuntivo no grupo GA quando comparado ao grupo GB, com diferença significativa para área de biomaterial residual (p<0,0001). A taxa de sobrevivência dos implantes dentários foi de 97,61% para GA e 100% para GB. Os resultados obtidos indicam que os tratamentos realizados em GA e GB foram eficazes para aumento ósseo horizontal em áreas de atrofia maxilar. Na associação com xenoenxertos, o uso de concentrados sanguíneos pode ser uma alternativa viável ao enxerto de osso autógeno para o aumento ósseo horizontal em região de maxila atrófica, sendo capaz de promover maiores benefícios na microarquitetura do tecido ósseo neoformado.The aim of this randomized controlled clinical study was to evaluate the effects of deproteinized bovine bone mineral (DBBM) combined with particulate autogenous bone graft (PABG) or with Leukocyte-Platelet Rich Fibrin (L-PRF) + injectable Platelet Rich Fibrin (i-PRF) for horizontal ridge augmentation in atrophic maxilla. Twenty-eight patients, presenting edentulous regions in the maxilla and requiring horizontal bone augmentation prior to dental implant placement, were included in this study and randomly divided into two groups according to the proposed guided bone regeneration (GBR) treatment: Group A (GA) - DBBG + PABG or Group B (GB) - DBBG + L-PRF + i-PRF. In GA, PABG was collected from the mandibular symphysis and mixed in a 1:1 ratio with DBBG. In GB, venous blood samples were collected and centrifuged to obtain L-PRF (~700g - RCFmax / 12 min) and i-PRF (~700g - RCFmax / 3 min). For each 0.5g of DBBG, two membranes of L-PRF + i-PRF were added. In both groups, the grafted region was protected by a collagen membrane stabilized with the aid of titanium tacks. Cone beam computed tomography (CBCT) scans were performed preoperatively (T0), immediately after the GBR surgical procedure (T1), and 260 days post-GBR (T2) to measure linear and volumetric changes in the alveolar ridge. At the time of dental implant placement, insertion torque (N.cm) and implant stability quotient (ISQ) measurements were taken. Bone biopsies from the grafted area were also obtained for histomorphometric and micro-CT analyses. All implants underwent submerged healing and were reopened after 180 days, when new ISQ measurements were obtained. No statistically significant differences were observed between GA and GB for volumetric measurements (graft volume reduction) and linear measurements (changes in bone height, soft tissue thickness, and bone thickness) obtained in the tomographic analysis, insertion torque values, mean ISQ, and percentage of newly formed bone tissue in the histomorphometric analysis. The micro-CT analysis revealed a significant increase in values for GB compared to GA (p<0.05) for bone volume (BV/TV), connectivity density (Conn.Dn), and trabecular number (Tb.N). No significant differences were observed between the groups for trabecular thickness (Tb.Th) and bone porosity (Po.Tot). Compared to GB, a significant increase (p<0.05) was observed in GA for residual biomaterial values and trabecular separation (Tb.Sp). The histometric analysis showed a larger area of residual biomaterial and connective tissue in group GA compared to group GB, with a significant difference in the area of residual biomaterial (p<0.0001). The survival rate of dental implants was 97.61% for GA and 100% for GB. The results indicate that the treatments performed in GA and GB were effective for horizontal bone augmentation in areas of maxillary atrophy. In association with xenografts, the use of blood concentrates can be a viable alternative to autogenous bone grafts for horizontal bone augmentation in the region of the atrophic maxilla, promoting greater benefits in the microarchitecture of the newly formed bone tissue.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPMessora, Michel ReisDenardi, Ricardo Junior2024-09-02info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/58/58132/tde-23012025-090143/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-05-05T12:55:02Zoai:teses.usp.br:tde-23012025-090143Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-05-05T12:55:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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